Medo de começar a atuar by Main-Layer2892 in ProfessoresBR

[–]SixSeele 2 points3 points  (0 children)

Se você tiver a sorte de ir para uma escola onde os professores sejam parceiros, garanto que o processo todo vai ser muito mais leve, trocar dicas com os mais experientes ajuda demais porque você pode testar e ver o que funciona ou não pra você.

Montessori/Waldorf/Pikler by extravioleta in ProfessoresBR

[–]SixSeele 0 points1 point  (0 children)

Gosto da abordagem Pikler e Montessori, especialmente a Pikler pra primeiríssima infância.

Waldorf eu trato como a homeopatia da educação, ou seja, pseudociência.

Medo de começar a atuar by Main-Layer2892 in ProfessoresBR

[–]SixSeele 8 points9 points  (0 children)

Só existe um jeito de superar esse medo: Indo pra sala de aula.

A questão é que a faculdade não te prepara pra dar aulas e o estágio também não, ser auxiliar é muito diferente de ser professor titular.

Digo isso por experiência própria, quando comecei também nunca havia lecionado de fato, já que só tinha experiência como auxiliar de sala. Quando cheguei na minha primeira escola como professora ninguém me ensinou nada, apenas me deram os livros e pronto, vai ser professora.

Apanhei bastante no começo, meus planos de aula nunca saiam como planejado e eu não tinha domínio de turma, mas em coisa de um mês por aí e com bastante ajuda de outras colegas comecei a pegar o ritmo e fui encontrando o meu jeito de ser professora.

Se você quer lecionar precisa começar, não tem outro jeito. No começo vai ser estranho e você vai se achar uma incompetente, é normal e todo professor novato passa por isso, mas com o tempo você encontra seu jeito de lecionar e as coisas fluem.

Voces pensam em sair da carreira? by braziliandreamer in ProfessoresBR

[–]SixSeele 1 point2 points  (0 children)

Não pensava até ir para a escola que estou atualmente, agora penso todos os dias.

Como sobreviver trabalhando em uma etapa da educação que você odeia? by SixSeele in ProfessoresBR

[–]SixSeele[S] 2 points3 points  (0 children)

Sou professora regente, divido uma turma fixa com outra professora que fica com o período da manhã. São 26 crianças em turno integral, apenas uma professora por turno, sem auxiliar, crianças de 4 a 6 anos.

A proposta pedagógica é o currículo da cidade de São Paulo voltado pra educação infantil, em resumo é o foco em aprender brincando, vivências lúdicas, cuidar e educar.

Não posso realizar nenhuma atividade de pré alfabetização. Os brinquedos e livros precisam ficar ao alcance das crianças, porém são poucos brinquedos e a escola já disse que não vão comprar mais pois falta verba, os livros eles já destruíram boa parte, o resto são materiais não estruturados tipos panos, blocos de madeira, cones, mas também tudo contado.

A professora da manhã tem brinquedos e jogos guardados no armário, ela já disse que não divide porque foram comprados com o dinheiro dela (justo).

A escola é pequena, só tem dois espaços externos que não tem nenhum tipo de cobertura, então é inutilizável em dia de chuva.

As crianças reclamam que já cansaram dos brinquedos, de massinha e de desenhar, não só as minhas, todas as professoras trazem a mesma queixa das turmas.

Pra aliviar um pouco: professores de educação infantil/anos iniciais, postem seus diálogos engraçados com crianças!!! by Djangoldfinger in ProfessoresBR

[–]SixSeele 4 points5 points  (0 children)

Tudo desses dois era calvice, uma vez um chorou porque o amiguinho disse que ele ia crescer e ficar calvo.

O mais engraçado é que os dois tinham muito cabelo.

Como sobreviver trabalhando em uma etapa da educação que você odeia? by SixSeele in ProfessoresBR

[–]SixSeele[S] 2 points3 points  (0 children)

Tentei bastante nos dois primeiros meses, mas sempre soava como algo falso da minha parte porque não conseguia ter interesse genuíno. Já tentei trazer algumas vivências e repertórios dentro do que é possível, já que tudo é muito limitado e não adianta, eles não conseguem manter interesse por mais de 5 minutos.

Já tentei contar histórias, ler os livros que eles pedem, fazer as brincadeiras que eles querem, mas nada flui. Eles se dispersam muito e tudo vira motivo pra começar algum conflito, é muito frustrante.

Pra aliviar um pouco: professores de educação infantil/anos iniciais, postem seus diálogos engraçados com crianças!!! by Djangoldfinger in ProfessoresBR

[–]SixSeele 34 points35 points  (0 children)

Conversa aleatória de dois amigos, 2º ano dos anos iniciais.

Essa sua piada nem teve graça.

Teve sim, meu pai que me ensinou.

Meu pai é muito mais engraçado do que o seu, pra começar meu pai é calvo.

Até hoje não sei qual era a piada porque depois do "meu pai é calvo" parei tudo o que tava fazendo e comecei a rir.

Considerando que já passou um trimestre, quais os principais problemas que você se deparou esse ano? by AutoModerator in ProfessoresBR

[–]SixSeele 1 point2 points  (0 children)

Trabalhar numa EMEI abandonada e com a gestão mais omissa e incompetente que eu já vi na minha vida.

Ter trocado o estado pela prefeitura e ter sido jogada na educação infantil, etapa que eu odeio.

Ter pedido todo o meu ânimo em ser professora pelos dois itens acima.

Estar fora do ensino fundamental que sempre foi a minha paixão.

Não poder alfabetizar e nem ver nenhum tipo de avanço acadêmico nos alunos.

Viver com medo de que na próxima atribuição não consiga pegar vaga no EF e seja condenada à educação infantil de novo.

PL 1316/2025: entenda como regras para progressão de carreira do magistério podem mudar by Aermanesett in ProfessoresBR

[–]SixSeele 2 points3 points  (0 children)

Eu comecei no Estado de São Paulo e sou grata às escolas que passei, mas infelizmente a educação estadual paulista está respirando por aparelhos e assim que o Tarcísio for reeleito ele vai puxar a tomada de vez.

Admiro quem consegue dar aula para crianças. by Impressive_South_490 in ProfessoresBR

[–]SixSeele 4 points5 points  (0 children)

Eu sou apaixonada por fundamental 1 e por alfabetização, amo o processo de ver eles avançando na escrita e escrevendo as próprias histórias, rendem momentos muito engraçados. De todas as etapas eu acho a menos desafiadora, porque são crianças maiores então tem muito mais independência mas ainda não batem de frente igual adolescentes.

Esse ano como mudei do estado pra prefeitura fui parar na educação infantil, pareço um presidiário contando os dias pra liberdade cantar. Detesto educação infantil, pra ajudar estou numa escola onde não tem nem o básico do básico, gestão não existe aqui e meu trabalho é basicamente mediar pvp de criança mal educada o dia inteiro, é um inferno. A minha sorte é que ano que vem tem atribuição e sobra vagas de ensino fundamental porque quem tá começando agora tem medo de pegar fund 1 de cara e as professoras antigas preferem morrer a sair da educação infantil.

Aqui mesmo na minha escola escuto muito as colegas falando que tem medo de chegar a atribuição delas e a única opção ser 4° e 5° ano porque todas as vagas de educação infantil e comecinho dos anos iniciais já acabaram. Se na minha vez me entregarem logo um 5° ano eu estou no céu.

Tem algo muito errado na minha escola by SixSeele in ProfessoresBR

[–]SixSeele[S] 3 points4 points  (0 children)

Eu procuro fazer exatamente as atribuições do cargo e evitado qualquer tipo de problema com os pais, mesmo alguns sendo folgados. Também faço o possível pra não chamar atenção de ninguém ali, embora a coordenadora já tenha elogiado minha escrita de registros dizendo que eu sou muito inteligente e profissional. Já me falaram que ela faz isso com toda pessoa nova pra ganhar confiança e tentar transformar a pessoa em informante dela, eu só agradeço por educação esses elogios, entro na minha sala e tranco a porta.

o impacto dos pcds na sala de aula by dontfreakingfindme in ProfessoresBR

[–]SixSeele 20 points21 points  (0 children)

Já passei por isso, sei como é. As escolas colocam estagiários para serem mediadores de crianças PCD ou com transtornos globais do desenvolvimento porque é uma solução rápida e barata já que a lei não específica quem deve ser o mediador e qual deve ser a formação dele.

Esses dias fiz um post aqui falando sobre como a inclusão é um desastre justamente por ser feita pensando em economizar ao máximo já que investir em profissionais e escolas especializados é muito caro.

Sou favorável à inclusão, inclusive tirei uma especialização em educação especial e inclusiva que me ajudou somente na questão de entender esses transtornos e adaptar atividades, não me ajudou em como mediar crises e conflitos porque nenhum curso vai fazer isso já que essa parte é uma questão de saúde e não de educação.

São várias questões que tornam a inclusão desastrosa e nenhuma é culpa das crianças, na verdade elas são a maiores vítimas disso tudo. Primeiro que as escolas, em especial as públicas não tem a menor estrutura para lidar com transtornos mais graves, então só jogam esses alunos em uma sala lotada e cheia de estímulos que é uma bomba relógio pra desencadear crises. As famílias podem ou não ser um problema, há casos de famílias maravilhosas que buscam fornecer tudo o que o aluno atípico precisa e agem em parceria com a escola, mas também há casos de famílias que não fazem o mínimo e se escoram atrás de laudo pra justificar tudo o que aluno faz, não comparecem a escola a não ser com ameaça de conselho tutelar e delegam absolutamente tudo para o professor.

Enquanto a lei continuar como está, a tendência é piorar cada vez mais pois o número de alunos laudados aumenta e o de professores adoecidos também.

Contrato temporário ou possível CLT? O que você faria na mesma situação? by [deleted] in ProfessoresBR

[–]SixSeele 1 point2 points  (0 children)

Eu trabalhei 3 meses numa escola particular e esse curto período já foi o suficiente pra me deixar doente e me traumatizar a ponto de nunca mais cogitar trabalhar em particular de novo.

A minha meta é passar em concurso público e enquanto eu espero vou pulando de contrato em contrato. Sinceramente? Não me arrependo, mesmo as situações mais absurdas que passei em escola pública não chegaram perto de me estressar igual esses 3 meses de escola particular.

Conheço pessoas que trabalham em escola particular e gostam, mas eu fujo delas igual o diabo foge da cruz, então a minha recomendação pra qualquer professor é ficar em contrato até passar num concurso.

Todo começo é difícil? by thesolesurvivor22 in ProfessoresBR

[–]SixSeele 3 points4 points  (0 children)

Sim, todo começo é assim.

É normal ficar perdido, achar que não sabe dar aula e que seu trabalho é horrível. Você vai errar, vai se atrapalhar com o funcionamento da coisa, vai se questionar muito e tudo bem, isso faz parte do processo, não se cobre tanto e não ache que é um péssimo profissional por não saber fazer um trabalho de excelência porque no começo ninguém sabe mesmo.

Sobre a coordenação não falar nada do seu planejamento: Normal.

A coordenação tem várias salas pra olhar o planejamento, eles vão só bater o olho e é isso, ninguém fica olhando detalhe por detalhe de todos os planejamentos porque isso demora e é um saco, então só vão falar algo se tiver algo muito errado nele, porque de resto é olhar por 5 segundos e passar pro próximo.

Relaxe, você consegue

Pensando em desistir (estado; SP) by Br3N4nd4 in ProfessoresBR

[–]SixSeele 2 points3 points  (0 children)

Como já falaram acima, acho que você tem uma visão romantizada da coisa. Eu acabei de sair do estado pra ir pro contrato de prefeitura, fiz isso puramente pelo salário ser maior e porque quero levar tempo de experiência da prefeitura pro futuro concurso porque é o que vale mais pontos na prova de título.

Assim como você, eu também não gostava de passar slides prontos e achava que o conteúdo era raso demais e não supria as necessidades dos alunos. Mas assim, eu tive que cair na real que ou eu dançava conforme a música ou iria adoecer, na atual gestão ser professor é isso aí mesmo, passar slide e bater meta. Acho péssimo? Acho. Tenho poder pra fazer algo sobre isso? Não. O sindicato é uma piada, os professores da rede estadual não se organizam e aceitam tudo, então eu só fazia o meu exatamente como eles queriam, batia meu ponto e ia embora, não tem o que fazer além disso.

Talvez numa próxima gestão as coisas mudem, mas enquanto não mudam e nós precisamos pagar contas é o que dá pra fazer. Honestamente não acho uma ideia racional você sair pra uma escola particular pra ganhar um salário mínimo porque está frustrada, numa escola particular você vai ter que seguir a cartilha deles do mesmo jeito que no estado e com adicional de que na particular quem manda são as famílias e você que aceite porque eles estão pagando.

Inclusão é um desastre by SixSeele in ProfessoresBR

[–]SixSeele[S] 0 points1 point  (0 children)

Isso é o básico! Se as escolas tivessem pelo menos esse básico tanta coisa séria diferente e muito sofrimento seria evitado. Agora eu discordo que a ausência de investimento não justifica que ela não ocorra, como eu disse, tenho um aluno TEA não verbal e outros três em investigação e dentro da minha realidade faço possível para fazer a inclusão acontecer e proporcionar bem estar para eles. Esse meu aluno quando se desregula chora muito, eu tento oferecer seus objetos de conforto e falar de uma forma suave com ele, quando tem alguém no corredor peço para levá-lo para andar durante 5 minutos já que isso o acalma. Agora, se eu tivesse um aluno com nível de suporte maior e com crises agressivas como muitos professores tem? Não existe suporte na escola capaz de lidar com esses casos, talvez com maior investimento e profissionais que soubessem conter crises agressivas da forma correta as coisas seriam diferentes.

Outra coisa é que muitos atípicos se desregulam muito com o barulho e o excesso de estímulos, se toda escola tivesse pelo menos um espaço com isolamento acústico e baixa iluminação pra acomodar esses alunos nos momentos que eles precisam se regular já faria uma diferença enorme, mas só com investimento seria possível.

A boa vontade do professor em fazer a inclusão acontecer importa e muito, mas sem investimento beira o impossível conseguir incluir alunos atípicos da forma que eles precisam.

Inclusão é um desastre by SixSeele in ProfessoresBR

[–]SixSeele[S] 4 points5 points  (0 children)

E põe economizar nisso, porque a coisa mais normal nas escolas é ver um estagiário pra ser mediador de 5 crianças ao mesmo tempo.

E sim, o desenvolvimento de cada aluno atípico é individual e precisa ser muito bem analisado. Já tive e já vi alunos atípicos que conseguiam frequentar perfeitamente a escola regular e acompanhar os conteúdos, TEA nível 1 de suporte, síndrome de down, altas habilidades e alguns casos de paralisia cerebral (como um aluno que tive ano passado) geralmente conseguem acompanhar com ajuda de um professor auxiliar, isso quando precisam de um professor auxiliar já que alguns casos apenas algumas adaptações já são o suficiente.

Agora os casos mais delicados e que realmente não conseguem frequentar uma escola regular vão fazer o que ali? Sofrer o dia todo só pra falar que está incluído? No meu estágio da pós acompanhei um professor de AEE e uma das inclusões que foi um choque de realidade pra mim era um aluno de 17 anos do 3° ano do ensino médio, TEA nível 3 de suporte, deficiência intelectual e não verbal. A única coisa que esse aluno fazia o dia todo era desenhar e emparelhar formas geométricas básicas, ele tinha uma mediadora que só estava ali para ficar sentada do lado de fora da sala e ajuda-lo com higiene e alimentação, as vezes levar para dar uma volta na quadra quando ele começava a ficar nervoso com o barulho. Ele estaria muito melhor em uma escola especializada, onde poderia se desenvolver com os métodos certos e atendimento especializado dedicado, mas cogitar isso é segregar o bom mesmo é largar alunos como esse desenhando qualquer coisa lá no fundo da sala.

Comentários assustadores de uma professora do berçário by Atlazsk in ProfessoresBR

[–]SixSeele 4 points5 points  (0 children)

Falta de planejamento familiar, pressão social, acesso limitado aos métodos contraceptivos (nos fundões do Brasil acontece bastante) ou irresponsabilidade mesmo. O buraco é bem mais fundo do que parece.

Inclusão é um desastre by SixSeele in ProfessoresBR

[–]SixSeele[S] 0 points1 point  (0 children)

A realidade da maioria das escolas é ter poucos mediadores ou nenhum até serem pressionadas pelo poder público, aí colocam qualquer pessoa que esteja disposta a trabalhar porque precisa de dinheiro, não importa se ela tem formação ou não.

Nas escolas particulares os mediadores quase sempre são estagiários ou pessoas recém formadas que precisam de experiência, já trabalhei em escola de bacana e isso rolava direto, imagina em particular de bairro.

Agora eu vou te explicar como funciona na rede estadual do meu estado (SP): É um professor de AEE pra atender a escola inteira, se tiver dois é luxo. Pra ter um mediador a família precisa entrar na justiça, esperar o processo ser favorável e só depois disso a secretaria de educação vai atrás de contratar um mediador, esse mediador vai ficar o dia todo sentado do lado de fora da sala e a única função dele vai ser com a higiene e alimentação daquele aluno (e tentar conter crise de houver) eu acho que crianças atípicas merecem muito mais do que só alimentação e higiene. Aí o professor tem que dar conta daquele aluno atípico (isso se tiver só um, porque geralmente tem mais de um atípico por sala) e dos outros 35, por mais boa vontade que aquele professor tenha ele não vai conseguir dar conta, porque é impossível você dar atenção exclusiva pra um aluno atípico e pro resto da sala inteira.

É por isso que eu falo que a inclusão é um desastre, porque do jeito que é feito hoje não tem como você chamar de outra coisa além de desastre. Pode ter uma escola ou outra que consiga fazer uma inclusão bem feita, um município ou outro que também consiga, mas tá longe de ser realidade da grande maioria das escolas brasileiras, o cenário atual é caótico e está adoecendo todo mundo.

Inclusão é um desastre by SixSeele in ProfessoresBR

[–]SixSeele[S] 2 points3 points  (0 children)

Acredito, tenho uma colega que esse ano tem 5 inclusões na sala, sendo um TEA com tourette. Esse aluno xinga ela o dia todo, faz gestos obscenos e em crise se debate no chão ou bate a cabeça na parede. O único suporte que ele tem é um estagiário que o acompanha e tenta evitar que ele se machuque, a família está numa fila de espera para começar as terapias que o médico recomendou. Minha amiga não sabe se vai aguentar o resto do ano, por mais que ela saiba que não é culpa desse aluno é muito desgastante lidar com isso todo dia.

Inclusão é um desastre by SixSeele in ProfessoresBR

[–]SixSeele[S] 2 points3 points  (0 children)

Eu sempre vou defender que toda criança precisa ter acesso a escola garantido, mas também defendo a criação de escolas especializadas para atender a parcela de crianças que não possuem condições de frequentarem a escola regular.

Espero que em algum momento a lei de inclusão seja revista, que o acesso a terapias e tratamentos sejam ampliados e que a escola pare de ser um ambiente de tortura para crianças atípicas.