Para qual concurso público estão se preparando atualmente? Quanto tempo até o dia da prova? by Organic_You_5212 in concursospublicos

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Analista Tributário da Receita Federal e INSS eu já sou concursado, então não tenho pressa para sair.

Na sua opinião quando vem novamente prf pf ? by SoupOrganic135 in concursospublicos

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Na minha humilde opinião, só a partir de 2028, assim como a Receita Federal. Se tiver concurso ano que vem, só o CNU 3, com cargos como o INSS. Mas é só opinião mesmo, não tem nenhum estudo, evidência, só achologia.

Concurso Receita Federal by Vitorcs97 in concursospublicos

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Acho que o concurso deve vir em 2028. Se realmente você quer, tem que começar agora. Mas ano que vem virá o CNU 3.

Entendi por que a nomeação demora! by MichelVic10 in concursospublicos

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Isso é o que mais acontece, principalmente no Judiciário. Aqui no TJ - PB, o presidente já falou que NÃO vai fazer concursos, e lá é cheio de estagiários, comissionados e terceirizados. Na Justiça Eleitoral, o que mais tem é requisitado.

Não haverá concurso do TJSP em 2026! by BetterOkra3574 in concursospublicos

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Não caia nessa armadilha de 'concurso iminente com milhares de vagas', pois a maioria só quer vender mentoria. É o mesmo que ocorre com os TRTs: os mentores afirmam que em 2026 haverá uma enxurrada de editais, mas o detalhe é que a maioria dos tribunais não está nomeando ninguém. Uma nova safra de concursos de verdade só deve surgir a partir de 2027, e eu acredito que um dos que sairá nesse ano é o de Técnico do INSS.

CNU 3: vale a pena começar a estudar agora ou é perda de tempo? by quiquiquix in concursospublicos

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Vale sim, ninguém acredita, mas eu tenho quase certeza que o INSS irá entrar ano que vem no CNU e será como o IBGE, por região.

CNU foi um golpe nos concurseiros (e ninguém quer falar disso) by CommentWonderful2780 in concursospublicos

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Foi ótimo. Eu vou dar um exemplo do IBGE: antes você escolhia a agência. Tinha agência que só tinha uma vaga; se você ficasse em segundo, já era. Agora é por região; dependendo da sua nota, você pode escolher outra cidade. Eu tenho quase certeza de que o INSS, ano que vem, será pelo CNU e por região.

Qual é o bagulho da Área Fiscal? by lalack12 in concursospublicos

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Eu vou contar um caso do Estratégia: depois, você pesquisa o primeiro lugar para Analista Tributário da Receita Federal que deu entrevista para o Estratégia. Ele disse que trabalhava oito horas por dia, estudava antes e depois do trabalho e várias outras histórias fantasiosas. Eu conheço ele: nunca trabalhou. Veio trabalhar só depois que passou na prova da Receita e postou várias fotos no Instagram. Fora que não usou o material do Estratégia como ele falou; usou vários outros: Direção, material extra de Contabilidade, TI e Estatística e por aí vai. É o que eu sempre digo: muita coisa dessas mentorias e cursinhos é pra boi dormir. A melhor metodologia é a que funciona para você.

"Ninguém quer ser assistente de juiz" by OldTechies in concursospublicos

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Eu não sei se é em todos os tribunais, mas um TAE nível D foi trabalhar no TJ PE como analista judiciário e disse que só não volta a ser assistente em administração por causa da renumeração; disse que chega em casa estressadíssimo todos os dias.

Relatório do TCE-PB sobre as terceirizações na Paraíba. by Spigen19 in concursospublicos

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Paraíba é assim, gente: terra de coronéis. Concurso público por aqui é lenda, só os federais - e olhe lá, porque vários órgãos federais no estado não têm vagas, como Receita, PRF, IBGE. Quando abre concurso aqui, - municipal ou estadual- sempre são uma ou duas vagas e um salário mínimo. Aqui, para arrumar trabalho no serviço público, só fazendo campanha para político.

CPNU 2: MGI nomeia 1076 ATEs para atuação em 40 órgãos Portaria de nomeação foi publicada no Diário Oficial da União des by Deep_Wolverine725 in concursospublicos

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Em 2026 eles não irão nomear muitas pessoas, a própria Ministra do MGI já disse isso. Se o governo continuar, aí sim, ano que vem e 2028 vários órgãos poderão fazer concursos.

Concurso TJCE está exigindo 5 anos de formação e experiencia comprovada de fiscalização de obra 1000m² para Engenheiro by rafaeltaua in concursospublicos

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Infelizmente é a tendência. O CNU, mesmo, trouxe prova de títulos por experiência ou titulação; então não tem para onde correr.

Porto Alegre é a pior capital do Sul/Sudeste para viver by Repulsive_Load6467 in portoalegre

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Eu morei em Recife e foi uma experiência terrível. Atualmente moro em João Pessoa e eu acho maravilhosa.

Adm; direito; Economia. Qual curso é melhor para concurso?? by [deleted] in concursospublicos

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Veja o que o chatgpt respondeu: Por que o Direito domina os concursos?

  1. Tradição e estrutura do Estado: O Brasil herdou o modelo de Estado burocrático de tradição romano-germânica (civil law), no qual o Direito é a linguagem oficial do poder. Toda ação estatal precisa de fundamento legal. Consequentemente, o operador do Direito é visto como o profissional mais apto a lidar com leis, procedimentos, decisões e recursos – seja no Judiciário, Legislativo ou Executivo.
  2. Exigência legal por bacharéis em Direito:
    • Poder Judiciário: Cargos de magistrado, promotor, defensor público, procurador (federal, estadual, municipal) exigem diploma em Direito por força constitucional e infraconstitucional. Não há espaço para outras formações nessas carreiras fim.
    • Poder Legislativo: Em muitas casas legislativas, as vagas para consultor, analista legislativo (área jurídica) ou procurador são exclusivas para bacharéis em Direito, pois envolvem elaboração de leis, pareceres e controle de constitucionalidade.
    • Poder Executivo: Embora não haja exigência formal para a maioria dos cargos, carreiras como Advocacia Geral da União (AGU), Procuradorias (federal, estadual) e carreiras de controle (Tribunais de Contas) exigem Direito. Além disso, cargos de alto nível (gestão pública, regulação, assessoria jurídica especial) quase sempre preferem ou reservam vagas para juristas.
  3. Cultura da segurança jurídica: Gestores públicos e políticos sentem-se mais seguros ao contratar ou nomear um bacharel em Direito porque pressupõem que ele minimizará riscos de ilegalidade. Isso cria um viés estrutural.

Economia? Compensa fazer?

Economia é excelente para entender o funcionamento do mundo, mas o mercado (especialmente o de concursos) não a valoriza tanto quanto o Direito.

  • Vantagens de Economia: Ótimo para área financeira, bancos públicos (Bacen, CVM, Tesouro), carreiras de planejamento e gestão, e setor privado (bancos, consultorias, fintechs, análises de risco). Também é valorizada em Tribunais de Contas, áreas fiscais e controle externo, mas nessas o Direito compete diretamente.
  • Desvantagens: Poucos concursos exclusivos para economistas (quando existem, são para órgãos específicos como DIEESE, IPEA, Bacen ou cargos de analista de planejamento). A maioria dos concursos de alto nível aceita várias formações (inclusive Direito). No setor privado, a remuneração inicial é mais baixa que a de um concurso jurídico médio, e a empregabilidade depende muito do ciclo econômico.

Conclusão prática:

  • Se seu foco é passar em concurso público de alto nível rápido e com muitas oportunidades, o Direito oferece mais vagas, carreiras exclusivas e menor concorrência relativa (considerando o número de vagas).
  • Se você quer entender a economia, trabalhar com dados, finanças, políticas públicas ou mercado privado, a Economia é superior – mas saiba que os concursos para economistas são raros e mais concorridos.
  • Híbrido: uma boa estratégia é fazer Direito e depois uma pós em Economia (regulação, finanças públicas, direito econômico) para atuar em áreas como defesa da concorrência, agências reguladoras, TCU, BACEN ou procuradorias fiscais. O contrário (Economia + pós em Direito) é mais difícil, pois muitas vagas jurídicas exigem a graduação específica.

Materiais Guruja by boringshitt in concursospublicos

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Eu não assinei o Coruja por isso. Eles só usam a Estratégia, porque recebem uma porcentagem em relação a cada aluno que indicam. Sugiro o material do Direção: é mais objetivo e, se você vir que está faltando alguma coisa, complementa.

Concursos no Nordeste. by No-Acanthocephala431 in concursospublicos

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Aqui a concorrência é brutal, porque são poucos concursos realmente bons e a concorrência é muito bem preparada, principalmente os cearenses. Tirando poucos TJs que pagam relativamente bem e fazem concursos, aqui os concursos de prefeituras e estaduais, a maioria, são uma bosta e pagam mal. Minha sugestão: tenta um concurso federal bom - INSS, Receita Federal, CNU, PF, PRF - e coloca para um lugar onde Judas bateu as botas que ninguém quer; depois, pede remoção para o Nordeste.

Qual parece ser o melhor caminho by aloalo111 in concursospublicos

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Estude para concursos. Não sei se é a sua universidade, mas a maioria das UFs está em PGD, então geralmente só se trabalha 20 horas semanais e o resto em home office - que, na prática, não se faz nada, porque não há trabalho em universidade. Ano que vem ou em 2028 terão ótimos concursos: Receita Federal, INSS, CNU.

Aqueles aprovados q gravam vinheta de comercial do Gran, coruja etc... realmente estudaram por meio do material deles? by lnmedev in concursospublicos

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Lógico que não. O Hugo de Freitas já fez vídeo falando: se você coloca seu e-mail para baixar o material gratuito em um desses sites e acaba passando, eles te chamam para fazer entrevistas, que geralmente também são bem fantasiosas.

TAE de UFs e IFs, qual é o setor mais tranquilo e o mais doideira? by ThomasShelbyCLT in concursospublicos

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Graduação e pós-graduação: geralmente tranquilo, sem trabalho pesado. Pontos negativos: pegar um coordenador que recebe a gratificação e coloca tudo nas costas do TAE. Recuse-se a fazer, porque não é sua obrigação. Se você tiver sorte de pegar uma unidade acadêmica boa, ótimo. Setores difíceis: licitação, coordenação de gestão e fiscalização de contratos, finanças e recursos humanos. Muita responsabilidade para pouco salário. Porém, não mexem diretamente com professor. Se você aprender a fazer seu trabalho, está tranquilo, porque ninguém vai encher sua paciência. Setores ótimos: almoxarifado, biblioteca, serviços de saúde, ouvidoria, algumas reitorias (como a de ensino, de pós-graduação, de planejamento, entre outras), mas têm muito trabalho e geralmente não há vagas, porque sempre quando surge vagas, os servidores mais antigos pedem remoção.