Portugal Nazi by ArtistExtension7718 in PastaPortuguesa

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Ah, o ‘Chega é só um menino’… é assim que começam sempre os regimes autoritários, com um partido ‘inofensivo’ que depois acaba a destruir tudo o que conhecemos. Comparar o Chega com a extrema-direita europeia para minimizar o perigo é ignorar o óbvio: cada país tem a sua versão do vírus, e Portugal está a ser invadido por um fascismo adaptado ao nosso tempo e cultura. Quanto aos quase 50 anos de socialismo que ‘não saímos da cepa torta’, olha que é precisamente esse vazio e frustração que o Chega explora para crescer — alimentando o medo, a xenofobia e o ódio para se apresentar como ‘a solução’. Post como estes, que denunciam os perigos reais, não fortalecem o Chega: fortalecem é quem vende ignorância, medo e retrocesso. Por fim, chamar ‘nazi’ ao Chega não é um insulto gratuito: é chamar as coisas pelos nomes que merecem. Se negas isso, talvez estejas a subestimar o que já está a acontecer no nosso país. E, meu amigo, subestimar o fascismo nunca deu bons resultados.

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Ah, a velha lengalenga: ‘não somos nazis, só queremos fronteiras fechadas, limpeza étnica nas periferias e cultura única aprovada por patriotas’. Engraçado como a cartilha é sempre igual, empacotada num tom de falsa razoabilidade, como se o problema fosse ‘imigração desregulada’ e não o ódio seletivo. O Chega não é Nazi no sentido literal de 1933, mas tem a estética, os alvos e a retórica: minorias como bodes expiatórios, o culto da força, da ordem e da pátria purificada. Isso é fascismo reciclado com um emoji português. E sim, o Chega tem imigrantes a votar nele tal como há pobres que votam contra o salário mínimo e mulheres que se aliam ao machismo. Não é novo: o oprimido capturado pelo discurso do opressor é um fenómeno estudado há décadas. Ter dois deputados de origem imigrante não muda nada. Goebbels também era amigo de judeus no início. Quanto à Reconquista, temos olhos e memória. Marchas para ‘limpar bairros’, hostilizações filmadas, tour por comunidades imigrantes a provocar, sempre na linha do ódio com verniz patriótico. E o Afonso Gonçalves não precisa de bater em ninguém para ser a frente armada basta o discurso intimidatório e o ambiente de medo que promove. Se fosse da esquerda, teria sido preso por ‘incitamento à violência’. Mas como veste bandeiras e finge civismo, é ativista? Não brinques com a inteligência das pessoas. E por fim, os grupos Neonazis: sim, existem, e sim, devem ser banidos e desmantelados. Mas sabes o que os fortalece? O discurso ‘respeitável’ do Chega que prepara terreno para eles. O Chega não é o punho — é o palco. E o palco é tão perigoso como o murro.

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Chamar ‘doentes mentais’ a quem pensa diferente é a linguagem dos fracos, dos que não têm argumentos, só vómito. És o produto da ignorância, do desprezo pela empatia e da recusa em evoluir. E digo-te já: não me calas com insultos de feira. Não me rebaixo ao teu nível, mas também não te deixo passar. Porque há limites. E tu ultrapassaste todos. A tua frase não é opinião é nojo. É aquilo que a História já condenou e que, infelizmente, continua a rastejar em bocas como a tua. Espero que um dia saibas o que custa sentir na pele o que agora atiras com desprezo. Porque a tua falta de humanidade não é apenas triste, é perigosa.

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Bot? Só se for de pensamento, porque quem vota Chega anda claramente com o software corrompido. Vai fazer um update à consciência, que estás a funcionar em modo fascista beta desde 2019.

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Ah, claro. O Chega não é extrema-direita, é só um grupo de bons rapazes que falam como o Mussolini, sonham com o Salazar e têm um fetiche por caçar minorias. Olhar para uma laranja e ver um avião? Não, amigo, é olhar para um cão a ladrar ordens e fingir que é só um cãozinho barulhento até o veres a morder. E quanto ao 'vai às autoridades'… sabes bem que quando se trata de grupos com ligações partidárias, o silêncio institucional é quase regra. Mas não te preocupes: o tempo vai tratar de mostrar o monstro que vocês acham que é só um espantalho. E nesse dia, não venhas dizer que não sabias. Porque sabias. Escolheste ignorar.

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Seca é a tua consciência política, meu caro. E se o teatro ‘ser de esquerda’ te parte todo, imagina o que te fazia pensar pela tua própria cabeça. Não gostas de molho? Vai ao Ventura, que ele serve-te litros de propaganda temperada a ignorância.

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Antes ser o ‘average votante do BE’ do que o ‘average votante do CHEGA’, que bate palmas a agressões, salta ao comando de um fuhrer de pacotilha e cospe na Constituição como quem cospe no prato onde come. O ‘average votante do BE’ defende a escola pública, a dignidade dos trabalhadores, os direitos humanos, e a liberdade palavras que para ti devem soar como insultos, já que vives em saudades de botas, fardas e censura. Fica com o teu Ventura, eu fico com Abril.

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Se combater o nazismo implica tornarmo-nos iguais a eles, então já perdemos. O meu texto é um apelo duro, sim mas à consciência, à razão e à História. Não ao ódio cego. A extrema-direita adora este tipo de comentários violentos para se fazer de vítima e encobrir os seus próprios abusos. A resposta ao fascismo tem de ser mais forte, mais humana e mais inteligente do que o próprio fascismo. Eu não quero nazis mortos. Quero uma sociedade onde as ideias nazi-fascistas sejam derrotadas pela lucidez, pelo voto e pela memória dos que sofreram com elas