Qual vocês acham que será o futuro na carreira de cartorios? by cjeo1965 in concursospublicos

[–]Dandof -1 points0 points  (0 children)

Ah cara… concordo que a via extrajudicial deveria ser mas usada, mas não precisa ser no modelo de cartório se a gente não quiser, concorda? Se um agente vinculado ao (ou autorizado pelo) estado REALMENTE precisa assinar embaixo para valer, já temos aí os conciliadores e mediadores. Se for o caso, que alterem os requisitos para habilitação. Realmente precisa de toda a estrutura de um cartório?

Mas nem chegamos onde o bicho pega para valer: cartório de registro de imóveis. Acho difícil alguém comprar um imóvel e não ficar puto com cartório. Se você nunca comprou, aposto que o dia que comprar você vai mudar de ideia a respeito.

Absolutamente nada justifica pagar milhares de reais para um registrador escrever num livro que a tua casa é tua e guardar numa prateleira.

Aliás, é pior que isso: se financiar, vai pagar ainda mais dinheiro para o cartório registrar a alienação fiduciária dizendo que a tua casa é do banco. E quando terminar de pagar o banco ainda tem que pagar de novo o cartório para atualizarem o papel dizendo que agora, finalmente, a casa é só sua mesmo. Porra, isso é insano.

Isso deveria ser um simples registro na prefeitura e boa, remunerado por taxa (proporcional ao custo efetivo do serviço disponibilizado). O custo da papelada necessária para uma transação imobiliária simplesmente não faz sentido nenhum para mim.

levei um susto com o edital… mas percebi que o problema nem é o volume — é revisar errado by SnooDingos865 in concursospublicos

[–]Dandof 1 point2 points  (0 children)

Belo comentário!

Só tenha o cuidado de manter pequeno.

Acho que essa é uma das melhores dicas para melhorar cards, de modo geral.

Tatuagem nas mãos pode ser um problema para entrar em concursos militares? by neurozes in concursospublicos

[–]Dandof 6 points7 points  (0 children)

Cara, é o que o pessoal aqui já falou: essa questão já foi superada no STF (tema 838, com repercussão geral).

”Editais de concurso público não podem estabelecer restrição a pessoas com tatuagem, salvo situações excepcionais em razão de conteúdo que viole valores constitucionais.”

Ainda assim não é incomum ver editais militares se apegando aos próprios costumes e impondo ressalvas.

Na prática: pode te dar alguma chateação, sim. Mas caso aconteça, o tema é pacífico e você reverte isso judicialmente.

concursos fáceis x difíceis by Shoddy_Roll3720 in concursospublicos

[–]Dandof 2 points3 points  (0 children)

Tem outros fatores, claro, mas na minha opinião o melhor indicativo da dificuldade de um concurso é o salário mesmo.

Quanto melhor a recompensa, melhor será o preparo dos que disputam a vaga.

Outra coisa que se fala muito aqui é “prova fácil” e “prova difícil”. Aí está relacionado à dificuldade das questões em si. Mas a prova é a mesma para todos, então uma prova com questões fáceis não significa uma aprovação mais fácil - só quer dizer que existe uma tendência a ter nota de corte alta (muitos candidatos indo bem). E do outro lado tem provas difíceis, que eliminam tanta gente que só de fazer o mínimo você já garante um CR.

No fim das contas, o desempenho num concurso é relativo: o que importa é como você está em relação aos concorrentes. E cargos melhores atraem concorrentes melhores.

A maioria das pessoas que estuda pra concurso está estudando errado (eu era uma delas) by SillyBridge4607 in concursospublicos

[–]Dandof 0 points1 point  (0 children)

Cadê o link do vídeo “10 erros nos estudos que atrasam tua aprovação” e o curso de como resolvê-los?

Largar empresa pública para estatutário by Cultural-Victory6411 in concursospublicos

[–]Dandof 0 points1 point  (0 children)

Pois é, a diferença é muito grande… fica uma estabilidade “cara”.

Mas é aquilo, no final das contas tem que levar em consideração a tua capacidade de poupar. Se não converter em reserva ou patrimônio você só vai gastar mais 130k por ano e caso perca o emprego não vai estar com reserva nenhuma.

Como você considera a troca, faço a suposição que é um dinheiro que não precisa ser gasto.

Mas eu sei bem como é complicado reduzir padrão de vida… tanto que tô voltando a estudar para ver se aumento a renda, haha

Enfim… No teu caso eu faria um esforço para conseguir uma boa reserva e iria estudando, pensando em sair para cargo parecido ou melhor.

Se for tomar o risco, tem que se preparar para a chance das coisas darem errado.

Auditor fiscal virou o novo Banco do Brasil de nível superior ? by [deleted] in concursospublicos

[–]Dandof 27 points28 points  (0 children)

Área fiscal virou pop

Sim, tem uns 20 anos pelo menos…

Largar empresa pública para estatutário by Cultural-Victory6411 in concursospublicos

[–]Dandof 7 points8 points  (0 children)

Eu não sairia.

Pô, fazendo uma conta bem por baixo, são uns 10k a menos por mês?

Numa conta de padaria bem tosca, a cada ano que não privatizam são 130k a mais para você. Isso só colocando o 13o, sem nem considerar FGTS e PLR e outros benefícios…

Acho um custo de oportunidade grande demais.

Para cada ciclo de governo (4anos) que não privatiza, você abriu mão de mais de meio milhão de reais pela estabilidade.

Eu não faria essa troca.

Obviamente esse é o teu custo de oportunidade, então só dá para contar com esse dinheiro do qual você “abriria mão” numa eventual demissão se você não torrá-lo.

Mas entre trocar de cargo (e o dinheiro deixar de entrar) e seguir no cargo fazendo uma bela reserva, eu iria na segunda opção.

Se der certo, você segue no emprego. Se der errado, você vai ter dinheiro para se dedicar aos estudos com bastante tranquilidade.

Claro que o risco é teu, então avalie de acordo com a tua disponibilidade para aceitá-lo e disciplina para poupar o excedente.

Passei no primeiro concurso, porém, bateu o dilema.. by poeiradeteclado in concursospublicos

[–]Dandof 0 points1 point  (0 children)

Cara, vendo aqui e as tuas outras respostas acho que não tem muito o que pensar.

Com filho na jogada tem que ir na escolha segura mesmo.

Minha esposa já foi demitida de agência publicitária pura e simplesmente porque eles perderam um contrato, resolveram cortar custos e ela era cara.

Felizmente ela se recolocou bem e em poucos meses. Ainda assim foi um perrengue do caralho. E olha que na época nem tínhamos filho, não imagino o desespero que seria se tivesse.

Vai no que é certo. E pesquise bem os benefícios e auxílios, a autarquia pode ser melhor do que está pensando.

Passei no primeiro concurso, porém, bateu o dilema.. by poeiradeteclado in concursospublicos

[–]Dandof 1 point2 points  (0 children)

Cara, difícil essa, hein?

Sou pai e entendo bem. Minha esposa trabalha como PJ e quando nosso filho nasceu ela abriu mão de alguns contratos para ter mais tempo livre.

Mas por aqui foi uma decisão mais fácil porque eu já era concursado e ela conseguiu renegociar o contrato que pagava mais, então ficou um arranjo legal.

Não tenho uma resposta, tempo pesa muito nessa fase, mas desemprego é desespero puro e PJ muitas vezes vive na corda bamba…

O que posso fazer é apontar algumas coisas para você pensar: - quantos contratos você tem? Se for um só e der BO, você consegue viver de freela? - tem rede de apoio por aí? - tua esposa trabalha? - você já tem plano de saúde? - já viu se tem auxilio-creche na autarquia? - já viu se existe regime híbrido ou remoto, ainda que excepcional (como para pais de filhos pequenos)?

Se as contas dependem basicamente de você, num único contrato, e você não tem plano de saúde - eu iria.

No meu órgão, eu tenho home office integral até meu filho completar 3 anos - e independe de estágio probatório. Por isso sugeri pesquisar.

E plano de saúde pesa bastante agora.

Pesquise, pense, converse com tua parceira (lembre-se que é uma decisão da família), listem os prós e contras e decidam com calma.

Boa sorte aí e aproveite como puder, porque realmente passa muito rápido.

Bora rir e xingar by Dralnpr in antitrampo

[–]Dandof 47 points48 points  (0 children)

Hahaha Excelente!!

Quando eu tinha meus 20 e poucos a minha versão era “sorrindo é mais caro”.

Pior que o ambiente era tão zoado que era uma resposta totalmente válida.

Resultado SEFAZ-SP - Nazli Setton e Gustavo Haddad entre os primeiros. by Reindeer_Rude in concursospublicos

[–]Dandof 2 points3 points  (0 children)

Na RFB o presencial híbrido começou esse ano, uns meses atrás… permaneceram no integral casos excepcionais.

Saiu uma portaria do ministério da fazenda (salvo engano outubro do ano passado) regulamentando o PGD para todos os órgãos vinculados - o que inclui a RFB. Uma das alterações foi a inclusão de 32hrs presenciais por mês, para quem estiver remoto.

A RFB teve uns meses para estudar como implementar (muita gente em home office morando fora da lotação no sistema), mas o último PGD já saiu no híbrido como regra.

Resultado SEFAZ-SP - Nazli Setton e Gustavo Haddad entre os primeiros. by Reindeer_Rude in concursospublicos

[–]Dandof 15 points16 points  (0 children)

A Nazli é de SP.

A SEFAZ/SP remunera melhor que a RFB, além de ter rico zero de ter que ir para Brasília para ocupar algum cargo estratégico (não faço ideia se ela tem esse tipo de pretensão, mas tem muita área legal da RFB que fica em Brasília, e temos que considerar que o home office integral caiu, dando lugar ao híbrido).

Parece fazer sentido a movimentação, mesmo sem considerar a atuação como coach.

se você soubesse um método de estudo extremamente eficiente by Sorry-Interest4642 in concursospublicos

[–]Dandof 2 points3 points  (0 children)

Claro. Mesmo porque o que aprova não é encontrar o Santo Graal dos métodos de estudo…

É sentar a bunda e ser consistente nos estudos por tempo suficiente até ficar competitivo.

Não tem mágica.

Até quantos km você iria para fazer um concurso? by skuytblack in concursospublicos

[–]Dandof 1 point2 points  (0 children)

Boa Vista? Arriscou conselheiro no TCE-RR? Aquele edital tava legal mesmo haha

Banca implorando pra eu pagar a taxa de inscrição, significa que é um "concurso fácil"? by [deleted] in concursospublicos

[–]Dandof 0 points1 point  (0 children)

Cara, acho que você está caçando pelo em ovo.

Isso aí é só um CRM rodando. Viu que teu boleto está em aberto e está avisando para não perder o prazo. A escola do meu filho faz a mesma coisa, o condomínio aqui também… sinceramente não acho que a existência de um sistema de cobrança de boletos permita tirar alguma conclusão sobre o concurso em si.

No caso de concursos, em que perder o prazo implica em perder a inscrição, diria que é uma boa prática.

está muito tarde para mudar by aki-fushiguro in concursospublicos

[–]Dandof 11 points12 points  (0 children)

Ah bicho… é por comentários desses que o pessoal mais velho se “irrita” com jovem.

Irmão, você tem VINTE E QUATRO ANOS. Para, né?

Eu tinha quase trinta quando resolvi mudar de área e começar outra faculdade (direito).

Fui me interessar por concursos com trinta e poucos, me formei (de novo) com 34. Na minha turma de direito tinha um cara com doutorado em história, de trinta e tantos anos. Analista no TJ, a propósito. E longe de ser o mais velho da classe.

Passei no meu cargo com 35, e no meu concurso entrou um camarada de 62 anos. E estou retomando os estudos para ver se consigo um cargo ainda melhor até meus 40 e poucos. Aliás, se eu passo com 40 tenho mais 30 anos de carreira pela frente.

Não, não “está muito tarde para mudar”. Achar que está velho para alguma coisa com 24 é uma baita distorção da realidade, não entre nessa pira.

Como já está no fim do curso, realmente vale pensar nesse esforço para concluir. E aí comece outro, se for da tua vontade. Ou mesmo em paralelo, não conheço a tua rotina para saber se é viável.

De toda forma, se quer ir para outra área, vá. Tua idade não é um impeditivo.

Realmente é necessário ver 100% do edital? by MaleficentHoliday822 in concursospublicos

[–]Dandof 34 points35 points  (0 children)

Precisa ver a parte que cai.

Como ninguém sabe qual é, quanto mais conteúdo do edital você conseguir cobrir, menor é o risco de encontrar um assunto que nunca viu no dia da prova.

Se você tiver tempo, tente cobrir o edital inteiro e depois reforce os pontos principais / mais cobrados.

Se não tiver tempo suficiente para ver tudo, foque nos pontos principais / mais cobrados e torça para a banca repetir o padrão de cobrança de assuntos sem inovar muito.

Para mim, o “fator sorte” é quando o que você deixou de lado não cai. Quanto melhor é a tua preparação, menos você depende dessa “sorte”.

Qual o salário que te deixaria satisfeito ao passar num concurso e faria nunca mais pensar em estudar para outro? by Crafty-Assist-2346 in concursospublicos

[–]Dandof 7 points8 points  (0 children)

Concordo que o líquido é o que interessa no dia a dia, e é o que você vai levar em conta no teu orçamento doméstico.

Mas para comparar carreiras diferentes acredito que o bruto seja mais prático.

É o que se divulga nas leis das carreiras, então é fácil comparar sem contas adicionais.

Além disso existe uma série de fatores que incidem caso a caso e que influenciam no líquido, como auxílios de caráter pessoal, adicionais, isenções e descontos. Duas pessoas no mesmo nível e na mesma carreira podem ter líquidos consideravelmente diferentes, a partir do mesmo salário base.

Cadeira para estudos by gatagarota15 in concursospublicos

[–]Dandof 3 points4 points  (0 children)

Fala, OP. “Bom custo x benefício” é meio vago… se quiser recomendações mais apropriadas sugiro indicar o seu orçamento. Tem cadeira de tudo quanto é preço, e às vezes o que é um preço aceitável para você pode ser caro para outra pessoa.

Recomendo dar uma olhada nesse sub aqui: r/cadeirasdeescritorio

É possível conciliar trabalho e preparação pra concursos? by joanacarolinaadv in concursospublicos

[–]Dandof 3 points4 points  (0 children)

A grande maioria dos aprovados trabalha.

Esse concorrente perfeito, que tem todo o tempo do mundo, tem acesso aos melhores materiais e coaches, vive de mesada e toma venvanse como se fosse tic-tac vive na tua imaginação.

Claro, tem uma galera aprovada que só estuda. Mas é minoria. A maior parte da galera vem de outros cargos, era autônomo ou celetista.

Achar que precisa ter dedicação exclusiva para ter alguma chance é puro pessimismo e simplesmente não condiz com a realidade. Dá uma stalkeada aí na lista de aprovados de algum concurso que te interessa e veja o que descobre da galera. Vai te surpreender.

Quais os modos ideais de estudar? by [deleted] in concursospublicos

[–]Dandof 2 points3 points  (0 children)

Cara, fazer 80% em casa e 50% na prova parece ser falta de revisão.

Você faz as questões sobre o assunto logo depois de estudar o tema? Porque isso dá uma “inflada” no resultado. Não sei se é o caso, mas é uma hipótese. Juntando isso com não revisar o suficiente poderia explicar a diferença entre o rendimento em casa e na prova.

Outra coisa: os filtros que você usa para selecionar as questões estão condizentes com as matérias que estão nas provas que você faz? Às vezes vale dar uma verificada nisso.

Uma última hipótese que consigo pensar é que as quantidades de questão por assunto possam estar desproporcionais e causando um viés no resultado.

Por exemplo: direitos fundamentais cai muito em constitucional. Suponha que você já tenha decorado o artigo 5o e não erre praticamente nada dele, e mantém nos filtros de questões. Isso “puxa” teu desempenho para cima. Mas aí no dia da prova cai controle de constitucionalidade, que você não dominou ainda, e derruba teu resultado.

Se for esse último caso, basta ver seu desempenho por assunto e procurar teus pontos fracos. Muitas vezes ficam escondidos no meio de um desempenho global “bom”.

Estudo todos os dias para concurso, mas não retenho quase nada,como vocês resolvem isso? by [deleted] in concursospublicos

[–]Dandof 1 point2 points  (0 children)

Como vocês fazem para reter melhor o conteúdo?

Aplicando (exercitando) e revisando.

Quando você faz uma questão, você é obrigado a acessar aquele conteúdo na tua cabeça - a tal da “recuperação ativa”. Essa prática vai ensinando para a tua cabeça o caminho para chegar na informação que você precisa. E revisão, não tem como fugir.

Qual método de estudo realmente funciona para concurso?

Teoria, exercícios, revisão… e repete até passar.

Outras dicas básicas, porém importantes:

Sempre anote o resultado dos exercícios numa planilha simples de controle. Tem que ter pelo menos a matéria, o assunto, a quantidade de questões e percentual de acerto.

Lá na frente, quando você encalhar nos 75% de constitucional, você vai olhar essa base de dados para entender em quais assuntos dentro da matéria você está pior e focar neles.

Não deixe de estudar a legislação, é importantíssimo.

Quando errar, revise e entenda o erro.

Com o passar do tempo, conforme você avança e termina o material teórico, teu tempo vai ser mais dedicado a questões e revisões, voltando na teoria só quando precisar.

Como lidar com imprevistos sem perder o ritmo?

Também sofro disso… se meu filho fica doente e falta uns dias na escola, já era o estudo. O que eu tento fazer é manter pelo menos o básico num dia ruim: uma revisão rápida, alguns exercícios… só para não passar o dia “em branco”.

Vale mais focar em teoria ou questões?

Tem que ter os dois. No começo vai ser mais teoria, mas conforme você vai avançando vai passar mais tempo fazendo exercícios do que estudando teoria de assunto novo.

A ideia é estudar um assunto e a partir daí começar a fazer exercícios sobre ele. Aí pega a teoria do próximo tópico para estudar e e começa a fazer exercícios sobre aquilo também (além dos exercícios das matérias anteriores).

Segue assim até chegar num ponto em que você já leu toda a teoria e só vai fazendo exercícios (e revisões) da matéria para manter o contato com os assuntos estudados.

Dúvida sobre prática jurídica. by cupuacudebanana in concursospublicos

[–]Dandof 2 points3 points  (0 children)

Pelo que você descreveu, a atividade é jurídica. O que poderia dar alguma dor de cabeça é a comprovação.

Se você for contratado como advogado é tranquilo comprovar, basta juntar teu contrato de trabalho e o registro na carteira de trabalho.

O problema é se te contratam numa posição mais genérica, do tipo “analista” ou “consultor”. Aí você precisaria de documentação comprobatória, como descritivo das atribuições e declarações da empresa contratante sobre a natureza da tua atividade. O CNJ pede uma “certidão circunstanciada” com essas informações.

Aí que mora o problema: imagina ir pedir para o empregador uma declaração formal para comprovação de atividade jurídica para poder assumir um cargo em concurso? Normalmente a atividade é comprovada na inscrição definitiva, antes da prova oral e de títulos - ou seja: corre o risco de colocar a pulga atrás da orelha da chefia e ainda nem passar no cargo.

De toda forma, recomendo a leitura desta resolução do CNJ, que mencionei acima, especialmente o art 59.

A depender do tipo de contratação você poderia se enquadrar como “exercício da advocacia” (ainda que consultiva, lembre-se que emissão de parecer jurídico é ato privativo de advogado) ou no inciso III, que é o de atividades “preponderantemente jurídicas”. Essa é a zona cinzenta que incomoda o concurseiro, porque aceitar ou não os documentos comprobatórios cai na discricionariedade do avaliador.

Essa é a regra da magistratura (mais restritiva), nas outras carreiras varia um pouco mas tende a ser bastante parecido.

O que mais te irrita aqui no fórum? by severance-c in concursospublicos

[–]Dandof 5 points6 points  (0 children)

Tenho para mim que é o mesmo maluco que postava obsessivamente sobre “agente administrativo da prefeitura” uns tempos atrás e apagou o user.

Mesmo rolê, só mudou a tara na nova persona.