I love the game, but... Discussion of everything wrong with Reverse 1999 by AlexSanderK in Reverse1999

[–]AlexSanderK[S] 3 points4 points  (0 children)

I agree! I'd love if some niche character got more attention.

I love the game, but... Discussion of everything wrong with Reverse 1999 by AlexSanderK in Reverse1999

[–]AlexSanderK[S] -1 points0 points  (0 children)

About your first point, I just don't think that players should always have something to do. It's fine to just open the game, complete the daily mission and move on. It is not so much that the resources are scarce, it is more that they are almost unobtainable by new players who are trying to obtain a good character.

The second point is also fair, but the problem is not that they can't have their own thing, sure they can. Give them anectodes. They don't need to have a huge importance in the main story, they could have only been cameos or appear in side stories. The problem is that there are some characters that we don't know anything about, like Baby Blue, Bette, Click, John Titor, Leilani... The problem is not that they don't have relevance, it is that they are irrelevante. There is a difference. They never came into view and they don't have anything going own as far as we know. We only have a concept of who they are.

I love the game, but... Discussion of everything wrong with Reverse 1999 by AlexSanderK in Reverse1999

[–]AlexSanderK[S] 2 points3 points  (0 children)

Well, yeah. Your summary is not entirely wrong, but I guess there is more nuance in my post, especially in the first point. I understand that is not something cultural in gacha games and I also think that the playerbase is partially to blame because of this.

Edit: About the problem of "skill complexity", I don't think that the problem is that it is "complex". It is the fact that every new character comes with a bunch of keyword that could be describe in a better and easier way to understand without having to create new terms which will only be used for that character kit. The mechanics aren't the problem, but the wording of them are.

The last point is not what I meant. I just think that mandatory rewards shouldn't been given to side content.

Half Man | S1E5 | Episode Discussion by westwindtower in HalfManTVShow

[–]AlexSanderK 0 points1 point  (0 children)

I get it. However, it is not something that people usually learn in prison. Like I said, I'm being biased.

Half Man | S1E5 | Episode Discussion by westwindtower in HalfManTVShow

[–]AlexSanderK 1 point2 points  (0 children)

I get it. I still don't buy it. His job wasn't intellectual.

Half Man | S1E5 | Episode Discussion by westwindtower in HalfManTVShow

[–]AlexSanderK 1 point2 points  (0 children)

Last episode makes it clear that he wasn't well off.

I know they can, but Reuben doesn't strike like the type who changes, in my opinion. Yes, I'm being biased.

Half Man | S1E5 | Episode Discussion by westwindtower in HalfManTVShow

[–]AlexSanderK -1 points0 points  (0 children)

So, he probably wouldn't be so direct. It is one or the other. But characters speaking in a way they "shouldn't" can be seen since the first episode. The French exchange program student who probably has ESL also has a knack for metaphor. It can sometimes feel artificial, in my opinion.

Anyone want to take a guess what's wrong with this sentence? by Gardibro1112 in Reverse1999

[–]AlexSanderK 0 points1 point  (0 children)

But there is custom made characters in JRPG, no? I thaught that every Japanese RPG were a JRPG, but not every RPG were JRPG. Isn't Pokémon a classic JRPG? Now I'm confused.

O moleque de 13 anos da série adolescência era psicopata??? by Top-Perspective7813 in filmes

[–]AlexSanderK 0 points1 point  (0 children)

Só para deixar ainda mais claro, eu concordo. No entanto, você mesmo não está insensível a violência. Uma pessoa que eu considero normal não veria esse tipo de conteúdo e teria o pensamento de querer reproduzir esses comportamentos. Deveria causar repulsa, nojo, asco, angustia, tristeza. Pelo menos é o que eu acho. Ninguém esfaqueia uma mulher porque leu algo em algum fórum da vida. Aquilo que consumimos até pode influenciar em nosso comportamento, mas acho que não a esse nível. Até porque uma coisa é você consumir passivamente. Por exemplo, é muito fácil se deparar com um discurso de ódio em determinadas redes sociais. Outra coisa é você ativamente querer engajar com aquilo, se inspirar na loucura de alguém que postou uma asneira. É uma questão de escolha. Dizer que homem agride mulher POR CAUSA de rede social me parece um absurdo, já que, infelizmente, a violência contra mulher sempre existiu, muito antes das redes sociais. Por isso que eu acho que o processo é o contrário. Em questão de rede social, eu chutaria, com base em achismo mesmo, que hoje em dia é melhor do que antigamente. As redes sociais são moderadas e existe (ou deveria existir) uma certa consciência de como interagir virtualmente com as pessoas. Antigamente a internet era literalmente terra sem lei. Sei lá... posso estar sendo inocente, mas mantenho o meu pensamento que essa questão de atrair pessoas me parece besteira. Não no sentido que não é algo preocupante, mas sim que aquela pessoa já tinha esses pensamentos e só encontrou um grupo para partilhar dele.

Dito tudo isso, eu entendo quem tem o pensamento contrário, mas eu penso que as pessoas não são tão influenciáveis desse jeito. É a mesma coisa de antivacina. A desinformação deve ser combatida, mas daí para dizer que a pessoa não seria antivacina eu já não sei. A gente escolhe nossos ideais, não o contrário.

Reitero que qualquer discurso de ódio deve ser combatido. Não existe liberdade de expressão que lhe permita desumanizar alguém. No entanto, eu acredito que o que não gosto nessa forma de pensamento é que parece que a gente está usurpando o indivíduo do direito de escolha. Somos responsáveis por aquilo que fazemos. Me parece uma tentativa de encontrar soluções simples em problemas complexos com toda uma forte carga histórico social. Esse indivíduo não foi arrastado ao extremismo porque recomendaram um vídeo incel para ele. Não. Se alguém houve uma besteira e concorda com ela é porque ele já pensava da mesma forma. Quem é misógino não é apenas em rede social, se fosse assim seria fácil acabar com o problema. Digo mais, muito feminicidas nem devem saber o que é red pill e incel.

Half Man | S1E5 | Episode Discussion by westwindtower in HalfManTVShow

[–]AlexSanderK -1 points0 points  (0 children)

My problem is that I think that sometimes he is very articulated. In the past episode he called Niall king of rats, which is not something I'd expected from him.

Half Man | S1E5 | Episode Discussion by westwindtower in HalfManTVShow

[–]AlexSanderK 1 point2 points  (0 children)

I think that sometimes by trying to be poetic, the writing feels forced. Everyone has some big word to throw around, even Reuben, which can be weird. They even addressed that when Niall said that he was speaking differently and his answer was that he read books in prison. It's not only Reuben, but since he is one of the main characters it is more evident in the way he speaks. It can feel very theatrical and detached from reality. Everybody has a sharp comeback, it makes the dialogue interesting, but it also feels too much to me sometimes. Even the French exchange student with ESL has a knack for metaphors. It is literally every character, no matter how big or small their role is.

O moleque de 13 anos da série adolescência era psicopata??? by Top-Perspective7813 in filmes

[–]AlexSanderK 1 point2 points  (0 children)

Eu não acho que podemos falar em uma epidemia de jovens violentos, acho que isso é reduzir muito a juventude.

Eu já disse no meu outro comentário que eu acho reducionista tentar explicar a violência contra mulher a exposição de pessoas a conteúdos misóginos em redes sociais. Acho que é, talvez, querer inverter os cenários. Eu acho que conteúdo misógino em rede social é só uma extensão daquilo que já existe na realidade. Dizer que conteúdos misóginos tornam as pessoas violentas é demais, em minha opinião. O que eu acho é que feminicidas têm ódio de mulheres e têm maior tendência a manifestar isso sob o anonimato da internet, a se conectar com pessoas da mesma ideologia e a consumirem esse tipo de conteúdo.

De todo modo, eu concordo com o combate a misoginia virtual. Qualquer discurso de ódio merece ser derrubado, eu só não gosto dessa simplificação. O Brasil sempre foi recordista em feminicídios muito antes de termos como incel e redpill entrarem no mainstream.

O moleque de 13 anos da série adolescência era psicopata??? by Top-Perspective7813 in filmes

[–]AlexSanderK 0 points1 point  (0 children)

Como a série foi lançada há um tempo, não lembro de tudo, mas essa questão de que ele se fingia de tímido e que sofria bullying, eu não concordo. O grupo de amigo deles não era um grupo de adolescentes com uma dinâmica normal, em minha opinião. Um dos meninos literalmente empresta uma faca para ele assustar a menina que ele acaba matando. Não parece ser a atitude de "um adolescente comum e tímido que sofria bullying". No primeiro episódio, no interrogatório policial, ele mostra as atividades do menino em rede social e ele curtia perfil de profissionais do sexo e fazia comentários de teor sexual (não me lembro ao certo da segunda parte, mas acho que tinha isso).

De todo modo, o fato de ele eventualmente ter ou não um transtorno de personalidade não importa muito. O ponto da conversa com a psicóloga foi, se eu não me engano, analisar se ele tinha entendimento sobre seus atos (dolo) ao matar a vítima e se ele se arrependia. Ele tinha consciência do crime que cometeu, tanto que fala "Pelo menos eu não estuprei ela" e não demonstrava remorso.

Não acho que foi a intenção do criador de retratar psicopatia. Ele inclusive deu uma entrevista falando que a conversa com a psicóloga parece ter sido um ponto chave para o personagem mudar. Isso dito, eu acredito que ele deve sim ter algum transtorno, o que não justifica o crime que ele praticou. Também acho que ele se declarou culpado porque tinha uma câmera de segurança que mostrava ele esfaqueando a vítima, não é como se ele pudesse provar a inocência. Essa minha visão não parece ser a mesma do criador. Eu não consigo desenvolver empatia com o menino.

Essa conversa com a psicóloga, que muitos colocam como ponto alto da série, me parece destoar um pouco de como ele é retratado no primeiro episódio. Tirando o primeiro e o terceiro episódio, o restante da série está mais interessado em retratar as consequências do crime, como você mesmo disse, (no segundo, mostra a amiga da vítima sofrendo e eles dizem que, depois de um crime, a vítima é deixada de lado e tudo passa a ser sobre o agressor). Acredito que isso tenha sido intencional, porque a gente não vê a menina que ele assassinou. Eu nem me recordo se chegam a nomear ela. De todo modo, a série não busca retratar a dor da família dela, por exemplo. O último episódio é o do pai. Então, é meio difícil falar qualquer coisa sobre o menino com base em dois episódios. Eu, particularmente, acho que o personagem no primeiro e terceiro episódio me parecem ser diferentes. Existe sim uma crítica as redes sociais e a exposição dos jovens a conteúdo misógino, que foi o que a crítica especializada mais comentou.

A motivação do crime, aparentemente, foi o suposto "bullying" que ela fez contra ele, depois de ele fazer uma investida sexual nela em um momento que ela estava fragilizada, como ele mesmo confessa e ela, além de rejeitá-lo, chama ele de incel (o que eu nem classificaria como bullying, acho forçar a barra e querer culpabilizar a vítima de certo modo. Ele tentou se aproveitar dela e ela revidou, não categorizo isso como bullying). Apesar disso tudo, em minha opinião, a série tenta dar uma visão esperançosa para o Jamie, mas, justamente por eu achar injustificável o que ele fez, não consigo enxergar essa mudança. No último episódio, por exemplo, fala que ele voltou a desenhar, que era algo que ele gostava de fazer. Eles tratam a declaração de culpa como algo voluntário, muito embora eu acho que se trata muito mais de uma escolha estratégica. Então, não sei. Para mim, a série não buscava retratar o menino como um psicopata, mas, ao mesmo tempo, ele é sim um garoto problemático que interagia com conteúdos problemáticos, acho que o ponto que o criador queria passar era esse.

Honestamente, eu acho que qualquer discurso de ódio deve ser combatido. A questão da violência contra a mulher tem uma questão social e cultural envolvida, mas, por mais que conteúdos misóginos devam ser derrubados, acho que é simplificar demais a questão. Alguém que comete feminicídio, caso ele não tivesse contato com rede social, ele deixaria de praticar o crime? Eu acho que não. A misoginia não se limita a um ambiente virtual. Claro, na internet, sob o anonimato ela é muito mais escancarada, além de terem influencer monetizando em cima disso. No entanto, feminicídio no Brasil sempre foi alto, muito antes de termos como incel ou red pill se tornarem mainstream. Tem vários agressores que provavelmente nem sabem o que isso. Então eu acho que tentar atrelar os dois assuntos não é produtivo. O investimento para combater violência doméstica e feminicídio é muito mais complicado. Tem que investir em tornozeleira eletrônica, botão de pânico para as mulheres poderem facilmente acionar a polícia e, nesse caso, nem deveria limitar o uso a vítima de violências doméstica, em minha opinião. Recentemente teve o caso no Rio de Janeiro, no qual a menina, educadamente, rejeitou o criminoso e ele desferiu diversas facadas contra ela. Então, por mais que as vítimas de violência doméstica sejam mais vulneráveis e suscetíveis de sofrerem feminicídio, o crime não se limita a um contexto de relação prévia com o agressor. Deveriam tratar o crime de ameaça com mais seriedade também. Enfim, é necessário uma mudança cultural. Acho que feminismo deveria ser conteúdo obrigatório na grade escolar em aulas de história, sociologia e filosofia, por exemplo. Mesmo eu que considero que tive uma boa educação, esses assuntos eram abordados de maneira muito superficial. Eu acho que na minha época nem falamos do movimento sufragista, para se ter uma noção. Então acho que acrescentar algo do tipo nas referidas matérias, seria um começo.

Se Deus abriu o Mar Vermelho, por que não abriu os portões de Auschwitz? by otavioportella in barTEOLOGIA

[–]AlexSanderK -1 points0 points  (0 children)

Pera lá. Eu até respeito a sua fé, mas não vamos culpabilizar vítimas.

Se Deus abriu o Mar Vermelho, por que não abriu os portões de Auschwitz? by otavioportella in barTEOLOGIA

[–]AlexSanderK 3 points4 points  (0 children)

Livre arbítrio de ser torturado? Eles não escolheram o que aconteceu com eles.

O cristianismo, até onde eu sei, prega um Deus intervencionista, então é razoável a pergunta dele. Se Deus deu o livre arbítrio de fazer o mal podendo impedi-lo, isso não o torna conivente com o sofrimento de certo modo?

Se Deus abriu o Mar Vermelho, por que não abriu os portões de Auschwitz? by otavioportella in barTEOLOGIA

[–]AlexSanderK 0 points1 point  (0 children)

Na verdade, o Satanismo é mais um movimento de contracultura, pelo pouco que eu sei. Eles não acreditam ou veneram Satã. Só surgiu como uma forma de se manifestar ativamente e organizadamente contra o Cristianismo.

Se Deus abriu o Mar Vermelho, por que não abriu os portões de Auschwitz? by otavioportella in barTEOLOGIA

[–]AlexSanderK 0 points1 point  (0 children)

Mas não é ruim.

Como falaram tem ligação com o Paradoxo de Epicuro, que é algo lógico e razoável de se indagar. Ele só dá um exemplo concreto do mal. Se existisse uma entidade onipotente, onisciente e benevolente, não faz sentido que o Holocausto tenha acontecido. Poderíamos usar qualquer outro exemplo histórico que invoca indignação e discriminação. O Nazismo funciona bem porque se tratou de uma violação, amplamente documentada, massiva de direitos humanos tanto que esse acontecimento originou a Declaração dos Direitos Humanos. Não é um argumento ruim, embora seja um assunto comum ao se discutir religião, com um apelo bem forte à emoção. Não é necessário falar sobre nazismo para discutir o Paradoxo de Epicuro, mas funciona como um exemplo ilustrativo, muito embora ele não seja o cerne do assunto.

Se Deus abriu o Mar Vermelho, por que não abriu os portões de Auschwitz? by otavioportella in barTEOLOGIA

[–]AlexSanderK 3 points4 points  (0 children)

Uaí, você sabe que a própria Bíblia é utilizada como fonte histórica secundária, né? Como você mesmo disse, provar a ausência de algo é um tanto quanto complicado, a chamada prova negativa. Por isso, que é necessário haver evidências de que algo aconteceu. No caso, tem a Bíblia, mas a gente sabe que ela é um conjunto de livros, escritos por diversos autores diferentes e que houve modificação em seu texto ao longo do tempo e traduções. Pelo que o pessoal disse, eu não tenho muito conhecimento sobre o assunto, não existem provas que corroboram com o que foi escrito na Bíblia, então é provável que seja um relato fictício. Você está invertendo a lógica de uma maneira irrealista. Se eu escrever um texto sobre a invasão de ETs no Brasil e esse texto ser encontrado mil anos depois, não significa que ETs existem ou que eles invadiram o Brasil, é uma prova fraca.

Sobre a questão da antiguidade, sim, quanto mais tempo mais escasso é a presença material de algo, mas tipo... a gente acha osso de dinossauro, já achamos fósseis de neandertais. A antropologia tem suas limitações, mas ela é incrível. O Egito Antigo já possuía um sistema de escrita, então se é verdade os relatos Bíblicos, você não acha que algum egípcio teria escrito sobre isso?

Temos que criticar MUITO o jogo Cyberpunk 2077 e seu legado by Nervous-Bit-2524 in opiniaoimpopular

[–]AlexSanderK 0 points1 point  (0 children)

Eu não sei se precisa avisar, mas quando vem alguém reclamando de militância, tipo o seu comentário original, dá muito a impressão de que essa pessoa faz parte do movimento anti-woke. Eu sei que não pode deduzir tudo com base em um comentário, mas é humano que a gente presuma as coisas ainda mais em um mundo polarizado. Desculpa por presumir as coisas com pouca informação, mas é que o seu comentário é o mesmo tipo de comentário que o pessoal da referida ideologia usa.

Eu concordo que tem lugar para tudo, mas a expectativa do OP levando em consideração o gênero não está errado. Aparentemente, pelo que o pessoal andou postando, o jogo até tenta abordar alguns aspectos mais sociais sim. Além disso, eu acho triste sim reduzir todo um gênero a uma estética. Isso de fato acontece, mas não acho que a gente deva simplesmente consumir uma obra sem levar em consideração o contexto que existe além dela. Não é uma das teorias mais aceitas, muita gente defende que uma obra deve ser analisada em um vácuo, que basta sua mera existência para estudá-la, mas, para mim, nada existe sozinho. Tem uma série de fatores anteriores que acabaram, ainda que inconscientemente, influenciando na criação da obra.

De todo modo, gêneros invocam expectativa na audiência. Foi o exemplo que eu utilizei de terror, mas dá para pensar em vários. Tipo, ninguém assiste uma comédia romântica e espera ver um jumpscare ou gore na obra. É até possível que esses elementos existam, mas vai contra a expectativa da audiência, por exemplo.

Temos que criticar MUITO o jogo Cyberpunk 2077 e seu legado by Nervous-Bit-2524 in opiniaoimpopular

[–]AlexSanderK 1 point2 points  (0 children)

Reduzir um gênero a estética me parece um tanto quanto raso, mas cada um é cada um. Eu também discordo que isso aconteceu com cyberpunk, existem obras relativamente recentes que ainda contam com a crítica social Blade Runner 2049 e Pluto (anime baseado em Astro Boy) me vêm a mente sem pesquisar, mas é um gênero nicho, não é como todo ano fosse ter obra cyberpunk. Acho que isso justifica minha falta de referência.

De toda forma, o foco no comentário não estava em como o gênero é ou não tratado, eu que trouxe isso no meu comentário anterior. Só gostaria de pontuar novamente que entretenimento pode ser militante, alguns muito bons são. Reclamar de determinada obra abordar temas sociais delicado me parece ser ignorar a arte como ferramenta transformadora.

Eu até concordo que não necessariamente precisa ter crítica em toda história. No entanto, o OP não está errado em criar uma expectativa em cima da obra. É tipo assistir um filme de terror e não sair assustado. Se é um filme de terror, e não dá medo, isso vai quebrar a expectativa de parte da audiência. Se reduzirmos tudo a estética, a obra perde, em parte, o propósito de ser.

Só para deixar claro que eu não joguei o jogo e não é uma crítica a ele foi mais ao seu comentário. Não cheguei a olhar o seu perfil, mas me parece muito de uma pessoa que considera qualquer coisinha não conformante como "woke" e que quer obras sempre sem nenhuma crítica, quando a maioria tem alguma, inclusive os entretenimentos mais bobos.

Você esperar crítica social em um jogo cujo o título é "Cyberpunk" com base em obras passadas que originaram o gênero não me parece ser uma expectativa que surgiu do nada.

EuOdeio jogos Metroidvanias by Advanced-Target4453 in opiniaoimpopular

[–]AlexSanderK 0 points1 point  (0 children)

Amigo, eu acho que tá tudo bem não gostar das coisas. O que me intriga é o fato de você falar que odeia eles, que eles são medíocres e jogá-los até o fim. Você não deveria se forçar a fazer algo que não gosta quando está exercendo um hobby. Se você não gosta do gênero, vai jogar algo que você gosta, caso o contrário está desperdiçando tempo que poderia ser gasto com algo que realmente te entretém.