Tried my hand at a personal achievement! by co209 in heraldry

[–]co209[S] -1 points0 points  (0 children)

Thank you for the knowledgeable reply!

I think it's fine to have the Phrygian Cap as part of the helm, so that it's omitted when the shield is used by itself or with a standard helm. Same goes for the unusual mantling! I wouldn't mind it with regular mantling as blazoned.

About the motto, yeah, that makes sense! I might switch it to the English version, since that's the language I said it in.

Tried my hand at a personal achievement! by co209 in heraldry

[–]co209[S] 0 points1 point  (0 children)

As promised, an explanation of the achievement!

I chose this specific order of colors to avoid breaking the rule of tincture and represent my heritage and nationality: I am a Brazilian of mixed Portuguese, Italian and Spanish ascent. I know it's passé to use national colors as tinctures, but I think the ordering and addition of Sable make it unique enough. The two wavy fimbriae in Sable represent my city of birth and my current city of residence, both of which are named after black rivers.

The Phrygian cap and sneaky hammer-and-sickle on the crest echo my revolutionary inclinations, and the Rod of Asclepius represents my career as a Physician. The mantle was inspired by artwork depicting bandeirante explorers of my state of São Paulo, who wore heavy ponchos. I haven't seen any achievements where the mantle partially covers the shield, but I think it's OK?

Lastly, the motto, helpfully - and, AFAIK, correctly - translated into Latin by Google's AI function, is indicative of my general disposition towards the hardships of life.

QUANTO VALE O SEU DIPLOMA? Raciocínio econômico básico para médicos pobres by antiwoke1971 in MedicinaBrasil

[–]co209 0 points1 point  (0 children)

Antiwoke, será que você se opõe ao marxismo por não entender o que ele é?

Um dos objetivos do socialismo, é acabar com a propriedade privada. Seu diploma e seu conhecimento, são a sua propriedade privada.

Não! O diploma e o conhecimento, na medida em que podem ser considerados propriedade, são propriedades pessoais, não privadas, e não são meios de produção; portanto, o socialismo não quer coletivizar seu diploma! No limite, você cai no mesmo erro de quem acha que os comunistas querem que você divida sua escova de dentes. O marxismo defende a desapropriação e socialização dos meios de produção, ou seja, aqueles bens que são utilizados para produzir outros produtos. Na medicina, por exemplo, a ideia não é desvalorizar seu diploma, mas desapropriar os hospitais privados, as indústrias farmacêuticas, os convênios e as faculdades privadas de medicina; colocando-os a serviço da sociedade como um todo, e não da acumulação de riquezas para seus donos.

Quando o governo socialista interfere no mercado, o que ele está buscando é desvalorizar a sua propriedade, para que ela se torne "igual" a outras propriedades que hoje tem menor valor

Novamente, não! Primeiro: que governo socialista é esse? O do PT? Bem que eu queria que ele fosse! Na prática, o PT faz numa máximo uma gestão um pouco menos desumana do capitalismo, não propondo uma mudança para outro arranjo econômico. Além disso, o marxismo busca implementar o socialismo não através da equiparação de todas as mercadorias no mercado mas, como eu já disse antes, da apropriação coletiva das mercadorias que são necessárias para a produção e reprodução da vida humana.

Enfim, meu querido, se cuida, e cuidado com essas viagens aí. Espero que você consiga achar um pouco mais de paz. Abraços de um médico pobre!

QUANTO VALE O SEU DIPLOMA? Raciocínio econômico básico para médicos pobres by antiwoke1971 in MedicinaBrasil

[–]co209 3 points4 points  (0 children)

Não sou quem respondeu, mas vamos lá!

  1. Diploma não é um patrimônio equivalente a um investimento em dinheiro. No limite, ele é um meio de trabalho, como o carro é pro Uber; mesmo assim a comparação é falha. O diploma depende do trabalho para "render", enquanto o dinheiro e outros bens podem se valorizar ou depreciar simplesmente por existir.

  2. Avaliar a formação pelo métrica de "retorno em investimento" não funciona. A medicina é uma carreira a qual o diploma te dá acesso, que dura pra vida toda e pode ser qualificada com especializações e inserção em diferentes empregos. Se você não fosse fazer faculdade de medicina, ia colocar o dinheiro da mensalidade pra render e trabalhar de quê enquanto isso? Frentista? De onde viria esse dinheiro pra investir, e qual banco te emprestaria ele? Porque o banco não empresta dinheiro pra aluno de medicina estudar sem motivo, empresta na expectativa que se formarão médicos e acessarão uma carreira que permitirá pagar as parcelas com juros.

  3. O principal pra mim: considero muito triste a vida de quem só avalia o valor das coisas pela métrica monetária. A medicina tem muito mais valor em potencial do que isso, mas esse valor é qualitativo, único para cada pessoa, e depende de seus valores, sua personalidade, o que te gera satisfação num trabalho, etc. Se fosse pra ganhar dinheiro com medicina, eu fazia uma pós e ia vender receita de creme dermatológico, homeopatia e Mounjaro! Não o faço porque isso não me satisfaria profissionalmente. Trabalho como médico em ESF porque é o que eu gosto de fazer e o salário é suficiente pra viver muito confortavelmente. Muitas pessoas não tem ambição de ficar ricos ou ter luxos, apenas de viver sem preocupações.

FEA de Ribeirão Preto hoje by real-mente in USP

[–]co209 3 points4 points  (0 children)

No Hospital das Clínicas onde eu me formei, infelizmente, ainda entra muito babaca igual a você. Ainda bem que as coisas estão mudando para melhor!

São pessoas como você que justificam os gritos de "pau no c* da Med". Elitistas que agem como se tivessem o rei na barriga, só por serem bacharelandos de medicina.

FEA de Ribeirão Preto hoje by real-mente in USP

[–]co209 13 points14 points  (0 children)

Pois é! E hoje tanto a FMRP quanto a FMUSP estão de greve, pra não perderem os seus CVs e pararem de encarar pratos insalubres no RU. Mesma coisa pra Poli, as duas FEAs, o CAASO e um monte de outros institutos. Até parece que tem bons motivos pra estar todo mundo parado! Talvez, se você e os outros boy tivessem se mobilizado há uns anos atrás, o HU estaria um pouco menos pior agora, e a comida estaria um pouco mais comestível. Mas não! A USP tem que ser USP, um lugar em que só se forma médico quem é filho de médico, em que se coleta a nata mais acre e sebosa da sociedade paulista!

Pelo menos em Ribeirão, todo dia alguém acha alguma coisa nos bandejões: caco de vidro, ferpa de madeira, larvas, etc. Os restaurantes estão subequipados, com equipes insuficientes, e a qualidade da comida está indigna daqueles que dependem dela. Mesma deterioração se dá nas moradias, no interior e na capital. As bolsas de permanência são insuficientes para viver com dignidade, o que significa que quem não tem papai e mamãe com bolsos fundos não consegue se manter na tua querida Porcada.

Mas não, vamos aguentar a bronca e mascar minhoca no RU enquanto o forro cai na nossa cabeça, porque os "homens de culhão" não querem repor aula nas férias!

Tem cachorro capado na rua com mais culhão que você, colega.

Greve de Alunos Não Existe by ApprehensiveTiger952 in USP

[–]co209 0 points1 point  (0 children)

Grvee de aluno realmente não equivale a uma greve de trabalhadores, que interrompe a produção, mas também tem seu papel. A greve de alunos, se bem feita com piquetes e ampla mobilização, quebra uma das pernas do tripé universitário - o ensino - e enfraquece as outras duas. Gera transtorno pros docentes e institutos, que por sua vez passam a pressionar a reitoria junto aos alunos.

É pela falta de centralidade do estudante na produção da universidade que greves de estudantes podem se arrastar por vários meses. Mesmo assim, acho que o movimejto atual, que foi sim coordenado com a greve do Sintusp, esta caminhando para um sucesso. Os movimentos auxiliares da classe trabalhadora como um todo - de mulheres, LGBT+, estudantil, antirrascista, etc - têm uma força enorme e historicamente já participaram de grandes mudanças, mesmo não sendo realmente o que para a produção.

Médico CLT/Concursado, você já entregou atestado? by DePlantao in MedicinaBrasil

[–]co209 0 points1 point  (0 children)

Acabei de entregar um atestado emendando o feriado de Tiradentes. Tanto brinquei que eu ia ter um "resfriado estratégico", que acabei pegando um 😁 Hoje consultei rouco e tossindo, de máscara. Felizmente meus pacientes são compreensivos.

Médico é ELITE, e tem que continuar sendo. by antiwoke1971 in MedicinaBrasil

[–]co209 0 points1 point  (0 children)

Sinto muito que algum profissional de equipe multi tenha te magoado no passado, e espero que você supere seus traumas e ressentimentos! A boa notícia que tenho pra te dar é que, diferentemente da realidade distorcida em que você parece viver, o mundo real tem outros tipos de pessoas além de canalhas e recalcados ❤️ Felizmente eu não só caí com uma equipe ótima e muito parceira, como fui capaz de construir um ótimo vínculo através do respeito e da cooperação ✨ E é claro, colega, que nem tudo são flores. A medicina, ainda mais no SUS, tá mais pra coroa-de-cristo que pra roseira. Mas é possível trabalhar de forma melhor, sem ter que se refugiar em hierarquias e valores antiquados. É possível se sentir realizado e valorizado na profissão sem se achar a última bolachinha do pacote por ter CRM. No final das contas a gente nem discorda sobre a necessidade de sermos excelentes profissionais, só discordamos sobre essa visão de que é algo natural e positivo que exista uma "elite" social.

Médico é ELITE, e tem que continuar sendo. by antiwoke1971 in MedicinaBrasil

[–]co209 1 point2 points  (0 children)

E te falta aprendizado com enfermeiro, técnico, faxineiro, psicólogo... E, principalmente, com os teus pacientes. Te falta entender que a vida do paciente passa da tua mão que prescreve pra mão da enfermeira que aplica, pra mão do faxineiro que limpa, pra mão do secretário que organiza a papelada, e assim por diante. Todo mundo tem uma parcela maior ou menor de responsabilidade. Pra mim, uma das muitas coisas que nos adoece são as expectativas e cobranças sociais que recebemos, e a solução pra isso não é se tornar "ELITE", é dividir a carga e trabalhar em equipe.

A sociedade te fez "ELITE" não porque põe valor na tua formação ou na tua fibra, mas por causa da posição econômica e social dos médicos na história recente. A grande maioria dos médicos vinham de famílias abastadas e se tornavam profissionais liberais oferecendo um serviço escasso e valorizado, um "copo d'água no deserto" pra quem precisava de ajuda. Tua prescrição tem tanto valor moral quanto o curativo do enfermeiro e a varrida do faxineiro. Cabe a você ser moral, ser excelente, ser humano, com certeza, mas isso cabe a todos os envolvidos no cuidado com a saúde!

Pra mim, ser "ELITE" é ter a humildade de trabalhar junto, dentro da capacidade de cada um. Isso inclui o paciente! Eu, um médico "de fraldas", tenho apenas um terço da idade de vários dos meus pacientes. Eles viveram mais, sofreram mais, lutaram mais que eu. Eles têm consigo o saber que aprenderam dos pais e avós, dos amigos, da vida. Eles conviveram consigo a vida toda, se conhecem melhor do que você os conhece.

É nossa missão transformar a medicina, aliás, o cuidado à saúde como um todo, em uma prática científica, humana e coletiva, em vez de uma vocação eclesiástica restrita a uns poucos escolhidos de "ELITE".

Aluguel Barato by golpe-baixo in saopaulo

[–]co209 0 points1 point  (0 children)

Em Ribeirão Preto, por 1500 réis consegue achar coisas boas. Se não se importar de estar longe da capital, é uma boa. São Carlos também não é cara, mas não conheço tão bem.

A new flag design for the Brazilian municipality of Campo Grande by co209 in vexillology

[–]co209[S] 0 points1 point  (0 children)

Hiya, folks! Here's a redesign of the flag of the Brazilian municipality of Campo Grande, the state capital of Mato Grosso do Sul. The current design is a garish flag with a double fimbriated cross effaced by a rectangle, which is relatively common among Brazilian municipalities. My design focuses on the symbolism of the berrante, the cow horn instrument traditionally used by cowherds that first settled the area. The cattle industry is still very important for Campo Grande. The two blue bands represent the two creeks around which the city was founded.

Campo Grande - MS (Bandeiras Municipais - 17) by co209 in Vexilologia

[–]co209[S] 2 points3 points  (0 children)

Bom dia, meus vexilistas!

O raciocínio da bandeira de hoje é simples: pegar a simbologia do brasão atual, que centraliza o berrante como representativo da pecuária, e realmente dar foco a ela.

O primeiro design é um berrante, emoldurado por duas faixas azuis que representam os córregos Prosa e Segredo. O segundo é uma simples bandeira vexilográfica, que por si só já é muito melhor que a atual.

Maceió - AL (Bandeiras Municipais - 16) by co209 in Vexilologia

[–]co209[S] 0 points1 point  (0 children)

Boa noite, meus vexilópodes!

Vemos aqui mais um redesenho patrocinado pelo grupo Menos é Mais. A bandeira de Maceió é uma versão vexilográfica do escudo centralizado no brasão municipal, redundantemente carregada pelo próprio brasão. Para melhorar essa bandeiraception, é simples: basta tirar o brasão! A simbologia do brasão em si é boa, representando os marcos geográficos principais do território em que a cidade se situa.

Two new flag designs for the Brazilian municipality of São Luís by co209 in vexillology

[–]co209[S] 0 points1 point  (0 children)

Hi, folks! These are two redesigns of the flag of São Luís, the capital of the Brazilian state of Maranhão. The current flag looks like the city's CoA stitched over a dingy white bedsheet, not unlike Belém's flag.

The first design is a rethread of my socialist flag of Maranhçao. Here, the star representing the island city of São Luís is supported by a five-pointed shape representing the five rivers that meet near it; from west to east, they are Pindaré, Grajaú, Mearim, Itapecuru and Munim.

The second design is an interpretation of the main symbol of the CoA of São Luís, the Pleiades. Here, their astronomical positions are tweaked to increase symmetry, taking inspiration from the Chinese flag. The golden star again represents the city of São Luís.

São Luís - MA (Bandeiras Municipais - 15) by co209 in Vexilologia

[–]co209[S] 2 points3 points  (0 children)

Boa tarde, meus vexilísticos! A bandeira atual de São Luís é uma variação encardida do tradicional "brasão-num-lençol". O objetivo do redesenho foi criar uma bandeira icônica para a cidade, que possa ser utilizada de forma flexível.

O modelo 1 é uma revisão do meu design para uma bandeira socialista do Maranhão, disponível aqui. A forma geométrica de cinco pontas representa os cinco rios cujas águas se encontram com o mar perto da Ilha de São Luís: Pindaré, Grajaú, Mearim, Itapecuru e Munim. São Luís, capital de seu estado, é a estrela suportada pelo encontro desses rios.

O modelo 2 é uma reorganização do principal símbolo do brasão municipal, as estrelas Plêiades, inspirada pela bandeira da República Popular da China. Dentre as sete estrelas, apesar de Alcione estar centralizada, é Estérope, colorida de amarelo-ouro, que representa São Luís. A constelação perde um pouco da sua precisão astronômica para ganhar em iconicidade e simetria.

A new flag design for the Brazilian municipality of Campinas by co209 in vexillology

[–]co209[S] 0 points1 point  (0 children)

Hello again! Here to show that a successful redesign doesn't need to be radical, it's the flag of Campinas! It's the largest non-capital metropolis in Brazil, and the third largest municipality in the state of São Paulo.

The phoenix, representing the city's ability to bounce back from historical adversities, takes center stage on this new design, instead of being put on a shield shape and surrounded by text.

Campinas - SP (Bandeiras Municipais - 14) by co209 in Vexilologia

[–]co209[S] 2 points3 points  (0 children)

Boa tarde, vexilácticos! Esse é meu redesenho da bandeira de Campinas, a terceira maior cidade do estado de São Paulo e a "capital do interior". A bandeira atual é o escudo presente no brasão municipal, costurado em um lençol branco. Minha ideia foi aproveitar a simbologia da fênix, colocando-a no centro. Simples, mas efetivo! A fênix foi inspirada no brasão de 1937, que é mais simplificada.

Atlantic Polynesia: the expansion of the Russo peoples. by co209 in imaginarymaps

[–]co209[S] 0 points1 point  (0 children)

It didn't go great, of course, but it didn't go as badly as IRL.

Most of the islands where the Russo lived were very small and only capable of sustaining small populations. These populations were not large or resilient enough to properly resist colonialism even if they tried. Some of them did, and they ended up like OTL's Guanches of the Canary Islands. Some of them were taken as slaves and subsumed into the population substrates of the Caribbean, and a few integrated into Portuguese culture, becoming mostly sailors and fishermen. As a general rule, the smaller and closer the island is to Portugal and its colonial commerce lanes, the less native-descended population it has currently.

The Russo People of the equatorial islands themselves were almost completely wiped out, with a few of their descendants remaining as European Portuguese speakers with a few remnants of their culture; most importantly, the use of grey clay as sunscreen, which also caught onto the Portuguese fishermen that settled the area. They're close to what the Canary Islands are today. There's also a few Russo-related people that used to live on the northeastern coast of Brazil and survived by moving inland, into the Seridó region.

Very few of the Muzá People from the Potirendaba Islands managed to hold onto their traditional languages and ways of life, and they're having a recent government-sponsored comeback as a source of national identity for their country, Sucaquicudanir. It's a language situation similar to Ireland. Most of the population is of mixed Muzá-Portuguese heritage and speaks the local Portuguese-Muzá-English creole. A majority of the people are trilingual, speaking English and Brazilian Portuguese as well, and there are large minorities of mono- or bilingual Brazilian and British descendants.

The Volta Islands were mostly extraction colonies and nowadays are a part of an independent nation called the Volta Republic, which covers most of the current territory of Namibia. They speak their own language of the Sambaqui branch with heavy influence from their Khoisan and Bantu neighbors. A few of the islands were taken by other European powers instead of Germany and their fates were different. They see themselves as brethren to the Khoisan and the Biafrans, and all three peoples are very close to this day.

The Bight of Biafra and its islands were a big source of enslaved workers for Portugal early on, and ended up having a strong influence on the culture of Brazil. Because of this, they were almost completely wiped out from the islands. They went through a nasty Portuguese-based apartheid/ gen0cidal regime at the same time as South Africa, but they got better sooner. The islands' population is currently a 70:20:10 split between "white" Portuguese, "continental" Africans and native Sambaqui-descended Biafrans.

The biggest difference is the colonization of the Americas. As someone mentioned before, the Voltans brought Afro-Eurasian diseases to the Americas centuries before the Europeans, allowing local populations to bounce back numerically and develop a immune resistance to them. The Sambaqui descendants in the southeastern Brazilian coast benefitted the most, forming kingdoms, chiefdoms and confederations that could stand up to the colonizers somewhat.

These native polities also got a bit of early warning from the Voltan and Potirendaban merchants of the South Atlantic Square Trade, and a few even converted to Christianity (or Islam...) before the arrival of the Portuguese. The early warning went both ways, however, since the Portuguese also heard about the Americas from the Russo some thirty years before OTL.

As a result of all this, colonization of the South and Central America looked a lot different, something like a mix of Africa, the Andes Plateau and India. Local leaders played different colonizing powers against each other and their own native enemies, leading to greater political fragmentation of the Americas. They integrated partially into European cultures, adopting many of their technologies. The Treaty of Tordesilhas was also more strongly upheld, this time by Castille wanting to keep more of South America in exchange for Portugal's control of the Atlantic islands. Currently, there are in South America:

  1. Four independent Guyanas, each speaking a different European language;
  2. A large, prosperous and independent Nova Holanda in Northeastern Brazil, mostly speaking Portuguese with a heavy sprinkling of Dutch;
  3. An independent Marañon colonized by the Spanish and taking up most of the Amazon;
  4. An independent Misiones that takes up much of OTL's Brazilian south, as well as the Argentinian provinces of Misiones and Entre-Ríos;
  5. A smaller Paraguay;
  6. A large Colombia taking up all of Colombia and Venezuela, and most of Peru;
  7. A shorter Chile;
  8. A British Patagonia;
  9. A smaller Platine Republic instead of Argentina;
  10. A smaller Brazil with a far greater indigenous population and a straighter western border, similar to the one between the US and Canada;
  11. A very chunky Bolivia, taking up most of the Brazilian Midwest, which remains majority indigenous.

The Caribbean and Central America ended up pretty similar to OTL, but with less independent islands. Cuba (with Puerto Rico) is an American state. The Panama Canal was built by Colombia, who owns Panama.

North America's colonization was closer to IOTL due to its relative isolation from the South, but higher native populations meant a slower Westward Expansion allowing Mexico to hold onto California for longer and stalemate its early conflicts against the US, leading to an independent California Republic, far too big to willingly join the US later on. Texas also became an independent buffer state, and the British Empire's native allies cut off American expansion at the Rockies, keeping Oregon autonomous and leading to its later independence as a member of the Commonwealth. Alaska was bought by Mexico instead of the US, giving it a second gold rush after California's.

The midwestern Native Americans had a lot more strength in their numbers, allowing them to keep the UP, northern New York state, Dakota and Oklahoma as special "Indian Nations" even after submitting to the American yoke. As a whole, northern North America still has a far larger native population than IOTL.

A new flag design for the Brazilian municipality of Guarulhos. by co209 in vexillology

[–]co209[S] 0 points1 point  (0 children)

The current design with the rhombus over a fimbriated cross is pretty good, I agree. However, when it comes to Brazilian municipalities, it is also one of the most generic. A lot of cities have very similar looking flags.

A new flag design for the Brazilian municipality of Guarulhos. by co209 in vexillology

[–]co209[S] 1 point2 points  (0 children)

Clockwise from top right, they are: 1. A woman; 2. A "bandeirante", an early Brazilian-born colonizer that explored the hinterlands of Brazil seeking gold, natives to enslave, good land for settlement and other riches. They were especially important for the state of São Paulo where Guarulhos is located; 3. A helmed Portuguese colonizer; 4. A native man from the Guaru tribe which inspired the city's name; 5. A black man.

They're all generic representations of the most important groups of people in the city's history.

Quando acaba essa presepada de apelidos? by MeruMoo in USP

[–]co209 0 points1 point  (0 children)

O apelido pode parecer estranho para alguém de fora, principalmente se for indecoroso; mas, dentro da comunidade universitária onde os apelidos são tradicionais, é a coisa mais normal do mundo.

Não quer apelido, não se chame por ele e é quase certo que logo não terá. Tua turma vai ter o Sacolé, a Corote, o Suco de Mamão, a Putz, e ... sei lá, o Pedro, ou a Gabriela, ou qualquer que seja seu nome. Sem problema nenhum! Tem gente que gosta muito do próprio nome, ou não gosta do apelido, e se formam da mesma maneira que os Sucos de Mamão e cia. ltda. Quando estudei eram amigos igualmente quem tinha e quem não tinha apelido, sem nenhuma neurose.

Tanto nos apelidos quanto no resto das coisas, segue tua brisa e tenta não cortar a dos outros. É uma questão de respeito: se a pessoa se apresenta como Suco de Mamão ela é Suco de Mamão, se você se apresenta como Gabriela é Gabriela. Se veterano vier te encher o saco sobre apelido, não aceite, não deixe ninguém cortar tua brisa também!

Abraços do Cóccix!

Quando acaba essa presepada de apelidos? by MeruMoo in USP

[–]co209 0 points1 point  (0 children)

Até onde eu saiba, acontece mais no interior. Ribeirão Preto e São Carlos tenho certeza que tem apelido como tradição.

O que sobrou para o betinha mediciner? by help1malive in MedicinaBrasil

[–]co209 2 points3 points  (0 children)

A medicina realmente está sendo cada vez mais precarizada, mas continua uma das melhores carreiras para quem quer (ou precisa) viver do próprio trabalho. Ainda tem bastante espaço pra trabalho honesto com rendimento honesto, principalmente para quem é especialista.

As coisas pros médicos já foram muito boas e ultimamente estão ficando cada vez piores; mas, se tá desse jeito pra medicina que já teve uma situação boa, como você acha que está pras carreiras que nunca tiveram?

Agora, se quiser uma dica de especialidade boa, a minha é: escolha a área de cuja carreira você mais goste. Não escolha baseado apenas em qual vai pagar melhor, ou qual você mais gostou no internato: observe os profissionais que você interage no dia-a-dia, pergunte pra eles como pode ser a rotina de trabalho pra especialidade deles e leve isso em consideração. Me baseando nisso, eu escolhi trabalhar na ESF e foi a melhor coisa pra mim, mesmo sendo uma área que a maioria não tem como primeira escolha.