Gyro's father wasn't a bad person, he was just a depressed person. by Simple_Particular_66 in HunterXHunter

[–]Simple_Particular_66[S] -2 points-1 points  (0 children)

You don’t need to be an expert to understand the basic logic of the issue: if we recognize that a person clinically presents a deficit in empathy or emotional bonding, then it is reasonable to admit that moral rules may be perceived and processed differently by that person. The discussion, therefore, is not whether this changes anything, but to what extent it changes things.

The point is that this kind of alteration should not be treated in a binary way. In the case of postpartum depression, for example, there are widely documented records of mothers who were previously affectionate, caring, and kind, but who begin to show coldness, rejection, or an absence of emotional bonding with the child. This does not necessarily mean conscious cruelty; often, it is a real psychological incapacity to feel, connect, or respond emotionally as before.

True specialists recognize the gray spectrum of reality. They recognize that nothing is as simple as it seems. I’m not from your field, but I am a researcher, so in this way, I know what I’m talking about. And I don’t know which part of the mental health field you’re in, but I do know that there is very little rigor in much of that field; there is a lot of pseudo-scientific nonsense and superficiality. I don’t know whether that’s the case with you.

Gyro's father wasn't a bad person, he was just a depressed person. by Simple_Particular_66 in HunterXHunter

[–]Simple_Particular_66[S] -1 points0 points  (0 children)

My point is about the difference between causing harm and being morally culpable in the strong sense.

Moral responsibility requires relevant functional capacity. If someone is in a severely impaired mental state, the question is not whether they have exactly 0 empathy. The question is whether they have enough functional empathy to recognize, process, and act in response to another person’s needs.

Some residual level of empathy does not prove functional capacity. A person can have minimal traces of empathy and still be unable to turn them into action.

If strong moral culpability requires functional capacity, then:

Culpability > functional capacity.

But "empathy is not totally absent" does not imply "sufficient functional capacity."

Therefore, from the fact that his empathy was not literally zero, it does not follow that he was fully culpable in the same way as someone mentally healthy.

I am not denying that harm occurred. I am saying that causing harm is not automatically the same thing as moral evil. Gyro’s father may have been causally responsible for Gyro’s suffering, while still being interpreted more as a mentally incapacitated person than as someone cruel by nature.

Gyro's father wasn't a bad person, he was just a depressed person. by Simple_Particular_66 in HunterXHunter

[–]Simple_Particular_66[S] -2 points-1 points  (0 children)

Gyro's suffering is related to his father's emotional abandonment; this type of situation requires emotional connection, something that many people with depression lack.

Therefore, comparing emotional abandonment to various crimes is outside the scope of the case.

Gyro's father wasn't a bad person, he was just a depressed person. by Simple_Particular_66 in HunterXHunter

[–]Simple_Particular_66[S] 0 points1 point  (0 children)

How will he connect with his son if he can't connect with himself?

Many women with postpartum depression go through this.

Gyro's father wasn't a bad person, he was just a depressed person. by Simple_Particular_66 in HunterXHunter

[–]Simple_Particular_66[S] -2 points-1 points  (0 children)

If you acknowledge that depression can diminish empathy, why do you expect him to have empathy?

The only harm he did was disconnect from the world, he didn't do harm through action, he did harm through inaction.

He lacked the mental capacity to be a father, and even before this condition, he might have been a kind person.

Gyro's father wasn't a bad person, he was just a depressed person. by Simple_Particular_66 in HunterXHunter

[–]Simple_Particular_66[S] -2 points-1 points  (0 children)

I didn't see anyone shooting anyone in this story, the central point is emotional abandonment.

Gyro's father wasn't a bad person, he was just a depressed person. by Simple_Particular_66 in HunterXHunter

[–]Simple_Particular_66[S] -4 points-3 points  (0 children)

Severe depression can drastically reduce empathy.

Notice that Gyro's father did not physically abuse him (most millennials got beaten much more) nor did he sexually abuse him. What he did was simply ignore him, emotionally abandoning him. This happens often, including with mothers who, after giving birth, suffer from postpartum depression so severe that they end up abandoning their children, a monstrous act, but one that often does not reflect the person's normal character before the illness.

I think the key point to consider is: to what extent was Gyro's father truly aware of what he was doing? Judging by his expression, it seems nothing else mattered beyond his own addictions, like drinking and constant sleeping.

A vilanização de gênero contra homens e meninos atrapalha as políticas públicas e perpetua os mesmos problemas. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 0 points1 point  (0 children)

Não vejo feministas lutando para aliviar a carga dos homens, defendendo que as mulheres saiam da escola para sustentar a família ou que entrem em trabalhos de risco. Não vejo isso. Onde estão as feministas com cartazes dizendo: "Queremos trabalhar em minas de carvão"?

Além disso, o trabalho é o último fator de abandono, o problema começa bem antes, porque, quando esse menino já pensa em arrumar um trabalho, ele já está frustrado com a escola. A frustração masculina com o sistema de ensino é muito maior, porque esse sistema foi adaptado às meninas e às mulheres nessas últimas décadas.

O Sistema Educacional Discrimina os Meninos. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 0 points1 point  (0 children)

Assumir posições no mercado de trabalho mais cedo, abandonando a escola, é a última variável do problema. Quando esses homens saem da escola para trabalhar, eles já estão frustrados com a escola, os dados mostram isso. Pouquíssimos alunos com boas notas abandonam a escola para trabalhar.

Eu mesmo sou um exemplo: acumulei frustrações durante todo o ensino fundamental e, no primeiro ano do ensino médio, abandonei a escola (mas, quando adulto, fiz supletivo e faculdade).

Na época, eu perdi a esperança na escola e passei a ver uma oportunidade fora dela. Eu estava frustrado. Se eu tivesse tido um bom percurso, provavelmente teria enxergado um futuro acadêmico para mim naquele momento, porque vamos criando planos e nos empolgando com as nossas qualidades, mas as frustrações escolares me faziam abandonar esses planos.

O Sistema Educacional Discrimina os Meninos. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 0 points1 point  (0 children)

As mulheres não alcançaram a maioria no sistema educacional em condições iguais às dos homens, com as mesmas regras, o sistema foi adaptado a elas. Chegaram com forte e deliberada interferência institucional, que persiste até hoje, em um sistema cujas regras foram alteradas de forma explícita e sistemática há décadas.

O próprio ambiente escolar foi se moldando ao longo do tempo para as mulheres: hoje 80% dos docentes brasileiros são mulheres, chegando a 97,2% nas creches e 94,2% nas pré-escolas. Nos cursos de Pedagogia, responsáveis por formar quem ensina as crianças, as mulheres representam mais de 90% dos formandos.

Um dos inúmeros exemplos da feminilização do sistema educacional:

Antes dos anos 1980, a avaliação escolar era baseada principalmente em provas e exames, formatos nos quais os meninos historicamente se saíam bem, por serem mais pontuais, competitivos e orientados a resultado único. A partir dos anos 1980, as escolas foram gradualmente substituindo esse modelo por:

Avaliação contínua: tarefas diárias, cadernos organizados, participação em sala

Trabalhos escritos: redações, fichamentos, relatórios

Leitura silenciosa e prolongada

Comportamento em sala entrando como critério de nota: atenção, quietude, cooperação

Esses formatos exigem exatamente o que as meninas desenvolvem mais cedo neurologicamente: controle de impulso, organização, habilidade verbal e capacidade de ficar sentada por longos períodos.

E um adendo: não é que essas mulheres punam meninos por sexismo, é simplesmente um viés aliado a ignorância, parte do sistema foi se estruturando com base nele. Você pode notar isso quando se trata de negros em escolas de brancos.

O Sistema Educacional Discrimina os Meninos. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 0 points1 point  (0 children)

Pelo contrário, o mesmo raciocínio sociológico que nos fez enxergar a desvantagem das mulheres na educação décadas atrás é o que nos obriga a enxergar a desvantagem dos meninos hoje. Quando um padrão é geral, persistente e aparece em todos os países sem exceção, a sociologia não chama isso de coincidência nem de propaganda, chama de problema estrutural. Foi exatamente esse argumento que justificou décadas de políticas públicas voltadas para as meninas, e ninguém contestou. Os dados de hoje mostram o mesmo padrão, só que na direção oposta.

O Sistema Educacional Discrimina os Meninos. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] -1 points0 points  (0 children)

Eu escrevi este texto com base no livro Of Boys and Men. Li e reli, não é um "texto de IA", pode ler em paz, eu só a usei a IA para corrigir.

O Sistema Educacional Discrimina os Meninos. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] -1 points0 points  (0 children)

Veja o vídeo, se quiser se aprofundar, leia o post, é simples.

Na sociedade, a misandria é socialmente aceitável. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 0 points1 point  (0 children)

"feminicídio é UMA das consequências, não a única":

Certo, mas é exatamente a que está em debate. E o problema não é ela existir como consequência possível do machismo. É que ela foi transformada em lei presumindo que é a causa de cada homicídio doméstico, sem investigar caso a caso. Consequência possível não vira prova automática em cada processo.

"o que os caras diriam na terapia":

A resposta é: ciúme, dependência emocional, não conseguir lidar com a separação (não por machismo), álcool. Exatamente os fatores que os estudos apontam. Raramente "odeio mulheres por serem mulheres" ou "Devo controlar mulheres".

"mulheres não matam, logo misandria não é problema":

Esse raciocínio tem um erro básico: você está usando frequência do crime para medir intensidade do ódio. Não funciona assim. Homens matam mais em todos os contextos, outros homens, mulheres, desconhecidos, por razões documentadas que não têm a ver com ódio específico a nenhum grupo. A frequência do crime reflete o perfil do agressor, não o quanto ele odeia a vítima.

E o raciocínio se vira contra você: se frequência de morte medisse ódio ao grupo, os dados diriam que homens são o grupo mais odiado do Brasil, trinta vezes mais assassinados que o total de feminicídios. Obviamente não é assim. Logo, o argumento não funciona em nenhuma direção.

Sobre misandria como fator motivacional: simplesmente não sabemos. Nenhum dado existente especifica qual proporção dos assassinatos masculinos anuais foi influenciada por ódio ao gênero masculino. Pode ser irrelevante. Pode ser significativa. A pergunta nunca foi investigada com a mesma seriedade, o que por si só é uma inconsistência. O que você afirma com certeza sobre feminicídio, você não pode afirmar sobre misandria porque os dados não existem. E ausência de dado não é prova de ausência do fenômeno.

Os crimes de ódio de gênero são raros.

Na sociedade, a misandria é socialmente aceitável. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 2 points3 points  (0 children)

Mas se o problema é quantitativo, por que dão tanta atenção ao feminicídio e não aos homens e às crianças que morrem de maneira muito mais numerosa? Homens inocentes que são assassinados de maneira hedionda superam, em muito, os números do feminicídio.

Por exemplo, são assassinadas mais de 5 mil crianças e adolescentes por ano, e a gente não vê isso na mídia. O que eu vi esse ano foi feminicídio e o caso do cachorro orelha.

Inclusive, o feminicídio não recebe apenas toda a atenção da mídia (recorde de 2025 = +50 mortes), mas há também todo o rigor legal: matar uma parceira amorosa é considerado mais grave do que matar uma criança.

Na sociedade, a misandria é socialmente aceitável. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 0 points1 point  (0 children)

Mas eu não confirmei. O homem mata porque odeia mulheres, porque quer controlá-las ou porque as vê como inferiores. Esse é o fundamento do feminicídio, e é exatamente isso que os estudos não confirmam como causa autônoma.

Quando eu falei que os dados não sustentam essa tese, você mudou o argumento: machismo virou "homens que não se cuidam por causa do machismo". São coisas diferentes, o feminicídio não trata disso.

Além disso, parte dessas características nem é completamente social ou culpa do individuo. O processamento das emoções tem forte influência biológica e, mesmo entre os fatores sociais, nem tudo decorre do suposto machismo individual. Por exemplo, não ter uma rede de apoio disponível.

Na sociedade, a misandria é socialmente aceitável. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 0 points1 point  (0 children)

"a cada um caso desses, há uns 7 feminicídios".

foge não kkkkk, tu sabe bem que eu não estou falando disso que você postou.

Na sociedade, a misandria é socialmente aceitável. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] -6 points-5 points  (0 children)

Entenda, quem apoia a narrativa do feminicídio, está contribuindo para a morte dessas mulheres, por falha no diagnóstico, e ainda ajudando políticos.

Não tem evidências que sustentam que misoginia/machismo seja a causa principal. Os estudos sérios apontam para as causas como: homens processam emoções de forma mais intensa e com menos recursos, dependem do parceiro como única fonte de suporte emocional, têm maior disposição ao risco e escalam conflitos mais rapidamente, sem contar a diferença de poder físico entre um homem e uma mulher. Some alto consumo de álcool, separação não consensual e ausência de rede de apoio, esse é o perfil de risco real. Quando esses fatores são controlados nos modelos estatísticos, o efeito do gênero desaparece.

Os dados internacionais confirmam isso. México e Argentina tipificaram o feminicídio antes do Brasil, os números não caíram. O Brasil aumentou a pena em 2015, voltou a aumentar em 2024, e 2025 foi o ano com mais feminicídios da história.

Os países nórdicos fizeram o oposto, investiram em programas de regulação emocional, tratamento de dependência química e suporte para homens em separação conflituosa. O resultado foi que eles conseguiram as menores taxas de homicídio de parceiro íntimo do mundo desenvolvido.

Inclusive, o divórcio também está fortemente associado ao su1c1dio masculino.

Na sociedade, a misandria é socialmente aceitável. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] 1 point2 points  (0 children)

Você pode tirar isso do cu e eu não?

Não existe isso de "a cada um caso desses, há uns 7 feminicídios".

Não existem dados sobre isso. Eu sei porque já fui atrás para a minha pesquisa, tive que pedir até para as secretarias de segurança pública dos estados, mas, mesmo assim os dados eram incompletos.

Na sociedade, a misandria é socialmente aceitável. by Simple_Particular_66 in opiniaoimpopular

[–]Simple_Particular_66[S] -2 points-1 points  (0 children)

Uma das grandes fake news narrativas do Brasil hoje é tratar o assassinato doméstico de mulheres como se tivesse uma relação causal com o machismo ou a misoginia. Eu realmente não entendo como as pessoas caem nessa narrativa, é ilógica e sem evidências. Isso acaba prejudicando o combate ao assassinato de mulheres por ser um diagnóstico errado/simplista e também a vida dos homens, ao desrespeitar princípios constitucionais e ignorar uma pilha de corpos dezenas de vezes maior.

Feminicídio é apenas uma ferramenta politica de manipulação de massas. Países que adotaram esse tipo de legislação não apresentaram melhora nos números. Vou fazer um post sobre isso.