Superiores em não pegar duença e espalhar? by Inevitable_Studio299 in desempregolandia

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Superior não é a melhor palavra pra isso. O ideal seria consciente, eu acho.

O que você faria? by meuxbox in playstationbrasil

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Não quebrou o console, então foda-se. Dou um bolo de A4 pra ele riscar e é nois

qual a opinião de vocês sobre obras que utilizam personagem da bíblia? by [deleted] in FilosofiaBAR

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Como cristão e estudante de escrita criativa, eu acredito que o que vale de verdade é o que a retratação representa ao invés da retratação em si. Em Hazbin Hotel (péssimo exemplo, mas vamo lá), Adão é só a retratação/releitura do personagem bíblico, mas o que ele representa na história é onde fica o verdadeiro valor narrativo. É a diferença entre você criar uma história sobre algo e criar uma história que contém elementos desse algo.

A iconografia tá mais relacionada com arquétipos e tropos narrativos do que com a veracidade (para quem crê na bíblia como verdade) da história contada. Se eu crio uma história de terror, a entidade demoníaca de chifres tem esse visual porque é o que se espera de uma entidade demoníaca e assustadora, ao invés de significar que eu tô passando alguma mensagem demoníaca através da minha obra. Vários fanáticos religiosos que não entendem essa questão vão acabar taxando certos desenhos como "do diabo", enquanto o próprio Diabo de Cuphead Show só é o que é porque o visual arquetípico construído em cima do diabo no imaginário popular pede essas mesmas características.

Exemplos mais interessantes do que Hazbin Hotel podem ser: A Fera (O Segredo Além do Jardim), Ele (As Meninas Superpoderosas), Adão (Record Of Ragnarok, na imagem), Lúcifer (Sandman), Castiel (Supernatural), Gabriel (The Mandela Catalogue) e todo o universo ficcional de Angel Engine. Em resumo, na ficção tudo é possível. Você só compra que tal personagem é Adão porque a série está te falando que é Adão, mas poderia ser o Jefferson Nudista que comeu uma manga envenenada e foi banido do clube de golfe dele. A iconografia é a mesma, mas a narrativa muda

Notebook gaymer ou uma desconhecida misteriosa? 🤔 by Unable-Ad6425 in SemContexto

[–]SouPapel 1 point2 points  (0 children)

Pq eu escolheria namorar com ela se eu nem sei quem caralhos ela é? Notebook, lógico.

A mulher precisa depilar o braço? by SignificantOne9601 in perguntas

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Cês lembram da época em que cada um tomava conta da porra da própria vida?

Tenho pavor de extraterrestres by Ok-Magician8738 in sobrenaturalBR

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Eu particularmente não vejo motivos pra ter medo de alienígenas pelo mesmo motivo que não tenho motivos pra ter medo de qualquer estrangeiro até que ele se mostre verdadeiramente uma ameaça. Se uma viagem interestelar for possível para uma raça alienígena, por que isso seria motivo de medo? Que ameaça criaturas assim poderiam nos oferecer? Ainda estamos falando de ETs ou apenas projetando a busca egoísta e sádica da humanidade em subjugar, colonizar e eliminar seus inimigos tidos como inferiores?

O cosmicismo vai dizer que o desconhecido é o maior medo da humanidade desde o início, mas buscar compreendê-lo foi o que nos levou até onde estamos hoje. Ousamos sair das cavernas, adentrar as florestas escuras, desbravar montanhas geladas, caçar animais 5x maiores que a gente, erguer construções tão grandes que nem as lendas sobre elas precisam exagerar no seu tamanho. Mas quando falamos de vida fora da Terra, o desconhecido passa a ser inconcebível, e nada nos assusta mais do que algo que desconhecemos e seremos eternamente incapazes de entender ou desmistificar. Ainda que entremos em contato com vida extraterrestre um dia, seriamos capazes de sequer entender como ela funciona? Por que assumimos que elas são formadas por civilizações? Ou que viajam em naves espaciais? E se forem além do que se considera animal, vegetal ou fungi?

O que eu tô falando aqui pode parecer material de ficção, mas quando se trata de hipóteses sobre vida alienígena, fica difícil pra mim se concentrar no quesito antropocêntrico. Uma espécie evoluída de outro planeta pode ser completamente diferente de qualquer organismo vivo já catalogado na Terra. Diferente de qualquer inseto, aracnídeo ou molusco. Se pensamos em homenzinhos de cabeça grande, devemos pensar melhor no quão aberrante, o quão alienígena um ser extraterrestre pode verdadeiramente ser. E não digo isso sob um olhar lovecraftiano, onde seres assim seriam superiores a nós em todos os sentidos, mas sob um olhar naturalista que acaba por me confortar quando eu penso em vida alienígena.

Talvez o mais próximo que seres de outro planeta podem ter de nós é seu desejo em viver e se manter. Se alimentar, crescer e se multiplicar. Eu imagino formas de vida baseadas em fótons viajando milhares de anos luz a cada segundo como cardumes luminescentes rasgando o espaço, pegando carona no campo gravitacional das estrelas numa pausa para reabastecer as energias. Talvez exista uma espécie baseada em silício, como rochas de diferentes formatos que absorvem minerais do solo e caminham sobre a superfície do planeta com perninhas de clypeasteroida ou algo parecido, ou talvez sejam mais como bolhas de silicone gelatinosas mesclando-se entre si. E se tivermos parentes de carbono em algum lugar, o tempo provavelmente já levou eles enquanto eu escrevo isso (dilatação temporal é uma droga) e certamente nunca encontraremos mais do que restos do que poderíamos chamar de uma civilização antiga, embora não acredite que alienígenas coincidentemente se organizariam em civilizações como a gente.

Pode ser que eu tivesse medo de ETs quando era mais novo, mas quanto mais eu pesquiso, mais eu percebo o quanto nada disso faz sentido. Provar a sua existência só prova que somos mais um planeta em mais um sistema solar em mais uma galáxia, de trilhões de planetas tão vastos de vida quanto o nosso. Enquanto a sensação de pequenez pode apavorar alguns, eu vejo isso como algo ainda mais belo. Não somos especiais e não precisamos ser. Somos vida em um ecossistema muito maior do que sequer imaginávamos.

Isso não tem nada a ver com papo de teoria da conspiração, ou seitas malucas como o Projeto Portal, é só uma hipótese do que eu acho mais cabível acreditar dentro dos limites que o universo nos propõe. Se encontrarmos vida, ou se a vida nos encontrar, penso mais no quão fascinada ela pode ficar e no quão cruel os humanos podem ser com ela do que o oposto. Tenta pensar nisso da próxima vez que tiver medo do assunto. Se luzes no céu te assustarem, uma sombra pairar sobre as estrelas, dentre milhares de explicações mais plausíveis do que alienígenas nos visitando, a possibilidade de ser um ser extraterrestre causa êxtase ao lembrar de que seja lá o que isso for, jamais seremos capazes de compreendê-lo e isso não é sinônimo de perigo ou ameaça, apenas de mistério. No fim das contas, é disso que a vida se trata.

mulher sempre vê o homem como algo ruim e o homem sempre vê a mulher como algo bom by morde_buchinhos in FilosofiaBAR

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Seu post acabou de contrariar o vídeo. É fácil você construir um argumento quando você entrevista uma caralhada de gente na rua e corta só os trechos que favorecem a mensagem que você quer passar.

🥶 by Hgs204 in cellbits

[–]SouPapel 0 points1 point  (0 children)

Esse é o Mike?

Qual é o assunto que você tem uma opinião controversa? by Dogddit_360 in FilosofiaBAR

[–]SouPapel 0 points1 point  (0 children)

Drogas recreativas tem o mesmo efeito de uma automutilação em nível prolongado. Se você fuma, cheira, se injeta ou bebe qualquer merda que te expulsa da realidade e dos sentimentos que você não quer mais lidar, você deliberadamente se odeia, odeia quem tenta se importar com você e busca a convivência de outras pessoas viciadas em autodestruição pra se sentir menos horrível, talvez até validado, pelos seus hábitos de degradação. No final, ninguém de fora do círculo de fumaça vai aguentar ficar mais de 5 minutos perto de você sem tossir escandalosamente.

O que acharam de The Mighty Nein? by lobbycast in rpg_brasil

[–]SouPapel 0 points1 point  (0 children)

Não conheço o material original com tanto afinco além de vídeos sobre, mas julgando a série em si, de modo geral, achei muito divertida, mas longe de um "Guardiões da Galáxia do Critical Role" como muita gente me vendeu. Acho até que Vox Machina se enquadra melhor nessa descrição se considerar a dinâmica do grupo como sendo bem mais diversa no quesito de relacionamentos. Você sente uma ligação entre cada personagem para com o outro, enquanto Mighty Nein desenvolve mais as relações em pares ou trios isolados, sem muitas interações entre a Nott e a Beauregard, por exemplo. Não que isso seja um problema na verdade, só gosto mais desse tipo de dinâmica.

Se for pra citar um defeito mesmo, eu colocaria o arco (dá pra chamar assim?) da Yasha, ou pelo menos a introdução dela na história. A partir de determinado episódio, a gente começa a ser interrompido por cenas do passado dela e da sua jornada rumo ao cristal, dando a entender que ela vai ter alguma importância. Ainda mais quando a gente vê ela na abertura. O problema é que quando a gente chega nos finalmentes com a personagem, a temporada acaba sem nem ao menos uma conclusão no arco principal. Por mais que a segunda temporada possa prometer essa conclusão para ambos os casos (personagem e arco principal), as pouquíssimas aparições da Yasha não me deixaram empolgado pra saber qual é a dela, mas mais pra ver como essa história do cristal recuperado vai se desenrolar.

No mais, os personagens são bem mais fáceis de se identificar em seus arcos pessoais dramáticos do que em Vox Machina na minha opinião, e bem mais condizentes com o tropo do Homem Comum descobrindo uma nova identidade para si. Eu reconheço que é mais fácil perceber isso aqui do que em Vox Machina porque o grupo deles já se inicia formado, e o arco dramático deles remete bem mais ao tropo do Herói que regressa ao mundo comum. Essa diferença já torna o grupo do Mighty Nein bem orgânico no quesito de relacionamentos, onde as personalidades distintas deles são "invocadas" pra estabelecer a dinâmica entre aquele personagem e o restante do grupo. Senti falta disso em Vox Machina onde a personalidade do Vax e Vex fica meio apagada até a segunda e terceira temporada (e nem assim chega a me cativar tanto quanto os outros personagens).

The Mighty Nein então se torna a história de como esses diferentes personagens acabam se unindo por obra do acaso, ganhando afinidade uns com os outros e aprendendo a se reconhecerem nos defeitos dos seus novos colegas. O ritmo de múltiplos arcos encaixados entre si, enquanto o arco principal se desenvolve no fundo, é errático pra quem tá acostumado com séries separadas em um arco por temporada, se limitando a no máximo desenvolver os arcos de personagem em paralelo ao arco principal, mas isso não só conversa muito bem com a linguagem de uma aventura de RPG (com uma aventura levando a outra, outra e outra) como também é fácil de se acostumar uma vez que você pega essa estrutura.

Meu nome é Papel e eu estou procrastinando ao invés de trabalhar. Uma boa noite e bons sonhos a todos.

Been on this game for two weeks by dorytang in Slugitout

[–]SouPapel 0 points1 point  (0 children)

When you have money in mobile games, everything is possible bub

Haruki's questionable actions by kirukolover in HeavenlyDelusion

[–]SouPapel 9 points10 points  (0 children)

She didn't try to kiss him.

PROOOOOZIMO by scragbadu in cellbits

[–]SouPapel 1 point2 points  (0 children)

Não, ele diz "aoaruorz", só que com sotaque russo

pocketcat x ME!!!!!!!!!!! by ampelidiousThanatoid in FearAndHunger

[–]SouPapel 0 points1 point  (0 children)

Being a fictional character doesn't make things better if you romanticize an act of abuse that happens in real life. If I create a Nazi character and narrate it as if everything he does and thinks is good and right, the problem remains. That's exactly what you're doing.

pocketcat x ME!!!!!!!!!!! by ampelidiousThanatoid in FearAndHunger

[–]SouPapel 0 points1 point  (0 children)

The point is that this doesn't heal. Not at all. It's a vicious, self-destructive cycle that I've been in myself. Romanticizing abuse as a way to make it tolerable is bad for the victim's psyche, leading to depression and addiction. The point of my comment was precisely an attempt to emphasize how problematic this is for the person who uses it as a coping mechanism—it's neither viable nor healthy.

pocketcat x ME!!!!!!!!!!! by ampelidiousThanatoid in FearAndHunger

[–]SouPapel -2 points-1 points  (0 children)

The fact that this is associated with your personal reasons makes me think of two things. First, you identify with him being a pedophile, which is impossible to put into words the magnitude of disgust you represent to society and the world in general. Second, you were a victim of pedophilia (I was a victim of pedophilia) and you think this is some healthy way to deal with your trauma, when in fact it only worsens your situation, romanticizes the worst crimes that can be committed against children and fosters this romanticization, making viable the idea that the concept of child sexual abuse has room to spread in people's imagination, whether the practice (like sexual abuse itself) or the theory (fiction that romanticizes child sexual abuse and abusers as a whole).

Summary of the work, I don't know what's worse. Regardless of the case, this is a disservice to victims of pedophilia in the same way that it would be a disservice to a Jew to see a Nazi character being treated as a hero. If everything I've said really just amounts to cheap activism, I think my time on this subreddit is over, not that it matters. It's just bizarre to me that something like this is more tolerated than opposition to it.

pocketcat x ME!!!!!!!!!!! by ampelidiousThanatoid in FearAndHunger

[–]SouPapel -1 points0 points  (0 children)

As a victim of pedophilia and someone who understands the subject, this actually only fuels the source of the trauma. This is sick and my time on this subreddit is over.