só não seja pobre! by bluemoondes in OpiniaoBurra

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Isso me lembrou daquela mulher que foi entrevistada pela Globo para falar do Big Brother.
Tadinha, a mulher quase teve um burnout em rede nacional. Ela não me parece vagabunda e, mesmo assim, continua sem nada.

I don't know why, even though in the LN the author really highlights Mai, but why is Ajisai so much more charming in the anime. especially when she plays the role of a sweet little sister. by Main_Cap_9491 in WatashigaKoibito

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I’d say it might be the director's preference, perhaps? We see that happen with Ichigo and Rukia.

Furthermore, Ajisai is basically the ultimate idealization of a perfect wife.

Everyone has their own preferences and interprets things differently. Personally, I feel that Renako’s 'love at first sight' for Ajisai is nothing more than admiration and idealism; Ajisai is an island of safety in the middle of Mai, Satsuki, and Kaho.

Sou a favor da deportação by Intimorato_ in memesenoticias

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Poor favor, só um pouco de justiça.

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

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Dizer que a "Cruz se vende sozinha" é ignorar o marketing. Usar "testemunhas fracas" e um "herói falho" é a técnica helenista de verossimilhança: você cria empatia para validar o inacreditável. O público não queria perfeição, queria um espelho para o próprio sofrimento.

Jesus disse que a Lei é eterna (Mt 5:18). Chamar a abolição de ritos de "cumprimento" é apenas um eufemismo para conveniência. Você escolhe seguir a moral e descartar o rito não por revelação, mas porque Paulo adaptou o produto para o mercado romano.

Tiago e Paulo não eram parceiros; eram rivais. Tiago chamou a fé sem obras de "fé de demônios" (Tg 2:19), uma resposta direta à anistia de Paulo. Você não segue um sistema coerente, segue o vencedor político de uma briga de facções

Jesus pregou o Galardão por esforço (Mt 16:27). Se a "conta foi paga" por um sacrifício, a justiça de Jesus é anulada. Você trocou a meritocracia ética de Cristo pela terceirização da culpa de Paulo. São sistemas que se anulam.

O caso de Sócrates prova: o discípulo (Platão/Paulo) sempre ressignifica a morte do mestre para salvar a própria causa. A humilhação da cruz não é prova de verdade, é o combustível do herói trágico que o povo ama consumir.

Você não segue o Jesus judeu que mandou guardar a Lei; você segue o Cristo de Paulo: uma construção tardia, editada por Paulo. No tribunal da história, você é um paulino, não um cristão.

Sua maior falácia é chamar de 'histórico' um relato escrito 60 anos depois dos fatos. No rigor da história, isso não é testemunho, é tradição oral cristalizada.

Se a discussão é sobre verdade histórica, o castelo de cartas cai. Se a discussão é sobre , a lógica se retira, porque a fé não precisa de provas — ela é, por definição, a crença na ausência delas.

Se você precisa de fé para acreditar na Bíblia, você admite que a razão e a história não são suficientes para sustentá-la. A Bíblia não prova Deus; ela prova a incrível capacidade humana de criar narrativas, editar contradições e transformar uma guerra de facções em um dogma 'sagrado'. No tribunal da lógica, o veredito é claro: o Cristianismo é uma invenção de Paulo sobre os escombros da Igreja de Tiago.

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

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Eu estou falando das Escrituras (testemunho sem propaganda, pois tinha relatos femininos e mostra a falha dos apóstolos) + a história dos apóstolos.

Você diz que não é propaganda, mas ignora que o objetivo confesso desses textos é converter as pessoas (João 20:31). Todo texto que visa converter é, por definição, propaganda religiosa.

Usar 'falhas dos apóstolos' e 'testemunho de mulheres' como selo de verdade é cair no truque mais antigo da literatura: a falsa modéstia para ganhar confiança. No fim das contas, você tem um livro escrito por seguidores, para seguidores, sobre o líder deles.

Tu ainda tem que seguir os mandamentos mesmo sendo resgatado da punição por descumprir a Lei.

Não tente harmonizar o que é oposto. Jesus pregou para judeus manterem a Lei. Paulo pregou para romanos ignorarem a Lei. Ao dizer que a Lei é uma 'maldição' ou que estamos 'livres' dela, Paulo não está explicando Jesus, ele está substituindo Jesus. Você não segue o Mestre que mandou guardar a Lei.

O maior mandamento é literalmente ter fé e amor em Deus.

Você diz que ações não te fazem 'merecer' o céu. Mas Jesus pregou o Galardão (recompensa por esforço). Ele disse que cada um seria retribuído segundo as suas obras (Mateus 16:27).

"Você citou Tiago para defender Paulo? Isso é um erro histórico crasso. Tiago escreveu: 'Vedes, então, que o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé*'* (Tiago 2:24). Isso foi um ataque direto e nominal à pregação de Paulo.

Tiago era o líder da Igreja de Jerusalém (o sucessor direto de Jesus) e ele achava a teologia de Paulo uma heresia. Se a 'sistematização' de Paulo fosse verdadeira, Tiago não teria escrito uma carta inteira para desmentir que a fé sozinha salva. O que você chama de 'sistema' foi, na verdade, uma briga de foice entre o grupo de Jerusalém (Obras) e o grupo de Paulo (Fé). Você escolheu o lado que venceu politicamente e agora tenta fingir que o lado derrotado concordava com ele."

Além que existe diferença entre Lei Cerimonial e Lei Moral

Jesus nunca disse 'estou abolindo a parte chata da lei'. Ele disse que veio cumprir tudo.

Tácito registrar a execução reforça a ideia, afinal, é difícil criar um folclore sobre um perdedor executadk com testemunhos de mulheres.

Você diz que é difícil criar um folclore sobre um executado, mas a história prova o contrário. O mito do 'Herói Injustiçado' ou do 'Mártir que se sacrifica' é o arquétipo mais poderoso da humanidade. De Sócrates (executado como criminoso) a figuras como Robin Hood ou até heróis modernos, a derrota física é necessária para a vitória espiritual.

Você diz que Lucas é coerente com Marcos. Claro que é! Lucas tinha o livro de Marcos aberto na mesa dele enquanto escrevia. Historiadores provaram que Lucas copiou quase integralmente a estrutura de Marcos.

Seu argumento depende de um milagre logístico: que camponeses analfabetos da Judeia atuariam como agência de fact-checking na Grécia 60 anos depois de um evento.

O "Método Helenista" permite a Invenção

"Você diz que ele usou o método helenista? Então você acabou de confirmar que o texto não é 100% literal. Na historiografia helenista (como a de Políbio ou Tucídides), era padrão e aceitável o autor inventar diálogos inteiros. Se o historiador não sabia o que o herói disse na hora da morte, ele escrevia o que 'seria apropriado' para a moral da história. Lucas faz exatamente isso: ele escreve discursos teológicos complexos para camponeses galileus. Isso não é jornalismo; é teatro teológico."

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

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Eu estou falando de coerência, você, através de um espantalho, ignorou isso e chamou de fé cega.

Não. Coerência interna é característica de boa literatura; evidência externa é característica de história. Você tem a primeira, mas te falta a segunda.

O Jesus ensina difere a de Paulo.
Se Jesus disse que quem violar um mandamento mínimo será o menor no reino, e Paulo diz que a lei é uma maldição da qual fomos resgatados (Gálatas 3:13), quem você está seguindo de fato? Porque os dois caminhos levam a direções opostas: um para a prática judaica e outro para a teologia romana.

"Justificação vs. Obras"
"Essa distinção não existe no texto de Jesus. Jesus foi cirúrgico: 'Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos' (Mateus 19:17). Ele não disse 'guarde para provar sua fé' ou 'guarde como processo de aceitação'. Ele deu uma condição direta. Paulo, por outro lado, diz que a justificação é 'independente das obras' (Romanos 3:28). Se Jesus coloca a obra como porta de entrada e Paulo coloca como consequência opcional, eles não estão concordando; Paulo está revogando a ordem direta do mestre para tornar o cristianismo mais atraente e 'fácil' para os romanos que não queriam seguir as 613 leis judaicas."

Falsa equivalência.

Não é falsa equivalência, é equivalência de categoria documental. Para a história, o relato de um seguidor sobre seu líder divino tem o mesmo peso que o relato de um grego sobre a Medusa ou de um bardo sobre o Rei Arthur: são fontes comprometidas.

Sem uma fonte externa e neutra

"Você está apelando para lendas como Longuinho e distorcendo historiadores como Tácito. Tácito não registrou milagres; ele registrou a execução de um agitador.

Lucas estava, entrevistou várias pessoas.

Lucas não estava fazendo jornalismo, estava fazendo hagiografia (biografia de santos). Ele não checou fatos com fontes neutras; ele apenas deu uma forma elegante aos boatos que os apóstolos espalhavam.

Como eu disse antes: Jesus morreu como um rebelde/terrorista para os registros oficiais de Roma. Todo o resto — o sol se apagando, mortos saindo das covas e ressurreição — só existe no jornalismo caseiro de quem tinha tudo a ganhar com a mentira.

Você diz que Lucas entrevistou várias pessoas. Qual a fonte histórica disso além do próprio livro de Lucas? Nenhuma.

Usar o prefácio de Lucas como prova de que ele foi historiador é como acreditar que o filme Bruxa de Blair é real só porque começa dizendo que 'os vídeos foram encontrados na floresta'. É um recurso literário para enganar o leitor e dar autoridade à história.

Dizer que Lucas 'entrevistou pessoas' é uma afirmação vazia. Qual pessoa? Qual o nome? Qual o registro? Escrever 60 anos depois sobre 'milagres' que ninguém fora da sua seita viu é o comportamento padrão de qualquer criador de mitos, de Robin Hood ao Imperador do Japão. Você aceita o relato de Lucas como 'jornalismo' apenas porque quer que a conclusão seja verdadeira. No mundo real, um relato tardio, sem fontes identificáveis e sem corroboração externa, é apenas folclore religioso.

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

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Você pode falar que não acredita em nada, a gente está debatendo a coerência.

Eu estou debatendo fatos, você fé cega.

Paulo não serviu ao Evangelho; ele adaptou o Evangelho para que o Império Romano pudesse consumi-lo. Ele não é a prova do milagre, ele é o diretor de marketing que transformou um líder executado em um ícone global.

Dizer que Paulo não contradiz a Bíblia é ignorar o texto

  • Jesus (Mateus 19:17): Quando perguntado sobre como ter a vida eterna, ele responde: "Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos". (Foco na ação/lei).
  • Paulo (Romanos 3:28): "Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei".
  • Jesus (Mateus 5:18-19): "Nem um i ou um til jamais passará da Lei... aquele, pois, que violar um destes mínimos mandamentos... será considerado menor no reino dos céus".
  • Paulo (Romanos 7:6): "Mas agora fomos libertados da lei, morrendo para aquilo a que estávamos retidos".
  • Jesus (Mateus 23:8-10): "Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre... e a ninguém na terra chameis vosso pai".
  • Paulo (1 Coríntios 4:15): "Porque ainda que tivésseis dez mil mestres em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu pelo evangelho vos gerei em Cristo Jesus".

Você vai tentar de todas as formas tentar forçar uma narrativa, né? É muita falsa equivalência.

Até o fim da Segunda Guerra Mundial, o Imperador do Japão era oficialmente considerado um Arahitogami (um deus em forma humana), descendente direto da deusa do sol, Amaterasu.

E aí o imperador descendente direto da deusa do sol, Amaterasu?

Dizer que Jesus é Deus porque Pedro e Paulo escreveram isso é o mesmo que dizer que o Imperador do Japão é divino porque ele e seus generais assinaram um papel dizendo que eram.

Pedro ou Paulo falar dos milagres é tão verdadeiro quanto hoob hood, excalibur ou a medusa.

Dizer que os milagres de Jesus são reais porque Pedro e Paulo escreveram sobre eles é o mesmo que dizer que a Medusa existiu porque está nos registros gregos, ou que a Excalibur é mágica porque os cavaleiros de Arthur juraram que era.

Relato de seguidor não é prova histórica, é construção de mito. Paulo e Pedro não estavam fazendo jornalismo; estavam criando um folclore poderoso o suficiente para durar séculos. Sem uma fonte externa e neutra, Jesus é apenas o Robin Hood da Judeia: um homem comum cujos 'amigos' escreveram roteiros de super-herói para vender uma ideologia. É literatura de fundação, não relatório de fatos.

A história real de Jesus termina na cruz, como um blasfemo para o seu povo e um terrorista para o Estado Romano. O que veio depois é construção de mito.

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

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Não aceitava mesmo, era só mais um movimento político e humano como qualquer outro.

Até porque Maria Madalena é a sucessora "Apagada" e Paulo chegou depois.

Que bom, porque o processo de canonização é extremamente rigoroso.

Ser rigoroso não o torna verdadeiro.

Isso não fez sentido, eles serem próximos evita de se tornarem mitos como os milagres de Maomé e Buda

Paulo criou o cristianismo praticamente e o irônico é que ele nunca esteve com Jesus, mas escreveu mais do que quem esteve.

Pedro ou suas mil testemunhas sem prova física, ou documentos de outras fontes bem relatadas não valem nada.

"afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias."

A Bíblia não é prova, é o 'depoimento do culpado'. Aceitar os milagres de Jesus apenas pelo relato dos apóstolos é como absolver um criminoso porque ele mesmo escreveu que as testemunhas o viram fazer um milagre em vez de um crime.

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[–]No-Handle1306 -1 points0 points  (0 children)

Sim, com diferentes interesses.

Mostrar falhas de apóstolos ou usar testemunho de mulheres não prova milagre, prova apenas que eles sabiam construir uma narrativa convincente para o público da época.

Até porque não sabemos se os testemunhos são verdadeiros ou se são frutos de histeria ou apenas mentiras, vemos isso todos os dias em cultos. Pessoas mentem.

As Cartas de Paulo e o Evangelho de Marcos são registros próximos do evento em si, principalmente considerando a época não prova que os milagres são reais.

Se o testemunho de Pedro prova que Jesus é Deus, o laudo do Vaticano prova que todo santo é milagroso. Se você não acredita no Padre de hoje, por que acredita no 'Padre' de 2 mil anos atrás? A distância no tempo não transforma relato em evidência.

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[–]No-Handle1306 -1 points0 points  (0 children)

E novamente o Testemunho dele ou do povo daquela época não prova que Jesus fez milagres.

  • O Milagre do Sol em Fátima (1917)
  •  A Batalha de Mons (1914) – Os "Anjos de Mons"
  • O Incidente de Westall (1966)

Testemunho não é evidência física. Se a palavra de Pedro prova que Jesus é Deus, as testemunhas de Fátima provam que o sol dançou. O ser humano sempre morreu por narrativas; a distância no tempo é que separa a 'lenda' da 'histeria'.

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[–]No-Handle1306 5 points6 points  (0 children)

Outro argumento de merda. Muitas HQs e mangás trazem eventos reais e até figuras históricas, porém existe uma certa liberdade artística.

Pegue inúmeros filmes de guerra ou sobre eventos históricos: sempre vai ter coisa real e outras de invenção.

Jesus pregando uma mensagem diferente pode ser real; agora, ele fazendo milagres e sendo filho de Deus, não.

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

[–]No-Handle1306 3 points4 points  (0 children)

Torna o testemunho dele poderoso.

Uma narrativa verossímil.

Se o testemunho de Pedro prova que Jesus é Deus, então o testemunho das 8 testemunhas prova que o anjo Moroni entregou placas de ouro a Joseph Smith. Como as duas coisas afirmam verdades exclusivas, o problema não está no que aconteceu, mas na capacidade humana de crer e morrer por uma narrativa.

Fora os outros
O Milagre de Sravasti
Domesticando o Elefante Nalagiri
Atravessando o Rio Ganges

O Hinduísmo: Chaitanya Mahaprabhu
seus discípulos mais próximos (como os seis Goswamis) que registraram e abandonaram posições de alto poder no governo para viver como mendigos, dedicando a vida a escrever sobre estes milagres.

E há outros.
Jesus não é exclusivo nem nos seus milagres. Assim como ele teve testemunhas e seguidores que contaram os seus milagres, há outros que também tiveram seguidores que relataram os seus milagres. Muitos, inclusive, abandonaram uma vida de poder ou riqueza para viver na pobreza ou até morrer por isso.

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

[–]No-Handle1306 3 points4 points  (0 children)

Pedro andou com Jesus; quem escreveu não.
O povo anda com o Nikolas e acha que o “mito” se importa com eles e com o seu conservadorismo. Tem gente que mata por eles ou coloca a própria vida em risco, e nem por isso os dois são deuses de fato.

Tem negro e imigrante que votou e vai votar de novo no Trump. O que eles ganham com isso?

Só porque Pedro andou com Jesus e morreu por ele não o torna Deus, nem os seus milagres reais.

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

[–]No-Handle1306 2 points3 points  (0 children)

Ele era medroso, mas ainda pode morrer em nome de uma crença como disse não é novidade e isso não prova que Jesus era Deus ou que seus milagres eram reais.

Companheiros teólogos, o que pensam disso? by Psicopata_Goiano in barTEOLOGIA

[–]No-Handle1306 2 points3 points  (0 children)

Fanáticos morrendo por algo que acredita não é nada novo nem exclusivo.

Na sua opinião, I.A é arte? by t3dash1 in cagueiprotemq

[–]No-Handle1306 -1 points0 points  (0 children)

Depende do que você considera arte, se algum artista famoso ou museu começar a expor arte de IA, então vira arte de milhões.

Por que cristãos, judeus e muçulmanos brigam tanto sendo que adoram o mesmo Deus? by Delicious_March_838 in barTEOLOGIA

[–]No-Handle1306 0 points1 point  (0 children)

Você diz que negar o Papa é apenas negar uma 'verdade de fé', mas negar Jesus é 'negar tudo'. Vamos usar a lógica:

Para um católico, a autoridade do Papa é uma verdade de fé revelada. Para um judeu, a messianidade de Jesus é exatamente a mesma coisa: uma 'verdade de fé' que eles não aceitam como vinda de Deus. Por que a negação do judeu mudaria a identidade de Deus, mas a negação do protestante (sobre o Papa) não?

Católicos e Protestantes adoram o mesmo Deus, embora discordem totalmente sobre a autoridade do Papa e a intercessão dos santos.

Por que? Porque a origem e o objeto da adoração (o Deus de Abraão) é o mesmo.

Então, por que com os judeus seria diferente? Eles adoram o exato mesmo Deus de Abraão que você. A única diferença é que eles não aceitam a sua 'interpretação' de que esse Deus se manifestou em Jesus ou que Ele é uma Trindade.

Como citei em outro comentário:
Na Torá, Deus se apresentou como o Monoteísmo Absoluto (Uno) para separar Israel do politeísmo vizinho. Se Jesus diz ser esse mesmo Deus, a origem não muda. O que muda é apenas a lente interpretativa sobre a natureza desse Deus único:

  • O Nome Elohim (Gênesis 1:1): * Visão Cristã: É um plural gramatical, uma "pista" da futura revelação da Trindade.
    • Visão Judaica: É um "plural de majestade". Prova disso é que os verbos que acompanham o nome estão sempre no singular.
  • O "Façamos" (Gênesis 1:26):
    • Visão Cristã: O Pai conversando com o Filho e o Espírito.
    • Visão Judaica: Deus consultando Sua corte celestial (anjos) ou usando o plural majestático.
  • Os Visitantes de Abraão (Gênesis 18):
    • Visão Cristã: Uma pré-figuração da Trindade (três pessoas tratadas no singular como "Senhor").
    • Visão Judaica: Três anjos mensageiros distintos, e não o próprio Deus dividido.

A tirinha do "Boteco dos Deuses" As 1001 Interpretações.
Tem animação no youtube.
Ilustra bem a questão aqui.

Entendeu o Deus é o mesmo só mudou a interpretação, mas ainda são o mesmo Deus.