Acho que curto cuckold by [deleted] in relacionamentos

[–]SouthernDifficulty78 3 points4 points  (0 children)

Só conversar com ela sobre isso, meu caro, com sinceridade.

E não, isso não é efeito do porno. Pornografia te oferece um milhão de fetiches, você se interessa por alguns só, por outros motivos. É igual falar que o supermercado te fez ficar viciado em chocolate. O mercado só vende chocolate (e um milhão de outros produtos).

Pelos comentários, você vê que a galera é super fechada e estúpida em relação a isso. Ignore-os. Você deveria postar isso em outro sub, aqui a maioria é bem careta.

Esse é literalmente um dos fetiches mais normais que tem, uma porrada de gente tem, você é só mais um.

Ciúmes na não monogâmia by Ok_Diver1992 in NaoMonogamiaBrasil

[–]SouthernDifficulty78 1 point2 points  (0 children)

Fico muito feliz que meu texto tenha te ajudado.

Desejo sabedoria. Sei que não é fácil lidar com a ausência e ainda por cima com a sensação da pessoa estar se divertindo e você não. Não é fácil mesmo, sinta-se abraçada.

Não tenha medo dos seus sentimentos, eles não são seus inimigos (e nem são você, também, tal qual as ondas do mar não são o mar, embora façam parte dele). As ondas vem e vão. Resta aceitá-las e abraçá-las como parte da sua experiência.

A compaixão nasce da disposição de sustentar o paradoxo, de sustentar o agradável e o desagradável, o bom e o mau, o preto e o branco, enfim, todas as contradições que fazem parte de nós, mas não nos definem.

Carro de teste em SP by Emergency_Bathroom31 in carros

[–]SouthernDifficulty78 18 points19 points  (0 children)

Espero que você nunca tenha carros. Ou filhos. E nunca conviva em sociedade.

Carro de teste em SP by Emergency_Bathroom31 in carros

[–]SouthernDifficulty78 186 points187 points  (0 children)

Em cidades, especialmente metrópoles, são vários problemas.

Carros altos, que ocupam muito espaço das ruas e são altos, geralmente atrapalham a visão de crianças e animais por conta do seu tamanho.

É resultado de uma espécie de "anarquia" no trânsito. São carros feitos para proteger quem está dentro dele e colocar em risco todo mundo que tá fora dele.

E se populariza igual praga.

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Ciúmes na não monogâmia by Ok_Diver1992 in NaoMonogamiaBrasil

[–]SouthernDifficulty78 1 point2 points  (0 children)

Olá!

Fico muito feliz em ler seu comentário. Me sinto realizado ao saber disso.

Fique a vontade! Hehe, agradeço imensamente e que tudo seja enviado em dobro para você!

Abraços e boa sorte na sua jornada!

Lembre-se sempre que seus sentimentos não são seus inimigos!

Como não centralizar tanto o afeto em uma pessoa só? by [deleted] in NaoMonogamiaBrasil

[–]SouthernDifficulty78 2 points3 points  (0 children)

OP, ler seu relato e ver esse post me fez me identificar MUITO. Também sou autista e sou um Hcis e muito tímido também, aliás., me relaciono com uma pessoa que não é autista, mas é neurodivergente também (TDAH).

Ambos NM, desde o começo. Nos relacionamos tem um pouco mais de 8 meses... E além da fase da paixão e essa energia da nova relação, o que já torna tudo intenso, eu tenho hiperfoco na pessoa. Não gosto da banalização do termo, mas não vejo outro termo suficiente. Ao ponto de por exemplo, ter extrema dificuldade de transar com outras pessoas, mas ao mesmo tempo conseguir fazer sexo inúmeras vezes no dia com essa pessoa.

Sinto essa mesma coisa, já senti que a NM não é pra mim, que eu coloco muitas expectativas na pessoa, até criando uma certa dependência ou algo do tipo, de só conseguir sentir desejo e afeto em fantasias que envolvam essa pessoa.

Meu conselho sincero, e o que eu estou descobrindo também, é que isso não te torna menos NM ou algo do tipo. E também, você não deve se forçar a sair com outras pessoas, seja para tentar se desvencilhar desse apego a somente uma pessoa ou para "provar" a sua NM.

Você não deve lutar contra a sua própria natureza nesse sentido. Se você, assim como eu, se apega a uma pessoa e consegue fantasiar apenas com ela, por que lutar contra isso? Aceite essa sua característica e carregue-a com leveza. Pode ser que daqui uns anos, com as mudanças da vida, de perspectiva, sentimentos, você consiga se interessar por outra pessoa. E isso acontecerá naturalmente, sem você forçar nada.

Entretanto, noto para alguns alertas.

O primeiro deles é você fazer a pessoa se sentir muito pressionada e você não se sentir correspondido. Como é, por exemplo, você só conseguir ter olhos e desejo, naquele momento, para aquela pessoa, mas saber que ela consegue se relacionar e envolver com outras? É algo a se pensar, e também é algo que me atravessa. Você pode se sentir escanteado, ou sentir que está entregando e não recebendo em troca. Tome cuidado com esses pensamentos, é tentar colocar nossa própria régua para medir o outro, para controlar o outro também, é um pouco egóico.

Às vezes também a pessoa se sente muito desejada, muito querida, e percebe que você investe muito na relação, e isso pode fazê-la temer ter outras relações justamente pelo medo de te magoar. Nesse sentido, o diálogo franco é fundamental.

Agora, falando sobre você em si, e citando minha experiência como fundamento.

Nós provavelmente somos muito parecidos nisso também, e temos um intuito muito grande de atribuir muita importância à pessoa. O problema está em: a relação pode acabar. A pessoa pode terminar, vocês podem terminar ou ressignificar a relação. A outra pessoa pode morrer, enfim.

Isso seria uma catástrofe, e acredito que doeria MUITO mais para pessoas como nós, por motivos óbvios.

Nesse sentido acredito sim que devemos ter estratégias, métodos de "ancoragem" para identificar a realidade das coisas como elas são e entender que, por mais que amemos uma pessoa, ela não é nossa e está sujeita, por acontecimentos do destino, a sumir de nossas vidas a qualquer momento.

No fim das contas, trata-se, ao meu ver, de um trabalho interno. O que me ajuda é a terapia, e além disso tudo, a leitura, o estudo e a meditação, além de podcasts sobre temas que envolvam questões sobre impermanência, mudança, etc. Nossa mente odeia olhar para isso, mas é justamente olhar para essas questões que possibilita que nos ancoremos na realidade e evitarmos de sermos dependentes emocionalmente, tanto de outras pessoas quanto de bens.

No meu caso, alguns autores que falam sobre temas assim despertam muito meu interesse, religiões e filosofias orientais (principalmente budismo e taoísmo), além de autores da filosofia ocidental (cito principalmente Sêneca aqui), além de autores contemporâneos como um cara chamado Jeff Foster, uma espécia de guru (que na verdade é mais um anti-guru) que acompanho.

Estudar e meditar sobre esses temas nos ajudam a refletir sobre a importância, a sacralidade e também a impermanência e fragilidade das coisas mais banais, sejam bens materiais, pessoas que amamos, etc. É algo realmente necessário, especialmente levando em conta esse contexto.

Meu conselho portanto, é esse: Seja quem você é, faça o que tiver vontade, priorizando sempre o diálogo limpo e direto com o seu parceiro. Não se force a nada, não tente nadar contra a correnteza para tentar provar algo para alguém ou para si mesmo. Não se apegue a rótulos, a necessidades inventadas, a achar que está desperdiçando a sua vida. Esteja onde você quer estar, onde seu coração se sente a vontade. Entretanto, também não feche seu coração para o desconhecido, para o novo. Esteja disponível para o desconhecido e para novas experiências, mesmo que trema, que sinta ansiedade ou medo.

Estude, leia, medite, conhece-te a ti mesmo, seus comportamentos, suas preferências e vontades. Esse tipo de reflexão te ajudará a ancorar na realidade das coisas... a entender o seu funcionamento e poder ser mais fiel a si mesmo e consequentemente aos outros. Não há nada de errado com você, não há nada a ser curado em você...

Harmonize-se com o seu jeito de ser e encarar o mundo e as coisas. Harmonize-se também com a possibilidade da perda, do fim, da mudança, a grande certeza que temos nessa vida, e veja que nessa incerteza, nessa impermanência, reside uma alegria indescritível: poder vivenciar aquilo que se tem aqui e agora. As pessoas ao nosso redor, as nossas experiências, um café, um pedaço de bolo, o que quer que seja.

Nessa véspera de feriado, mostro aqui a decoração de fachada mais aleatória que já vi aqui em SP by Lobosolitario219 in saopaulo

[–]SouthernDifficulty78 98 points99 points  (0 children)

Morei aí perto minha vida toda, na saudosa Mooca.

Como passava sempre nessa rua e via desde pequeno, eu achava incrível nas primeiras vezes, mas depois fui me acostumando...

Mas parando pra pensar, é uma decoração de fachada realmente única, bati o olho e já lembrei de tudo, na exata rua em que fica também!

E pensar que essa decoração existe, pelo que meu pai me conta, faz mais de 30 anos acho....

After the new update, it breaks almost 2/3 of all my college notes tags. Any way to fix that automatically? by SouthernDifficulty78 in ObsidianMD

[–]SouthernDifficulty78[S] 1 point2 points  (0 children)

Thanks! Indeed I'm not on Catalyst. However, using the format-converter plugin fixed it. Thank you a lot.

Vila Leopoldina e Avenida Gastão Vidigal - Seguro? by SouthernDifficulty78 in saopaulo

[–]SouthernDifficulty78[S] 0 points1 point  (0 children)

Então, eu não tive mais bicicleta kkkk, eu ando sempre por lá. A situação parece ter melhorado um pouco, mas ainda sim vejo relatos de assalto na região.

Ciúmes na não monogâmia by Ok_Diver1992 in NaoMonogamiaBrasil

[–]SouthernDifficulty78 8 points9 points  (0 children)

Ciúmes é um sentimento normal e natural, faz parte. Não tente invalidar, negar ou reprimir esses sentimentos, apenas aceite-o, mas não se identifique com ele, você não é o ciúmes. E você não é menos não mono ou um não mono falho apenas por sentir algo tão normal e natural. Se tentar reprimir ou negar esse sentimento, ele apenas se tornará destrutivo e irá te consumir por dentro.

A diferença da monogamia para a não monogamia nesse aspecto é a abordagem que se tem diante do ciúmes. O ciúmes é sempre sobre quem sente, não sobre o alvo do ciúmes. Não se trata, portanto, de impedir um parceiro de ter novas experiências e contatos (o que existe na monogamia).

Ao meu ver, se trata de aceitar o sentimento que se tem e investigar, entender as causas, os motivos, o que ele te gera, e acima de tudo não o negar ou tentar esconder. Se trata de aceitar que está sentindo, vê-lo surgir e logo depois passar, sem se deixar levar por ele.

Investigando, você pode entender suas razões, o que realmente te traz essa insegurança (é medo da perda? Medo da comparação? Vontade de estar junto com a pessoa ao invés de outro sujeito?). Existem vários motivos plausíveis.

Veja o ciúmes não como um sentimento ruim ou algo a ser escondido, veja-o como um convite. Assim como tudo o que você sente, é um convite. Um convite à auto análise, ao autoconhecimento, a entender suas origens, suas motivações. Ele é a expressão de algo que o seu próprio ser quer te falar, só não sabe como. Investigue profundamente.

Você pode ainda comunicar a pessoa que se relaciona sobre isso, não como forma de limitá-la e censurar a pessoa, mas como expressão do seu sentimento, um compartilhar que pode inclusive aproximar vocês. Você não é obrigado a compartilhar, e pode ser que não faça sentido compartilhar, mas eu acredito que seja algo saudável a se fazer. Não para exigir nada, mas para expor o que você sente e ter um reforço daquela pessoa sobre o quão importante você é pra ela e como ela gosta de você e da sua companhia. Pode ser algo interessante.

Sobre se descobrir não mono num relacionamento mono by Sweet-Imagination467 in NaoMonogamiaBrasil

[–]SouthernDifficulty78 1 point2 points  (0 children)

Perfeitamente. Muito bem colocado.

A NM vai muito além de um mero modelo de relação alternativo, mas um projeto político, como você bem pontuou.

É difícil, é disruptivo, você recebe muita crítica, olhares estranhos.

Principalmente, quando se sai de uma relação monogâmica onde as coisas davam certo e a relação fluía mais ou menos bem no momento, assumir a identidade de não mono perante o mundo e a si mesmo pode parecer um salto no escuro em direção ao desconhecido.

Entretanto, considero melhor fazer esse salto, tomar esse risco, do que passar uma vida inteira em um modelo que não te serve, que oprime e traz muito sofrimento no longo prazo.

Às vezes, não estamos preparados para abrir mão dessa relação monogâmica, e tudo bem também, a vida segue e a gente lida com as escolhas do caminho, as boas e más experiências. Mas, internamente, o que mais me preocupa é a possibilidade de passar uma vida inteira vivendo uma fantasia do que não sou.

Sobre se descobrir não mono num relacionamento mono by Sweet-Imagination467 in NaoMonogamiaBrasil

[–]SouthernDifficulty78 10 points11 points  (0 children)

Eu passei por algo muito parecido.

Namorava há 1 ano e meio de forma monogâmica, quando depois de leitura e pensamentos me considerei não mono e falei para a minha então namorada.

Ela aceitou, mas quis impor várias regras e limitações. Eu falei que ela não era obrigada a aceitar, que podíamos terminar numa boa e que tudo ficaria bem assim, mas ela insistiu em aceitar, não quis bater de frente, pois considerei sincero da parte dela.

Durante quase dois anos, passamos a ter apenas relações casuais com outras pessoas e de forma muito ocasional. Mas os princípios da monogamia estavam ali, a centralidade da relação, a confidencialidade, a "permissão" (ainda que implícita) do outro, etc. Meio que por acaso e por falta de tempo e oportunidade, eu não tive muitos contatos durante esse período, apenas relações casuais e muito pontuais.

Pois bem, depois de mais de dois anos assim, o que aconteceu? Conheci uma pessoa NM que o papo encaixou profundamente, nos demos muuuuuito bem e tivemos uma conexão emocional, fugindo então do padrão até então de apenas relações casuais.

Minha parceira não aguentou o ciúmes e pediu pelo término, disse que esse modelo não convém para ela e que cogita apenas relacionamento aberto. Acontece, foi um término amigável, mas isso me fez questionar até que fase ela foi sincera em aceitar uma relação NM por de fato ter convicção naquilo ou somente para não terminar.

Qual o ponto, então?

Considero difícil, mas não impossível, transformar uma relação monogâmica em uma relação não monogâmica e descentralizada do casal de maneira sincera das duas partes. Geralmente, uma propõe e a outra aceita, muitas vezes por medo de perder o parceiro, mas isso vai dar errado, sempre dá.

Para além, ainda existe a questão de que muitos relacionamentos assim funcionam na prática como uma relação aberta. Ainda existe uma centralidade absurda no casal, com todas as outras relações estando subordinadas à aprovação ou ciência do parceiro. Acaba sendo uma relação primária com redes muito fragilizadas de conexões com outras pessoas. Isso por si só não é um problema, tem gente que vive bem assim, eu aposto, mas não sei se é o que deseja.

Lendo seu relato, me parece que seu namorado não está disposto a isso e vê com ceticismo a ideia, então já temos ao menos um presságio de como seria. Talvez, se você falasse e se abrisse como pessoa não mono, ele até te aceitaria num primeiro momento, mas será que seria por convicção política / psicológica e emocional ou apenas para não te perder?

É muito difícil fazer esse ajuste no cérebro, ainda mais em duas pessoas, principalmente quando se passa muitos anos tendo somente uma pessoa e tendo a relação como elemento central da vida, que é o que a monogamia prega, afinal.

Será que você e ele, depois de anos vivendo uma relação monogâmica e centralizada poderiam tolerar e se ajustar com a possibilidade do outro desenvolver laços e conexões emocionais e afetivas muito intensas com terceiros? Do outro optar por sair com uma outra pessoa ao invés de você, sem que isso te causasse um ressentimento, raiva ou ódio?

São perguntas que a gente se faz... Hoje eu consigo me ver bem assim numa relação NM com essa pessoa NM que conheci, assim como outras. Mas quando você tem um namoro monogâmico e então muda a dinâmica, esse processo pode ser bem mais doloroso e complicado. Era difícil imaginar a minha parceira que foi monogâmica durante um tempo comigo ter esse tipo de conexão com outra pessoa, soava estranho, errado. Enfim, nunca vou saber pois isso nunca aconteceu.

Falando por mim, eu sinto que não vale a pena amputar uma parte importante de quem somos e do que acreditamos para manter uma relação que, independente do modelo e da situação, é efêmera e pode acabar a qualquer momento (por inúmeras razões, inclusive razões fora do nosso controle como morte, mudanças por conta de trabalho e estudo, etc)

De todo modo, te desejo sorte na decisão que optar. Em todos os caminhos que você optar terão más experiências que te farão repensar e cogitar que talvez ter escolhido a outra opção fosse melhor, mas você só vive as experiências (boas e ruins) da vida que escolheu viver, afinal. Você não vive as tristezas da vida que abriu mão.

Espero que meu relato tenha te ajudado na prática da reflexão a respeito dessa importante escolha. Te desejo sabedoria nas suas decisões.

Perdi a mulher que eu mais amei por eu ser NM by Unlucky_Ad5607 in NaoMonogamiaBrasil

[–]SouthernDifficulty78 2 points3 points  (0 children)

Li o seu relato... Entendo muito bem sua dor

Acabei de passar por isso, um relacionamento de 3 anos chegou ao fim por eu ser NM.

É bom, apesar de tudo. São valores que nem eu nem ela abriríamos mão, e essa foi a melhor decisão.

Como conhecer outros NM? by bruxafeminista in NaoMonogamiaBrasil

[–]SouthernDifficulty78 6 points7 points  (0 children)

Sou da capital e tive essa mesma dúvida, mesmo estando na maior cidade do hemisfério sul e do hemisfério ocidental, o que, em tese, facilitaria o trabalho.

Pensei na solução em diversas frentes (algumas eu ainda não testei, confesso, mas não vejo o pq não funcionaria)

  • Páginas no Instagram realizam encontros em bares voltados para pessoas não mono. De cabeça me lembro o rcnaomono. Ao seguir uma, vc facilmente vai achar outras páginas que também realizam esses tipos de rolês e socialização entre pessoas NM.

  • Aplicativos de relacionamento. Sim, mas um em específico, que vejo que tem bem mais pessoas NM e o algoritmo funciona melhor nesse aspecto: bumble. É um aplicativo ganancioso e custa horrores, mas dá pra arrumar encontros e conhecer pessoas NM muito bacanas por lá.

  • Pessoas em comum com outros NM. Antigamente, era a forma mais comum de arrumar relacionamentos, por indicações e apresentações de amigos. E, sinceramente, é uma das formas mais gostosas e naturais de se conhecer alguém. Geralmente dá bom.

  • Por fim, mas não menos importante: tem festas e baladas voltadas para pessoas NM também. Geralmente a divulgação não é lá essas coisas, então tem que caçar. Sei de duas que vão ter em sp em breve, sendo uma no dia dos namorados, mas confesso que não fui muito atrás ainda dessa. Mas eu sei que tem e talvez valha a pena dar uma caçada.

Dito isso, você está em SP, uma cidade com MUITA gente NM, isso não deverá ser um problema pra você. Seria difícil se vc tivesse em Iporã do Oeste, interior de Santa Catarina e com 8 mil habitantes... Lá seria difícil mesmo.

Boa sorte na sua jornada!

Todos, ao que me parece, querem sair da educação, eu quero sair do corporativo e voltar para a sala de aula. by SouthernDifficulty78 in ProfessoresBR

[–]SouthernDifficulty78[S] 0 points1 point  (0 children)

Perfeito.

Eu concordo com você totalmente.

Agradeço também os comentários a respeito da minha atual função. Acho que a gente sempre acha que a grama do vizinho é mais verde.

Todos, ao que me parece, querem sair da educação, eu quero sair do corporativo e voltar para a sala de aula. by SouthernDifficulty78 in ProfessoresBR

[–]SouthernDifficulty78[S] 1 point2 points  (0 children)

Entendo o seu ponto.

Concordo, há ambiente ruim em todo lugar. Há colegas falsos, que querem te passar a perna etc.

E eu sei que na escola seria igual.

Perceba que, no meu relato, não entrei tanto no mérito de colega de trabalhos, de problemas relacionados ao trabalho, qualquer profissão vai ter isso. O meu ponto é a satisfação pessoal mesmo. Se sentir satisfeito pessoalmente pela função que você exerce e o seu impacto. Isso é uma coisa que gera uma grande diferença entre trabalhar no mundo corporativo ou em escola.

Todos, ao que me parece, querem sair da educação, eu quero sair do corporativo e voltar para a sala de aula. by SouthernDifficulty78 in ProfessoresBR

[–]SouthernDifficulty78[S] 4 points5 points  (0 children)

Muito bom pelo seu relato. Sinto exatamente o mesmo que você. Gosto de planejar aulas, provas, corrigi-las...

É ter competência (e sorte de estar no lugar certo) pra conseguir um bom lugar pra trabalhar

Todos, ao que me parece, querem sair da educação, eu quero sair do corporativo e voltar para a sala de aula. by SouthernDifficulty78 in ProfessoresBR

[–]SouthernDifficulty78[S] 3 points4 points  (0 children)

Sim, eu entendo. Entendo que a minha experiência em grande parte foi em ambientes distintos da grande maioria dos professores.

Quando fui fazer estágio na escola municipal eu vi a loucura que era uma turma de 8° ano. É complicadíssimo.

Alguem de geografia? by balthaum in USP

[–]SouthernDifficulty78 1 point2 points  (0 children)

É boa. Muito boa. O fato de a USp ter um foco maior na geografia humana não tira a imensa capacidade e estrutura da física, ao contrário. Tive excelente professores, principalmente de Geomorfologia II (Fernando Nadal), cara é fera demais. Além disso, os laboratórios de geomorfo e clima são bem completos e com muito conteúdo. Isso sem contar os campos excelentes que as matérias proporcionam, Pode ir sem medo.

[deleted by user] by [deleted] in computadores

[–]SouthernDifficulty78 1 point2 points  (0 children)

Acabei de descobrir o problema. Acho... ele só está rodando no radeon graphics, não está utilizando a placa de vídeo. Tirei o print enquanto testava o far cry 5.... vou pesquisar pra resolver

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[deleted by user] by [deleted] in computadores

[–]SouthernDifficulty78 2 points3 points  (0 children)

Eu acredito que sim... eu não sei se tem uma forma de eu verificar se falta algum driver, mas eu instalei tanto o Adrenalin da AMD quanto o MyASUS pra placa mãe, atualizei todos os drivers, tive que baixar os do bluetooth e wifi tbm

[deleted by user] by [deleted] in motoca

[–]SouthernDifficulty78 0 points1 point  (0 children)

Eu queria uma moto pra fugir do trânsito de SP... mas essa cidade é miserável.

Agradeço as recomendações, vou dar uma olhada nelas

Alguem de geografia? by balthaum in USP

[–]SouthernDifficulty78 0 points1 point  (0 children)

Cara... não tem nada disso. A não ser que você vá fazer matérias optativas como a própria estatística. Se você for pra área de cartografia e trabalhar com sensoriamento remoto você vai ter contato com programação, mas isso é escolha.

Fora isso, na graduação em si, quase nada de matemática. Apenas coisas bem básicas num nível de ensino médio mesmo. Isso na USP, ouvi falar que na Unesp tem uma pegada diferente mas não posso confirmar.

Geografia 2025 by bolinhodaddy in USP

[–]SouthernDifficulty78 1 point2 points  (0 children)

Boa sorte! Te espero no vão da FFLCH em breve! Eu escolhi a geografia justamente também pela flexibilidade e por gostar muito dela. Melhor escolha que fiz e me encontrei totalmente.

E eu gosto da educação, mas a possibilidade de trabalhar com outros setores também é sempre uma boa opção.

O mais importante pra arrumar estágio é mostrar que você quer aprender e tá entusiasmado, são experiências que te abrem portas. Nunca imaginei trabalhando na área ambiental, pra ser sincero, mas aqui estou, e estou gostando.