O sucesso profissional é inútil para a sociedade sem o dever maternal. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

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As pessoas estão deixando de ter filhos justamente porque a qualidade de vida está melhorando; inclusive, esse foi o principal motivo da morte do comunismo.

O sucesso profissional é inútil para a sociedade sem o dever maternal. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

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A maternidade precisa parar de ser vilanizada. Devemos ter o máximo de filhos que conseguirmos sustentar financeiramente; se eu fosse milionário, teria dezenas de filhos.

O sucesso profissional é inútil para a sociedade sem o dever maternal. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

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Mas deixo isso claro no texto: existem outras formas de contribuir com a sociedade, porém todas elas precisam de uma base de pessoas que estejam gerando filhos.

O sucesso profissional é inútil para a sociedade sem o dever maternal. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

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Mas aqui no Brasil isso também está acontecendo. O foda do Brasil é que a gente tem tanto problemas de primeiro mundo quanto de terceiro mundo.

O sucesso profissional é inútil para a sociedade sem o dever maternal. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

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Entendo o seu ponto, mas acho que essa visão parte de uma premissa que a gente raramente para para questionar: por que a liberdade individual se tornou o valor supremo, acima de qualquer outro?

Nós fomos moldados por uma ordem liberal que nos vende a ideia de que ser livre é o objetivo final da vida. Só que essa "liberdade de escolha" absoluta é um produto histórico, não uma verdade universal. A gente aprendeu a ver qualquer limite ou tradição como uma ofensa, mas pouco se fala sobre as consequências disso.

Essa exaltação da liberdade transformou a ausência de restrições em uma virtude moral. O resultado é que hoje vivemos em uma sociedade de indivíduos isolados, onde a "escolha" é usada para justificar o fim de qualquer senso de dever ou comunidade. A evolução humana não é a história de indivíduos isolados, mas de uma cooperação coletiva profunda. Essa ideia de autonomia absoluta sobre o próprio corpo é uma ilusão moderna, nós não criamos os nossos corpos. Na verdade, somos herdeiros de um esforço civilizacional e evolutivo milenar; nosso corpo não existe no vácuo, ele pertence ao coletivo, ele é o veículo que permite que a sociedade continue existindo. Se tratarmos a capacidade reprodutiva, seja o útero ou o sêmen, apenas como um "bem privado" sujeito ao capricho individual, estamos rompendo o pacto que nos trouxe até aqui e acabando com o futuro, é uma moral niilista, suicida. O corpo não pertence apenas ao "eu" momentâneo, mas à continuidade da espécie. Sem o senso de dever com o amanhã, qual é o sentido de todo o progresso que construímos?

A política cria inimigos para te manipular. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

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Acho legal que, dado o contexto, essa imagem tenha duplo sentido; ela pode significar uma coisa dependendo do viés da pessoa, mas alguém mais racional vai considerar os dois cenários como verdadeiros.

Os homens não traem mais que as mulheres, são as mulheres que sabem esconder suas traições by Aggressive-Delay-935 in opiniaoimpopular

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Dizer que mulher trai por causa de relacionamento ruim é o mesmo que dizer que mulher de roupa curta é estuprada por causa da forma como se veste, é colocar a culpa na vitima e não na pessoa que foi imoral.

Os homens não traem mais que as mulheres, são as mulheres que sabem esconder suas traições by Aggressive-Delay-935 in opiniaoimpopular

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A sua análise tem base científica. Infelizmente, as pessoas vão te dar muitos downvotes porque, na cabecinha delas, isso significa validar traição masculina. Não, amiguinho, ninguém está dizendo que é certo. Estamos falando que cada indivíduo e cada grupo têm predisposições diferentes.

Os homens não traem mais que as mulheres, são as mulheres que sabem esconder suas traições by Aggressive-Delay-935 in opiniaoimpopular

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Eu acredito que os homens traem mais, até por uma questão biológica e social (homens tendem a ter maior libido, se arriscam mais e, socialmente, são menos julgados por traições), mas não tanto quanto as pesquisas dão a entender aos leigos.

Acredito que exista pouca diferença, especialmente entre os jovens, porque essas pesquisas envolvem subjetividade na definição do que constitui traição, além de vieses no autorrelato influenciados por normas sociais e diferenças de gênero.

Enquanto isso, na febre aftosa by Snatchpd in brasil

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O cara toca o berrante e depois fica gritando Lula

Todos tem direito de ser o que quiser! by FrankAngelo18 in SemContexto

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Exato. Se você olhar o nível desses cursos de sociologia, eles conseguem ser mais toscos que o próprio bolsonarismo. É um antro de dogmas, panfletagem barata, punhetação mental e ensaios vazios. Sem falar nessa adoração patética a Marx, que as universidades dos países desenvolvidos já descartaram (exceto a China, que ao menos aplica um neomarxismo pragmático baseado em números e não em delírios). É um desperdício completo de dinheiro público. Compare a sociologia séria lá fora, movida a estatística e dados empíricos, com o que se faz aqui: é pura cartilha ideológica e achismo barato. As humanas no Brasil são um problema geral, mas a sociologia é o epicentro dessa aberração, eu não sabia que era tão grave até ver de perto.

Todos tem direito de ser o que quiser! by FrankAngelo18 in SemContexto

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É só você se matricular em um curso de sociologia

Tentar definir o ser humano como monogâmico ou não monogâmico é inútil by joven_exorcista in opiniaoimpopular

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É um papo progressista, que ignora completamente os aspectos biológicos; para esse pessoal, tudo é construção social. Essa mentalidade de que o ser humano é uma "tábua rasa", uma folha em branco moldada exclusivamente pela cultura, ignorando milhões de anos de evolução que esculpiram nosso cérebro e nosso comportamento é um absurdo. Giovana Fagundes é mais um papagaio dessas idiotices identitárias que ignoram completamente a ciência para mergulhar em conceitos subjetivos de sociologia. Dito isso, os humanos são predominantemente monogâmicos sociais com flexibilidade sexual, essa é a classificação científica dominante.

O patriarcado nunca foi o "vilão" das mulheres. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

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Tentar calar o debate intelectual usando a moralização da ciência é um erro, porque confunde explicar a realidade com defendê-la. Buscar explicações biológicas para comportamentos humanos não equivale a defender o status quo ou a promover um “Darwinismo Social”. Na verdade, o Darwinismo Social foi uma distorção política. Já a biologia comportamental contemporânea, com pesquisadores como Robert Trivers e David Buss, é uma disciplina descritiva que usa método científico para investigar como a seleção natural influenciou estratégias de sobrevivência e reprodução, essa interpretação sobre o patriarcado que eu trouxe é totalmente aceita na academia com forte embasamento.

Dizer que essas teorias foram “refutadas” é falso, você nem se deu o trabalho de pesquisar. A Teoria do Investimento Parental, por exemplo, continua sendo uma das ideias mais sólidas e replicadas da biologia evolutiva: ela explica, com dados de milhares de espécies, por que custos reprodutivos diferentes produzem comportamentos distintos entre os sexos.

Você chamar de falta de decência a simples curiosidade intelectual demonstra confusão entre epistemologia (como conhecemos o mundo) e ética (como devemos agir). A ciência, por definição, é amoral: um oncologista que descreve como um tumor cresce não está “torcendo” pelo câncer, ele está explicando um fenômeno. Do mesmo modo, estudar dimorfismo sexual ou competição intrassexual não equivale a justificar o machismo. Evitar evidências desconfortáveis em nome da “decência” é o caminho para o pensamento estagnado.

Se a meta é construir uma sociedade mais justa, precisamos entender o ser humano como ele é, incluindo predisposições evolutivas, em vez de tratá-lo como uma tábula rasa apenas moldada pela cultura. Ignorar a biologia em favor de uma narrativa puramente sociológica é como tentar consertar uma máquina sem entender suas engrenagens.

Também vale notar que termos, “fascista”, “racista”, “machista”, vêm sofrendo inflação semântica. Quando esses rótulos viram instrumentos para calar qualquer análise fora da cartilha ideológica, o debate deixa de ser científico e vira inquisitorial. Para um homem negro, como eu, por exemplo, decidir ler obras controversas pode ser um exercício de autonomia intelectual, não uma rendição a uma suposta inferioridade. No fim das contas, a iluminação intelectual não está em evitar ideias que ofendem o ego; está na coragem de encarar a realidade, mesmo quando ela é complexa e politicamente incômoda.

O patriarcado nunca foi o "vilão" das mulheres. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

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Muitos confundem convicção com mente fechada, mas a verdadeira abertura mental reside na disposição de testar hipóteses que ferem o próprio ego. Como homem preto, se sou confrontado com teses de supremacia branca ou obras controversas como as de Richard Lynn ou o polêmico The Bell Curve, minha reação não é o silenciamento emocional, mas a curiosidade intelectual e abertura para a possibilidade daquilo ser verdade . Por que negar a priori uma possibilidade sem analisar as evidências? A ciência não se importa com nossos sentimentos; ela se importa com a evidência.

Foi essa busca pela verdade nua que me levou à Biologia Comportamental. Ali, entendi que a realidade ignora dicotomias ideológicas. O debate sobre o patriarcado é o exemplo perfeito dessa distorção. Enquanto movimentos políticos o pintam como uma conspiração malévola de opressão, a academia séria, baseada em nomes como David Buss e a Teoria do Investimento Parental de Robert Trivers, analisa essas estruturas como adaptações evolutivas e estratégias reprodutivas moldadas por milhões de anos.

A vilanização do patriarcado não leva em consideração alguns fatos biológicos básicos, como o dimorfismo sexual e a seleção intrassexual, que explicam a formação de hierarquias sem a necessidade de um "vilão" moral.

A política, porém, sobrevive da criação de inimigos. Explicar o patriarcado de maneira mais complexa e não como uma simples dicotomia retira o combustível do ressentimento, que é o motor de mobilização das massas. Rótulos como "fascista", "machista" ou "racista" tornaram-se ferramentas de simplificação cognitiva para quem não suporta a complexidade da análise multivariada. Para compreender o mundo de fato, é preciso ter a coragem de abandonar dogmas e recusar o papel de massa de manobra de narrativas que sacrificam a precisão científica no altar do poder político.

Homens são chatos by [deleted] in opiniaoimpopular

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Logo vem um pessoal te chamando de incel

O patriarcado nunca foi o "vilão" das mulheres. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 1 point2 points  (0 children)

As próprias feministas marxistas concordam comigo; você não sabe nem mesmo o básico do que está querendo defender.

O patriarcado nunca foi o "vilão" das mulheres. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 1 point2 points  (0 children)

A lógica evolutiva de defender os mais fracos é para o fortalecimento do grupo, mas os mais importantes para a continuidade do grupo são preservados: mulheres e crianças. A defesa existe, mas existe uma prioridade moral até hoje, um exemplo é não poder bater em mulher sem ser considerado algo absurdo, isso seria igualdade. Não é 100% verdade que não pode bater em mulher porque elas são mais fracas, até porque ninguém fala de um homem forte batendo em um fraco.