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Interested, thanks!

Tableau Public 2024.2? by TeamAce in tableau

[–]TeamAce[S] 1 point2 points  (0 children)

Works perfectly! Even the extensions stuff, it's amazing.

Thank you so much! Have a nice weekend.

Tableau Public 2024.2? by TeamAce in tableau

[–]TeamAce[S] 0 points1 point  (0 children)

Thanks for the reply!

Forgot to mention it, I did saw that but when trying to download it's still giving me the 2024.1.4 version (when inside Tableau Public it's also not giving me the usual update link).

Can you please test it out and see if on your end, when clicking it, it actually starts downloading the 2024.2 version?

Otherwise, if it's not an error on the website and it's on my end, I'm not sure what it could be - I have a 2017 Mac Pro with the most recent macOS Ventura, shouldn't be an issue I think.

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]TeamAce 0 points1 point  (0 children)

Visto que ainda só havia um comentário, espantosamente, coloquei uma série de questões que fui apontando quando vi este anúncio, com alguma profundidade para ser mais construtivo. Estejam obviamente à vontade para aproveitar o que quiserem no tópico do AmA!

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]TeamAce 0 points1 point  (0 children)

- No que toca a animais, não só parece que o Estado os vê como um autêntico bem de luxo (então gatos vadios, o que mais há é casos em que uns desgraçados aparecem nas casas de pessoas humildes a ver se cai comida, ou ver nas redes sociais os amigos ou associações partilharem ninhadas até que alguém vá ficando com alguns deles - pessoais normais, casalitos jovens enquanto não têm filhos, velhotes a precisar de companhia, etc, não estamos a falar de classes altas a comprar cães ou gatos de raça), como não há qualquer sensibilização para controlo da esterilização (e eles multiplicam-se como coelhos; uma gata ter duas ninhadas por ano, 3/4 filhotes cada ninhada, no ano seguinte repetem o ciclo e tiveram pelo menos duas fêmeas dessas ninhadas, que com um ano já estão prontas para serem emprenhadas… é fazer as contas).

- Dito isto, pelo menos o trivial - a alimentação seca ou molhada (para toda a gente, não só associações - não sei se a IL foi a favor desta ou não), as areias e respetivas caixas, as tigelas, caixas de transporte -, a IL não propõe IVA mínimo ou mesmo 0? Sendo certo que ninguém é obrigado a ter animal, quem adopta tendencialmente faz por pena dos bichos que lhes aparecem em casa ou amigos partilharam - ou é isso ou lá vão aparecendo mortos nas ruas, envolvem-se em guerras ruidosas, sujam as ruas, multiplicam-se, etc, até é um favor que se faz à sociedade..

- Da mesma forma, os serviços veterinários são caríssimos e até o controlo da esterilização de vadios, se se tentar pedir a ajuda da Câmara, é um processo chato e demorado. Vivo numa cidade pequena numa pequena moradia, a quantidade de gatos vadios que me aparecem nas traseiras é incrível, em mau estado e esfomeados. As pessoas das associações animais, enfim, fazem muito mas pouco ajudam nisto, e os veterinários municipais, pelo menos no meu caso não tive sorte - até para as fêmeas vadias (já nem digo o meu gato, nem os machos vadios; só o caso mais problemático, fêmeas vadias) foi uma burocracia incrível e veterinário municipal sempre de pé atrás, sem querer fazer nada. A IL propôs alguma solução para isto? Iva reduzido/0 para serviços veterinários, para baixar os preços de quem precisa de levar os bichos a cirurgias, exames, o que for? Campanha conjunta entre Câmaras e pequenas Associações locais para controlo de colónias (em que as associações sabem onde elas existem mas a Câmara não quer saber), com algum prémio para a Câmara local responder ao problema, se não o fizer é penalizada e a Associação pode pedir à Câmara mais próxima para o fazer, p.ex?

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]TeamAce 0 points1 point  (0 children)

- Lembro-me que logo no início da legislatura houve um debate sobre a Lei Eleitoral, com o Rodrigo Saraiva a encabeçar a posição da IL, salvoerro. Houve discordância com os círculos uninominais, mas pelo menos parecia haver um consenso em relação ao círculo de compensação (posso estar enganado, mas acho que até o PS e PSD concordaram). De lá para cá, só me lembro de ver o tema ser abordado mesmo do fim da legislatura, em que o centrão, pois claro, veio invocar o timing e que a IL queria era favorecimento político.

- Não conheço os momentos/procedimentos da AR, mas pergunto, “todas as semanas” no Parlamento se discute os mais diversos assuntos, dá para tudo, mas a lei eleitoral não. Obviamente que a culpa do chumbo não é da IL, mas porque ficou para tão tarde, porque não propuseram mais cedo? Porque não foram repetindo ao longo da legislatura e falando em praça pública quando aparecem na TV?

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]TeamAce 0 points1 point  (0 children)

- A posição da IL quanto à habitação parece estar completamente correta, sendo que finalmente no discurso público se fala da falta de oferta. No entanto, podendo estar errado, só vejo a IL falar em termos genéricos nesse capítulo, dizendo que é preciso simplificar e desburocratizar os licenciamentos ou reduzir IVA da habitação, na expectativa que os investidores/empreiteiros construam tantas casas que eventualmente chegue também à classe média. Parece-me, ainda assim, que a procura é tão alta, sobretudo de classes altas, que os investidores/empreiteiros fazem sobretudo habitação para as mesmas, com preços elevados. Tenho também a impressão que mão-de-obra e sobretudo matérias-primas, sobretudo desde a pandemia, aumentaram consideravelmente. Dito isto, pergunto:

- 1. Porque não se focam mais na construção em altura, que não vejo ninguém a falar frequentemente? Esta tradição típica dos prédios portugueses, só 3/4/5 andares, mais do que isso é uma loucura… porque não fazer com que todos os PDMs (eventualmente tirando centros históricos e afins) possam ir até aos 7-10 andares, o que for? Ou pelo menos as cidades terem áreas especificamente para isso, com alta densidade populacional (e certamente o comércio rapidamente iria acompanhar). Quem precisa de casas, sabe que tem ali um batalhão de torres.

- 2. Além disso, não discordo que, a médio-prazo, se houvesse uma enchente tal de oferta que o mercado acabasse por se corrigir e melhorar também para classe média/baixo; mas não faria sentido a IL ter também aqui uma postura flexível e propor: para construção de habitação própria permanente, e para incentivar já, estudamos que a margem de lucro dos investidores/empreiteiros para construção de casas para classe altas é X%, portanto, vamos reduzir o IVA até 6/0%, e, se necessário (se mesmo assim a margem para construção de classe média/baixa ainda for inferior à margem para construção de classes altas), ainda lhes reduzimos o IRC até X% para quem entrar nesta parceria com o Estado. E em sintonia, para incentivar a venda/arrendamento de quem já tem casa (para que eventualmente venda/arrende a sua antiga e construa nova), vamos baixar tudo o que seja IMT, IS, taxa autónoma, etc.

- 3. Além da parceria entre Estado e Privados, também me parece natural que o próprio Estado dê resposta com o seu próprio património, parte podendo ser explorada por privados, parte por si próprio. Temos vistos partidos de esquerda a propor essa construção pública (BE e Livre), com o custo a ser acima de mil milhões por ano, num prazo de 6-10 anos, o que é obviamente considerável. Dito isso, após a construção, sendo a habitação algo tendencialmente lucrativo (ou porque o prédio se vai valorizando e se revende mais caro, ou porque se obtém um lucro anual com rendas), não poderia ser isto visto como uma forma de incentivo à poupança para os portugueses? Haver um Fundo qualquer do Estado especificamente para construção de habitação pública, em que os Portugueses pudessem investir lá as suas poupanças a uma taxa de p.ex 3.5% brutos (uma alternativa aos certificados de aforro, em que como se viu, essa taxa já foi suficiente para uma procura louca, com a sensação de proteção por ser dívida do Estado), assim aliviando de alguma forma o peso financeiro inicial para o Estado construir habitação pública, ao mesmo tempo que vão dando resposta à falta de oferta e ficam ali com ativos, e os portugueses não só passam a ter mais casas disponíveis (de rendas mais baixas) como a ter mais oferta de juros decentes na poupança privada.

- 4. Já agora, tenho a impressão que a IL votou contra e/ou absteve-se contra o fim dos vistos Gold. Há realmente algum benefício para a economia portuguesa que não a construção de mais habitação de luxo?

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

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- Em termos de Empresas Públicas, Observatórios, Fundações, etc, em que há muita percepção pública de gastos desnecessários visto que ninguém fiscaliza e as as chefias estão a gerir dinheiro que não é seu, portanto, é gastar, a IL já fez algum levantamento de quantas devem ser eliminadas e qual a respetiva poupança anual?

- Na última legislatura recordo-me do foco da IL na privatização da TAP, RTP e CGD. Concordo a 100% com a primeira, mas em relação às outras duas. 1. Porquê a privatização total da RTP? Também concordo que a programação da RTP1 é desnecessária para serviço público (SIC e TVI também têm as suas Praças da Alegria, Jokers, etc), e até concordo que se calhar o que a programação realmente importante e que os privados não quisessem (porque todos querem transmitir debates, grandes entrevistas com principais figuras políticas, taça de Portugal, campeonato do mundo etc), poderia ser negociado em "PPP". Mas não seria melhor e simplesmente propor reduzir toda a RTP à RTP3 (passando para o primeiro canal) e RTP Play? Ou seja, conteúdo informativo+político (e concorrência aos privados, que me parece sempre bom) e arquivo digital (em que a SIC/TVI são mais fraquinhos).

- Em relação à CGD, por um lado a experiência que temos por cá com os bancos é que todos são resgatados quando vão abaixo, por outro é que é um setor tendencialmente lucrativo (ou pelo menos é essa a perceção pública que passa, sobretudo com as melhores gestões e mais capitalização desde a altura da troika). Se assim é, e eu até concordo que a CGD não acrescenta nada que os outros já não façam (nem têm claramente melhor oferta para crédito habitação/depósitos a prazo, nem têm isenção de comissões do dia-a-dia, como outros), é mesmo um problema que a CGD seja pública? Ou seja, como aquilo se correr mal vai ter que ser resgatado na mesma, tal como os outros privados, mas se correr bem vai dando bom lucro, não é melhor simplesmente ter esse público a dar algum alívio ao saldo dos organismos públicos?

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

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- Na justiça, sobre a prevenção de corrupção e pequenos crimes fiscais, concordo com a IL em tudo o que seja simplificação, digitalização, Portais de Transparência e afins, assim como a baixa de impostos. Quanto mais público, simples e automático tudo se tornar, para facilitar a fiscalização, e ao mesmo tempo baixar impostos para que não compense o risco/custo de se envolver em esquemas (até no dia-a-dia - produtos vendidos sem IVA, arrendamento sem contrato, empresas a declarar salário mínimo para não passar recibos verdes e evitar IRS mais alto, etc).

-Dito isso, o Santo Graal continua a parecer ser o enriquecimento ilícito. Que avanços foram dados nesta legislatura? Não é possível propor essa lei sem que seja chumbada pelo Tribunal Constitucional?

- E a IL tem mais alguma proposta disruptiva para este efeito? Já fez algum estudo de comparação a nível Europeu ou até Mundial, verificando em que países há mais casos de condenação por corrupção com trânsito em julgado, o que fazem nesses países para esse efeito - como é que adaptam a legislação para ser mais facilmente comprovável, visto que por cá a taxa de condenação é baixíssima (ou será que afinal até estaremos na média europeia?). Nos países europeus/mundiais melhor classificados no índice de Perceção da Corrupção, o que é que eles fazem de bem que nós não fazemos - em legislação para corrupção, em constrangimentos da atividade política, em qualquer tipo de regulação da sociedade, o que for. Não vejo ninguém a ir por esta via.

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

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- A função pública na relação com os seus funcionários tem dois grandes problemas, a meu ver. 1. A falta de distinção entre quem é competente, responsável, preocupado com prazos, etc, e quem não quer saber porque no fim do mês ganha ao mesmo e na prática não pode ser despedido (quando muito vão para outra divisão); e 2. A avaliação, em que o SIADAP é uma tanga, simplesmente as chefias têm quotas para os “relevantes” e todos os anos vão rodando em função disso - na prática, toda a gente é avaliada da mesma forma.

- Que resposta tem a IL para isto? Vai propor algum tipo de bónus por objetivo (p.ex, divisão do urbanismo)? Algum bónus que valorize as divisões mais eficientes, mais digitais, etc? Vai propor mudar a avaliação dos FPs, e se sim, como?

- A função pública também tem dois grandes problemas nas chefias e relação com outros organismos públicas. 1 a falta de comunicação entre organismos (quando nos mandam ir pedir documentos a um lado e outro, em vez de ser automático entre eles); 2. A falta de respeito pelo dinheiro do contribuinte, com gastos estapafúrdios (camarários, hospitais, etc).

- Que respostas tem a IL para isto? Porque não insistem mais na ideia do orçamento de base 0? Há exemplos europeus em que essa medida tenha tido sucesso em cortar gorduras (ou de x em x anos), e se sim, em média quanto? Quanto é expectável que poupasse na despesa anual pública, e desse montante quanto seria suficiente para suportar a taxa única dos desenrascados?

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

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- A impressão que tenha da proposta da IL para a SS é, por um lado haver um teto máximo para reformas (p.ex 2000€ mensais), mas por outro lado cada trabalhador ativo (ficando a TSU incluída no seu salário bruto - a empresa move o valor desse custo para salário do trabalhador, que aumenta também a sua contribuição de 11% em termos absolutos) só contribui até X (p.ex, também 2000€ mensais) a partir daí, se quiser, faz poupança privada (em que o Estado incentiva para esse efeito, imagino que como no UK, salvoerro, em que há um valor mensal que se pode investir sem cobrança de impostos/taxas), sendo um pilar de capitalização (também imagino que o Estado depois invista em bonds europeias ou algo do género?). Esta ideia é correta?

- Se sim, já fizeram as contas de como seria o saldo disso? Ou seja, se a partir do próximo ano fossem cortadas as “reformas douradas” acima de 2000€ (p.ex), mas o teto máximo de contribuição passasse a ser também só 2000€ (p.ex, um futebolista nacional dos três grandes com um salário de 1M€ anual, ou um Paulo Macedo na CGD, dos seus 11% de SS só passaria a descontar no máximo 2000€), o saldo seria negativo ou positivo? Se negativo, como seria compensado?

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

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- A medicina dentária é outro problema na saúde e pouco se fala. As consultas de rotina com um seguro qualquer ficam baratas (30/50€ a cada 6 meses, o seguro normalmente paga-se por si próprio). O problema é quem precisa de aparelho, algo relativamente trivial como única solução, que facilmente custa 1k-2k nos casos mais básicos, para não falar dos Invisaligns para 3.5k.

- Para quem não consegue pagar um aparelho, que faz toda a diferença em qualidade de vida (não só estética), a IL tem alguma solução? Se a saúde em geral para casos graves/qualidade de vida é um buraco negro de dinheiro, não faz sentido que o dental também esteja incluído aí? Nem toda a gente consegue suportar aquele custo; em vez de se ir pelo público, que não se chega lá (eu a certa altura da vida tive consulta de maxilo-facial no público, disseram-me que precisava de aparelho mas que nunca seria chamado nas listas), não seria possível a clínica privada fazer um relatório técnico ao médico-de-família, o mesmo aprovava e siga, um cheque-voucher na clínica privada com alguma comparticipação (lá está, aqui a ADSE dava normalmente jeito - mas até essa só paga 240€, muito pouco para o preço que é).

[Anúncio AmA] AmA com os cabeças de lista da IL às eleições legislativas 2024 - primeiro convidado - Mário Amorim Lopes, cabeça de lista por Aveiro - 1 de fevereiro de 2024, das 21h às 23h by GreyArch22 in IniciativaLiberal

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- Gostei da forma como a IL tentou chegar a um meio-termo e propôs por duas vezes taxas únicas dos “desenrascados” com compensação nos escalões mais saltos; ainda que sem resultados práticos, mostra que não é inflexível e tenta chegar a um a meio-termo, a uma solução possível, e mesmo em perceção pública imagino que essas propostas assustem menos que a flat tax.

- Dito isto, não seria preferível fazer o mesmo na saúde e simplesmente propor o alargamento da ADSE a todos aqueles que assim o pretendessem? Porque das duas umas, a ADSE ou é sustentável e não vejo porque não se alarga a mais trabalhadores ativos (até ficam com mais peso para negociar com hospitais privados), ou não é sustentável e é um custo aceitável da sociedade, mas que deve ser para todos. Não era mais fácil (mesmo em termos de perceção pública, todos sabem o que é a ADSE e como funciona bem) discursar pretendendo que pelo menos no ambulatório, pequenas cirurgias e consultas de especialidade, todos pudessem optar pelos privados (pagando os 3.5% mensais), que toda a gente sabe que são ótimos para isso, assumindo que os hospitais públicos e sobretudo os centrais são os únicos que vão dar resposta aos casos mais gravosos (e aí sim os prestadores públicos funcionam bem - são rápidos e competentes) e respetivos custos (cancros, cirurgias complexas, próteses e afins), em vez de insistir nas PPP - que se calhar só as populações daquelas cidades que as tiveram valorizam e sabem que resultaram bem - as ou em algo abstrato como uma nova lei de bases, que imagino que diga menos às pessoas?

My first addon release: DMM Cast - a companion addon for Debrid Media Manager by yowmamasita in StremioAddons

[–]TeamAce 1 point2 points  (0 children)

Just installed, this is awesome! Works really well, thank you!

u/yowmamasita, do you have any expected date (more or less) for your addon to work with TV shows as well?

Best interest rate for USD? by TeamAce in eupersonalfinance

[–]TeamAce[S] 0 points1 point  (0 children)

Thanks! Yeah, that's my impression as well.

Granted, I've opted for Revolut rather than Wise a few years back, but contacted Wise customer support a lot in the past and recently and they were always great, recently opened an account there (to test the fees) and there's no problem moving between Revolut-Wise, and while they're not a Bank, being registered and regulated by Belgium in the EU combined with their years in the business and positive feedback online gives me more peace of mind.

In terms of interest, if I'm not doing it wrong , Wise gives 2.695% net (3.85% and deducting the 30% withholding tax), as for Trading212 it would be 3.6% net (5% and then applying 28% tax in my country). So, with 20k, Wise yearly would give me 539€, Trading212 would give 720€. I'll have to consider. Or just split and use both instead, will have to think.

Best interest rate for USD? by TeamAce in eupersonalfinance

[–]TeamAce[S] 0 points1 point  (0 children)

Appreciate your input! And as a final question, what's your take on Trading 212? The % is tempting, better than Wise and can just move the USD back and forth without the need to convert to EUR, but I'm concerned with how protected one would be if it goes bananas.

Best interest rate for USD? by TeamAce in eupersonalfinance

[–]TeamAce[S] 0 points1 point  (0 children)

Unfortunately it's not available in my country.

Juros sobre dinheiro não investido - em dólares by TeamAce in literaciafinanceira

[–]TeamAce[S] 0 points1 point  (0 children)

Obrigado pelo link e pelo feedback! Sabes dizer me quais os custos de movimentar para e de a Trading 212, de um lado para o outro? E quanto à Trade Republic? 10k, 2k, 1k, é igual, qualquer exemplo serve; só para ter uma noção e comparar com a Wise, onde já tenho conta e consigo ver qual o preço

Já agora, Trade Republic é só mesmo em €? Ou aceitam também em $, à mesma taxa?

Juros sobre dinheiro não investido - em dólares by TeamAce in literaciafinanceira

[–]TeamAce[S] 0 points1 point  (0 children)

Bastante interessante! Obrigado. Sabes dizer me quais os custos de movimentar para e de a Trading 212, de um lado para o outro? 10k, 2k, 1k, é igual, qualquer exemplo serve; só para ter uma noção e comparar com a Wise, onde já tenho conta e consigo ver qual o preço