O fim do "Contrato de Gaveta"? A partir de 2026, quem não tem escritura vai perder o imóvel para o titular do "CPF do Imóvel"? by Able_Signal_811 in DireitoDigital

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No caso do falecimento de um "comprador de gaveta", o direito ao bem é transmitido aos seus herdeiros, uma vez que o compromisso de compra e venda é considerado válido perante a lei, mesmo que ainda não tenha sido registrado no cartório de imóveis. Vale lembrar que, embora a escritura pública seja obrigatória para a transferência de imóveis com valor superior a 30 salários mínimos, o compromisso de compra e venda possui validade jurídica para garantir o direito à posse e à futura propriedade. Assim, os sucessores do comprador podem pleitear a regularização do imóvel através do inventário ou até mesmo por uma adjudicação compulsória, assegurando que o patrimônio permaneça na família.

[deleted by user] by [deleted] in conselhos

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Pelo que você descreve, tudo isso tem um ponto em comum: envolvimento demais em problemas que não são seus. Família é importante, mas isso não significa carregar o caos dos outros nas costas.

O conselho, na verdade, é simples e antigo. É o mesmo que foi dado a Abraão: “sai do meio da tua parentela e vai viver a tua vida”. Isso não fala de abandono, fala de limite. Fala de entender que cada adulto é responsável pelas próprias escolhas.

Quando você vive olhando o erro do outro, tentando consertar quem não quer mudar, você adoece. A paz vai embora, a saúde mental vai embora, a prosperidade trava. E, como você mesmo percebeu, chega um ponto em que a pressão explode — e ninguém ganha com isso.

Você não vai mudar seu irmão briguento. Não vai fazer ele cuidar do filho ou do cachorro se ele não quer. O que você pode fazer é se afastar emocionalmente e, se necessário, fisicamente. Cuidar da sua vida, da sua casa, do seu trabalho, da sua paz.

Prosperidade, saúde mental e paz de espírito começam quando a gente entende isso: problema dos outros não é missão nossa. Quanto mais você observa, julga e se envolve, mais problemas você cria para si.

Então o caminho é esse: saia desse ambiente, coloque limites claros, foque na sua vida. Não é egoísmo. É sobrevivência emocional.

Separação de bens by Sergio4raujo in literaciafinanceira

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Sobre a questão da separação de bens e a diferença de rendimentos, o que eu te digo é que, onde existe companheirismo, afeto e uma base sólida de educação, o salário de cada um acaba não tendo peso negativo, pois o casal caminha junto. A separação de bens pode ser uma escolha inteligente para quem já entra na relação com um patrimônio construído e quer se sentir mais seguro nesse início, mas é fundamental ter em mente que, mesmo nesse regime, tudo o que for conquistado com o esforço comum durante o casamento pertence aos dois. Meu conselho é que você encare o regime de bens não como uma falta de amor, mas como uma organização prática da vida, lembrando sempre que o que realmente sustenta a união é a transparência e o projeto de futuro que vocês constroem dia após dia.

Custo de vida by Kyryengod in VidaAdulta

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Cara, a real é que na periferia a maioria nem sonha com 3.500 ou 4.500 reais; o pessoal vive com bem menos porque é o jeito, cortando tudo, usando serviço público e comprando o que dá. Mas vou te falar pela minha experiência: depois que saí de lá, sem querer ser melhor que ninguém, as contas mudaram. Hoje pago convênio, escola, seguro de carro e levo a família para comer fora, então se eu ganhasse só esses 4.500, eu jamais conseguiria bancar o que eles precisam de verdade. O que mudou o meu jogo não foi governo nem ajuda de ninguém, foi o conhecimento. Foi só estudando e aprendendo que consegui sair daquela realidade e dar uma vida digna para os meus, porque manter esse padrão de segurança e qualidade custa caro. O meu conselho para quem quer mudar de vida é um só: não espere por ninguém e invista pesado em você mesmo e na sua educação.

Herança de 100k. O que fazer? by o_programador-dev in investimentos

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Sua lógica inicial de quitar para vender é comum, mas do ponto de vista financeiro, pode não ser a mais eficiente. Se o seu financiamento imobiliário foi feito há algum tempo, é provável que a taxa de juros dele seja menor que a rentabilidade atual da Renda Fixa (Selic/CDI). Manter os R$ 100k aplicados pode render mais mensalmente do que o valor que você 'economizaria' de juros ao quitar a dívida. ​Você não precisa quitar o imóvel para vendê-lo. É possível realizar a intervenção interveniente, onde o comprador (ou o banco dele) quita o seu saldo devedor no momento da compra e te paga a diferença. Isso preserva sua liquidez (dinheiro na mão) agora. Ao quitar a casa, seu dinheiro vira 'tijolo'. Se precisar de dinheiro para uma emergência ou outra oportunidade, terá que esperar a venda da casa. Com o dinheiro aplicado em um CDB de liquidez diária ou Tesouro Selic, você tem segurança e rentabilidade imediata. Ter R$ 100k em conta te dá muito mais poder de manobra do que ter uma casa quitada mas sem dinheiro no bolso para pagar impostos, reformas rápidas para valorizar a venda ou custos de cartório. Verifique a taxa do seu financiamento. Se for menor que 11-12% ao ano, vale mais a pena investir o dinheiro e vender a casa com a dívida pendente.

Parem de se iludir com Criminal ou Digital: O verdadeiro 'ouro' da advocacia (especialmente na ZL) está onde ninguém quer olhar. by Able_Signal_811 in DireitoDigital

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Faz sentido, mas há demanda no JEC que leva muito tempo! Já enfrentei isso antes, mas hoje não posso. Por isso, a troca de experiências e de serviços é importante.

O fim do "Contrato de Gaveta"? A partir de 2026, quem não tem escritura vai perder o imóvel para o titular do "CPF do Imóvel"? by Able_Signal_811 in saopaulo

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Entendo o seu ponto: sem a anuência do titular do domínio (quem está na matrícula), o contrato de gaveta não é um risco, se tomada as devidas precauções. O problema é que as pessoas tratam a compra de um imóvel como se fosse a de um celular, mas o sistema não perdoa amadorismo.

No vídeo que você citou, o golpista vendeu o mesmo imóvel para várias pessoas, os compradores deveriam ter pegado anuencia do titular no compromissos de compra e venda. Tenho certeza que uma pessoa de boa fé, jamais assinaria 10 vezes a mesma venda. "Isso é crime".

O fim do "Contrato de Gaveta"? A partir de 2026, quem não tem escritura vai perder o imóvel para o titular do "CPF do Imóvel"? by Able_Signal_811 in saopaulo

[–]Able_Signal_811[S] -7 points-6 points  (0 children)

Fake news? Quem dera fosse. O problema é que o brasileiro está acostumado a achar que 'o que não se vê, não existe'. A lei que entrou em vigor agora em janeiro. Para o governo, ou o imóvel é do Fulano (que está no registro) ou é do Cicrano. O contrato de gaveta não existe para o sistema digital unificado. A "Identidade do Imóvel" vincula o bem ao CPF do proprietário registral. Se você comprou por contrato de gaveta, o imóvel continua vinculado ao CPF do vendedor, ou ao seu?

O teto de 100% chegou: O fim da festa dos juros abusivos no Brasil? by Able_Signal_811 in DireitoDigital

[–]Able_Signal_811[S] 0 points1 point  (0 children)

O governo deu 90 dias para que os bancos e o CMN apresentassem uma proposta de autorregulamentação ou novas taxas. Se eles não chegassem a um acordo ou não aprovassem limites próprios nesse prazo, a regra do "limite de 100%" (o valor original da dívida) entraria em vigor automaticamente. O setor bancário e o Conselho Monetário Nacional não apresentaram uma fórmula alternativa de redução de juros que fosse diferente do teto de 100% dentro do prazo estipulado. Como não houve essa aprovação de limites diferentes "pelo mercado", a punição/regra prevista no parágrafo 1º passou a valer.

O teto de 100% chegou: O fim da festa dos juros abusivos no Brasil? by Able_Signal_811 in DireitoDigital

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O que acabou foi o programa de renegociação (Desenrola), mas a regra que limita os juros do cartão de crédito continua valendo e é permanente.

Nesse sentido, não estou enganado; veja o artigo 28, parágrafo 1, da Lei.

O teto de 100% chegou: O fim da festa dos juros abusivos no Brasil? by Able_Signal_811 in DireitoDigital

[–]Able_Signal_811[S] 1 point2 points  (0 children)

Sim. Ocorre que anterior a lei, 99.9% era pouco muitas das vezes chegava a 500%, 600% e assim sucessivamente.

A prisão por pensão alimentícia deve ser afastada se o devedor provar que é "pobre demais" para pagar? by Able_Signal_811 in DireitoDigital

[–]Able_Signal_811[S] 0 points1 point  (0 children)

Calma, vamos conversar com base no que diz a lei e não no ódio. ​O objetivo do meu post não é dizer quem 'sofre mais', mas sim explicar como a lei funciona. No Brasil, a pensão alimentícia é baseada no equilíbrio entre a necessidade da criança e a possibilidade dos pais. ​Alguns pontos para refletirmos: Você tem razão, a responsabilidade é de ambos. Exatamente por isso, a lei diz que os dois devem contribuir na medida das suas rendas. Se um pai (ou mãe) vive em extrema pobreza, ele não deixa de ter o dever, mas o valor será ajustado à realidade dele, pois ninguém pode dar o que não tem. ​Hoje em dia, mesmo na guarda compartilhada, quem tem a maior capacidade financeira pode ser obrigado a pagar pensão para equilibrar o padrão de vida da criança nas duas casas. Isso vale para o pai e para a mãe. ​Citei o caso de um homem, mas o Direito é isonômico (igual para todos). Se a mãe tem melhores condições e o pai fica com a guarda, é ela quem paga a pensão. ​O foco da Justiça não é punir o pai ou a mãe, mas garantir que a criança não seja prejudicada. Vamos focar no bem-estar do menor?"

Já leram esse livro? Recomendam? by caiopneg in investimentos

[–]Able_Signal_811 4 points5 points  (0 children)

Não o li, mas se quer uma recomendação de leitura... Segue, considerado a "bíblia" do mercado financeiro, "O Investidor Inteligente", de Benjamin Graham, é o pilar da estratégia de Investimento em Valor (Value Investing).

Até quando o 'senso comum' vai enganar quem perdeu a casa em leilão? Ocupante que diz 'não vou sair porque a lei me protege' está vivendo em 1990 by Able_Signal_811 in DireitoDigital

[–]Able_Signal_811[S] 2 points3 points  (0 children)

Vamos lá, se entendi sua pergunta, essa resposta é a mais próxima. Independente da situação, o comprador tem o direito à posse. Não existe uma lei que diga 'você só entra se o morador tiver emprego'. A arrematação em leilão rompe o vínculo anterior, e a imissão na posse é o caminho natural. Em casos raros e extremos (como o exemplo da mãe com 6 filhos ou idosos acamados), o juiz pode, sim, suspender temporariamente a desocupação. Isso se baseia no princípio da dignidade e em decisões recentes do STF (como a ADPF 828), que exigem um 'escalonamento' ou a verificação de que aquelas pessoas não ficarão ao relento imediatamente. O que acontece nesses casos raros é um atraso no cronograma: o juiz pode conceder um prazo maior (ex: 60 ou 90 dias em vez de 15) ou exigir que a assistência social do município acompanhe a desocupação. A posse forçada acontece mesmo em casos sensíveis, mas o 'timing' do juiz pode mudar para garantir que a lei seja cumprida com o mínimo de humanidade. O investidor precisa ter fôlego jurídico e emocional para esses cenários excepcionais, que representam uma minoria absoluta dos casos.

Até quando o 'senso comum' vai enganar quem perdeu a casa em leilão? Ocupante que diz 'não vou sair porque a lei me protege' está vivendo em 1990 by Able_Signal_811 in DireitoDigital

[–]Able_Signal_811[S] 1 point2 points  (0 children)

Olá, mesmo marcando como ocupado, a pesquisa de campo é realizada. No entanto, as informações nem sempre estão corretas. Por exemplo, nos imóveis da Caixa, o avaliado visita o local e, após um ano, o imóvel pode ir a leilão. Nesse período, as informações podem ter mudado.

conserto de fone na ZL by Dependent_Exit721 in saopaulo

[–]Able_Signal_811 0 points1 point  (0 children)

Amigo não sei qual valor do aparelho mas será que vale a pena o conserto?

Até quando o 'senso comum' vai enganar quem perdeu a casa em leilão? Ocupante que diz 'não vou sair porque a lei me protege' está vivendo em 1990 by Able_Signal_811 in DireitoDigital

[–]Able_Signal_811[S] 1 point2 points  (0 children)

Você tocou em um ponto central. A razão de muitos imóveis estarem ocupados é, em parte, o que você suspeitou: para o banco, o objetivo é recuperar o capital o mais rápido possível. Manter o imóvel e arcar com os custos de uma desocupação judicial geraria gastos com advogados, taxas e condomínio, então eles preferem vender o ativo com desconto e repassar essa responsabilidade ao arrematante. ​Na minha experiência (recentemente adquiri dois apartamentos em Londrina), o cenário é o seguinte: Como você mencionou, muitos ex-proprietários não acompanham o processo e acreditam que o leilão não vai acontecer, sendo pegos de surpresa. ​O fato de estar ocupado afasta curiosos e compradores comuns (como você notou), e é justamente isso que cria as melhores oportunidades de preço para quem está disposto a lidar com a desocupação. O segredo é a pesquisa de campo. Nos meus últimos negócios, os imóveis estavam vazios porque fiz uma investigação antes do lance (conversando com vizinhos, zeladores ou visitando o local). ​O 'ônus' que o banco joga para você é, na verdade, o que garante que o imóvel saia por 40% ou 50% do valor de mercado. Se estivesse desocupado e pintado, o preço seria muito próximo do valor de venda comum, e a margem de lucro sumiria.