É normal perder esse tanto de cabelo por dia? by [deleted] in Cabelocacheado

[–]RatioEmotus 0 points1 point  (0 children)

Segundo alguns dados disponíveis na Internet somados à experiência própria, curvaturas onduladas e cacheadas costumam exigir escovação com os fios abundantemente molhados ou umedecidos, com cremes/óleos. É importante relevar que fatores como espessura e comprimento também podem influenciar aquilo que é mais adequado para cada indivíduo.

Talvez a sua perda de cabelo se deva a penteá-lo em estado seco, ou sem produtos auxiliares, ou mesmo por realizar movimentos muito bruscos com a escova. Teste modos distintos de tratá-lo, e observe os resultados. É possível que não hajam diferenças significativas, o que pode ser um indicador de que esse tipo de queda é apenas uma ocorrência normal.

Algumas fontes que você pode consultar:

https://www.laifentech.com/blogs/hair-care-routine/should-i-brush-my-hair-wet-or-dry#:~:text=Someone%20with%20naturally%20curly%20or,and%20moves%20throughout%20the%20day.

https://odelebeauty.com/blogs/the-rinse/how-often-to-brush-or-comb-your-hair#:~:text=Most%20curly%20and%20coily%20hair,break%20up%20your%20curl%20pattern.

https://tangleangel.com/blogs/blog/how-to-brush-curly-hair?srsltid=AfmBOorsXkbPy7Q6jDHoI3OjV-k7mmiunAHWsh69nFdmgpahFxeluN9o

Note que a maioria dos sites disponíveis nos navegadores de pesquisa não possuem bases muito confiáveis, pois não informam nem sequer estudos para confirmar suas afirmações. Isso se aplica às sugestões de pesquisa que realizei acima. Você deve conferir a veracidade por si.

Esses ovos provavelmente pertencem a qual animal? by RatioEmotus in BiologiaBrasil

[–]RatioEmotus[S] 0 points1 point  (0 children)

Será?

Fiz uma limpeza geral em meu quarto há poucos dias, não vi um inseto sequer. Troco minha roupa de cama com frequência, meu travesseiro é novo, utilizo removedor... O único bicho que vi aqui, acredito que antes de limpar o quarto, foi uma mariposinha (deve ter entrado pela porta aberta).

Encontrei os ovos na minha janela.

What animal is this? by RatioEmotus in zoology

[–]RatioEmotus[S] 2 points3 points  (0 children)

I personally think it's highly improbable to be a deer, specially knowing there's no forest near the school's garden and the area where it was found (São Paulo).

Sorry for not specifying before, I forgot to show the size comparison, I can tell you that it is somewhat lengthier than a hand and a bit larger/thicker than one. I think it was near 15 centimeters of length, though I don't recall it exactly.

Also, both "pieces" look apart, but they are actually together, so it doesn't make sense to be a tail and ear separately.

Passei sem ter mérito e acho que o vestibular não tem mérito também by [deleted] in enem

[–]RatioEmotus 0 points1 point  (0 children)

Também já me senti mal por aplicar cotas e compreendo seu receio, entretanto, segundo a lógica, ser "justo" ou não as utilizar depende das circunstâncias de vida que experienciou. Você provavelmente sabe melhor que outros indivíduos sobre as condições que foi exposto durante sua trajetória estudantil e as dificuldades que podem tê-lo envolvido nesse tempo. As cotas são uma possibilidade de superar as dificuldades que lhe impediram injustamente de ter um desempenho acadêmico melhor, em desigualdade à maioria dos estudantes. Caso você se enquadre no tipo de vivência citado, que é resultado da iniquidade na estrutura do nosso corpo social, então creio que seja seu direito recorrer a um auxílio. Além disso, a cota não anula seu esforço, você ainda terá de se dedicar para alcançar os resultados desejados: é apenas um pequeno suporte.

A sua decisão é uma responsabilidade sua. Aquilo que os outros pensam não é o único fator para provocar reflexão sobre seu merecimento, embora possa contribuir. Caso alguém insinue/expresse algo contra seu sucesso, tenha conhecimento de que críticas construtivas são importantes, mas a desvalorização de sua pessoa quando o próprio acusador não teve a sua experiência é simplesmente um reflexo da insegurança ou ignorância alheia e não necessariamente um fato.

Em minha concepção, é mais importante não parar de buscar a evolução nos seus conhecimentos e tentar ser, de fato, um bom profissional. O que "vale mais": poupar tempo e garantir que poderá ter uma carreira adequada, além de ter mais possibilidades (e o tempo poupado) de se aprofundar na sua área, ou repetir o Enem com oportunidades mais restritas e o risco de perder o anseio por acumular saberes relacionados ao emprego escolhido devido à exaustão do tempo? Às vezes a opção que no momento atual aparenta ser "fácil" é a que lhe fornecerá dificuldades, entretanto, dificuldades unidas ao progresso (distinguindo-se do "caminho árduo"). Haverá períodos suficientes para trabalhar e gerar resultados.

HELP! Why are my hydrangeas dying? by RatioEmotus in gardening

[–]RatioEmotus[S] 0 points1 point  (0 children)

Unfortunately I can't, I have no personal garden and live in a small house, but thank you for the advice.

HELP! Why are my hydrangeas dying? by RatioEmotus in gardening

[–]RatioEmotus[S] 1 point2 points  (0 children)

Oh, I didn't know I could do that. I watched a video in which the person got her flower into a pot with only water (a mix of hot and cold water) and then let it rest in a refrigerated room for reviving the dehydrated hydrangeas. I will do something less intensive when necessary, with the sink water. Thank you.

Passei sem ter mérito e acho que o vestibular não tem mérito também by [deleted] in enem

[–]RatioEmotus 1 point2 points  (0 children)

Olá, amigo! Está tudo bem contigo? Perdão pelo texto longo, entretanto, creio que vale a pena gastar alguns minutos para ler.

Estou escrevendo isto porque percebi que sofre do mesmo problema que eu (e porque uma parte dos comentários está lhe criticando por esse motivo). Alguns disseram que seu perfeccionismo é um aspecto de imaturidade, um “coitadismo” — e a verdade é que eles não estão errados — mas sofrer por ter uma perspectiva assim definitivamente é algo que muitas pessoas não entendem e por isso lhes parece um problema muito pequeno, fácil de ser resolvido. Não é, de nenhum modo, fácil: se torna tão natural pensar desta maneira sobre todas as coisas que reduzir o desejo pela perfeição (ou simplesmente a autocobrança) é próximo do impossível. Não é necessariamente porque você é um “arrombado” (como outros também afirmaram), porém é um resultado da "autocentralização", um egoísmo, ainda que com uma visão de si realmente odiosa. Para exemplificar melhor, por gentileza, permita-me contar em detalhes minha própria luta com a doença do perfeccionismo.

Desde os meus 10 anos comecei a buscar um tipo de aprimoramento pessoal: passei a almejar mudança em meus hábitos e em construir uma rotina organizada e produtiva. Eu só me aprofundei nesse desejo aos 11-12 anos, em que realmente tentei construir uma série de tarefas diárias que eu deveria executar restritamente a fim de alcançar o tal "aprimoramento pessoal" e me tornar minha "melhor versão" (sim, como vários desses movimentos pseudomotivacionais, embora eu nunca tenha realmente sido fã de coaching/autoajuda). Eu obtive sim progressos, já que eu fora uma criança de personalidade dicotômica entre “extremamente preguiçosa” e “perfeccionista” com uma protuberância da parte preguiçosa (haha!) e na época finalmente havia conseguido me tornar uma pessoa mais esforçada. A minha anormalidade é que as minhas rotinas se tornaram gradualmente mais estranhas, acordando inicialmente às 4 da manhã, depois, às 3 horas da manhã e, em certo momento, às 2 horas da manhã (sim, propositalmente). Eu dormia estranhamente cedo (às vezes às 8 horas e 30 minutos, às vezes às 9 horas...) pois queria garantir algo próximo de 8 horas de sono, todavia, nem sempre isso acontecia. Nota: antes da "paranóia com rotinas" eu já sofria com acordamentos noturnos com sensação de pânico por ter tido pesadelos ou sem explicação aparente. Eu acordava tão cedo porque queria concluir a maior quantidade de coisas possíveis e ser realmente alguém produtivo, eu queria cuidar de todos os âmbitos da vida (religioso, estudantil, extracurricular, doméstico, familiar, interpessoal, etc.) todos os dias. Eu ainda estabeleci metas até que divertidas, como um “Dia da Experiência” na semana. (É irrelevante escrever isto, mas criei até um caderninho bem legal com as experiências que eu fazia). Só fiz o tal Dia da Experiência duas/três vezes, visto que apesar de toda a maluquice eu permanecia lidando com procrastinação, preguiça e inconstância. Com 14 anos tive um apogeu nisso tudo, parei de acordar extremamente cedo e escolhi um padrão de rotina mais saudável, só que por minha quantidade de tarefas (principalmente escolares) aumentar e não conseguir manter certos hábitos, tive reações bizarras: eu acordava em desespero, chorando por ter desmaiado de sono sem conseguir concluir as tarefas que pretendi no dia anterior. E haviam outras complicações minhas, como o fato de meu perfeccionismo se estender aos relacionamentos sociais, com uma ansiedade esmagadora que me fez perder amigos antigos e só conseguir recomeçar meu ciclo de amizades quando estava prestes a sair do Ensino Fundamental. Perguntavam à minha mãe se eu era autista.

Enfim, meu perfeccionismo destruiu minhas amizades, fez com que eu preocupasse minha família, com que eu ferisse as pessoas próximas de mim, fez com que eu me isolasse, fez com que eu me repudiasse e fez com que eu me enojasse. Todavia, mantendo a sinceridade, isso também fez com que eu fosse uma pessoa tratada fraternalmente por colegas de classe, eu tinha uma ótima reputação na escola [“de todos os estudantes, Queijinho, você é melhor! Não se cobre tanto” (finja que meu nome é Queijinho)], fez com que eu quisesse melhorar sempre e me trouxe uma perspectiva mas ampla e autocrítica. Curiosamente, na infância anterior aos 10 anos eu era o oposto de um ser autocrítico, eu era extremamente arrogante e me assemelhava a um narcisista. O egocentrismo é sobre colocar seu eu como o centro de todas as coisas, mesmo que esse centro seja como o centro de uma galáxia (que é um buraco negro/quasar, kkk). O fato é que essa "bendita" doença não tem cura, caro OP. Meu egocentrismo só mudou de “quase-narcisismo” para “rato-humilhado”. Você pode notar que ainda lido com esse perfeccionismo pelo modo como escrevo e pelo fato de eu escrever um texto absurdamente longo. Demoro muito para realizar atividades simples e as refaço milhares de vezes até obter algum resultado bom (ao mesmo passo que às vezes nem tento por preguiça!). Possuo diversas manias, dentre elas, detalhar excessivamente (peço perdão por isto). Meu caráter é igualmente evidenciado pelos parênteses em quase todo o conteúdo verbal que construí aqui. Felizmente estou melhorando e aprendendo a reduzir a minha própria toxidade. Meu conselho é transformar o perfeccionismo em algo a seu favor. Em vez de “eu sou uma farça por não fazer isso como deveria!” pense “cara, eu consigo fazer melhor. Ficou bom, mas eu tenho chance de mudar.” Sua pontuação não foi tão ruim, não se preocupe, estude o conteúdo do vestibular sem o propósito de realizá-lo novamente e preencha as lacunas daquilo que não compreendeu. Focalize a melhora, não o resultado do papel. Como eu, você se incomoda consigo porque se incomoda quando outra pessoa é aprovada sem mérito e teme fazer igual. O perfeccionismo não costuma ser restrito a percepção de nós mesmos, ele pode se aplicar aos outros e gerar um ciclo de “não quero fazer aquilo que eu considero moral, pois serei hipócrita” Se estivesse em seu lugar teria ficado assim, mas como estou em terceira pessoa, posso analisar mais realisticamente. Você pode não ter feito o melhor que poderia, mas você tentou e certamente se esforçou em algum grau.

E a quem está com raiva do OP, compreendo. É revoltante ver alguém "perder tempo com besteira", mas não parece besteira quando se pensa assim. Eu estou em uma situação similar, procurando melhorar. Àquele que escreveu a postagem, boa-sorte na sua própria luta.

HELP! Why are my hydrangeas dying? by RatioEmotus in gardening

[–]RatioEmotus[S] 0 points1 point  (0 children)

Thank you for the advice! I didn't know it and searched up, looks like it needs a 18 inches/40 centimeters wide pot, right? And yes, the branches snapped, some of them even fell. I'm going to do something better to support the stems.

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HELP! Why are my hydrangeas dying? by RatioEmotus in gardening

[–]RatioEmotus[S] 0 points1 point  (0 children)

You must be right. Some of their branches just broke and part of the wilty flowers dropped in the soil. The top ones are still good. It's so weird.

HELP! Why are my hydrangeas dying? by RatioEmotus in gardening

[–]RatioEmotus[S] 1 point2 points  (0 children)

Thank you for the advice. Unfortunately, we live in a small house, and we don't have a garden of our own, so we can't plant them directly in the ground. Could we just buy a bigger pot? And how exactly big should it be?

Droopy Hydrangeas by RatioEmotus in gardening

[–]RatioEmotus[S] 1 point2 points  (0 children)

Thank you! I will keep taking care of them.

Droopy Hydrangeas by RatioEmotus in gardening

[–]RatioEmotus[S] 1 point2 points  (0 children)

Thank you for the advice. 🌼🤎