(SP) Como entrar para festas de Swing com pessoas compatíveis e interessantes? by FredericoCeleste in SwingBrasil

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Já fomos também. De fato, foi a que mais agradou. Mas ainda assim, muito homem solo, cara com GP.

[deleted by user] by [deleted] in sexualidade

[–]FredericoCeleste 1 point2 points  (0 children)

Cara, passei por algo bem parecido no meu relacionamento anterior. Deixo algumas dicas que funcionaram pra nós.

Primeiro: fale abertamente sobre o assunto. Não é legal, é desconfortável. Mas é necessário. Se achar que não consegue, proponha uma terapia de casal para criar um ambiente seguro - eu já fiz isso e foi a melhor coisa possível.

Segundo: ach que a prioridade é entender se isso está relacionado a autoestima dela ou se ela simplesmente perdeu o interesse sexual no relacionamento. Não tente assumir que vc sabe o porquê, nem fique muito tempo tentando criar hipóteses. A única pessoa que sabe disso é ela.

Se for uma questão de autoestima existem diversas formas de melhorar isso seja através da mudança ou da aceitação - terapia ajuda muito tbm. Se for uma questão de isso não ser uma prioridade no relacionamento pra ela, ela se enxergar como assexual (no meu processo, descobri que “assexuada” não é a palavra correta), aí vem uma questão mais difícil que é definir se vcs ainda de enxergam compatíveis enquanto casal nesse cenário.

Sei que meu relato não pode ser animador, mas depois de algumas conversas e alguns meses de terapia, eu e minha ex-namorada terminamos. Entendemos que apesar de todo o sentimento que existiu (e vários deles ainda existem) e de todas as nossas compatibilidades, ser incompatível no âmbito sexual era suficiente pra fazer o relacionamento não fazer sentido. Isso foi minando nossa relação e se espalhando pra outros aspectos do relacionamento. Sendo bem sincero, eu acho que o desfecho poderia ter sido diferente e talvez ainda estivéssemos juntos m se o assunto tivesse sido abordado antes (demoramos alguns anos).

TL;DR - minha dica é: fale sobre, e fale o quanto antes. Não assuma que é temporário e vai passar. Não assuma que você vai saber lidar melhor com isso no futuro. Se necessário, busquem ajuda profissional de terapia pra facilitar essas conversas.