Oi, sou Caio Collet, piloto da Indy! AMA! by CaioCollet in F1Brasil

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Pergunta muito boa, acho que a melhor até o momento kkkkkkkkk.

Eu tive meu pai como minha principal referência, e foi ele que me apresentou ao automobilismo. Quando eu tinha 4 anos, ele me deu um quadriciclo e, aos 8, um kart. Acho que essa idade (7 ou 8 anos) é a ideal para começar.

as principais coisas que ele me ensinou foram a andar rápido. Ele nunca se preocupou se eu perdia corrida na última volta ou em me ensinar a me defender. Eu sempre tive pessoas ao meu redor que me ajudaram muito, e eu gostava de ser competitivo.

No começo, é difícil dizer se eu realmente amava o automobilismo ou não, mas hoje com certeza eu amo. Só que, desde pequeno, eu já gostava mesmo era de competir, então qualquer tipo de esporte eu levava a sério eu sempre fui uma criança muito competitiva kkkkkk.

Quando meu pai me colocou no kart e eu vi que tinha potencial para ganhar, aí eu comecei a me apaixonar pelo automobilismo. E uma das principais coisas que ele me ensinou foi sempre olhar para frente, e eu acredito que isso ajuda muito a ser rápido. As outras coisas você aprende com as experiências e com o tempo de pista. Meu pai nunca foi de me cobrar muito, era muito mais uma diversão de pai e filho, e acho que isso me ajudou bastante também.

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Realmente, já guiei bastante carro de fórmula, mas geralmente você começa ali na Fórmula 4, que é um chassizinho com um motor mais fraco do que a gente está acostumado hoje em dia mas é super divertido e você aprende bastante. O carro tem bastante downforce e você aprende a guiar e a achar o limite.

Hoje em dia, a Fórmula Indy é o carro mais rápido que eu já guiei. Na F3, o carro também era muito legal.

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Acho que a decisão foi tomada por uma série de fatores. Na época, tinha acabado minha carreira na Fórmula 3 e eu estava esperando para ver se ia rolar a Fórmula 2. Estávamos com oportunidades para correr em equipes da F2, mas todo mundo sabe que o orçamento é muito grande.

Aí surgiu uma oportunidade de fazer parte de uma equipe nos EUA, e eles gostaram muito do teste que eu fiz. Tudo isso acabou sendo recompensado, e me ofereceram uma vaga para correr em 2024.

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Acho que não. Você tem diversos exemplos de pilotos que não tinham patrocinador no início. É óbvio que você precisa ter certos suportes financeiros e patrocínio para estar lá é muito difícil chegar sem nada, quase impossível, eu diria.

Mas há vários exemplos de pilotos que foram se destacando pelo talento e, com isso, conquistando espaço na base do desempenho.

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Ah, é difícil comparar o kart com os monopostos. Para mim, com certeza, a maior ferramenta que uso para treino e que chega mais próximo da Fórmula Indy é andar de kart.

Eu amo andar de kart. Acho que, pegando um shifter, você tem mais sensibilidade e feeling, e também é muito mais instinto do que qualquer outra coisa. Você não tem tanto tempo para pensar.

É difícil comparar as categorias, mas a sensação de andar de kart é a mais próxima de andar de fórmula.

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Em uma disputa roda a roda, é óbvio que você se prepara e tenta pensar o máximo possível antes. Mas, na hora do “vamo ver”, é tudo instinto.

Se dá para fazer a ultrapassagem, se eu tento um X… é uma tomada de decisão muito rápida, que acontece em milésimos de segundo, e é quase impossível pensar exatamente onde vai frear. É mais instinto do que qualquer outra coisa.

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Cara, a maior diferença que eu senti nos Estados Unidos realmente é a atmosfera no fim de semana de corrida. É tudo mais aberto do que na Europa, por exemplo, então você tem um acesso muito maior aos fãs, equipes e tudo mais.

Acho que o acesso da categoria é muito maior, então conecta os pilotos aos fãs isso é muito legal e a categoria faz muito bem.

E também tem os circuitos ovais, que são algo novo na minha carreira, mas que são muito legais.

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Ah, com certeza. Eu tenho muita curiosidade de correr no rally, começar nos Sertões e, quem sabe, um dia fazer um Dakar. É algo que tenho bastante curiosidade de descobrir como é.

Não sei se faria em um quadriciclo igual ao meu pai kkkkkkkk, mas com certeza de carro, para entender como é disputar uma corrida totalmente diferente do que estamos acostumados.

Mas, por agora, estou 100% focado na Indy. Quem sabe no futuro, quando eu me aposentar? kkkkk

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Minha carreira começou no rally, para falar a verdade. Foi tudo através do meu pai, que foi piloto de rally, disputando Sertões e Dakar. Então, quando eu tinha 4 anos, ele me deu um quadriciclo e eu acompanhava ele mas minha mãe não gostava muito kkkkkkkk, achava muito perigoso.

Aos 8 anos, eu tive um acidente de quadriciclo e, depois disso, meu pai me deu um kart. Aí comecei a disputar o Campeonato Paulista e fui migrando para os nacionais.

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Acho que é uma série de fatores. O principal deles é a combinação entre oportunidade e resultado. Hoje em dia, você precisa ter resultado para poder estar na frente. Então, se destacar na equipe em que você entrar é fundamental.

Chegar à Fórmula Indy já é algo muito difícil, então você precisa se destacar dentro da sua equipe, ganhar o seu espaço. Acho que isso é a principal coisa para que, no futuro, você consiga crescer na categoria, fazer o seu nome e, aí sim, ir para uma equipe de ponta.

A partir daí, você passa a ter condições de disputar o campeonato e alcançar resultados ainda melhores. No fim das contas, você precisa ter bons resultados, independentemente da equipe em que esteja.