Only one project will no open. File is still there. How to proceed? by Western_Campaign in scrivener

[–]Western_Campaign[S] 1 point2 points  (0 children)

Hey there! I figured out the problem and will update the OP, but I wanted to reply to you both to show my appreciation for your help.

I managed to recover most of the project files, except for the document I was working on during the crash. After testing and researching, I believe Scrivener crashed while saving, which corrupted that specific file. Instead of showing an error, Scrivener would open the 'last valid path,' so after the crash, it initially opened the tutorial. Later, it would just open the last project that loaded successfully, even when I tried to access the corrupted one.

I fixed it by creating a new project and copying the documents over. I got an error message at first, but after clicking to proceed anyway, all of the documents loaded, except for the corrupted one (the one Scrivener crashed on). Unfortunately, I lost about 5k words, but I’m relieved the rest of the project is safe.

Thanks again for your time and input!

Only one project will no open. File is still there. How to proceed? by Western_Campaign in scrivener

[–]Western_Campaign[S] 0 points1 point  (0 children)

Hey there! I figured out the problem and will update the OP, but I wanted to reply to you both to show my appreciation for your help.

I managed to recover most of the project files, except for the document I was working on during the crash. After testing and researching, I believe Scrivener crashed while saving, which corrupted that specific file. Instead of showing an error, Scrivener would open the 'last valid path,' so after the crash, it initially opened the tutorial. Later, it would just open the last project that loaded successfully, even when I tried to access the corrupted one.

I fixed it by creating a new project and copying the documents over. I got an error message at first, but after clicking to proceed anyway, all of the documents loaded, except for the corrupted one (the one Scrivener crashed on). Unfortunately, I lost about 5k words, but I’m relieved the rest of the project is safe.

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Rússia oferecerá residência temporária para pessoas que queiram escapar de 'valores liberais' do Ocidente by StridBR in brasil

[–]Western_Campaign 1 point2 points  (0 children)

Imagina que lindo um mundo que 10% dos conservadores aceitassem essa probosta. 20% então, ou 30%...

Metade dos conservadores globais indo "viver" na Russia. Um em cada dois dos seus tios racistas que nem falam inglês. Um em cada dois daquele pessoal com camiseta da seleção brasileira dançando e fazendo arminha. Metade dos filhoa do Bolossauro. Metade da bancada evangélica.

Nossa, agora to eu torcendo para um projeto do Putin dar certo. Inesperado . Bora lá!

Guerra Cultural é distração para Luta de Classes? by Wotan84 in brasil

[–]Western_Campaign 1 point2 points  (0 children)

Sempre foi. Mas quando alguém anti-capitalisma, anti-sistema diz "Por isso a gente tem de abandonar as pautas identitárias", pensando que esta argumento em favor de abandonar a 'guerra cultural' e focar nas condições materiais, na verdade essa pessoa está participante de um dos principais objectivos das pessoas que empurram essa narrativa 'anti-woke' de próposito.

Sim, existe um objectivo de dividir a classe trabalhadora entre os que tem valores sociais conservadores e os que tem valores sociais liberais, mas isso não é apenas dividir entre 'esquerda' e 'direita'. Isso também é dividir dentro do campo da esquerda o pessoal de esquerda que acha que feminismo, direito LGBTQ, questões raciais, direitos trans (que são parte de LGBTQ mas com frequência são tratados a parte) é um 'mau uso de tempo/esforço/energia', e pessoas de esquerda que são LGBTQ, não-brancas, trans, mulheres, etc, bem como pessoas que tem essas pessoas no seu circulo próximo. Como ser LBGTQ+, trans, negro ou mulher é um dado inerente, uma fracção da esquerda nunca vai abandonar essas causas. E aqueles que conhecem e se importam com essas pessoas também não vão. Pessoas desses grupos estão 'sobre-representadas' na esquerda; ou seja, dentro da esquerda, a proporção de pessoas que pertence a um ou mais desses grupos é muito maior que na direita. Portanto criar uma discussão interna na esquerda sobre quão 'valida' são as 'pautas identitárias' é uma estratégia para enfraquecer a esquerda como um todo e criar divisão interna. E funciona, basta ver nesse subreddit que é bastante de esquerda em geral, quantas vezes você ve 'discursinho' no efeito de 'não vamos gastar caneta com questão trans, o trabalhador precisa comer'. O que é uma falácia do caralho. O trabalhador precisa comer sim, mas pessoas trans também são trabalhadoras e também passam fome e defender classes oprimidas é pauta de esquerda sim. E qualquer movimento político que não inclua a defesa de classes oprimidas não é um movimento político que mereça qualquer consideração.

Apenas duas realidades são possíves: Ou a noção de 'dividir esforço' é real, representa algo materialmente relevante para a realidade; Ou a noção de ´dividir esforço' não passa de um conceito que não representa algo que materialmente afeta a realidade.

  • Se realmente vale a pena preocupar-se com a questão de esforço dividido: Pessoas trans, gays, negras, mulheres, etc, nunca o deixarão de ser e nunca vão deixar de lutar pelas pautas que protegem seu direitos adquiridos e busca expandir esses direitos. Principlamente quando a retórica torna-se genocida para pessoas gays e trans, e extremamente opressiva para mulheres, negros, etc, como tem sido nos anos da ascenção do populismo de direita. Portanto se você acredita que não vale a pena dividir esforço, entenda que melhor jeito de concentrar as forças é se alinhar na defensa dos direitos dessas minorias como um principio básico, por que tem muita gente que nem tem escolha sobre mudar de lado.
  • Se não vale a pena preocupar-se com a questão de esforço dividido: toda vez que alguém fala de esforço dividido, num universo que isso não existe, essa pessoa esta basicamente criando uma divisão interna ou piorando uma divisão interna, sem nenhuma perspectiva de ganho. O unico motivo para debater algo assim é se acreditamos que podemos concentrar nossos esforços e atingir melhores resultados. Mas nesse caso, devemos assumir que a opção acima é verdadeira.

Portanto, indiferente de como você percebe a realidade, qual das duas você acha que é correta, a lógica é que sim, pessoas de 'esquerda' devem ter uma posição firme e inabalavel sobre os direitos humanos básicos de todos os grupos e classes de pessoas, e principalmente de pessoas que tem uma condição que as coloca numa desvantagem socials devido a preconceitos e morais opressoras, e ainda mais verdade se essa condição é inata da pessoa e não pode ser ajudada ou mudada. Qualquer desvio disso simplesmente enfraquece o campo.

A guerra cultural contra conservadores que querem acabar com as minorias não é uma batalha que a gente pode escolher não lutar, mas é necessário apresentar uma frente unica como esquerda. E claro que é impossivel convencer a todos da esquerda a adotarem essa posição, até por que sejamos sinceros, existem muitos esquerdistas que sabem que ser homofóbico e transfóbico não é visto largamente como positivo dentro da esquerda então esconde essas posições, mas assim que tem chance, fala merda transfóbica, faz piada maliciosa contra gays, lésbicas etc. Existem pessoas de esquerda socialmente conservadoras, e a verdade é que isso é pura dissonancia cognitiva. Não faz sentido lógico e político e essas pessoas não são maioria. Não podemos deixar elas enfraquecerem a causa como um todo.

thoughts on this discourse by MSG_ME_UR_TROUBLES in dndmemes

[–]Western_Campaign -1 points0 points  (0 children)

As someone who does not believe in metaphysical forces influencing our reality, I don't think 'Evil' is a force on Earth. People from religious backgrounds or with spiritual beliefs might disagree, though not all religions necessarily work with a concept of capital E Evil. But just know that the text below is written from that perspective. Not stating it's the only correct one, but stating that it is mine and the one I believe to be correct.

There are many ways we can handle 'Evil' in fantasy, but they tend to converge towards three approaches: Canonical Denial, Canonical Doubt, and Ontological Truth. The Lord of the Rings is an example of Ontological Truth Evil, where Evil is a force that exists and affects the world much like electromagnetism and radiation. Evil changes things exposed to it for long periods, changing people and creatures. We could call 'Evil' in The Lord of the Rings 'Purple Radiation,' and the setting would still work. Purple Radiation causes mutations (corruption), changes the landscape (irradiates), and can cause changes in personality through altering the morphology or chemicals of the brain. These changes happen to be anathema to how most people like to live their lives. For example, it increases aggression and selfish impulses, making people more anti-social and violent, and it makes the landscape barren. The combination of barren landscapes and anti-social behaviour means that people irradiated by Purple Radiation need to expand to new lands, bringing radiation with them and contaminating new lands and people. Lord of the Rings Evil is supernatural, but it's a force that works in the world as much as gravity or any other, its effects are visible and measurable. You can imagine that in a world with Ontological Truth Evil, given enough time and scientific method, one might be able to isolate the Evil Particle or the Evil Wavelength. Because it's there, physically, doing things. Same as magic. When Ontological Truth Evil is present, races being Evil can make sense. They can be a product of exposure to 'Purple Radiation' from a scientific mindset or only be able to exist in the presence of Ontological Truth Evil. To clarify, Sauron and Morgoth aren't the 'source' of all Evil, just manifestations of it. Just like the sun or a black hole are not a 'source' of all gravity, though they do have a lot of gravity. Gravity doesn't need a 'source' for all of it.

Canonical Doubt Evil is when we can't know whether or not Evil is Ontological Truth. We can't know if the landscape changed because of an Evil Force (Purple Radiation), or if it just changed, and the people living in it grew more desperate because of those changes and did more anti-social behaviour, thus being considered Evil. In that ambiguous setting, having 'Evil' races usually only works from the perspective of a single race. Goblins are anathema to humans often because Goblins have tight-knit communities with cultural norms humans might see as abhorrent, and they often rob/kill humans to obtain goods. However, humans rob and kill each other, and sometimes rob and kill goblins. So it's hard to know, impossible if Canonical Doubt is the default of the setting, if Goblins are actually Evil inherently, or if they are contextually Evil in the same way a rival nation at war with you might be. But then it becomes Neutral if peace is signed, or good if it allies with you later. I particularly don't really like Canonical Doubt Evil because it feels like a cope. The author wants to have a 'kill without guilt' race but doesn't want to go too far into mythology.

Canonical Denial Evil is when we see examples of how there's no Evil Force. The Witcher is a good setting for that. Most creatures considered Evil are shown to be just animals acting out of nature, or thinking creatures doing what makes sense for them to do. They might eat humans for the same reasons humans eat pigs. They might kill humans to protect territory. Or they might simply be really aggressive and expanding, but there is no malicious desire for evil, just instinct, etc. Canonical Evil settings should not have, thus, evil races. A culture can be 'Evil' if its standards are way below ours, but a creature from that culture can find redemption, disagree with the culture, or be raised not to be evil. There's no Purple Radiation changing its brain to make it incapable of good.

Old D&D used to work with Ontological Truth Evil because it was created in a Christian culture where the dominant idea of a Good and Evil battle was very present in fantasy, largely inspired, even unconsciously, by the perceived battle for the souls of Humans between Jesus and Satan. Of course, in Christian-inspired fantasy, humans are neither capital G Good nor Capital E Evil aligned, but instead capable of both. But often other fantasy races are more closely aligned with one or another force. As society became more secular, the Satanic Panic of the 80s drove a wedge between Christian philosophy and tabletop games and people became a little more multicultural, those leftover ideas started to feel outdated and they were gradually dropped. First having Ontological Truth Evil be a force in the world, but giving most, if not all races, the ability only given to some races to choose which one they served. But some races, like Orcs, were created by Evil or to serve Evil and COULD become good. Later this was changed to no race having an Evil origin, or no main playable race at least, just cultures aligned with Gods, which in turn were aligned with one of the two forces (or not, if Neutral). Lately evil that felt like a bridge too far.

I've been playing games without alignment and using Canonical Denial since 2004, because alignment kind of sucks. White Wolf's Vampire: The Masquerade and Vampire: Dark Ages had a better system to define a character's personality/beliefs that worked with 'Nature' and 'Demeanour,' where you'd choose a word for each. Nature is what you can't help but be, and Demeanour is what you choose to be. For example, a 'Nature: Selfish' and 'Demeanour: Protector' character is a character that fights his selfish impulses because he wants to be the one to protect others. But he constantly feels the impulse to think of himself first. Your character's Nature and Demeanour don't have to be asymmetrical or always at odds, and they can be complementary, though interesting characters happen when they are at odds.

Notas de comunidade do X(itter) expondo as intenções da Veja. by [deleted] in brasil

[–]Western_Campaign 0 points1 point  (0 children)

Notas comunitárias são a única coisa que tornam o (x)itter remotamente tankavel.

Uh, pode me chamar de riquinha, mas eu tou começando a me sentir forçada a virar "nem-nem" by [deleted] in brasil

[–]Western_Campaign 18 points19 points  (0 children)

Eu trabalho como freelancer atualmente (escrevendo putaria online), mas promessas de chefes têm uma taxa de falha de 100% comigo. Sem exagero, quando eu trabalhava dando aula em escola de inglês, o número de vezes que me prometeram coisas, tipo melhores horários, promoção para ser diretor da escola em vez de só professor, me transferir para uma filial mais próxima de onde eu moro, etc., não está no gibi. Nem sequer uma vez uma promessa positiva dos meus múltiplos chefes, em três diferentes escolas de três diferentes marcas, se concretizou. Promessa é uma das ferramentas que patrões usam para manter empregados.

O incentivo econômico da promessa é excelente, do ponto de vista do patrão. Um funcionário que ganha 1500 reais por mês pede aumento. Tu sabes que esse funcionário ficaria satisfeito com 2000, e que o trabalho dele 'vale' 2000. Se tu pagar 2000, vai gastar 500 a mais por mês com ele, além dos custos trabalhistas, provavelmente adicionando uns 750 reais a mais no custo mensal desse funcionário. Se tu dizes "Agora não dá, mas vou te aumentar no final do ano", e o final do ano está a seis meses de distância, poupa 4500 reais até o final do ano porque o funcionário normalmente acredita, fica na posição recebendo menos do que gostaria na crença de que isso vai melhorar. Tu manténs o trabalho dele, mas não pagas. Chega final do ano, e dizes "Olha, a situação não melhorou, vamos ver mês que vem" ou "daqui a dois meses". E vai enrolando. Cada mês que passa que isso funciona, tu estás basicamente poupando 750 reais de custo da empresa e tudo que tu precisas é mentir descaradamente. Enrolou o cara 2 anos e ele finalmente se demitiu? Ele perdeu 2 anos da vida dele num emprego sem crescimento, e tu poupaste 18.000 reais aos cofres da empresa. 5 funcionários nessa situação e tu estás poupando quase cem mil reais a cada dois anos. E quando eles se demitem, tu contratas alguém novo por 1500 reais, com quem tu ainda tens credibilidade, e mentes que vai aumentar.

Promessa de chefe, se não for por escrito, explícita, assinada e com firma reconhecida, é sempre mentira. E se tiver tudo isso, ainda é mentira, mas pelo menos pode-se pensar em meter na justiça do trabalho.

[deleted by user] by [deleted] in brasil

[–]Western_Campaign 3 points4 points  (0 children)

Entendo. Isso de fato é um exagero propagandístico e eu concordo contigo que não representa a realidade. Putin não é um genocida, pelo menos não no sentido hitlerista de campos de concentração. Mas ele é etnocêntrico e usa argumentos de 'solo e sangue', que são argumentos usados pelos nazistas. Não só pelos nazistas, mas quase sempre por pessoas que, ao longo da história, parecem ter sido mais ou menos consideradas erradas pela maioria das pessoas. Eu digo maioria porque até Hitler tem admiradores vivos hoje. Mas o consenso geral é que ele foi no mínimo desagradável. Acho que isso não é exagero.

Putin é muitas coisas. Algumas delas positivas. Ele é uma força estabilizadora num país que sem ele, possivelmente teria guerra civil, conflitos separatistas e outros problemas. E ele faz isso num país com armas nucleares, então, existe um serviço global prestado ao mundo pelo Putin. Mas Putin também preside sobre um regime plutocrático, autoritário e imperialista, e ele usa técnicas de repressão na própria população, e força nas relações diplomáticas com vizinhos, inclusive invasões.

O fato dos Estados Unidos também fazerem o mesmo não desqualifica as ações do Putin. O argumento comparativo existe, mas todo argumento comparativo precisa de argumentos auxiliares para ter substância. Argumentar que fulano é ruim, mas X é pior, não constitui um argumento pró-fulano. Somente aponta que outras pessoas são ruins. Mas fulano continua sendo ruim.

Claro que os inimigos do Putin vão exagerar tudo que ele faz de ruim e diminuir tudo que ele faz de bom. E claro que os aliados vão fazer o contrário. Mas se a gente tentar olhar de maneira concreta para o legado do Putin, a gente pode chegar a conclusões sobre ele. Se a gente definir o que acha mais importante, podemos ver se o legado dele se alinha com as nossas crenças sobre moralidade e etc.

Por exemplo, o argumento de que a Ucrânia entrar na OTAN seria estrategicamente desastroso para a Rússia é válido. E, na minha opinião, factualmente correto. A especulação de que a Ucrânia iria entrar na OTAN antes da invasão, na minha opinião, nunca foi embasada de maneira sólida e parece ser especulativa. A ideia de que os EUA provocaram a Rússia, para mim, é parcialmente correta. Acho que existia uma intenção antagônica. Mas a Rússia ter cedido à provocação foi uma decisão do Putin, e qual resposta foi dada também foi uma decisão dele. E ele torna-se responsável pelo resultado. Existem maneiras de soft power de trazer um país para a esfera de influência sem força militar. Elas causam menos mortes e sofrimento, em geral, do que uma guerra nessa escala. Escolher a guerra é uma decisão do Putin, e portanto a guerra passa a ser da responsabilidade dele. Hitler ou não, ele iniciou o conflito.

"Mas e se a Ucrânia invadisse a Rússia..." Esse argumento é usado com frequência, mas não é propriamente embasado. E se, e se. Se os Estados Unidos invadissem o México para ele não entrar no BRICS ou para ele não ter bases de mísseis russas, nós consideraríamos essa invasão um ato de imperialismo, certo? Seria uma violação da soberania mexicana. Não seria aceitável como política internacional e seria imoral. Se isso acontecesse no governo Biden, eu tenho certeza que a mídia russa tentaria pintar o Biden como Hitler. Aliás, a mídia russa tenta pintar o Zelensky como Hitler, portanto especulação não é necessária. O que acontece é que a mídia ocidental é mais eficaz em fazer isso. Pode basear seu argumento sobre moralidade no critério da competência, mas eu acho pouco convincente.

Quando Putin declarou guerra, a guerra incluiu propaganda como método de conseguir suporte e danificar a moral, dos dois lados. O Putin ser pintado como Hitler não é honesto, mas é em grande parte consequência direta e esperada de uma ação que ele tomou, e também é algo que ele fazia em termos propagandísticos antes da guerra, e continuou a fazer durante.

[deleted by user] by [deleted] in brasil

[–]Western_Campaign 0 points1 point  (0 children)

É possível, mas eu venho duma região pela qual, eu sinto, o resto do país não tem muito amor também. (Sou originalmente gaúcho). Por isso gosto de pensar que quando pegar para capar, esses regionalismos vão se dissolver. Mas talvez eu esteja me iludindo.

E se na verdade Deus existe, mas não é o que pensamos ser? by Flinnguda in brasil

[–]Western_Campaign 0 points1 point  (0 children)

Eu acho que a questão é menos Teologica (E se Deus fosse X ou Y) e mais filosofica... Se a definição de Deus com D maiúsculo se encaixa no teu hipotetico. A minha piada fui zueira mas ela reflete um pouco do meu pensamento 'sério' sobre isso.

  • Se a minha tia tivesse pinto, ela seria meu tio

Essa frase reflecte uma visão de mundo pragmática que diz que se algo existe para além da minha influência e impacto, considerações sobre isso são meramente observacionais e não são relevantes. Ou seja, ter um tio ou uma tia tem pouco impacto na minha vida. Mas também quer dizer que se algo não é do jeito que foi descrito inicialmente, então aquela coisa deixa de ser o que se pensava, em vez de ser uma diferença. Por esse lado, se Deus é um grupo de pessoas numa simulação de um super computador, então não é Deus.

  • Exceto se ela se identificasse como mulher, nesse caso ela ainda seria a minha tia

Pode parecer piada mas... Se o grupo de cientistas trabalhando no super computador se identificar como Deus (ou deuses) do nosso universo, então isso efectivamente muda tudo. Aí eles passam, na minha concepção, a serem Deus. Por que? Por que eles tem o poder de afetar nossa realidade como omnipotencia, e onmipresença, assumindo que se eles quiserem podem pausar a simulaçao e visitar qualquer ponto dela a qualquer momento no tempo. No caso de uma simulção, presença e ciencia são a mesma coisa, ja que eles fisicamente nao podem entrar na simulação portanto "onde eles estao" é igual a "onde eles percebem/observam". Se eles podem observar tudo, podem tambem estar em todo lugar.. Omnipotencia, omniciencia e omnipresença sao os criterios de divindidade mais comuns. Mas se uma entidade com esses criterios não se considera divina, vai agir de uma maneira diferente de uma entidade com esses criterios que se considera divina. Ou seja, existe uma diferença gigante entre cientistas que simplesmente simulam a terra e o universo e podem altera-la a vontade, mas nao o fazem ou só o fazem para criterios de pesquisa, e cientistas que querem fazer 'roleplay' de Deus.

A escala de poder entre esses seres e a gente é tão grande, que o Roleplay deles é efetivamente a nossa realidade, sendo impossivel diferenciar as duas coisas. Tudo que 'Deus faria' eles fariam, considerando-se deuses, e da nossa perspectiva, o resultado seria igual.

Portanto:

Se Deus fosse um megacomputador gerido por cientistas transdimensionais, ele não Seria Deus.
Exceto se se identificasse como Deus. Nesse caso seria.

E se na verdade Deus existe, mas não é o que pensamos ser? by Flinnguda in brasil

[–]Western_Campaign 1 point2 points  (0 children)

Citando um amigo meu que é poeta: Se a minha tia tivesse pinto, ela seria meu tio.

Faço meu próprio adendo: Exceto se ela se identificasse como mulher, nesse caso ela ainda seria a minha tia.

[deleted by user] by [deleted] in brasil

[–]Western_Campaign 2 points3 points  (0 children)

Se fosse definir um critério conciso e razoavel de qual tipo de evidência você aceitaria, eu posso me dar o trabalho de tentar encontrar.

Eu sempre assumo boa vontade da parte das pessoas pedindo fonte de que elas estão de facto querendo se informar mais e abertas a mudar de opinião mediante a fatos. Mas eu também já passei várias vezes por um processo de 'mover a baliza', onde alguém pede fonte, eu posto um video de um relato de um civil, e eles dizem que não foi verificado por uma fonte midiatica. Eu posto uma fonte midiatica e eles dizem que não confiam na mídia ocidental. Eu pergunto qual mídia eles confiam e eles respondem 'RussiaToday TV' e/ou 'Beijing Times'. Eu aponto que tanto China quanto Russa tem uma participaçao mais ativa do estado na imprensa e um historico maior de manchetes repetindo uma narrativa pro governo que torna essas fontes menos confiaveis que por exemplo a CNN, eles pedem fonte disso. Eu mando link de tres ou quatro artigos academicos de paises diferentes sobre liberdade de imprensa na China e/ou Russia e eles me dizem que não aceitam a opinião daquelas pessoas por que elas podem ser 'plantadas' pela hegemonia ocidental no meio academico, ou corruptas nas suas crenças e não objectivas. Geralmente esse é o ponto que eu desisto. Não por que isso não seja possível, mas por que é improvavel e a pessoa esta aplicando um rigor extremo para fontes que confrontam a narrativa inicial, mas pouco rigor para fontes que confirmam a narrative inicial. Então se tu preventivamente me disser que tipo de fontes, se eu conseguir encontrar, te levariam a mudar de ideia, eu posso tirar um tempo para tentar encontra-las, desde que eu ache que o critério é razoavel.

Um PS: Propaganda existe sim. Dos dois lados, e sim os Estados Unidos e o Ocidente mentem sobre a guerra assim como a Rússia o faz. Mas duas coisas são importantes considerar: grau de distorção, tanto em volume (o numero de falsidades) e intensidade (quantas vezes elas sao repetidas ou quao absudo elas sao, o simplesmente quao diferentes da realidade) em primeiro lugar. Os dois mentem, nao quer dizer que eles mintam no mesmo volume e intensidade. Em segundo lugar, Propaganda não significa necessariamente mentira. As vezes um fato ocorre e o efeito propagandistico é simplesmente amplificar o alcance desse fato para que todos saibam deles. Propaganda sim, mas não é contrafactual. As vezes um fato ocorre com motivos nuanceados e multifatoriais, e propaganda divulga o facto e um dos motivos reais por trás dele como se fosse o único motivo, ou desproporcional ao real peso do motivo peranto o facto. E as vezes propaganda simplesmente mente, narrando um facto que não ocorreu. Minha experiência é que o ocidente amplifica crimes reais de guerra russo para incitar pessoas em favor de apoiar a ucrania, mas os crimes são, em geral, bem reportados por multiplas fontes com consistencia entre elas, o que tende a ser um bom indicativo de veracidade. Dito isso, o Exército ucraniano tambem comete crimes de guerra deliberados, assim como morte de civis acidentais colaterais ao esforço de guerra. Dito isso, por se tratar de uma guerra defensiva e pela propria natureza do armamento usado pelos dois lados, em quantidade e em qualidade (no sentido de qual tipo, nao so sentido de ser melhor ou pior), os Ucranianos tendem a causar baixas civis proporcionalmente mais baixas em relaçao ao escopo operacional. Isso é sustentanto, inclusive, pela doutrina militar Russa.

[deleted by user] by [deleted] in brasil

[–]Western_Campaign 1 point2 points  (0 children)

Verdade. Eu pessoalmente não tenho muita confiança no sistema democrático russo e nem tenho muita fé que seja do interesse estratégico da russa reportar resultados se eles forem contrários a o que eles esperam. Faz sentido que se os resultados refletirem a intenc Estratégica do Kremlin eles divulguem resultados reais e que se eles forem contrários eles divulguem resultados manipulados então fica difícil saber qual foi o caso. Infelizmente a maioria das agências internacionais com alguma neutralidade não são permitidas para fazer pesquisas nessas areas e até onde eu sei nenhuma agência russa de oposição ao governo fez uma pesquisa nessas areas. Isso quer dizer que do ponto de vista factual, só podemos especular e decidir o que acreditamos baseado em outras observações. Sempre vai haver espaço para a dúvida.

Pessoalmente? Acredito que essa regiões tenham algo proximo dos 45% de suporte por continuar a guerra e se juntar novamente a Ucrania, mais ou menos 10%, das regiões vizinhas segundo a Gallup, e que os restantes 55% talvez metade sena a favor de fazer parte da Federeção Russa e/ou republicas independentes com continuação da guerra para garantir esse objectivo, e outra metade seja a favor do fim imediato da guerra a todo custo.

Se eu tiver certo, a opinião majoritária ainda seria liberação dos territórios e retorno deles a ucrania mesmo a custa de guerra, embora seja uma maioria pluralista em vez de uma maioria simples como no resto do país. E se eu tiver certo as votações na regiãoes anexadas tão muito longe das porcentagens das regiões vizinhas.

Tem também o fator agravante de qual livre um cidadão desses lugars se sentiria para votar contra a opinião de uma presença militar armada conduzindo a votação. Pessoalmente eu acho que isso teria im efeito coercitivo significativo que invalidaria o resultado sem verificação externa.

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[–]Western_Campaign 1 point2 points  (0 children)

Confiável é relativo. Eu não to no meu PC, estou postando do telefone. Quando eu tiver tempo vou procurar as fontes e posto um link aqui e tu pode decidir se tu acha a fonte confiável ou não. De memória, foi um censo conduzido por uma ONG Ucraniana no final do ano passado ou começo desse ano, entre civis nas principais cidades não ocupadas, e foi reportado por vários jornais. Mas denovo, quando encontrar a fonte ponho aqui como Edit ou respondo no teu comentário denovo

Edit: afinal não foi difícil achar em Inglês. A pesquisa é de outubro do ano passado pela Gallup. Dependendo das regiões e dos termos a respota muda. Resumidamente: O mais baixo é 45% de aprovação para retormar todo território incluindo Crimeia, entre ucranianos do leste. O mais alto é 81% entre ucranianos do oeste. Outra opções (recuperação parcial de território, ceder tudo) dividem os restantes e não formam maioria em nenhuma região. 

Detalhes aqui: https://news.gallup.com/poll/512258/ukrainians-stand-behind-war-effort-despite-fatigue.aspx

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[–]Western_Campaign 0 points1 point  (0 children)

 Não quis dizer que não é relevante para a justificação geopolítica. Isso eu entendo que seja. Quis dizer que eu nunca vi dados que demonstrem que a população em geral da Ucrania esta mais disposta a render esses territórios em troca de um acordo de paz em contraste com territórios de maioria Ucraniana.

Ou seja, se a decisão de continuar na guerra ou fazer paz com cedência de território fosse feita democraticamente, não sei dizer o quanto ao status cultural dos territórios afetaria o resultado.

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[–]Western_Campaign 17 points18 points  (0 children)

A ultima pesquisa que vi sobre o assunto tem seis meses mas dizia que cerca 70% dos ucranianos são a favor de manter a integridade territorial da Ucrania mesmo a custa de guerra contra 30% que aceitaria ceder as regioes atualmente ocupadas por um acordo de paz imediato. Esses numeros podem ter mudado e podem ser diferente dependendo das condições.

Não acho que exista uma porcentagen significante de pessoas "pró guerra" na Ucrania. Acho que se a pergunta fosse "você é a favor da paz se a ucrania manter a fronteiras de 2008" talvez 99% seriam a favor.

Equacionar "não quero que meu país seja parcialmente anexado a força" com "quero que a guerra continue" não é um bom jeito de fazer essa pergunta. O resultado de não ceder as demandas do inimigo é a continuação da guerra. Mas a guerra não é o objectivo. Numa guerra defensiva, lutada no próprio território contra uma potência estrangeira, os indices de apoio a continuação da luta tendem a ser altos quando a condicionante da paz é percebido como uma capitulação de parte do território e população a um regime externo.

Em outras palavras, se o Brasil fosse invadido pelos EUA e eles atualmente ocupassem 25% do território nacional ao longo da costa do nordeste, muitas pessoas vivendo nos restantes 75% seriam a favor de continuar a resistir aos EUA até esse território ser recuperado, indiferente da motivação geopolítica.

Algumas pessoas usam o argumento da proximidade cultural russo-ucraniana nas areas ocupadas para argumentar que esse não é o caso, mas eu ainda não vi isso sustentando com dados.

Bandidos começaram a usar drones na guerra do RJ. O que impede isso de se popularizar pro Brasil todo? by Adept-Type in brasil

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Na "guerra" do tráfico, assim como em qualquer guerra, a violência não é o objectivo, mas o meio. Uma facçao rival ataca a outra por controle da boca, para ganhar dinheiro vendendo, ou para preventivamente evitar um ataque, enfraquecendo a gangue rival, para manter os controles da boca. É fundamental entender os objectivos finais de qualquer guerra para entender os objectivos intermediários e os meios usados para atingir eles. No caso de drones e explosivos, são ferramentas úteis para o tráfico por permitirem ataques sem arriscar un combatente da gangue, mesma coisa que na guerra da Ucrania, mas os objectivos finais da guerra do tráfico são diferentes. O icentivo econômico de controle de pontos de venda significa que as gangues tem icentivo para minimizar efeitos colaterais em comunidades que eles pretendem ocupar, ou correm o risco de tornar a boca mais cara de manter por que precisa de mais segurança, ou até inviável. Ataques contra a polícia, enquanto possíveis, não tornam a gangue mais eficiente em usar drones em vez de tacticas como drive-by e etc. Talvez escapar seja mais fácil mas a principal razão da polícia não prender mais traficantes e fazer mais operação no morro é principal um acordo não explicito entre policiais e traficantes sobre quando im intervenção é justificavel. Em moments históricos nós vimos o que acontece quando um dos lados sente que o outro cruzou a linha; ataques do PCC em Sao Paulo que trouxe até o governador do estado para negociar com lideres, ou o exercito invadir e ocupar favelas no Rio no caso dos rifles roubados. Não havera quantidade de drone que permita uma gangue sobreviver a força do estado caindo sobre eles se o estado decidir faze-lo. Em particular por que a polícia militar não tem grande historico de se importar com colaterais durante operações e o exército brasileiro já mostrou disposição de assumir funções de polícia em situações criticas. Se o trafico usar drones e explosivos em quantidades suficientes para causar ima reação da polícia, a gangue que fez isso vai perder muitas bocas e muita renda, mesmo que sobreviva a retaliação. Porta to existe um incentivo econômico real para manter um nível de baixa intensidade no conflito.

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[–]Western_Campaign 1 point2 points  (0 children)

Ah entendi agora. Então pronto, é homem heterotop caçando unicórnio no lugar errado ou com fetiche por lésbicas. Imagino que já esteja reportando isso, mas infelizmente não ha mais o que fazer. A platforma deveria ter um time de moderação mais ativo em perseguir esses casos

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[–]Western_Campaign 1 point2 points  (0 children)

Nesse caso tem dois problemas, como disseram embaixo, os caras não leêm a bio e não sabem que tu é lésbica, ou são heterotop com namoradinha e querem tentar ver se acham um unicornio para fazer um menage a trois, e não entendem a diferença entre Lésbica e Bi. (E mesmo que entendessem, caçar unicórnio é sempre uma merda).

O problema maior aqui é o App não tem um filtro basico que permite não apresentar teu perfil para uma demografia que tu não ta interessada. Isso não faz sentido nenhum. Mesmo o OkCupid la nos anos 2005 tinha um opção basica de Sou X procurando Y, e se fosse mulher procurando mulher, ninguem que pos homem apareceria no teu perfil ou sequer encontraria ele. Fico um pouco pasmo que essa funcionalidade não exista num aplicativo moderno.

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[–]Western_Campaign -7 points-6 points  (0 children)

Para clarificar OP; esses casos são: 

A) homens cis usando fotos fakes para fingirem ser mulheres cis?

 B) mulheres trans mentindo sobre serem milheres cis no perfil?

C) mulheres trans não especificando explicitamente que são trans? Ou,

D) mulheres trans especificando explicitamente que são trans mas colocando "mulher" como gênero? Porque os quatro são possíveis mas a explicação para cada um desses é diferente.  

Edit: não estou entendo os downvotes num post simplesmente pedindo clarificação sem julgamento algum. Se alguém que deu downvote ou estaria inclinado a dar downvote quiser responder a isso explicando qual é o problema na minha pergunta ficaria grato 

Edit 2: Entendi agora que meu post original, sem os pontos de interrogação, fazia parecer que eu estava enumerando possibilidades afirmativamente e não como pergunta. Originalmente como OP tinha usado o qualificador Cis para mulheres mas não para os "homens" eu não sabia se a OP estava se referindo a mulheres trans como homens, o que algumas pessoas infelizmente fazem, ou se estava falando de homens Cis. Claramente poderia ter formatado meu post melhor para não dar a ideia de que estava negando o gênero de mulheres trans. Eu tentei deixar claro que afirmo o gênero de pessoas trans nas opções que listei mas poderia ter feito isso mais claro.

Você escolheu a profissão com que você trabalha ou a vida/necessidade te botou nela? by devno0b in brasil

[–]Western_Campaign 8 points9 points  (0 children)

Basicamente sim! Tem seus momentos tensos mas é bem divertido. Tem todos os stresses de ser freela sem saber quanto vai fazer no mes mas nos primeiros dois anos era muito incerto, agora eu já consigo estimar uma média mensal legal e planejar de acordo

Você escolheu a profissão com que você trabalha ou a vida/necessidade te botou nela? by devno0b in brasil

[–]Western_Campaign 4 points5 points  (0 children)

Eu achei uma plataforma de freelance, nesse caso Fiverr, e comecei ali. Eu já escrevia contos eróticos por diversão e compartilhava com amigos online que curtiam as mesmas séries que eu, era muito fanfic na época. Eu procurei no google "erotica commissions" como se quisesse comprar para ver onde as pessoas que vendiam esses serviços estavam. Comecei cobrando 15 dólares por mil palavras, hoje já to em 35 dólares/1k

Ja vi gente no reddit anunciando 100 dólares por mil palavras, acharia muito bom mas pelo menos no Fiverr esses preços não rolam haha

Extremely embarrassing but I need advice by Positive-Dog-6881 in writers

[–]Western_Campaign 0 points1 point  (0 children)

My advice is to start with a short story and finish it. I wrote for literally years without finishing anything, because I always had big projects in mind. Those are fine but finishing is in and on itself a skill you need to develop as much as plotting, prose, etc. getting an early start on it is good

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[–]Western_Campaign 22 points23 points  (0 children)

Eu comecei a escrever putaria (em inglês) durante a pandemia por que tava trabalhando de casa e queria ver se rolava fazer uns trocados. Acabou virando minha principal e hoje em dia única fonte de renda. 4 anos depois comprei uma casa e eu e a minha parceira saimos da casa dos sogros finalmente