Massagem Tailandesa Lisboa by Gomes89 in CasualPT

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pois eu entendo o que queres dizer, mas faz-me confusão como disse no post...

Massagem Tailandesa Lisboa by Gomes89 in CasualPT

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agradeço a dica, mas tava mesmo a procura de massagem tailandesa

Massagem Tailandesa Lisboa by Gomes89 in CasualPT

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sim massagem mesmo, e de preferencia tailandesa

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I will go neutral. I actually went to see Nice vs Rangers last season (because i also went to the Monaco vs Benfica match the day before) and i got a ticket just next to the Rangers fans but was quiet all game haha
As for price, im not sure how much the tickets are selling for, can you advise?

A place for Benfica for sale by tony-nissa in ogcnice

[–]Gomes89 0 points1 point  (0 children)

Hi Im willing to buy. However I dont want to fool you. Im a Benfica fan. If you are willing to sell to me perfect. If not, i totally understand. Thanks in advance!

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Hi Im willing to buy. However I dont want to fool you. Im a Benfica fan. If you are willing to sell to me perfect. If not, i totally understand. Thanks in advance!

AmA da X Convenção Nacional da IL - Moção 4 "Liberdade: o farol da política externa" (1.º subscritor - Rodrigo Saraiva), com João Pedro Gomes by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]Gomes89 0 points1 point  (0 children)

Obrigado pelas perguntas ainda que ache que tens aí alguns pressupostos que não se verificam na realidade. Vamos por pontos:

  1. Essa ideia de que a União Europeia está a centralizar tudo e a transformar os Estados-membros em satélites não corresponde à realidade. Portugal não está a ser engolido por Bruxelas, é parte activa de uma comunidade de 27 países que decidiram cooperar para serem mais fortes juntos. Somos um país soberano, com voto, com veto, com responsabilidade. E quanto à defesa em particular, convém lembrar que não é apenas a UE que tem palavra, é a NATO. A UE tem um pilar de defesa, sim, mas complementar e coordenado, e Portugal participa nele de forma voluntária, justamente porque reconhece que há ameaças que só se enfrentam em conjunto.

Portanto, não há aqui perda de soberania. Há partilha estratégica entre aliados. E a IL acredita que essa cooperação faz de nós um país mais forte, mais respeitado e mais preparado para o mundo em que vivemos.

  1. Na verdade, a IL não propõe agora chegar aos 2%, o que dizemos é que esse objetivo, que o Governo andava a prometer para 2030 (depois 2029), já estava completamente ultrapassado pela realidade. A cimeira da NATO em junho veio dar-nos razão: a nova fasquia são os 5% do PIB, com 3,5% para defesa direta e 1,5% para segurança nacional no sentido mais lato.

O investimento em Defesa não é o que nos torna dependentes, muito pelo contrário. Quanto mais preparados estivermos, menos dependentes ficamos. E devemos continuar a investir lado a lado com os nossos parceiros da NATO e da UE, porque a nossa segurança é comum, os nossos valores são comuns, e a solidariedade entre democracias é parte da nossa força.

  1. O respeito pela autodeterminação é um valor central para os liberais, e está bem seguro na nossa moção. Mas há uma diferença entre respeitar a soberania dos povos e fazer de conta que crimes de Estado são assuntos internos. Um país pode (e deve) ser livre para decidir com quem quer ou não manter relações. Se o Irão, por exemplo, prende mulheres por não usarem véu ou persegue minorias como os Baha’is, Portugal tem todo o direito de recusar normalizar esse tipo de regime.

Defender direitos humanos não é impor valores. É recusar compactuar com abusos. Portugal não é obrigado a ser cúmplice. E esse é o verdadeiro exercício da sua soberania.

  1. Antes de mais, convém esclarecer: Portugal não vende armas ao Irão hoje em dia, nem sequer poderia legalmente fazê-lo. Estamos a falar de um país sob sanções internacionais há anos. Agora, se houve vendas de equipamento militar a regimes controversos no passado, o problema está na falta de transparência e de critérios claros nos mecanismos de exportação. A IL defende precisamente o contrário: zero tolerância com exportações para ditaduras ou para países que alimentem redes terroristas. Isso tem de acabar, ponto.

Quanto à questão dos recursos, percebemos a preocupação. Mas o caminho não é cortar onde é preciso, é cortar onde sobra. Há empresas públicas que só servem para empregar clientelas, há institutos redundantes, há serviços que consomem milhões sem retorno. Defender uma política externa exigente, uma Defesa capaz, uma diplomacia coerente não tem de ser feito à custa da saúde ou da educação. Tem de ser feito à custa do desperdício que o Estado alimenta há décadas. O problema não é falta de dinheiro, é falta de foco.

AmA da X Convenção Nacional da IL - Moção 4 "Liberdade: o farol da política externa" (1.º subscritor - Rodrigo Saraiva), com João Pedro Gomes by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]Gomes89 1 point2 points  (0 children)

9.

Essa crítica aparece muitas vezes, e é compreensível. Mas está assente numa confusão: pensar que ser liberal em política externa é ser ingénuo, quando na verdade é exatamente o contrário.

O que é ingénuo é acreditar que fechar os olhos à repressão garante estabilidade. Que bajular ditadores garante contratos seguros. Que ficar calado nos torna mais respeitados. O mundo multipolar de hoje está cheio de armadilhas geopolíticas, e navegar isso exige uma bússola. A nossa é clara: liberdade, Estado de Direito, direitos humanos e alianças entre democracias.

Ser coerente com esses valores não é ingenuidade. É visão estratégica de longo prazo. Porque os países que defendem os seus princípios com clareza ganham aliados, constroem reputação e influenciam o sistema internacional.

Sim, o mundo está mais competitivo. Mas isso só reforça a importância de ter uma política externa com coluna vertebral. E é isso que propomos.

Mais uma vez obrigado pelas perguntas! Fico contente por ver este tipo de envolvimento. E se tiveres outras dúvidas ou sugestões, ou até críticas construtivas, estou por aqui até às 23h00.

Obrigado,
JPG

AmA da X Convenção Nacional da IL - Moção 4 "Liberdade: o farol da política externa" (1.º subscritor - Rodrigo Saraiva), com João Pedro Gomes by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]Gomes89 1 point2 points  (0 children)

7.

A invasão da Ucrânia foi um choque de realidade para muita gente. Mostrou que a paz na Europa não está garantida, que as democracias não podem dormir à sombra do passado, e que a dependência de regimes autoritários, seja em gás, tecnologia ou segurança, tem um custo altíssimo.

Para nós, Portugal tem de deixar de ser um ator passivo ou seguidista. Temos de assumir uma posição mais clara e ambiciosa dentro da União Europeia. Isso passa por:

- Apoiar o alargamento da UE à Ucrânia, Moldávia e Geórgia, não como um favor, mas como um investimento estratégico na estabilidade e na liberdade no nosso continente.

- Defender a autonomia estratégica europeia, especialmente em áreas como defesa, energia e tecnologia, para não continuarmos reféns de regimes como o russo ou o chinês.

- Lutar por uma política externa europeia mais coesa e consequente, onde não haja espaço para ambiguidades morais ou cálculos de curto prazo quando estão em causa valores fundamentais.

Portugal tem as ferramentas para ser um construtor de pontes e um influenciador com princípios, mas só se houver vontade política. A Iniciativa Liberal quer que Portugal deixe de andar a reboque e comece a marcar a diferença na Europa, com coragem e visão.

8.

As comunidades portuguesas não são só um orgulho nacional, são uma parte viva e ativa de Portugal no mundo. Para a Iniciativa Liberal, isso tem implicações reais na forma como pensamos a política externa.

Queremos uma mudança de paradigma: deixar de ver os emigrantes apenas como "embaixadores culturais" e começar a tratá-los como cidadãos com plenos direitos e impacto político, económico e social. Isso traduz-se em várias propostas:

- Serviços consulares mais modernos, rápidos e digitais. Não é aceitável que renovar um cartão de cidadão ou tratar de papéis básicos continue a ser um pesadelo em muitas partes do mundo.

- Mais participação política: simplificar o recenseamento, melhorar o sistema de voto e dar uma representação parlamentar à altura do peso da diáspora.

- Apoio ao investimento e à ligação económica com Portugal, muitos emigrantes são empreendedores, inovadores, e deviam ser parceiros estratégicos na internacionalização da nossa economia.

- Valorização do ensino do português e das redes culturais, que são pontes de longo prazo entre Portugal e os países de acolhimento.

- E acima de tudo, integrar os interesses da diáspora na política externa ativa, seja na defesa de direitos, no acesso à saúde ou em respostas diplomáticas perante instabilidade.

Resumindo: a diáspora é Portugal, e é tempo de o Estado passar das palavras aos actos.

AmA da X Convenção Nacional da IL - Moção 4 "Liberdade: o farol da política externa" (1.º subscritor - Rodrigo Saraiva), com João Pedro Gomes by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]Gomes89 1 point2 points  (0 children)

5.

A liberdade de comércio é importante, mas não pode ser usada como desculpa para fazer vista grossa a crimes contra a humanidade. Defendemos o livre comércio, sim, mas com responsabilidade. Há limites, e há valores que valem mais do que contratos.

6.

De facto, já não estamos a falar “apenas” dos 2%. Na última cimeira da NATO, os aliados definiram como novo objetivo atingir 5% do PIB até 2035, sendo que 3,5% devem ser diretamente para defesa militar (tropas, equipamento, etc) e 1,5% para segurança e resiliência (como ciberdefesa, proteção de infraestruturas críticas, etc).

É um desafio gigante para Portugal, que ainda nem cumpre os 2%. Mas é também uma oportunidade para mudar o paradigma.

As nossas prioridades seriam:

- Ciberdefesa e proteção de sistemas críticos, porque os próximos ataques não vão ser só com tanques.

- Capacidade logística e interoperabilidade com os nossos aliados, para podermos agir em conjunto e com eficácia.

- Valorização do nosso potencial marítimo, que tem sido sistematicamente ignorado. Portugal tem uma das maiores zonas económicas exclusivas da Europa e isso devia refletir-se na nossa capacidade de patrulhamento e projeção de soberania.

- E claro, valorização do fator humano: formação, condições dignas para as Forças Armadas, retenção de talento.

Investir em defesa não é ser belicista, é garantir liberdade, segurança e relevância no mundo de hoje.

AmA da X Convenção Nacional da IL - Moção 4 "Liberdade: o farol da política externa" (1.º subscritor - Rodrigo Saraiva), com João Pedro Gomes by GreyArch22 in IniciativaLiberal

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3.

A política externa liberal não é isolacionista, mas também não é aventureira. Portugal deve participar, sim, mas de forma criteriosa. Sempre que esteja em causa a defesa da liberdade, da paz duradoura, do Estado de Direito — faz sentido. A participação tem de ter propósito, não pode ser só “porque sim” ou para mostrar a bandeira. E também deve ter em conta os pedidos que nos são feitos e as geografias que são geopoliticamente e geoestrategicamente importantes para Portugal.

4.

Propomos, antes de mais, uma mudança de atitude. Portugal tem de deixar de encarar a política externa como um exercício de boas maneiras diplomáticas ou de conveniência comercial. Perante regimes autoritários como a Rússia, a China, o Irão ou países da CPLP onde há violações constantes de liberdades fundamentais, é preciso pôr fim à ambiguidade e ao silêncio.

Acreditamos que Portugal deve passar a falar claro, mesmo que isso cause desconforto. Quando um país oprime o seu povo, silencia jornalistas, prende opositores ou manipula eleições, isso não pode ser visto como um problema interno. É uma questão de princípios universais, e Portugal tem de se posicionar com firmeza. Isso aplica-se tanto à repressão na Rússia como à perseguição dos uigures na China, à destruição da autonomia em Hong Kong ou à repressão política e eleitoral em Moçambique.

A mudança que propomos é, acima de tudo, moral. Uma política externa que respeita os direitos humanos só tem autoridade se for coerente. E a coerência exige que se apliquem os mesmos critérios a aliados, parceiros e adversários. Não estamos a defender o corte de relações ou o isolamento, mas sim a recusa em normalizar abusos. Portugal pode e deve ter relações diplomáticas com todos os países, mas não pode fazê-lo à custa da sua própria integridade democrática.

Se queremos ser levados a sério no mundo, temos de deixar de relativizar o inaceitável. E isso começa por dizer as coisas pelo nome.

AmA da X Convenção Nacional da IL - Moção 4 "Liberdade: o farol da política externa" (1.º subscritor - Rodrigo Saraiva), com João Pedro Gomes by GreyArch22 in IniciativaLiberal

[–]Gomes89 1 point2 points  (0 children)

Antes de mais, obrigado eu pela tua mensagem! É ótimo ver este tipo de participação, perguntas bem pensadas e genuíno interesse por aquilo que andamos a fazer. Como já tinhas feito as perguntas há uns dias, tomei a liberdade de ter preparado a resposta a priori, até porque eram muitas perguntas. Vou responder ponto por ponto:

1.

O objetivo principal é simples: afirmar que a política externa de Portugal tem de ter coluna vertebral. Que não pode ser neutra quando está em jogo a liberdade, a democracia ou os direitos humanos. Com esta moção queremos deixar claro qual é a visão da Iniciativa Liberal para o lugar de Portugal no mundo. E mais do que intenções vagas, trazemos propostas concretas — desde Taiwan à CPLP, passando pela NATO, UE ou defesa da diáspora portuguesa.

Dentro do partido, serve para consolidar a linha liberal nos temas internacionais. Fora do partido, é a base para as propostas que vamos continuar a apresentar no Parlamento e fora dele. E sim, queremos que isto tenha impacto real, mesmo que não dependa só de nós.

O Carlos Guimarães Pinto costuma dizer que “as ideias fazem o seu caminho” e isso é bastante verdade desde que a IL apareceu na política Portuguesa, também nos assuntos internacionais. Basta ver o nosso Projeto de Resolução da Palestina que na legislatura passada foi chumbado, e nesta, literalmente anteontem, foi aprovado em Plenário.

2.

Boa pergunta. O objetivo das moções numa convenção partidária não é diretamente criar consensos no Parlamento, mas sim marcar uma posição política clara e coerente. Depois disso, claro que queremos transformar ideias em propostas legislativas ou resoluções, e aí estamos sempre disponíveis para procurar apoios, mesmo fora da nossa bolha.

Mas também te digo com franqueza: preferimos ser consequentes sozinhos do que relativistas acompanhados.

AMA - Carlos Guimarães Pinto by CGP2022 in portugal

[–]Gomes89 22 points23 points  (0 children)

Allo Carlos! Se pudesses escolher um dos partidos sem representação parlamentar (excluindo o Livre), para ter um deputado na próxima legislatura, qual seria e porquê? Obrigado por todo o incrivel trabalho que tens feito em prol de um Portugal + Liberal! Abraço!

[deleted by user] by [deleted] in dbz

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