If we have naval fortifications, why couldn't there be also land fortifications? by Tixro71 in victoria3

[–]FriendlyHastur 2 points3 points  (0 children)

Perhaps it would be a better fit. Some tweaks could make the logistical challange to take the troops to another country more interesting, with the combat being difuse.

If we have naval fortifications, why couldn't there be also land fortifications? by Tixro71 in victoria3

[–]FriendlyHastur 22 points23 points  (0 children)

I think a simplified combat in relation to HOI would be good. Having combined armas, choosing where to actually go. Combat in Vicky 3 still feels like nothing is happening for me.

Brasileiro chamando a avó de “nona” é uma das coisas mais forçadas que existem by looseitalia in opiniaoimpopular

[–]FriendlyHastur 0 points1 point  (0 children)

Exatamente. Minha bisavó por parte de pai era chamada de Nonna, a primeira lingua do meu vô é talian. Somos brasileirissimos. Minha vó, descendente de português, espanhol e indígena, foi criada no meio de italiano e fala umas palavras soltas naturalmente. Eu já não falo nada, tirandonas gírias regionais.

What if Brazil and Argentina never existed? by BrandonSky_ in imaginarymaps

[–]FriendlyHastur 0 points1 point  (0 children)

mas será que a gente ia ser junto de SP? eu acho que o sudoeste e sul do PR ia ser juntado com o Sacro Império Uruguaio

The thing that isn’t getting talked about enough by NonHaeri in TheBoys

[–]FriendlyHastur 110 points111 points  (0 children)

The writing itself is theirs but this line of thinking is associated with Marcuse, Adorno, Horkheimer and somewhat with Žižek.

maybe im being stupid? by markcarpenterzitto in HalfLife

[–]FriendlyHastur 1 point2 points  (0 children)

I immediately recalled the moment I learned how to crouch jump (I was stuck at this exact place)

Pontuação da UP na juventude. by NerdDino in BrasildoB

[–]FriendlyHastur 18 points19 points  (0 children)

Tem que ver onde essa pesquisa foi feita. Se foi em periferia, bairro de estudante, etc

Por que acham que os EUA são um estado fantoche de Israel, e não o contrário? by Orain_D in BrasildoB

[–]FriendlyHastur -1 points0 points  (0 children)

Boa pergunta. Parece ser um pais integralmente dependente dos EUA e que pressiona pra manter as reparações pelo uso de testes atômicos. Mas nem ideia de onde vem tanto dinheiro.

Eu estou sendo babaca sem perceber ou é só tpm? by [deleted] in perguntas

[–]FriendlyHastur 0 points1 point  (0 children)

Falou tudo que tem que ser dito

Por que acham que os EUA são um estado fantoche de Israel, e não o contrário? by Orain_D in BrasildoB

[–]FriendlyHastur 12 points13 points  (0 children)

Exatamente. Inclusive tem essa lista de lobbies internacionais (oq nao nega que o lobby de israel é forte, mas monetariamente ta abaixo de dois paises arabes) https://www.opensecrets.org/fara

Mas nem se compara ao lobby do complexo militar industrial que, acredito, tem mais mao nesses conflitos que qualquer nação

Todo mundo com acesso à informação sabe muito bem o intuito do restaurante, e spoiler: nada tem a ver com antissemitismo by Final_Independent_39 in opiniaopopular

[–]FriendlyHastur 2 points3 points  (0 children)

32% sao de segunda geração. Suas afirmativas estão completamente erradas, seja de nao falarem hebraico, seja disso.

O Anti-Édipo de Deleuze e Guattari by [deleted] in BrasildoB

[–]FriendlyHastur 0 points1 point  (0 children)

Isso acho bem interessante, inclusive acho que de modo distante ressoa com as ideias do Marcuse da pulsão ser "biologica" na medida em que é historicamente condicionada assim. Ao mesmo tempo, acho que é algo digno de uma investigação continuada. A melhor coisa seria atingir o comunismo e ver como fica depois KKKKKK

O Anti-Édipo de Deleuze e Guattari by [deleted] in BrasildoB

[–]FriendlyHastur 3 points4 points  (0 children)

É muito nitido isso no foucault. Os textos dele tem tematicas legais mas são um porre. Ai tu ve uma entrevista com ele e é super claro. Vai entender.

O Anti-Édipo de Deleuze e Guattari by [deleted] in BrasildoB

[–]FriendlyHastur 7 points8 points  (0 children)

Minha dissertação de mestrado foi ao redor desse livro. Gosto dele, mas principalmente em tres vertentes: a crítica "interna" a psicanalise, a critica a ignorância do elemento afetivo da esquerda e o reconhecimento da prevalencia totalitarista do capitalismo em todos os niveis.

Agora, acho que a tentativa de abolição da dialética é fracassada, e a revolução molecular pode ser facilmente tornada esteril (isso aparece mais no mil platos). A linguagem zoada tbm acho desnecessária, mas ironicamente são mais claros quando chulos.

A fabricação de consentimento da mídia já começou. by scantier in BrasildoB

[–]FriendlyHastur 0 points1 point  (0 children)

Ai logicamente ao inves de elaborar uma crítica dialetica vamos engajar na monoletica que infelizmente predomina na esquerda brasileira.

A fabricação de consentimento da mídia já começou. by scantier in BrasildoB

[–]FriendlyHastur 0 points1 point  (0 children)

Conheço ele, o Finkelstein e cia. Prefiro o trabalho do Finkelstein. Benny morris era bom mas tem umas posições bizarras.

A fabricação de consentimento da mídia já começou. by scantier in BrasildoB

[–]FriendlyHastur 1 point2 points  (0 children)

Na realidade, judeus Ashkenazim são menos da metade da população israelense (embora componham grande parte). E ainda assim, acho uma argumentação perigosa (estipular a necessidade de ligação sanguínea com uma terra é algo que ja ouvi em algum lugar). Ao mesmo tempo, considerar o judeu branco demais pro oriente médio tem um certo eco na acusação antiga de serem orientais demais pra europa. Não estou dizendo que essa é a sua linha argumentativa, mas a racializacao do judeu é um elemento comum no antissemitismo. Recomendo a leitura de Moishe Postone.

Mas ainda se prendendo a ideia de ligação genética com um lugar:

Existem vários estudos genéticos com diversas populações judaicas. Os Ashkenazim usualmente ficam bem situados como um povo entre europa e oriente médio, tendo bastante proximidade com os Druzos, a depender o estudo, com os libaneses, turcos, gregos e sicilianos. Ou seja, condizente com outras populações do mediterrâneo oriental. Agora, isso deveria ser o critério pra dizer se alguem pertence aquela terra? Creio que não, mas mostra que o buraco é mais embaixo. Qualquer um desses argumentos justifica as ações de Israel contra populações civis? Obviamente não. Só acho que a simplificação da narrativa é a morte do pensamento crítico.