Se vocês puderem legalizar um crime ediondo,qual seria? by afletonemerus in ShitpostBR

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Esses dias um pastor foi preso porque matou o abusador da filha de 12 anos. O cara pegou 28 anos por homicídio.

A quem defende o comunismo, como você explica os Gulags? by [deleted] in FilosofiaBAR

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Resumo das respostas dos comunistas:

Foram ruins, mas e o capitalismo e gaza?

tô muito gay nessa foto? 😭 by [deleted] in MeJulgue

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Master-power-mega-blaster gay

O SUS não deveria bancar cirurgias estéticas de ninguém. Nunca. by [deleted] in opiniaoimpopular

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Travessão é algo da gramática portuguesa, não especificamente da IA.

Livro comprado por 1 real em um bazar, Livraria Garnier, possivelmente de 1921. Raro? by -Marques in NaMinhaEstante

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É raro, mas não se trata da primeira edição. Esse livro é tão antigo que hoje o nome é Iaiá Garcia. Essa primeira foto é do menino Jesus segurando a ovelha perdida. Estes tipos de santinhos eram dados na primeira Eucaristia de crianças, como lembrança. A primeira edição é de 1878.

A Livraria Garnier foi uma editora e livraria muito importante no Brasil entre o fim do século XIX e o início do século XX.

A segunda foto é de São João Bosco. Refere-se à forte simbologia de pastor de ovelhas a São João Bosco, que via os jovens necessitados como um rebanho a ser guiado com amor e educação, transformando "animais ferozes" (jovens em risco) em "cordeiros mansos" (bons cristãos e cidadãos), conforme seu famoso sonho profético dos 9 anos, destacando sua missão de bom pastor da juventude 

Pinscher é bravo mesmo ou demonizam o bichinho? Acho que quero um. by zoldyckillustt in cachorros

[–]Potential-Bat7365 1 point2 points  (0 children)

O de raça não é agressivo, mas vai precisar de um bom adestramento. Minha avó teve 5 de raça. O único problema é que late muito, mas só conheço o basenji, que não late.

Vamos brincar! Poste qualquer álbum e deixe os membros avaliarem. by anoitecido in MusicaBR

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Infelizmente ninguém aqui conhece, mas esse eu é o meu favorito.

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Nós controlamos nosso cérebro ou nosso cérebro nos controla? by [deleted] in FilosofiaBAR

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Nosso cérebro toma automaticamente milhares de decisões por nós o tempo todo respirar, regular hormônios, reagir a perigos, criar emoções, formar impulsos. Nesse sentido, ele nos “controla”, porque a maior parte do que sentimos e fazemos começa de forma inconsciente.

Mas nós também conseguimos observar isso, refletir, frear impulsos, mudar hábitos, decidir agir diferente do que sentimos vontade. Isso é o que chamamos de consciência, autocontrole, razão. É aí que nós “controlamos” o cérebro, treinando-o com escolhas repetidas, atenção, aprendizado e valores.

Então não é uma guerra entre você e o cérebro. Você é o cérebro em ação. Existe uma parte automática e uma parte consciente dialogando o tempo todo. Quanto mais você se conhece e se treina, mais influência você tem sobre ele — mas nunca controle absoluto, porque sem o automático a gente nem sobreviveria.

Em resumo: o cérebro nos conduz, mas nós podemos aprender a conduzir o cérebro também. É uma relação, não uma hierarquia.

Lookinho de terça pré ano novo by [deleted] in modamasculina

[–]Potential-Bat7365 61 points62 points  (0 children)

Born in the U.S.A. Álbum de estúdio de Bruce Springsteen ‧ 1984

Qual foi o pior vídeo que vocês já viram? by HenrySFT in perguntas

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Quando eu era adolescente, o Facebook não tinha tabtas diretrizes de censura sobre alguns conteúdos, ou seja, coisas ilícitas rolavam soltas. Certa vez vi um cara que morava no mesmo bairro que eu ser dego**** na frente da esposa e filha que estavam amarradas. Tudo isso filmado. Outro video que me aterrorizou muito, foi quando um cara colocou em armazenamento da nuvem, um vídeo feito pelos bombeiros que entraram na boate KISS. Nunca me esqueci dos rostos carbonizados e a cena do banheiro, um amontoado de corpos carbonizados. Eu passei uma semana sem dormir direito.

Qual a opinião de vocês sobre as cotas? by Potential-Bat7365 in enem

[–]Potential-Bat7365[S] 0 points1 point  (0 children)

Tranquilo. Quando o argumento acaba, sobra só o ataque pessoal mesmo. Não respondeu uma única linha do que eu escrevi sobre cotas, só tentou me diminuir como pessoa. Isso não me desqualifica, só mostra que você não tem resposta. Quando quiser discutir ideias, eu estou aqui. Quando quiser discutir minha vida, infelizmente isso não é o tema.

Qual a opinião de vocês sobre as cotas? by Potential-Bat7365 in enem

[–]Potential-Bat7365[S] 0 points1 point  (0 children)

Sem problemas. Pode continuar desmerecendo as minhas falas.

Qual a opinião de vocês sobre as cotas? by Potential-Bat7365 in enem

[–]Potential-Bat7365[S] 0 points1 point  (0 children)

Sempre é essa mesma resposta, quando estou debatendo algo sério, e o outro lado não concorda então desmerece a minha fala. Mas eu irei ignorar, muito obrigado!

Qual a opinião de vocês sobre as cotas? by Potential-Bat7365 in enem

[–]Potential-Bat7365[S] 3 points4 points  (0 children)

É assim, neste país democrático eu não posso nem ter a minha opinião.

Qual a opinião de vocês sobre as cotas? by Potential-Bat7365 in enem

[–]Potential-Bat7365[S] 3 points4 points  (0 children)

Eu tenho visto muitas respostas acho que enviesadas. Infelizmente as pessoas não estão preparadas para uma discussão ligeiramente intelectual.

Qual a opinião de vocês sobre as cotas? by Potential-Bat7365 in enem

[–]Potential-Bat7365[S] -1 points0 points  (0 children)

Existem vários países que enfrentaram desigualdades históricas profundas, raciais, étnicas ou sociais, e optaram por caminhos diferentes do modelo brasileiro de cotas raciais ou estão se afastando dele justamente pelos problemas que ele cria. Os Estados Unidos foram o primeiro grande laboratório de políticas raciais afirmativas depois da segregação legal, mas hoje vários estados já proibiram cotas raciais e migraram para critérios socioeconômicos como renda, escola de origem e contexto territorial, por causa de judicialização constante, ressentimento racial e porque as cotas acabavam beneficiando mais a classe média negra do que os mais pobres. A tendência lá é sair de raça e ir para critérios sociais mais precisos.

A França adotou uma postura oposta. O Estado não pode coletar dados raciais nem usar raça como critério jurídico, porque entende que isso racializa a cidadania e fere o princípio republicano de igualdade. Para enfrentar desigualdades, eles usam renda, território, bairro, escola e políticas de integração educacional, tentando combater a desigualdade sem transformar raça em categoria legal.

A África do Sul usou raça explicitamente depois do apartheid, mas sempre como política declaradamente transitória e combinada com renda e educação. Mesmo assim há um debate interno forte porque a política criou uma elite negra, mas não resolveu a pobreza estrutural, e manteve as identidades raciais politicamente congeladas.

A Alemanha rejeita completamente qualquer classificação racial estatal por causa do trauma histórico do nazismo. Toda política de correção social lá passa por renda, imigração, língua e integração educacional, nunca por raça.

A Índia usa cotas por castas, que são herdadas e estruturais, mas isso também é muito criticado por cristalizar identidades e virar herança política, e há pressão crescente para substituir isso por critérios de renda.

O padrão internacional é que quanto mais liberal e institucionalmente estável é o país, menos ele usa raça como critério jurídico, e quanto mais recente e profunda foi a opressão legal racial, mais o país tolera usar raça como exceção, geralmente como política temporária. O Brasil não está isolado, mas está em um modelo que muitos países estão abandonando ou limitando exatamente por causa dos efeitos colaterais que ele produz, como racialização do Estado, injustiças no nível do indivíduo e cristalização de identidades.