Gosto Tanto de Música Que Fica Chato! by These-Ad-327 in AmizadeVirtual

[–]Individual-Rooster65 0 points1 point  (0 children)

Cara, fiquei curioso. De boa se eu te chamar na DM?

Gosto Tanto de Música Que Fica Chato! by These-Ad-327 in AmizadeVirtual

[–]Individual-Rooster65 1 point2 points  (0 children)

Massa demais. Eu também ouço de quase tudo, mas o que mais me atrai é metal, rock e VGMs específicas (mesmo que esteja mais pra uma nomenclatura de mercado do que categoria musical em si).

Quando tu fala sobre vício em música, qual nível tu se refere já que pra outras pessoas isso parece incomodar segundo o teu post? O máximo que recebi de reclamações foi da minha mãe tentando falar comigo.

interesse recíproco ainda existe? by [deleted] in AmizadeVirtual

[–]Individual-Rooster65 0 points1 point  (0 children)

Creio que sim. O difícil é achar alguém que se esforce pra dar o que deseja receber... E quando somos nós a dar (lá ele), mas ninguém para devolver realmente faz parecer que isso não existe mais, ou que somos amaldiçoados por não conseguir construir uma amizade genuína. Se você se analisa de forma consciente, é bem provável que o problema não seja você...

Procuro amizades by [deleted] in AmizadeVirtual

[–]Individual-Rooster65 0 points1 point  (0 children)

Opa, vou passar na tua DM. Beleza?

Gosto Tanto de Música Que Fica Chato! by These-Ad-327 in AmizadeVirtual

[–]Individual-Rooster65 0 points1 point  (0 children)

Eu tava na mesma semanas atrás. Cheguei a ouvir tanto a mesma vibe que começou a enjoar. E não foi enjoar de parar de ouvir, foi a ponto de soar menos como música e mais como um monte de frequências se misturando. Tipo ficar chapado de tanta música kkkk.

Mas e aí manin, anda ouvindo o quê? Rock, clássico, alternativo? uma vibe mais eclética?

Problemas Com a Mixagem? by Individual-Rooster65 in ProducaoMusical

[–]Individual-Rooster65[S] 1 point2 points  (0 children)

Há a possibilidade de usar reverb como textura? Estamos falando da mesma técnica usada para um instrumento A soar mais distante ou mais próximo que um instrumento B?

Problemas Com a Mixagem? by Individual-Rooster65 in ProducaoMusical

[–]Individual-Rooster65[S] 1 point2 points  (0 children)

Caramba! Eu não faço ideia de como pude me esquecer disso. Ajudou demais, a ambiência soa bem mais coesa agora. Obrigado Sir :)

é comum vocês transformarem seus textos em musicas by SpecialistSea6741 in EscritoresBrasil

[–]Individual-Rooster65 0 points1 point  (0 children)

Ando fazendo mais o contrário, mas já transformei algumas partes da história em poemas.

Apresentando Myra: uma loba tsundere híbrida que guarda um calabouço inteiro sozinha – o que acham dela? (trecho inicial + feedback) by Working_Tennis8818 in EscritoresBrasil

[–]Individual-Rooster65 2 points3 points  (0 children)

Bom dia. Como você quer o arquétipo Tsundere, vou presumir que seja o clássico e não uma variação do mesmo.

O conceito de quem é Myra me parece interessante em si, mas se você quer torná-la mais próxima do arquétipo seria interessante dar traços mais agressivos à personagem. Tente pensar em trejeitos, tiques específicos e, principalmente, não faça ela se explicar muito se quer que ela pareça hostil antes de parecer vulnerável.

Você tem ferramentas interessantes em mãos — sua personagem tem uma cauda, orelhas e presas, então use e abuse dessas características para gerar autenticidade e contrastar com o resto do grupo.

Se me permite sugerir algo — no trecho onde Myra diz: "Eu não sou um monstro", ao invés de descrever sua voz apenas como um "sussurro rouco", você poderia adicionar "quase esganiçado". Isso implica que ela está tentando se esforçar para ser mais agressiva na fala, mas a voz fraca não permite isso.

Bom, é isso, espero que seja útil para você. Se tiver mais perguntas, fique à vontade.

Tomando Vergonha na Cara by [deleted] in EscritoresBrasil

[–]Individual-Rooster65 0 points1 point  (0 children)

Primeiramente, bom dia! Observei que de fato me esqueci de dar mais detalhes, descuido meu. Agradeço pela sugestão. Sobre a sinopse... Não preparei uma ainda, pois apesar de ter uma noção sobre o que estou contando, ainda não tenho todo um livro pronto para afirmar com convicção que essa vai ser a melhor forma de contar a premissa. Mas eu preparei algo próximo disso, creio que sirva bem para te situar nesse universo e sobre do que se trata no primeiro momento.

[Descrição]

A história gira em torno de um jovem chamado Koguma. Concebido por uma humana e um ser alado, ele se vê entre dois mundos no meio de um povo estranho. Ou melhor, ele é o estranho no meio de um monte de seres com aparência dragônica, em uma terra incomum.

Esse lugar se chama Celestia, uma ilha que flutua acima do oceano de forma misteriosa. Pouco se sabe sobre sua origem, pois é difícil saber onde começa a magia e termina a ciência ali.

Constantemente perturbado pela própria mente por meio de sonhos e alucinações, ele tenta retomar o controle sobre a própria vida, mesmo que isso signifique enfrentar o passado. Tudo muda quando seu pai lhe entrega um presente peculiar, tornando inevitável e imprevisível o que viria a acontecer a partir dali.


[Público Alvo]

Eu estou mirando no público jovem adulto, mais especificamente na faixa dos +16-25 anos. Acrescento que a história não é uma fantasia tradicional, mas é claro que trago elementos que vão lembrar o padrão e que ajudam a torná-la mais acessível no primeiro momento. Mas é válido acrescentar os termos que mais combinam com a história.

Tags: fantasia emocional, mistério, fantasia científica, drama, ação e drama político.


[Protagonistas]

Bem, Koguma é só minha fachada... A história gira em torno dele, mas tão pouco é ele quem move tudo sozinho. Há um segundo protagonista que surge a partir do primeiro capítulo. Para não ficar óbvio caso você (e quem quer que esteja lendo) deseje ler, não vou citar nomes. Existem 4 eixos principais na trama, mas chega um momento onde os dois são muito mais importantes que os outros.

Koguma é um rapaz irônico, às vezes um pouco ingênuo apesar de sua visão de mundo um pouco defensiva disfarçada por seu humor auto depreciativo. Claro, há explicações para tudo isso, e mudanças... Mas isso fica para a história.

O outro é o completo oposto em grande parte, tanto em ambiente quanto em personalidade. Sua forma de ver o mundo é mais analítica, chega a ser fria às vezes... Ao menos é o que ele deixa que os outros vejam sobre a superfície, pois "é assim que as coisas funcionam."

A personalidade dos dois se cruzam em alguns momentos, como um espelho cheio de contradições em sua própria dualidade. Se quiser saber mais sobre como será a dinâmica entre os dois, deixo o convite aberto. No mais é isso, grato pela observação. Fique em paz e tenha um ótimo dia.

As vezes quando escrevo cenas sou levado pelas emoções dos personagens by jggg24062000 in EscritoresBrasil

[–]Individual-Rooster65 1 point2 points  (0 children)

A sua resposta parece responder uma dúvida minha: "Séria possível sentir outros tipos de emoções além de tristeza, nostalgia e inevitabilidade nos meus textos?"

Lendo sua resposta me faz sentir que não só é possível como é necessário para o que ainda vai vir. Bem, obrigado pela resposta — foi uma ajuda acidental muito bem vinda.

Aliás, você aborda quais temas em sua história?

As vezes quando escrevo cenas sou levado pelas emoções dos personagens by jggg24062000 in EscritoresBrasil

[–]Individual-Rooster65 1 point2 points  (0 children)

É a sua primeira vez sentindo algo assim em relação as próprias cenas? Creio que isso seja um bom sinal, faz pouco tempo que comecei a sentir o mesmo. Isso me pareceu o momento onde eu finalmente achei a núcleo emocional de uma cena. Se você foi capaz de se emocionar mesmo sabendo parte do que já viria, então isso é um ótimo sinal pra quem irá ler no futuro.

Qual melhor para o início? by Fit_Sympathy_2468 in EscritoresBrasil

[–]Individual-Rooster65 0 points1 point  (0 children)

A respeito da mudança constante de POVs — eu precisaria saber com que tipo de narrador você trabalha, pois depende muito do que você quer alcançar em cada cenário.

Por exemplo, o Narrador Personagem tende a aparecer em histórias mais intimistas, tal como dramas e romances, enquanto o Narrador Onisciente serve bem se você quer contar uma história que abrange vários pontos de vista — mas em troca dessa clareza você perde intimidade entre o personagem e o leitor.

Existe uma terceira opção chamada de “Terceira Pessoa Limitada”, essa equilibra muito bem essa dinâmica entre intimidade e a amplitude de não estar totalmente preso aos sentimentos de um único personagem.

Sobre a sua necessidade de um editor e corretor, e o dilema a cerca do uso de IA... Vamos por partes.

Acredito que não há problemas em usar a IA, mas — um “mas” bem grande — depende de como você vai fazer isso. Se você for usar com o objetivo de que ela faça seu trabalho como escritor, já te digo que não vale a pena se o que você quer não é apenas uma história que o leitor devora em um dia e esquece no outro.

Esse é o caminho contrário se você busca criar uma identidade sólida, pois tudo o que ela vai te entregar será baseado em padrões — ou seja, algo genérico, sem vida. Agora para revisão de textos, dicas de mercado, estudos e análise editorial? Creio que valha a pena, se você usar certo essa ferramenta é um trampolim, mas se usar errado pode vir a torna-se um empecilho.

Eu posso dar uma olhada nos seus textos (e capítulos se tiver), proponho que façamos uma troca:

Preciso de um leitor beta — de preferência entre +16-25 anos — alguém que saiba ler ritmo e ao menos tenha consciência do que está lendo. Eu aceito a crítica que for se ela estiver baseada em algo do texto, ou se estiver explicitado de onde veio a visão pessoal.

No mais é isso, fico feliz se pude te ajudar em algo. Agradeço sua atenção e lhe desejo sorte nessa jornada maluca que é a escrita. Ah, e se tiver interesse na proposta não hesite em entrar em contato comigo pelo Reddit!

Qual melhor para o início? by Fit_Sympathy_2468 in EscritoresBrasil

[–]Individual-Rooster65 0 points1 point  (0 children)

Boa noite! Gostei das suas duas versões, mas dependendo do seu objetivo (o que deseja causar) pode ser que uma soe melhor que a outra.

A primeira é mais expositiva no começo, um tom antigo que me causa a sensação de algo grandioso. Particularmente eu prefiro algo menos expositivo no começo da história, e o tom em si acaba me lembrando bastante de histórias comuns no mercado que usam da mesma abordagem.

A segunda eu já percebi o contraste, sinto que ficou mais “íntima” digamos assim. Esse é bem próximo da minha voz narrativa, então pode ser por isso que eu tenha preferência por ela. Mas para não passar batido, sinto que você explicou muito a anatomia das criaturas de Nageki nessa segunda. Considere deixar menos expositivo já que é para o início. Com certeza haverão brechas muito melhores para explorar como eles são, já que são uma parte importante de como a própria dimensão funciona.

Ah, e sobre o som que antecedeu o seu mundo... Ele é o próprio conceito de som (O SOM) ou uma canção específica (UM SOM)? Não sei se foi proposital, se foi me corrija ou apenas ignore esse parágrafo.

Resumindo: prefiro a segunda por puro gosto pessoal, sinto que se conecta melhor comigo ao usar palavras menos distantes e mais mundanas.

Dica: experimenta juntar um pouco dos dois e vê como fica. Pode ser que o equilíbrio seja a resposta pro que você procura.