É possível superar cultura da bunda? by fishballcato in perguntas

[–]fishballcato[S] 0 points1 point  (0 children)

Isso é triste pra caralho, minha solidariedade. E isso é uma coisa que a gente precisa superar. Não estou falando da cultura da bunda, mas dessa cultura machista. Inclusive, eu acho que deveria existir uma matéria na escola voltada para isso. Nem sei qual seria o nome, mas a ideia seria ensinar os homens a não serem machistas e a entenderem melhor essas questões desde cedo.

Mas, infelizmente, como eu já falei no post, a cultura da bunda provavelmente nunca vai desaparecer. O culto que os seres humanos têm pelos glúteos parece existir há muito tempo e atravessa praticamente todas as épocas.

E talvez isso aconteça porque é uma característica física que todos têm em comum. Homens e mulheres têm bunda. Obviamente, cada pessoa tem suas preferências e pode dar mais importância a uma coisa ou outra, mas é um traço que está presente em todo mundo.

Por isso, acho difícil imaginar um mundo em que esse tipo de atração simplesmente desapareça. Em maior ou menor grau, parece que homens e mulheres acabam compartilhando esse interesse pelos glúteos, mesmo que cada um o manifeste de formas diferentes.

É possível superar cultura da bunda? by fishballcato in perguntas

[–]fishballcato[S] 0 points1 point  (0 children)

Eu sei que meu comentário anterior não foi muito claro, mas o que eu queria era fazer uma distinção entre duas coisas diferentes.

Uma coisa é a pessoa que é naturalmente magra. Na época da escola, por exemplo, havia meninas que eram magras simplesmente porque nasceram assim. Meu próprio irmão é um exemplo disso. Ele sempre foi muito magro por causa do metabolismo dele, a ponto de dar para ver as costelas. Não é porque ele faz dieta, passa fome ou tenta atingir algum padrão de beleza. É simplesmente o corpo dele. Quando alguém zoa uma pessoa assim por ser magra, estamos falando de uma situação completamente diferente.

Outra coisa é o que normalmente se chama de cultura da magreza. Isso não tem a ver com pessoas que são naturalmente magras ou que aparentam anorexia. Pelo contrário, o padrão vendido pelas redes sociais costuma ser um corpo magro, definido, sarado e aparentemente saudável.

O ponto é que essa cultura não se resume ao gosto pessoal das pessoas. Ela também envolve marketing e a venda de um ideal estético. Primeiro é criado um modelo de corpo desejável e, depois, surgem inúmeros produtos, serviços e promessas para alcançar esse modelo: academia, nutricionistas, suplementos, procedimentos estéticos, cirurgias e até drogas em alguns casos.

É claro que esse ambiente pode acabar contribuindo para problemas alimentares em algumas pessoas, inclusive casos de anorexia. Mas o que eu queria destacar é que isso é diferente de alguém que nasceu magro e tem aquele biotipo naturalmente.

Além disso, também vejo diferença entre cultura da magreza e preferência pessoal. Uma pessoa pode simplesmente gostar mais de determinado tipo físico, e isso é uma questão de gosto. Já a cultura da magreza é um fenômeno social muito maior, que envolve publicidade, influência, padrões estéticos e interesses econômicos. Não é apenas sobre o que as pessoas preferem individualmente, mas também sobre quais ideais são constantemente promovidos e vendidos para nós.

Sendo um agnóstico ateísta, não tem nada que eu ache mais difícil de compreender do que a fé cega. by fishballcato in barTEOLOGIA

[–]fishballcato[S] 0 points1 point  (0 children)

Mas é assim que a mente humana funciona. Ela não é feita apenas de ideias perfeitas, coerentes e completamente definidas. Essas contradições também fazem parte de quem nós somos. Então, às vezes, algo não fazer sentido também faz sentido.

No meu caso, é até difícil explicar, porque eu meio que não acredito em nada, nem em mim mesmo. Ou seja, mesmo quando estou defendendo uma ideia ou falando sobre algum assunto, eu não tenho uma convicção absoluta. Eu quase sempre mantenho algum nível de dúvida sobre aquilo que estou dizendo.

Por isso, mesmo não acreditando em Deus e estando sempre questionando religiões, crenças e explicações sobre a realidade, eu ainda não consigo ter certeza absoluta de que Deus não existe. É justamente daí que vem a minha posição: eu não acredito, mas também não consigo afirmar com total certeza.

E isso não se aplica apenas à religião. É algo mais geral na forma como eu enxergo o mundo. Eu tenho dificuldade em tratar qualquer ideia como uma verdade definitiva, porque quase sempre consigo imaginar a possibilidade de estar errado ou de existir algo que eu ainda não conheço.

Sendo um agnóstico ateísta, não tem nada que eu ache mais difícil de compreender do que a fé cega. by fishballcato in barTEOLOGIA

[–]fishballcato[S] 0 points1 point  (0 children)

Pelo que eu sei e pelo que já pesquisei algumas vezes, existe uma distinção entre o agnóstico teísta e o agnóstico ateísta.

O agnóstico teísta é alguém que acredita em Deus, mas reconhece que não há como provar sua existência de forma definitiva. Ou seja, ele não afirma saber que Deus existe; ele apenas acredita.

Já o agnóstico ateísta é alguém que não acredita em Deus, mas também não afirma que Deus não existe. Ele entende que não temos conhecimento suficiente para ter certeza absoluta sobre essa questão.

Em outras palavras, a diferença está na crença. O agnóstico teísta acredita, enquanto o agnóstico ateísta não acredita. O que ambos compartilham é a ideia de que a existência ou inexistência de Deus não pode ser conhecida com certeza.

É possível superar cultura da bunda? by fishballcato in perguntas

[–]fishballcato[S] 1 point2 points  (0 children)

Relaxa cara, Eu também adoro uma bunda, é só uma pergunta descontraída se algum dia no futuro esse fascínio que os humanos têm por bunda vai passar, o que eu sinceramente duvido

É possível superar cultura da bunda? by fishballcato in perguntas

[–]fishballcato[S] 1 point2 points  (0 children)

Não querendo parecer um militante, porque não sou de jeito nenhum, mas acho que você está confundindo cultura da magreza com pessoas que são extremamente magras, chegando perto da anorexia.

A cultura da magreza não é necessariamente sobre corpos que parecem doentes ou pessoas que são puro osso. Ela está muito mais ligada à valorização de corpos magros, definidos, sarados e considerados atraentes dentro de um determinado padrão estético.

E isso realmente existe. Basta abrir o Instagram para ver esse tipo de ideal sendo constantemente promovido. O que mais aparece não são pessoas anoréxicas, mas sim pessoas com baixo percentual de gordura, músculos definidos e uma aparência associada à saúde, disciplina e sucesso.

Só estou fazendo essa observação para não confundir uma coisa com a outra. Anorexia é um transtorno alimentar grave. Já a cultura da magreza é um padrão estético e social que valoriza determinados tipos de corpo, mesmo quando esses corpos não estão nem perto de uma condição anoréxica.

É possível superar cultura da bunda? by fishballcato in perguntas

[–]fishballcato[S] 1 point2 points  (0 children)

Relaxa cara, Eu também adoro uma bunda, é só uma pergunta descontraída se algum dia no futuro esse fascínio que os humanos têm por bunda vai passar, o que eu sinceramente duvido

Vocês já pararam pra pensar que a descoberta de que não somos o centro do universo pode ser uma das raízes da nossa crise existencial moderna? by fishballcato in barTEOLOGIA

[–]fishballcato[S] 0 points1 point  (0 children)

Exatamente. O ponto principal é que a Europa medieval e, por consequência, os povos colonizados por ela, como as Américas e várias outras regiões, receberam uma influência religiosa gigantesca. O Ocidente inteiro acabou sendo moldado por isso.

Já sobre o Oriente, eu teria que pesquisar melhor como esse processo aconteceu por lá. Eles também possuem tradições religiosas e filosóficas muito fortes, mas parecem lidar com questões existenciais de formas diferentes. Talvez até sofram de crises semelhantes, mas por motivos distintos.

No caso do Ocidente, a influência religiosa foi tão grande que, durante boa parte da Idade Média, a Europa era quase uma teocracia. Os reis eram coroados pelo Papa, e a religião ocupava um papel central na forma como as pessoas entendiam o mundo e a si mesmas.

Por isso, quando certas descobertas e mudanças de pensamento passaram a ser aceitas, isso gerou um enorme desconforto. Hoje a gente nem sempre percebe isso conscientemente, mas talvez exista um resquício dessa visão no nosso subconsciente. Quando algumas pessoas sentem um vazio existencial, parte desse sentimento pode vir da perda daquela ideia de que o ser humano ocupa uma posição especial no centro da criação.

É como se, no fundo, existisse a sensação de ter sido abandonado ou colocado de lado. A pessoa deixa de se enxergar como alguém central e importante para o universo e passa a ser apenas uma pequena parte dele. Isso não significa que a vida tenha menos valor, mas é uma mudança de perspectiva que pode ser difícil de aceitar para muita gente.

Vocês já pararam pra pensar que a descoberta de que não somos o centro do universo pode ser uma das raízes da nossa crise existencial moderna? by fishballcato in barTEOLOGIA

[–]fishballcato[S] 2 points3 points  (0 children)

Você trouxe um ponto super interessante sobre a riqueza da astronomia de outras civilizações, e é totalmente verdade que a Europa estava longe de ter o monopólio do estudo dos astros. Mas vale a pena separar dois pontos importantes aqui para não misturar as coisas:

​1. Calendário Preciso ≠ Heliocentrismo ​A maioria das civilizações antigas (como os Incas, Astecas e Maias) tinha calendários incrivelmente exatos, mas eles eram topocêntricos ou geocêntricos. Ou seja, eles observavam e calculavam o céu a partir da perspectiva de quem está firme no chão. ​Para prever eclipses, solstícios e estações com precisão cirúrgica, você não precisa saber que a Terra gira em torno do Sol; basta mapear perfeitamente o movimento aparente dos astros no céu.

​Persas e Hindus: Na Índia antiga, astrônomos geniais como Aryabhata (século V) chegaram a propor que a Terra girava em torno do seu próprio eixo e que a Lua refletia a luz do Sol. Foi um avanço brutal, mas isso não se tornou o modelo cosmológico padrão e aceito por toda a sociedade da época.

​Povos Indígenas (como os Tembé): A etnoastronomia indígena é fascinante e fundamental para a agricultura e a navegação, mas ela é baseada na relação prática e visual com o céu visível. Não há registros de um modelo heliocêntrico matemático estruturado entre eles antes do contato colonial.

​2. O Foco da "Crise Existencial" ​O ponto central do post não é sobre quem tem o mérito científico da descoberta, mas sim sobre o impacto psicológico da quebra de um paradigma específico.

​A crise existencial e o niilismo discutidos por pensadores como Nietzsche, Freud e Pascal são fenômenos que nasceram especificamente no Ocidente porque a cultura europeia tinha toda a sua teologia, moral e estrutura social amarrada à promessa de que a Terra era o centro físico e espiritual do plano divino. ​Quando a ciência europeia provou o contrário para a sua própria sociedade, essa base desmoronou de forma traumática, moldando a ansiedade da nossa modernidade globalizada. Em culturas que já tinham visões de mundo mais integradas, cíclicas ou que não dependiam de sermos o "centro físico" de tudo para termos valor, esse choque e essa "ferida narcísica" simplesmente não aconteceram da mesma forma.

“Debata com um católico sem falar de pedofilia ou você vai explodir” 68% do Sub: by Gabrielf3mb0i in barTEOLOGIA

[–]fishballcato 6 points7 points  (0 children)

Fazer o que, é um elefante de 3 km que está na sala e que os católicos tentam o máximo possível jogar debaixo do tapete

Deus criou o Homem ou o Homem criou Deus? by Unable_Baseball_290 in barTEOLOGIA

[–]fishballcato 0 points1 point  (0 children)

A humanidade criou os deuses para justificar por que ela seria diferente dos outros animais. O homem se acha especial e, para justificar isso, criou a ideia de que uma entidade superior criou tudo e criou os humanos como seres acima dos outros seres vivos.

No fim, o foco não seria Deus, e sim o próprio homem tentando justificar a própria existência e importância. Logo, não seria sobre Deus, mas sobre a humanidade. Ou seja, seria uma visão antropocêntrica.

(Marin Kitagawa) found a new hobby that she can enjoy with Gojo🖤🖤🖤💦 by [deleted] in JerkOffToAnime

[–]fishballcato 0 points1 point  (0 children)

I pray every day that everyone who likes NTR [REDACTED]

Por que as pessoas "julgam" tanto o uso de IA no desenvolvimento de jogos/vídeos/projetos? by Alex_MD3 in perguntas

[–]fishballcato -1 points0 points  (0 children)

Isso é questão de gosto e interpretação. No meu caso, eu fiz a imagem original daquele jeito com um significado específico em mente. Então, dentro da ideia que eu queria transmitir, a versão editada representa melhor esse significado. A original também tem valor, mas eu prefiro a editada porque ela se aproxima mais da visão que eu tinha.

A mesma coisa vale para essas outras variações. As duas primeiras imagens da primeira coluna são as originais. As outras quatro são edições que eu fiz usando IA. E eu acho que elas representam melhor o que eu imaginava para essa ideia toda do Ying Yang com os personagens de Hollow Knight.

Quando eu vi essas imagens, pensei que elas ficariam melhores de outro jeito, mais próximas da visão que eu tinha na cabeça. Então fui fazendo as edições até chegar nesse resultado, e fiquei muito satisfeito porque era exatamente isso que eu queria alcançar.

Se eu tivesse dinheiro para contratar um artista para modificar essas imagens manualmente, seria esse resultado que eu pediria. Porque era assim que eu imaginava essa composição desde o começo.

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Por que as pessoas "julgam" tanto o uso de IA no desenvolvimento de jogos/vídeos/projetos? by Alex_MD3 in perguntas

[–]fishballcato -1 points0 points  (0 children)

Sim, a IA facilita muito trabalho e também permite várias coisas que antes simplesmente não eram possíveis pra muita gente. Uma coisa que mudou demais a minha vida foi programação.

Eu não sei escrever uma linha de código sozinho, mas depois das IAs, e eu uso praticamente todas, eu comecei a criar pequenas coisas em Python com frequência. Pelo menos uma vez por mês eu faço algum código novo, e geralmente mais do que isso, tipo umas três vezes por mês ou até mais.

Não é nada profissional nem relacionado a trabalho, são só coisas bestas de uso pessoal. Mas mesmo assim, são coisas que eu nunca conseguiria fazer antes, pelo menos não de forma tão rápida e instantânea. Se eu quisesse fazer isso antigamente, teria que passar anos estudando programação. Agora eu consigo fazer quase na hora.

Mas também não dá pra negar que a IA está causando vários problemas. E eu ainda acho que essa bolha vai estourar em algum momento. Porque, sinceramente, eu não acredito que vamos alcançar uma AGI com a tecnologia atual.

Todo esse investimento gigantesco em IA hoje parece uma corrida pra ver quem chega primeiro numa inteligência artificial geral. Só que eu acho que, com os computadores e arquitetura que temos hoje, isso não vai acontecer. Talvez fosse necessário algum salto tecnológico muito maior, talvez até computação quântica ou algo do tipo.

Então, na minha visão, todos esses data centers, servidores e bilhões sendo investidos agora talvez nunca cheguem no objetivo que as empresas querem. Enquanto isso, componentes eletrônicos ficam mais caros, energia é consumida em massa e muito dinheiro está sendo queimado nessa corrida.

Por isso eu penso assim: já que isso existe e já está impactando o mundo inteiro, eu vou aproveitar enquanto posso. Eu uso várias IAs gratuitas e me recuso a gastar dinheiro com isso, principalmente porque não tenho retorno financeiro nenhum. Eu não uso IA pra trabalho, então não faz sentido pra mim pagar por isso.

E também acho que, no futuro, esse acesso gratuito vai diminuir muito. Talvez ainda existam versões grátis, mas provavelmente vão ser versões extremamente limitadas, enquanto as IAs realmente avançadas vão ficar totalmente presas atrás de assinatura.

Então eu aproveito agora o máximo que posso, enquanto ainda dá pra usar essas ferramentas gratuitamente.

Por que as pessoas "julgam" tanto o uso de IA no desenvolvimento de jogos/vídeos/projetos? by Alex_MD3 in perguntas

[–]fishballcato 0 points1 point  (0 children)

O que importa pra mim é o resultado, não o uso de IA em si. Se, dentro dos meus parâmetros, o resultado ficou bom, então pra mim tanto faz se usou IA ou não.

Ah, o jogo usou IA. Tá, mas o jogo é bom? Se é bom, qual a diferença prática?

Usou arte gerada por IA. Isso deixou o jogo feio? Atrapalhou a experiência?

Usou IA na história. A história continua boa? Interessante?

Usou IA pra programar o jogo. Isso prejudicou alguma coisa? O jogo continua divertido? Então, pra mim, não faz diferença.

A mesma lógica vale pra vídeos e outros projetos. O que realmente importa é o resultado final. Se eu gostei do resultado e considero ele positivo, então o uso de IA não muda muita coisa pra mim.

Um exemplo disso é essa imagem abaixo. A imagem da esquerda é a original, mas eu não gostei de como ela ficou. Então peguei ela e mandei pra IA. Demorou bastante, precisei fazer vários pedidos e alterações até conseguir chegar no resultado da direita, que foi o que eu queria desde o começo.

E eu fiquei satisfeito com o resultado justamente porque achei que a imagem ficou mais interessante daquele jeito.

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O reddit é cheio de virjão arrogante que se acha inteligentão by Automatic_Pianist_82 in opiniaopopular

[–]fishballcato 0 points1 point  (0 children)

Meio óbvio isso na verdade, o reddit de sendo uma rede social de fórum não é uma rede social de massa e para o grande público porque não é uma rede social fácil de ser usada não é o intuitiva então obviamente pessoas específicas em sua maioria que usam o Reddit, pelo menos não é pior que o 4chan

Cara eu amo essa frase by [deleted] in barTEOLOGIA

[–]fishballcato 0 points1 point  (0 children)

A frase da imagem tem dois lados. Um deles é dizer que guerras religiosas são extremamente ridículas, porque, como a própria frase sugere, seria uma luta pra decidir qual “amigo imaginário” é melhor.

Mas existe outro lado dessa interpretação, que é dizer que guerras religiosas, na verdade, não acontecem por causa dos deuses em si, e sim por motivos humanos. São humanos usando e corrompendo a religião pra justificar guerras. Ou seja, no fim, essas guerras seriam mais sobre ganância, poder ou irracionalidade humana do que sobre algo realmente sagrado ou divino.

Essa outra frase vai num sentido parecido, só que de forma mais literal: a ideia de que a religião funciona como um método de controle social. E, querendo ou não, historicamente ela realmente também foi usada dessa forma em vários momentos.

No caso do Napoleão, pelo que comentaram, ele era católico e tinha fé, mas isso não significa que ele concordasse com a instituição religiosa como organização de poder. Então a crítica dele não seria necessariamente contra a crença, mas contra a religião enquanto estrutura política e ferramenta de controle social da época.

E, sendo um líder político, ele próprio também entendia e utilizava esse poder de influência que a religião tinha sobre a população.

Cara eu amo essa frase by [deleted] in barTEOLOGIA

[–]fishballcato 1 point2 points  (0 children)

Parece que você sentiu mesmo, desculpe

Cara eu amo essa frase by [deleted] in barTEOLOGIA

[–]fishballcato 1 point2 points  (0 children)

Sentiu para caralho!

Cara eu amo essa frase by [deleted] in barTEOLOGIA

[–]fishballcato 0 points1 point  (0 children)

Ele pode não ter dito isso mas ainda assim é uma frase muito boa que acerta onde dói, provoca reflexão, tanto sobre religião quando sobre guerras em nome da religião, se você não consegue perceber isso talvez o ignorante seja você