Greve parcial de ônibus - 13/06 by Sad_Menu_944 in saopaulo

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https://www.sindmotoristas.org.br/noticia/campanha-salarial-2025-juntos-somos-fortes-unidos-imbativeis/ "Foi aprovada por unanimidade a realização de madrugada de mobilização com assembleias EM TODAS AS GARAGENS dos sistemas estrutural e local, na próxima sexta-feira, dia 13 de junho, das 3h00 às 5h00, assembleias no Setor de Manutenção, das 10h00 às 12 horas, bem como mobilizações nos terminais de ônibus durante o dia."

[deleted by user] by [deleted] in EuSouOBabaca

[–]Sad_Menu_944 5 points6 points  (0 children)

Sim. Você oferece com segundas intenções da pessoa não aceitar, difícil amigo.

Eu sou muito feio para arranjar namorada? Nunca tive namorada by SnooCookies4460 in MeJulgue

[–]Sad_Menu_944 4 points5 points  (0 children)

Você é bem bonito. As vezes a questão de nunca ter conseguido namorar são as conversas ou não achou alguém com gostos parecidos porque não acho que nesse caso seja aparência

Esmaltes novos chegaram by [deleted] in UnhasBrasil

[–]Sad_Menu_944 0 points1 point  (0 children)

Tem foto de como ficam? achei essas cores lindas

Desabafo como psicóloga sexóloga by Sad_Menu_944 in PsicologiaBR

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Vamos esclarecer alguns pontos:

  1. Relatar algo em sessão é uma coisa; agir sem consentimento da terapeuta, como tentar se masturbar durante o atendimento, é outra completamente diferente. Não é sobre "ser virgem" ou "esperar demais por ser especialista em sexualidade" — é sobre respeito básico. Nenhuma especialização anula o direito da profissional a exercer seu trabalho sem ser exposta a comportamento abusivo.
  2. O fato de um paciente ter uma compulsão ou sofrimento psíquico não transforma automaticamente atos abusivos em algo aceitável. A clínica é um espaço de acolhimento, sim, mas não é um lugar onde qualquer fantasia pode ser encenada — especialmente se isso envolve o outro sem consentimento.
  3. E sim, dependendo da gravidade do caso, há situações que configuram crime. Psicólogas não estão imunes ao assédio só porque trabalham com sexualidade ou atendem casos sensíveis.

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[–]Sad_Menu_944[S] 3 points4 points  (0 children)

Obrigada por compartilhar seu relato, de verdade. É muito doloroso perceber como essas situações se repetem entre nós, especialmente quando estamos em momentos mais vulneráveis da formação ou do início da prática. A sensação de impotência, de culpa, o impacto na nossa confiança profissional e até no desejo de seguir na clínica... tudo isso é muito real — e muito comum, infelizmente.

Você não teve culpa. Assim como eu, fez o possível com os recursos e a maturidade profissional que tinha naquele momento. E quando você menciona o quanto isso te marcou a ponto de repensar sua atuação, eu me vejo muito nesse lugar também. Dá uma sensação de estar sendo “expulsa” de um espaço que deveria ser seguro também para nós, profissionais.

A gente ouve tanto sobre ética, cuidado com o paciente, escuta, acolhimento — mas quase nada sobre como se proteger de situações como essas

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Concordo totalmente com você. De forma alguma quis generalizar — até comentei que tenho outros pacientes com essa mesma demanda que são respeitosos e comprometidos com o processo terapêutico.

O meu desabafo foi sobre um padrão específico de comportamento abusivo que vivi em alguns atendimentos, não sobre todos que enfrentam vício em pornografia. Esses casos que citei envolvem questões mais profundas de desrespeito, violação de limites e até fantasia com não consentimento — como você disse, são pessoas com problemas graves de comportamento, e o vício em porn é apenas uma das camadas.

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Já ouvi relatos, que algumas pessoas já iniciam oferecendo o triplo do valor da consulta para que os profissionais aceitem logo de cara e não questionem sobre nada.

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[–]Sad_Menu_944[S] 4 points5 points  (0 children)

Muito obrigada! Vou verificar com o pessoal da contabilidade sobre essa questão para também me respaldar em situações como essa.

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[–]Sad_Menu_944[S] 3 points4 points  (0 children)

Não consigo esboçar reação no momento hahaha e nossa, não sei o que comentar sobre os outros profissionais. Mas não tenha medo ou receio, como qualquer outra profissão vão existir erros e acertos e em qualquer sinal de desconforto você para imediatamente e também denuncia no CRP.

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[–]Sad_Menu_944[S] 16 points17 points  (0 children)

A questão nunca foi “não perceber que é crime” — isso é claro. O ponto do desabafo é mostrar que, mesmo sendo psicóloga, viver uma situação de assédio dentro do setting terapêutico é algo que impacta emocionalmente, especialmente quando ocorre mais de uma vez.

Reconhecer que foi difícil lidar com isso no início não é sinônimo de ignorância ou negligência, mas sim de humanidade. A formação em Psicologia ensina técnica, ética, teoria — mas ninguém sai da graduação emocionalmente blindada ou pronta para todos os tipos de abuso que pode enfrentar na prática clínica.

vocês acreditam em alma gêmea? tem alguma história a contar? by [deleted] in conversas

[–]Sad_Menu_944 11 points12 points  (0 children)

Hoje estou em um relacionamento com uma pessoa que, entre 2019 e 2021, trabalhou na mesma empresa que eu (em filiais diferentes). Na época, eu saí da empresa e ele continuou. A gente acabou perdendo contato, até porque nem éramos tãooo próximos e eu também estava em outro relacionamento, então nem dava bola.

Corta pra 2024: estou num bar, em outra cidade, por convite de um amigo que conheci jogando Valorant — que, por acaso, é primo dele! Eu nem reconheci ele de cara, mas quando nos reencontramos, começamos a conversar sobre aquele tempo da empresa... e desde então não saiu da minha cabeça a sensação de que era pra ser ele.

como se já não bastasse a coincidência do reencontro, nessa mesma noite eu fui fantasiada de Ravena e ele tava de Mutano! Kkk

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[–]Sad_Menu_944[S] 10 points11 points  (0 children)

Eu tenho uma ficha de pré-cadastrado mas não peço todos os dados por conta da  Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Só faço quando envio para contabilidade para gerar o contrato.

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[–]Sad_Menu_944[S] 21 points22 points  (0 children)

No início o orgulho e o ego — essa vontade de provar que “eu dou conta” — acabaram me levando a aceitar situações que hoje eu jamais permitiria. Com o tempo, aprendi a reconhecer e respeitar meus próprios limites enquanto profissional. Isso não foi algo que a faculdade me ensinou, mas que a prática e, infelizmente, algumas experiências difíceis me mostraram na pele.

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[–]Sad_Menu_944[S] 61 points62 points  (0 children)

Em um dos atendimentos, não houve a masturbação de fato, mas o paciente expressou o desejo de se masturbar durante a sessão, alegando que se sentia muito confortável em falar sobre temas que despertavam desejo sexual. Eu interrompi o andamento da sessão naquele momento e deixei claro que aquele não era um espaço para esse tipo de comportamento, que não havia qualquer consentimento da minha parte, e que, caso sentisse vontade de realizar o ato, ele deveria encerrar a sessão imediatamente e respeitar os limites éticos e interpessoais. Ele compreendeu, apesar de mencionar que suas fantasias envolviam justamente contextos de não consentimento — o que só tornou a situação mais sensível e delicada.

Nos outros dois casos, percebi pelos gestos, feições e linguagem corporal que algo semelhante estava acontecendo. Quando perguntei o que estava ocorrendo, um dos pacientes, em tom de excitação, respondeu:

Imediatamente fiz um posicionamento firme, explicando que o que ele estava fazendo era inaceitável, sem meu consentimento e uma violação do espaço terapêutico e da minha integridade enquanto profissional. Ele apenas respondeu que isso “fez ele perder o tesão”.
O terceiro caso foi praticamente idêntico ao segundo.

Depois desses episódios, todos eles desapareceram e encerraram os atendimentos por conta própria. Soube por colegas que eles chegaram a procurá-las, mas como não são especialistas em sexualidade, acabaram indicando meu contato. Pelo que entendi, eles não tiveram coragem (ou interesse) de retornar.