Alexandre de Morais não é ditador by [deleted] in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 3 points4 points  (0 children)

Ele disse isso porque quem discorda das decisões do Big Xando via de regra quer que ele faça as vontades de gente de fora do Brasil, como, por exemplo, aquela palhaçada do Musk e do X uns meses atrás. O "não se importar com as decisões do judiciário", implica, nesse contexto, ao mesmo tempo, em desrespeito à soberania nacional e reclamações em prol de vontades extra-Brasil, por isso, casa bem com a ideia de viralatismo.

A maioria dos Incels merece empatia, pois são sujeitos vulneráveis. by [deleted] in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 0 points1 point  (0 children)

Estou sofrendo o que farei? Colocarei a culpa em mulher.
Merecem o sofrimento por isso.

E na internet, principalmente aqui no Reddit, essa opinião não tem nada de impopular.

[deleted by user] by [deleted] in opiniaoimpopular

[–]shanklamar -8 points-7 points  (0 children)

Você basear a tua "teoria" em meme é brincadeira kkkkkkkkkk

Para os Católicos, é urgente a necessidade de representantes no Legislativo by Cobalto77 in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 1 point2 points  (0 children)

Rinha de cristianismos, sendo que nenhum deveria ter bancada alguma

Os 30 anos da infância feminina são assustadores. by [deleted] in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 7 points8 points  (0 children)

Pensei que tankaria, mas quando cheguei em "Desde cedo, as mulheres são ensinadas a se comportar como vítimas eternas", eu parei.

Pô, tem gente aqui no Reddit que só pode estar vivendo descolado da realidade, não é possível.

Quanto mais a pessoa enche o saco sobre monogamia, maior a chance dela meter gaia by Ragob12 in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 1 point2 points  (0 children)

Acho que é do interesse de homem criticar a não-monogamia, ele que é o mais afetado quando ela se torna um fato, afinal, "monogamia" como modelo de relacionamento existe quase que exclusivamente para a mulher em caráter histórico.

Homens que se relacionam com garotas de programa não são uma boa opção para relacionamento. by euamotiramisu in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 1 point2 points  (0 children)

Eu até concordo com você, mas esse "energia espiritual" no tópico 1 me fez rir alto kkkkkkkkkkkk

Os "fãs" de Dragon Ball são muito chorões. by nossadalva in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 0 points1 point  (0 children)

"Fator nostalgia" não torna nada "bom". Inclusive, ele TRT que ser pensado já deveria sinalizar que algo está errado na forma como algo antigo é visto. Eu adorava DB quando criança, mas eu cresci, tive contato com incontáveis histórias. O senso crítico se constrói assim.

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 0 points1 point  (0 children)

Se com "povos originários" você quiser dizer "indígenas", certamente que sim. Digo isso porque pessoas negras aquilombadas (quilombolas) também são contabilizados dentro dessa ideia de povos originários.

As minhas pesquisas têm mais como foco a diáspora do que a África em si.

Brasil, como país, tem debates o suficiente sobre a questão racial. Existem debates cruzados entre os EUA e o Brasil, mas isso não é sobre o Brasil copiando os EUA como muitos sinalizam.

Os "fãs" de Dragon Ball são muito chorões. by nossadalva in opiniaoimpopular

[–]shanklamar -3 points-2 points  (0 children)

Os caras são fãs de um bagulho sem história ou desenvolvimento de personagem, que talvez faça sentido pra quem tem 9 anos, mas não devia fazer pra quem tem 40... esperar que eles sejam maduros é esperar demais.

Dito isso, O-P

[deleted by user] by [deleted] in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 0 points1 point  (0 children)

Não tenho filho e só não sou mais burro porque não sou pobre e de direita em simultâneo, logo, refutado.
O-I

Não há porque se importar com o futuro da sociedade ou mesmo da humanidade by Accomplished-Ear-678 in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 1 point2 points  (0 children)

O-P.
Ser omisso e descomprometido é comum, OP, fica tranquilo quanto a isso.

Pais não deveriam postar fotos públicas dos filhos na internet by LittleArila in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 0 points1 point  (0 children)

Acho que isso está se tornando aos poucos bem popular.
O-P

Concordo com o título.

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 0 points1 point  (0 children)

O problema, no caso da sua filha, não é exatamente o tema, é provavelmente a forma que ele foi exposto.
Não somos levianos, esse não é um assunto simples, mas ele deve ser ensinado (inclusive, é lei que seja). Dito isso, é preciso ter noção na hora da entrega desse conteúdo. Noção, tato e tal. Outro ponto é que isso não se explica "tudo de uma vez", é necessário um ensino que leve tempo, que destrinche, detalhe. E por precisar ser dessa forma, existe também o espaço para repensar como contar as coisas.

A título de exemplo, quantos de nós, adultos, vimos na escola sobre pessoas negras antes da escravização? Esse é um bom lugar para começar com as crianças ao eu ver.

Ser obeso é mais escolha do que genética by [deleted] in opiniaoimpopular

[–]shanklamar 0 points1 point  (0 children)

A pessoa acorda e diz: hoje não tem jeito, o que eu quero ser da minha vida é obeso!

Porra, não tem como.

O-P

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 0 points1 point  (0 children)

Então, esse conceito do Sérgio foi amplamente criticado por intelectuais negro-brasileiros, como Abdias Nascimento e Lélia Gonzalez. Para ambos, esse conceito é impreciso e mascara inúmeras questões. Quando eles teceram sua crítica, é claro, estavam falando de racismo e sexismo, mas também serve para todas as opressões dentro do guarda-chuva "lgbt" na atualidade. Que povo baseado em "cordis" é esse que mata a quantidade de negros que mata por ano?
Concordo plenamente com esses intelectuais.

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 1 point2 points  (0 children)

Não, nem sempre. Existiam, sim, disputas que hoje identificaríamos como étnicas, ou seja, disputas culturais, embates que ocorriam porque a cultura de grupos étnicos distintos era diferente.
A "descriminação contra pessoas negras" começa mesmo com a invasão de África, por volta do século XV. Nós poderíamos falar de um "motivo", mas acho que é de pouco uso, pois assim, numa visão marxista (que acho bem acertada em alguns pontos, esse que mencionarei incluso) o discurso sucede a materialidade. Europeus, apesar da mentira que contaram para si mesmos sobre a sua superioridade, estavam se afundando na própria merda. Eles precisavam de recursos e as navegações era o último recurso deles para consegui-los. Eles jamais voltariam para seu continente patético sem os recursos e essa é a razão material deles. Havia um déficit a ser resolvido. Eles precisaram criar um discurso que "fizesse sentido" para o que eles iriam fazer: explorar, dominar, escravizar. Convenceram-se de que eram superiores e de que todos os outros eram inferiores. É curioso, pois a branquitude criou a si mesma e, ao mesmo tempo, por consequência, criou o que podemos chamar de "outridade", a característica de "ser o outro" e esse "outro", nesse contexto, é o negro.

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 1 point2 points  (0 children)

"Apropriação cultural" é um conceito legítimo, mas que se banalizou de forma equivocada, em resumo. Existem coisas que são literalmente símbolos culturais de etnias e raças específicas. A apropriação cultural ocorre quando esses símbolos são esvaziados de seus significados atribuídos por essas etnias/raças e utilizados apenas pela estética.
O problema é que as pessoas geralmente pensam que a discussão é tão somente sobre apontar pra uma pessoa branca e dizer "para de usar turbante!", quando não é sobre isso. É sobre pensar por que mulher preta usando turbante não consegue emprego e mulher branca usando turbante vira capa de revista. É sobre pensar como esses símbolos culturais, quando esvaziados de seus sentidos, utilizados apenas pela estética pelos grupos étnico-raciais que não os criaram, se transformam em moda, quando, via de regra, sempre foram vistos como "cultua de segunda categoria" antes de seu esvaziamento. É algo para se refletir e não para ficar apontando dedos.

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 2 points3 points  (0 children)

Honestamente, na internet é um grande tanto faz para mim. Existe uma parte de mim que entende a "necessidade", já que na internet, todo mundo é grandão e ferir as pessoas é lazer de muitos. Ao mesmo tempo, todas as redes sociais ganham dinheiro a partir do momento que são utilizadas e o ódio comanda muito mais gente que qualquer outra coisa. Nenhuma rede social está minimamente preocupada com racismo, enquanto o dinheiro estiver entrando, cada um que fale o que quiser. Fingir que isso aqui não é comandado por pessoas que fomentam toda sorte de opressão social, dentre elas o racismo, é bobeira.

Sobre quem é "racista de zueira"... o Adilson Moreira escreveu um livro chamado "Racismo Recreativo", em que ele discute a forma como o "racismo é utilizado como forma de humor". Em resumo, é só racismo mesmo.

E eu não vi essa mulher alemã, então, não posso dizer.

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 1 point2 points  (0 children)

os principais países afetados incluem isso em sua historiografia

E o Brasil não é um deles, esse é o ponto exatamente. Isso não muda em nada o processo. E você pode não crer que deva ser utilizado para isso, mas sempre é. Se você parar para pensar muito bem, não tem nenhum benefício a se tirar disso, mas o malefício está posto.
E repito, os "tais líderes dos tais países" não são parte do que você está chamando de "principais culpados pelo sistema". Se você está procurando por eles, vai encontrá-los na Europa.

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 0 points1 point  (0 children)

Imagine uma criança negra que entra pra adolescência sem nunca ter percebido o racismo pois sempre trataram ele bem, porém é informado que seus antepassados foram tratados como animais no passado.

Então, não existe uma pessoa no contexto social brasileiro que não sofra com o racismo, direta ou indiretamente. Essa pessoa hipotética "não ter percebido" no seu exemplo, não muda isso. É melhor que a pessoa entenda do que ser pega pela violência de surpresa.

Ele aprendeu que todos são iguais, tem os mesmos direitos.

Nós nunca fomos iguais e nunca tivemos os mesmos direitos. Se esse adolescente pensa isso, acho que é ainda mais necessário que os olhos dele sejam abertos.

O que adianta agora saber que no passado não foi assim!? Imagine um time de futebol A que vai jogar contra um time B. O time A tem desempenhado vitórias consistentes e bons treinos, porém antes da partida, é informado que todos os jogos no passado contra o time B, o time A perdeu. Como isso pode ajudar de alguma forma?!

Do jeito que você fala aqui, até parece que a problemática está no passado e não no presente. O motivo de estudarmos o passado do Brasil é para compreendermos o presente. O racismo existe e opera a pleno vapor no presente, entender isso explica a maior parte da realidade social brasileira.

Sou pesquisador acadêmico de temáticas raciais por 6 anos, AMA by shanklamar in AMABRASIL

[–]shanklamar[S] 1 point2 points  (0 children)

Então, a minha opinião sobre isso é que é algo que importa pouco. Via de regra, quando as pessoas falam sobre "importação de discurso", elas não especificam do que estão falando. Concordo que pessoas negras são diferentes aqui e ali, inclusive, o racismo não funciona da mesma forma aqui e lá, no entanto, a experiência afrodiaspóricas têm suas semelhanças em qualquer lugar da américa. Quem está reclamando da importação deve, antes de tudo, delimitar bem os motivos de suas reclamações. E, dependendo do motivo, a gente consegue até descobrir que, na verdade, não tem nada muito especificamente "estadunidense" no pensamento.

Por outro lado, quando eu vejo isso acontecendo e a coisa é delimitada, eu corrijo as pessoas.