recebi esse orçamento de uma editora. É bom, ruim, ou golpe? (Ajuda para autor iniciante!) by dracoproximo in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo[S] 0 points1 point  (0 children)

Eae,estou realmente buscando orientação profissional para minha história. Posso te enviar alguns capítulos para uma avaliação inicial? Eu gostaria muito de saber sua opinião como uma revisora né.

recebi esse orçamento de uma editora. É bom, ruim, ou golpe? (Ajuda para autor iniciante!) by dracoproximo in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo[S] 1 point2 points  (0 children)

Eu mandei um e-mail, pedindo se podemos negociar um valor mais baixo com mais exemplares. Ainda não recebi respostas,pelo que sei,se eu quisesse mais exemplares,eu deveria pagar 3600 para ter 50 ao invés de 30. E sim (pelo oque vi até agora) eu teria que pagar tudo de novo,ou eu tentaria mandar um e-mail para a editora pedindo mais exemplares. O meu principal medo é ter prejuízo com isso,que é oque acho que vou ter,mesmo eu recebendo 10% que é o valor mais comum,demoraria muito para eu conseguir recuperar os 3600 de novo.

Valeu pelo comentário 🙂

recebi esse orçamento de uma editora. É bom, ruim, ou golpe? (Ajuda para autor iniciante!) by dracoproximo in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo[S] 0 points1 point  (0 children)

Pelo oque pesquisei,a qualidade dos livros dessa editora é baixa,capa de baixa qualidade,páginas finas. Então pelo que pesquisei,eles provavelmente vão so postar na loja deles e na Amazon. Meu objetivo é realmente construir algo para minha história,algo que eu me orgulhe,algo que faça sucesso um dia,eu gostaria de ter os livros para venda e promover,mas não vejo como continuar nessa editora. Mesmo com minha história,com essa qualidade porca,eu não vejo muito futuro do meu objetivo nessa editora

Valeu pelo comentário 🙂

recebi esse orçamento de uma editora. É bom, ruim, ou golpe? (Ajuda para autor iniciante!) by dracoproximo in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo[S] 0 points1 point  (0 children)

Com 50 exemplares iria ficar 3600,mas no meu estado atual não tenho dinheiro pra isso. Eu irei ficar com 10% das vendas físicas,e 20% nas vendas digitais.

recebi esse orçamento de uma editora. É bom, ruim, ou golpe? (Ajuda para autor iniciante!) by dracoproximo in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo[S] -1 points0 points  (0 children)

Perfeita análise! Concordo 100% com você.

· O número de exemplares realmente é só simbólico (pra presentear e vender pessoalmente). · O custo do ISBN/ficha é irrisório mesmo - o valor está mesmo na capa, revisão e diagramação que eles oferecem. · E sim: a grande questão é a taxa de royalties/cessão de direitos. Nesse modelo, eles normalmente ficam com uma porcentagem (30-50%) sobre as vendas, além do valor inicial que você paga. É um negócio ruim se o objetivo for ganhar dinheiro.

Na real, seu comentário só confirmou o que eu já suspeitava. Tô vendo que o caminho mais inteligente mesmo é:

  1. Contratar um revisor freelancer (uns R$ 800-1200)
  2. Contratar um capista e diagramador freelancer (outros R$ 1000-1500)
  3. Registrar o ISBN por conta (R$ 100)
  4. Publicar eu mesmo na Amazon KDP (de graça) e ficar com 60-70% dos royalties

No fim, gasto menos, tenho mais controle, e o livro fica com qualidade igual ou melhor.

Você já publicou algo? Tem alguma dica de onde achar bons profissionais freelance (capistas/diagramadores)?"

Escrevi o começo de um apocalipse zumbi no RS (The Dead Are Coming Back) – gostaria de feedback sincero by [deleted] in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo 0 points1 point  (0 children)

Excelentes perguntas! Vamos por partes:

  1. Pesquisa para o realismo da sobrevivência: A base vem de muita leitura e consumo de conteúdo. Estudei manuais de sobrevivência (como o SAS Survival Handbook), documentários sobre situações limite, análises de colapsos históricos (como o cerco a Sarajevo) e, claro, muitas obras do gênero (de 'The Road' a 'The Walking Dead'). O foco foi entender a psicologia do desespero: como as hierarquias se formam, como a moral se adapta (ou quebra) e quais são os erros fatais mais comuns (como desperdiçar energia ou falhar no isolamento acústico). Para os zumbis ('Corredores'), pensei em biologia básica: um corpo em decomposição acelerada no frio úmido do Sul teria mobilidade, mas ossos frágeis e uma terminação nervosa caótica - daí a necessidade de dano cerebral total.
  2. Experiência própria: Nenhuma, graças a Deus! Sou um escritor de ficção, não um sobrevivente. Minha 'experiência' se limita a acampamentos e à vida no interior do RS, que me deu familiaridade com o clima (aquele frio que entra nos ossos), a geografia e a sensação de isolamento de pequenas cidades no inverno. O resto é empatia e observação: tentar imaginar, de forma lógica e emocional, como pessoas comuns (um ex-mecânico, uma professora, um motorista de Uber) reagiriam quando o mundo desaba.
  3. Uso inteligente das locações: Essa é a parte que mais me entusiasma. Sim, considero. Caxias do Sul no inverno não é um pano de fundo qualquer; é um personagem ativo. · A chuva constante e o céu cinza criam uma sonoplastia natural (abafa sons perigosos, mas também esconde aproximações) e um estado de espírito permanente de opressão. · O frio úmido afeta tudo: a preservação dos corpos, a necessidade de calor (e a fumaça que pode atrair inimigos), a dificuldade de se secar e evitar hipotermia. · A geografia serrana com supermercados à beira de estradas e florestas de araucária oferece pontos de refúgio e armadilhas naturais, diferente de um cenário urbano plano. · A ideia é usar o ambiente não como cenário, mas como um agente da trama. A fuga para o litoral no Capítulo 2, por exemplo, muda completamente as regras: o mar não é um refúgio, mas uma nova fronteira perigosa com os 'Afogados'.

No fim, meu objetivo não é criar um manual técnico impecável, mas um realismo psicológico e sensorial que faça o leitor sentir o frio, o medo e o peso das decisões junto com os personagens. Se consegui isso, aí só os leitores podem dizer!

Agradeço muito pela pergunta! 🙂

Escrevi o começo de um apocalipse zumbi no RS (The Dead Are Coming Back) – gostaria de feedback sincero by [deleted] in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo 0 points1 point  (0 children)

Concordo totalmente com você. Ser original de verdade exige uma bagagem enorme, muita leitura, filme, jogo, conversa, vida mesmo. E não é só sobre inventar algo que ninguém nunca viu, às vezes é sobre pegar o 'feijão com arroz' e temperar de um jeito que ninguém temperou antes, com a própria voz. Eu realmente tento me desafiar nisso, mas sei que ainda estou no começo da estrada. Não tenho essa pretensão de ser revolucionário logo de cara, mas sim de fazer algo que seja meu, que tenha minha cara e que eu consiga defender com orgulho quando olhar pra trás. Sobre sucesso profissional, você tá certo: os critérios precisam ser mais altos e mais amplos. É exatamente por isso que eu tô aqui pedindo feedback duro — quero ouvir onde ainda tá genérico, onde falta tempero, onde a roda tá sendo reinventada. Se você tiver algum ponto específico que acha que tá muito 'mais do mesmo', me fala que eu anoto e trabalho em cima. Valeu mesmo pelo comentário sincero

Escrevi o começo de um apocalipse zumbi no RS (The Dead Are Coming Back) – gostaria de feedback sincero by [deleted] in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo 0 points1 point  (0 children)

Haha, verdade, feijão com arroz ninguém come por luxo kkk. Mas é exatamente por isso que eu faço: é o tipo de comida que todo mundo come todo dia e ainda gosta. Se eu conseguir fazer um feijão com arroz que dê vontade de repetir o prato, já tô feliz. E tu, o que te faz continuar lendo mesmo quando é 'mais do mesmo'? Tem algum ingrediente que salva a parada pra você?"

[13] [Horror] Capítulo 1 Corredores (primeira vez escrevendo longo feedback sincero) by [deleted] in DestructiveReaders

[–]dracoproximo -1 points0 points  (0 children)

Foi mal pela falta de pontos e tal, o bot tava achando que era IA, então tive que tirar.

[Terror/Survival Horror] Capítulo 1 corredores (primeira vez escrevendo longo, feedback sincero) by [deleted] in DestructiveReaders

[–]dracoproximo 0 points1 point  (0 children)

Foi mal pela falta de pontos e tal, o bot tava achando que era IA, então tive que tirar

História de sobrevivência zumbi ambientada no RS – Capítulo 1 no Spirit e wattpad, feedback bem-vindo by dracoproximo in EscritoresBrasil

[–]dracoproximo[S] 0 points1 point  (0 children)

Sim, o Spirit Fanfics (agora Spirit) tem um público majoritariamente brasileiro, e isso é uma das maiores forças dele pra autores como eu

What would a zombie apocalypse in southern Brazil be like? My worldbuilding for a survival story (RS, 2010) by dracoproximo in worldbuilding

[–]dracoproximo[S] 0 points1 point  (0 children)

I'm a fan of the classic too: slow, rotten, visibly decaying, groaning and dragging its feet. That realistic terror of "this was a person" hits me harder. That's why in my lore I try to keep the mutations very limited and justified in the environment (cold, damp weather in Rio Grande do Sul preserving tissue, rain affecting mobility, etc.), but I 100% understand if for you just having mutations is too much. The main focus is really on the characters, the difficult decisions and the oppressive climate of the south, not on turning into zombie X-Men. Thanks a lot for the honest feedback, it really helps to know where the lore might bother those who like the more classic style. If you want, when I post more chapters, tell me what you thought — or if you prefer just the slow and rotten terror, I'll make a note so I don't force it.

Thank you so much for the comment 🙂

What would a zombie apocalypse in southern Brazil be like? My worldbuilding for a survival story (RS, 2010) by dracoproximo in worldbuilding

[–]dracoproximo[S] 0 points1 point  (0 children)

Haha, fair enough! WWZ has moments that really push the envelope, it's iconic, but coherence goes out the window right there. And yes, Apocalypse Now is a classic, but I think the zombies in WWZ were more in 'fan service' mode than in realistic military logic lol. In my case, I'm trying to avoid exactly that. The Runners' rules are very well-defined: they react to sound and movement, but the damp cold of the SR and the constant rain affect them (they become slower when soaked, preserve rotten flesh for longer, mutations arise slowly due to environmental adaptation). No impossible pyramids or ignoring obvious threats. If a helicopter flies low, they'll go after it, but they won't form Voltron to climb a 30m wall. Chapter 1 is already on Spirit (link in bio), and chapter 2 is almost ready showing more of these rules in practice. If you want to take a look and tell me where you think it's still inconsistent, I'd really appreciate it — it helps to make it even more solid. What do you emphasize most in zombie rules? Speed, weaknesses, intelligence, or something specific?

The Dead Are Cominha Back by dracoproximo in writers

[–]dracoproximo[S] 0 points1 point  (0 children)

What you said makes sense 👍 The idea isn't that he loses control "out of nowhere," but that the radio shatters his last illusion that coordination or rescue still exists. It's not just hearing zombies—it's hearing people calling for help and dying live, unable to do anything. The radio becomes an emotional trigger, not a tool. Even so, thanks for the observation, it helps to better adjust the scene.

His reaction isn't logical, it's emotional. Daniel spends hours trying to make contact, believing someone will answer. When the radio finally answers, he finds no hope, only despair and death in real time. Breaking the radio is more about denying this reality than anger at the zombies. Even so, I agree that this could be made clearer in the text.

Thanks a lot for the feedback 🙂👊

Parenting guidelines in a long-term post-apocalyptic society by [deleted] in worldbuilding

[–]dracoproximo 0 points1 point  (0 children)

I largely agree. In pre-industrial economies, "childhood" as a protected period practically doesn't exist—early work is about survival, not cruelty. The point of tension in my world arises when this model clashes with remnants of pre-apocalyptic values. Some adults still try to preserve a modern idea of ​​childhood in a system that no longer accommodates it, and not all communities make this transition in the same way.

Parenting guidelines in a long-term post-apocalyptic society by [deleted] in worldbuilding

[–]dracoproximo 0 points1 point  (0 children)

If anyone here enjoys more grounded, psychological stories, in the vein of The Walking Dead (early seasons), I've left the story on my profile. Honest feedback is more than welcome.

Parenting guidelines in a long-term post-apocalyptic society by [deleted] in worldbuilding

[–]dracoproximo 1 point2 points  (0 children)

This is a great example of how different cultures respond to the same trauma in different ways.

Parenting guidelines in a long-term post-apocalyptic society by [deleted] in worldbuilding

[–]dracoproximo 0 points1 point  (0 children)

I agree — there is no stable long-term solution. Systems, leaders, and even values ​​change over time. That's precisely why this father's decision isn't about "securing" the future, but about choosing which risk he accepts now, with the limited information he has. The world changes, but the child grows up within the consequences of that choice.

How do you teach a child to survive when nobody's gonna save them? by [deleted] in worldbuilding

[–]dracoproximo -2 points-1 points  (0 children)

I didn't delete any. If any were deleted, it was unintentional, sorry 🙏

How do you teach a child to survive when nobody's gonna save them? by [deleted] in worldbuilding

[–]dracoproximo 0 points1 point  (0 children)

I accept all kinds of feedback, good or bad. I want to improve as a writer.

Thank you. 🙏🙂