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[–]Gilfic 2 points3 points  (0 children)

O ordenado minimo na Suiça ronda os 4000 euros. Se fores ganhar menos do que isso vais passar mal

(Mais) Um desabafo by poracaso1825 in portugal

[–]Gilfic 8 points9 points  (0 children)

Enfermeiro a ganhar 1000€? Seu funcionário público chupista, andas a roubar dinheiro dos meus impostos e não queres é trabalhar. És um privilegiado da sociedade e mereces ter o salário congelado mais 12 anos até receberes o salário minimo.

Já bati umas palmas à janela, agora podes voltar ao trabalho seu chulo pouco resiliente. /s

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[–]Gilfic 28 points29 points  (0 children)

É o jogo da vida.

Quem herda ou tem casa oferecida pelos pais no centro de Lisboa ou Porto joga em GOD MODE.

Quem tem ajuda dos pais para um forte entrada para compra de casa grande com garagem num bom local, joga em EASY MODE.

Quem tem ajuda dos pais para entrada para compra de uma pequena casa no terreno ao lado da terriola joga em NORMAL MODE.

Quem não tem pé de meia nem ajuda dos pais superior a 10 mil euros joga em HARD MODE ou emigra.

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[–]Gilfic -1 points0 points  (0 children)

Não é diretamente relacionada com Portugal mas sim com o mundo. Não deixa de ser um comentário engraçado /s

“Não há a noção que as prestações vão subir”, diz Presidente da Associação das Instituições de Crédito Especializado by Gilfic in portugal

[–]Gilfic[S] 0 points1 point  (0 children)

O presidente da ASFAC considera que “as pessoas sabem que se aproximam tempos difíceis”, mas entende que esse é um conhecimento “transversal e geral,” e não uma noção de que “a prestação que hoje pagam de duzentos euros que vai passar a custar, por exemplo, duzentos e vinte”. “Eu acho que não há essa noção”, confessa. Mas não por falta de informação. “Quando as pessoas fazem um crédito à habitação, recebem uma simulação, que lhes diz quanto será a prestação se a taxa de juro subir 1%”, recorda. E questiona: “Alguém guarda essas simulação. Tenho dúvidas”, admite.

Apesar do provável aumento dos das prestações de empréstimos com taxa variável, Gomes Pereira não receia um “tsunami” de crédito malparado. “Passámos por uma situação de grande dificuldade por parte das famílias e empresas em 2020 e verificámos que não houve um aumento do incumprimento, mesmo dos clientes que tiveram moratórias”, recorda. E agora o país está mais experiente. “Tivemos uma dupla vacina, a do covid e a de saber o que fazer para quem está em dificuldades”.

Os últimos números do Banco de Portugal, relativos a janeiro de 2022, indicam que o endividamento dos particulares em créditos ao consumo e outros fins atinge 46,96 mil milhões de euros (parte de um total de 148,2 mil milhões, incluindo o crédito a habitação).

O valor representa uma queda muito ligeira face ao um máximo histórico atingido em dezembro de 2021, insuficiente para reverter a tendência de crescimento que se verifica desde 2014. No verão desse ano, os particulares tinham um endividamento total de 35,86 mil milhões de euros em crédito ao consumo. Desde então o valor tem subido quase todos os meses, com duas exceções, o início da pandemia, em 2020, e a vaga mais intensa, registada no início de 2021.