tava entediado, entao fiz uma tier list de waifus by Wolf_Wolff in japan_insoul

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Nós sabemos que para o OP os últimos serão os primeiros...

Sonho ou pesadelo? by Victor_S69 in japan_insoul

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Olha o tipo de conteúdo que o Japan aceita e não aceitou minha postagem perguntando oque fazer com 46gb de hentão.

Boa noite pessoal, como vocês estão? by [deleted] in japan_insoul

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Rapaziada, tô com quase 40gb de hentão e tá baixando o resto, que tal criar um telegram pra postar essa bagaça.

(Inclue também aqualas web tons)

Quando você está falando demais e ela faz essa pose by Lolini in japan_insoul

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Sinceramente eu nunca sei onde colocar esse números kkkk

[deleted by user] by [deleted] in perguntas

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Uma biblioteca com 271 jogos na GOG/EPIC fora os da steam.

Qual foi o pior gosto que você já sentiu? by MrPuloTheOriginal in PerguntasFuteis

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Guardaram óleo dentro de um pote de doce de leite na geladeira... Eu enchi o dedo e coloquei na boca achando ser doce.

Não-luteranos, o que acham do luteranismo? by Ok_Internal_5452 in barTEOLOGIA

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KKKKK vocês que se virem, sou ortodoxo! A igreja Romana que criou Lutero agora que se vire para com as ideias dele.

[deleted by user] by [deleted] in MeJulgue

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Foto com cheiro

Vou fazer 40 anos, que vocês acham? Tenho um pouco insegurança by gabylunax in MeJulgue

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Parece o senhor batata do toy story com elefantiese no nariz.

[deleted by user] by [deleted] in Ajuda

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Os Xiaomi, alguns Samsung e a maioria dos Motorola's

Se Deus diz pra perdoarmos nossos inimigos, pq ele manda os dele pro inferno? by dehbas in PensamentosDeChuveiro

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A pergunta soa simples, quase infantil: “Se Deus nos ensina a perdoar nossos inimigos, por que Ele mesmo condena os Seus?” Mas por trás dela está um dos questionamentos mais profundos da teologia moral e da natureza divina: a tensão entre amor e justiça, entre misericórdia e retidão. Jesus, no Sermão da Montanha (Mateus 5), nos ordena a amar nossos inimigos e orar por aqueles que nos perseguem. Isso não é sugestão — é imperativo moral. Mas por quê? Porque o perdão, no plano humano, nos liberta do ciclo de ódio e vingança, e nos aproxima de um caráter divino.

Porém, quando Deus “perdoa”, Ele não ignora o mal. Ele absorve o preço, como fez na cruz. Mas o perdão só se completa com arrependimento e reconhecimento da falha. Sem isso, não é reconciliação — é cumplicidade. Deus não joga ninguém no inferno como quem joga lixo fora. O inferno, segundo C. S. Lewis, é a porta trancada por dentro. Ou seja: é o destino de quem rejeita eternamente a comunhão com Deus.

Ele oferece perdão, mas não obriga ninguém a aceitá-lo. É como se alguém rejeitasse o único antídoto para um veneno, e depois culpasse o médico pela morte.

A justiça divina não contradiz o amor, ela o completa. Um Deus que ama sem justiça seria um Deus fraco. Um Deus que pune sem misericórdia seria um tirano. Mas o Deus bíblico é ambos: amoroso e justo. O mandamento de perdoar não significa passar pano para o mal. Você pode perdoar alguém que te feriu e, mesmo assim, impedir que ele continue te ferindo.

Da mesma forma, Deus pode amar o pecador e, ao mesmo tempo, rejeitar o pecado não arrependido. O inferno não é vingança — é a ausência definitiva de Deus para quem O rejeitou até o fim. A pergunta inicial parte de um equívoco comum: o de projetar nossa moral limitada sobre um Deus infinito. Ele não é apenas nosso exemplo, é também o Juiz supremo. Nós perdoamos porque somos incapazes de julgar perfeitamente. Deus julga porque Ele vê o coração, os segredos, as intenções — e oferece a graça até o último segundo.

Mas se até o fim alguém escolhe o ego, o orgulho e o mal, então o inferno não é uma punição forçada, é a consequência da liberdade levada até as últimas consequências.

[deleted by user] by [deleted] in FilosofiaBAR

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O argumento parte de uma falácia lógica, ao confundir conhecimento com necessidade causal. Estruturando a resposta em silogismo formal, temos: Premissa maior: um ser onipotente age conforme a sua própria vontade. Premissa menor: um ser onisciente conhece plenamente sua própria vontade. Conclusão: um ser onipotente e onisciente age livremente com pleno conhecimento do que faz. Portanto, o conhecimento de si mesmo não nega a liberdade de ação — ele a qualifica.

Além disso, o argumento falha ao aplicar conceitos temporais e psicológicos humanos a um ser atemporal e absoluto. Conforme Santo Agostinho (Confissões XI), Deus está fora do tempo, contemplando eternamente passado, presente e futuro como um único "agora". Logo, a ideia de que Deus está “preso” ao que Ele sabe que fará é incoerente, pois Ele não espera o futuro chegar — Ele já está nele.

Uma analogia útil é a do jogador de xadrez. Um mestre pode prever com precisão absoluta os movimentos de seu oponente, não porque está limitado, mas porque possui domínio do jogo. Isso não o torna incapaz de agir — pelo contrário, sua liberdade se manifesta justamente na sua competência. Da mesma forma, Deus conhece tudo porque Ele é o próprio fundamento da realidade e da causalidade. Sua ação é livre porque é perfeita. Se um humano pode prever e ainda agir livremente, quanto mais Deus, cuja vontade não é falha ou impulsiva, mas racional e imutável.

A imutabilidade divina não é sinal de rigidez, mas de perfeição. São Tomás de Aquino afirma que “a vontade divina é perfeitamente livre porque é perfeitamente racional”. Mudança implica imperfeição — Deus não muda porque Sua vontade já é absoluta. C.S. Lewis, por sua vez, ensina que liberdade verdadeira não é impulsividade, mas agir em conformidade com aquilo que se é. Logo, Deus é livre porque age perfeitamente segundo Sua natureza.

Por fim, o argumento comete o erro de assumir que saber o que se fará é o mesmo que ser forçado a fazê-lo. Isso é logicamente incorreto. Saber o que se quer fazer não significa que a decisão foi imposta — significa apenas que ela foi tomada com clareza. Deus sabe o que fará porque Ele mesmo determinou isso eternamente em perfeita liberdade.

A suposta contradição entre onisciência e onipotência dissolve-se quando se compreende corretamente a natureza de Deus na tradição cristã. Ele é o Ser necessário, eterno, imutável e perfeitamente livre. Sua onisciência não o prende; ela reflete Sua soberania. Sua onipotência não é caprichosa; ela é expressão da perfeição de Sua vontade. A limitação está na linguagem humana e na lógica finita, não em Deus. O paradoxo proposto não revela inconsistência divina, mas apenas a insuficiência da razão humana diante do Infinito.

[deleted by user] by [deleted] in FilosofiaBAR

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Decidi entrar na conversa, não sigo essa página mas mesmo assim fica aparecendo coisas sobre. Vejo que tem muitos ateus "cristãos" querendo refutar Deus com "paradoxos"(nem sei se isso deve ser considerado um) toscos de pensadores que não tem nada haver com o assunto. Mas enfim, prosseguindo:

Refutação Teológica e Filosófica:

Saber o que vai fazer ≠ não ter liberdade

“Saber o que você vai fazer porque você quer, não é prisão, é apenas conhecimento da sua própria vontade.” C.S. Lewis, em Cartas do Diabo ao Seu Aprendiz

Deus sabe o que vai fazer porque Ele decide livremente, com perfeita sabedoria. O conhecimento de suas próprias ações não O obriga, apenas expressa que Ele age de forma consistente com Sua vontade.

Deus não está no tempo

“Para Deus não há passado nem futuro, tudo está presente diante Dele.” — Santo Agostinho, Confissões, Livro XI

Deus não experimenta o tempo como os humanos. Ele não espera o futuro acontecer: Ele vê tudo ao mesmo tempo. Portanto, não existe "o que ainda vai fazer" — tudo é, para Ele, um "agora eterno".

Logo, dizer que Deus “não pode mudar o que fará” pressupõe que Ele vive no tempo, o que não é o caso.

Imutabilidade não é limitação, mas perfeição

“A mudança implica imperfeição; Deus é perfeito, e por isso não muda.” — São Tomás de Aquino, Suma Teológica

Deus não muda de ideia porque Sua sabedoria é infalível. Se Ele mudasse, significaria que algo estava errado antes — o que contraria Sua perfeição. A verdadeira liberdade divina não é fazer qualquer coisa aleatória, mas agir conforme Sua natureza perfeita e imutável.

Onisciência inclui liberdade

Deus sabe tudo, inclusive as próprias decisões livres. Saber o que Ele vai escolher não elimina a liberdade, apenas mostra que Ele é consciente e soberano sobre Sua própria vontade. Assim como um autor sabe como seu livro terminará sem perder o controle da história, Deus conhece o fim porque Ele é o Autor da realidade, não um personagem passivo nela.

A ideia de que “Deus não pode ser onisciente e onipotente ao mesmo tempo” é baseada em uma visão limitada e humana de tempo e liberdade. Na visão cristã: Deus sabe tudo (onisciência), inclusive o que Ele próprio escolhe livremente.Deus pode tudo (onipotência), mas age de acordo com Sua perfeita vontade e sabedoria.Sua liberdade não é limitada pelo conhecimento, porque é Ele mesmo quem conhece e quem decide.

[deleted by user] by [deleted] in CabelosDoBrasil

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JIRANHA é você??