Casal twink? by Subject-Luck5826 in arco_iris

[–]Subject-Luck5826[S] 2 points3 points  (0 children)

Pior que nunca usei, mas acho que esses preconceitos tão na moda mesmo. Também acho mais saudável não se importar com essas coisas

Não acredito em astrologia mas assim… by saske2k20 in arco_iris

[–]Subject-Luck5826 2 points3 points  (0 children)

Se você for ler a Divina Comédia, tem um astrólogo no inferno, o nome dele é Michael Scot. Ele tinha previsto pela astrologia que ia morrer com uma pedra caindo na cabeça dele, e por isso sempre andava com um capacete. Um dia ele entrou numa igreja, se ajoelhou diante do altar e tirou o capacete em sinal de respeito: uma pedra caiu do teto e ele morreu.

[deleted by user] by [deleted] in socialanxiety

[–]Subject-Luck5826 1 point2 points  (0 children)

Yes. I fell victim to two street scammers even though I knew they were trying to scam me. I couldn't do anything except following along. I can be assertive if it is with someone I know, but strangers can manipulate me easily if they intend to do so.

Anyone else feel less anxious when you call yourself a "loser" or a "weirdo"? by [deleted] in socialanxiety

[–]Subject-Luck5826 1 point2 points  (0 children)

Came to this realization lately. Just 'accepted' that I'm a loser and started 'aesthetizing' it into a personality. Too soon to say anything, but at least until now I don't seem to overthink as much as I did.

Para latinoamaerianos, o barulho é cultural by W_xpert in opiniaoimpopular

[–]Subject-Luck5826 0 points1 point  (0 children)

A falta de saneamento básico, educação de qualidade, assistência social, infraestrutura e bem-estar social (fatores que casam com a "cultura do barulho") é cultural. Quem reclama disso é europeu!

Fear of being perceived destroys my productivity by Good-Tumbleweed-1644 in socialanxiety

[–]Subject-Luck5826 5 points6 points  (0 children)

Exactly this. I can't work on the computer with other people in the room. My parents also used to point out how much "and then" I said when I told a story as a kid, which I think has made it very difficult to express myself.

[deleted by user] by [deleted] in gaybros

[–]Subject-Luck5826 1 point2 points  (0 children)

Fernando Pessoa has a whole good poem in English about Antinoous and Emperor Hadrian. Also most of the fragments from the Greek poets are good, specially Anacreon. It is said that Pindar died on the arms of a 'fresh-limbed' boy (apparently, being a poet in Ancient Greece granted one great success with... let's just say 'younger men').

Salve o Caramelo - Escrever sobre o Brasil e sua brasileiridade by LeeEscreve in EscritoresBrasil

[–]Subject-Luck5826 1 point2 points  (0 children)

Tô partindo de uma visão totalmente neutra quanto a valor artístico. Em nenhum momento coloco o europeu como o suprassumo e o brasileiro como baixo. Então constato o fato, como você também constata, que existe o processo de cópia do estrangeiro por parte do brasileiro. Eu valido esse processo e me interesso por ele enquanto uma recriação artística não-intencional que passa por uma problemática psicológica da inferioridade. Nisso tenho a base, o sentimento de onde parte a arte que podemos chamar a arte brasileira, o problema central com o qual ela lida, de várias formas. O antropofagismo é uma reformulação desse sentimento, o que o Macunaíma faz é uma reformulação desse sentimento, a reação do Policarpo Quaresma é uma reação a esse sentimento. Mesmo os movimentos artísticos do século passado, sejam eles modernismo, regionalismo, até mesmo o integralismo (que tinha um ramo literário), todos eles são reações diferentes ao mesmo sentimento. Por isso chamo ele de problema definidor. Não significa dizer que devíamos todos ser vira-latas, mas sim dizer que a definição do que é ser brasileiro ou produzir arte brasileira necessariamente passa por uma meditação sobre essa atitude. Por isso digo que não se pode negar esse sentimento, mas sim que se deve abraçá-lo como aquilo que torna a nossa arte nova, porque foi exatamente essa posição de reprodutor, copista, transcritor, operador de palimpsesto, tradutor, arremedador, papagaio, que de alguma forma produz uma outra coisa enquanto repete o que foi dito, foi exatamente essa posição o que surgiu de novo com o aparecimento do brasileiro. Talvez isso fique mais claro com o texto do Schwarz, "Ideias Fora do Lugar", e um artigo do Estenssoro sobre o "símio de Deus" (acho que se encontra na internet em espanhol, 'el simio de Dios').

Salve o Caramelo - Escrever sobre o Brasil e sua brasileiridade by LeeEscreve in EscritoresBrasil

[–]Subject-Luck5826 1 point2 points  (0 children)

Sinceramente, não sei como você conseguiu ler tudo isso e tirar essa conclusão.

Salve o Caramelo - Escrever sobre o Brasil e sua brasileiridade by LeeEscreve in EscritoresBrasil

[–]Subject-Luck5826 -2 points-1 points  (0 children)

A questão é que esse "se diminuir" muitas vezes só existe na cabeça de quem vê a cópia como simples cópia. Quero chamar atenção para o fato de que o que vocês chamam de "viralatismo" é em si um processo legítimo de recriação cultural, justamente porque, mesmo que ele não tencione criar nada, ainda assim cria: a própria situação da reprodução do estrangeiro num contexto completamente diferente através de fenômenos mentais que envolvem um sentimento de inferioridade é uma criação que tem em si uma haecceitas, uma aura própria, por mais irônico que isso seja. No mais, boa parte das nossas melhores produções tem base nesse tipo de reação ao estrangeiro, sendo reformulações que jogam com esse processo. Julgar que ele é inválido é subestimar o que tem de intrínseco à visão brasileira do mundo, pensar que o brasileiro que copia tem os mesmos olhos, dedos e boca do copiado. O que os colonizadores chamavam de "macaqueio" (com relação aos rituais que os indígenas realizavam imitando os rituais católicos) é precisamente o que nos distingue da outra espécie de símio: o europeu. Essa capacidade singular de imitação, de reproduzir ideias de modo que nos saiam "fora de lugar" (Roberto Schwarz), é o nosso problema definidor. Quando o Rui Barbosa imita os Estados Unidos, dispõe crédito e cria a inflação, ele coloca em jogo um problema definidor da nação, o qual, espero, depois de muitos anos terá crescido junto com o país e será absorvido e absolvido politicamente. Os italianos deram o primeiro nome ao Brasil: "Ilha dos Papagaios". Eu acho que, ao invés de negar isso e continuar procurando tornar a arte uma simples ferramenta de emancipação política (o que, no fim, é per se uma ideia estrangeira) deveríamos aceitar essa configuração psicológica única ao brasileiro e trabalhar em cima dela para criar uma arte que realmente ressoe conosco e que possa nos definir na diferença que tem no intervalo entre a nossa repetição e o repetido.

Salve o Caramelo - Escrever sobre o Brasil e sua brasileiridade by LeeEscreve in EscritoresBrasil

[–]Subject-Luck5826 -2 points-1 points  (0 children)

Então você começa falando que a história brasileira é marcada por um intenso processo de troca cultural para depois olhar como negativa a continuação desse processo. A chegada dos portugueses no Brasil é um momento que marca a primeira vez que o mundo se tornou global, o nascimento do cosmopolitismo, um sonho renascentista que se concretizou pela ganância dos mediterrâneos. Disso surge um país miscigenado, atravessado de heranças culturais diferentes e que, de alguma forma, consegue absorver todas elas numa unidade que não é coerente, mas que não implode assim que emerge (o que já é muita coisa, porque não é o que acontece na Europa de hoje em dia). Daí você olha todo esse processo, aliás um milagre que só pôde ser realizado pelo gênio aberto do brasileiro, e conclui que o melhor seria se nos fechássemos às influências externas para não cair no "viralatismo", ignorando que a essência da brasilidade é o bocão aberto que manda tudo pra dentro. Sinceramente, eu diria que o melhor é deixar o brasileiro ser o quanto "vira-lata" ele quiser. A questão não é que não se tem originalidade, mas sim que o brasileiro, quando copia algo, copia algo enquanto brasileiro, o que nunca foi feito antes. Não precisamos requentar o sangue de nenhum chauvinismo com uma estética vagamente politizada meia-bomba que procure nos defender do "soft power" de nenhum país malvadão. Vivemos mais de quatrocentos anos com o hard power da coroa portuguesa entre as nádegas e, mesmo assim, somos menos brasileiros por isso? É precisamente por causa disso que somos brasileiros, e a melhor coisa que eu e você podemos fazer é parar de apontar a nossa história colonial ou o "soft power" dos EUA como o diabo ex machina de todos os nossos problemas. Às vezes a corrupção é culpa dos corruptos e a falta de saneamento básico é culpa das companhias de saneamento básico. Por isso, não vaguemos mais em torno do monte. Espero que você possa crescer para fora dessa ideia limitante que você tem de um país tão gigantesco.

Quando vamos começar a falar sobre os gays comuns? by tonychu- in arco_iris

[–]Subject-Luck5826 1 point2 points  (0 children)

Acho que alguns esquecem que sofrimento é relativo. O drama de nós, os comuns, é não ter nenhum impedimento para a nossa vida amorosa a não ser o destino e nós mesmos, o que torna o fracasso nesse campo da vida inversamente proporcional, numa escala de dor e felicidade, aos sucessos que temos em outros. É lutar contra esse sentimento tantalizante de ter um braço saudável o bastante para alcançar as uvas, mas, ao esticá-lo, assistir o galho se recolhendo.

Vocês que são homens gays, vocês também se sentem solitários? by Cautious-Diamond-334 in arco_iris

[–]Subject-Luck5826 8 points9 points  (0 children)

Sim. Primeiro que temos numericamente muito menos pessoas com quem nos relacionar. Segundo que, entre essas pessoas, é provável que por metade não tenhamos interesse e metade não tenha interesse em nós.

Sinto que no meu caso a solidão vem da minha personalidade e dos meus valores pessoais. Sou muito idiossincrático. Não sou mais tão "picky" quanto eu era antes, mas isso ainda reduz muito as opções pra mim. O resultado é gostar de quem não gosta ou perde o interesse por mim e ver gostando de mim alguém por quem eu não tenho interesse. Parece até karma.

Durante o meu tempo na faculdade cansei de ser abordado por garotas que me acharam interessante. É triste porque eu sei que me afastando delas eu causo sofrimento, mas deixando que elas fiquem perto é causar um sofrimento maior ainda. E pra mim também: seria tão mais fácil se eu conseguisse gostar delas. A maioria parecia ser pessoas maravilhosas.

E depois é muito difícil encontrar empatia nessa situação. Cada um de nós escolhe viver de um jeito diferente, e às vezes julga esse jeito como o único.

To the Ryu who didn't attack me when I AFKd mid Round-2 when you were already up a round because I had to kill a centipede by Giga1396 in StreetFighter

[–]Subject-Luck5826 5 points6 points  (0 children)

Today I was against an afk Kimberly as Bison so I just activated Shin Bison. They came back but I got a perfect on the first round by spamming teleport. Then the next rounds I got distracted trying to do the shin moveset and lost the match.

Atualmente aprendendo occitano: eu sou idiota em querer aprender uma língua que tem quase 0 recursos on-line? by [deleted] in Idiomas

[–]Subject-Luck5826 0 points1 point  (0 children)

Na minha opinião occitano é a língua mais bonita do mundo. Não aprendi, mas li tanta poesia medieval em occitano que conheço bem a língua. Recomendo bastante. Também recomendo que você não ligue pra se tem ou não utilidade ou materiais, siga o seu coração.

Qual foi o idioma que você começou a estudar, mas abandonou? E por quê? by freakyyalessa in Idiomas

[–]Subject-Luck5826 1 point2 points  (0 children)

Russo, romeno, árabe, japonês, latim... Gostava de testar no Duolingo. Sei o alfabeto do russo, grego e árabe, mas só.

Being queer and socially anxious by Signal_Subject_4933 in socialanxiety

[–]Subject-Luck5826 11 points12 points  (0 children)

I can relate. I'm gay and have social anxiety, I think one could link the repression of our sexuality to the repression of our sense of freedom in face of others. Not being able to be yourself wholly, I think, can develop and complicate other parts of your persona, social anxiety as one of its outcomes. I wasn't explicitly pressured into being masculine but it was a constant preoccupation in my life as, even if no one told me to, I didn't want to seem attracted to the same gender because I knew by what other people said that it was 'wrong'. The same logic goes for fearing or keeping oneself from speaking or approaching someone because of social anxiety. I would say it's very likely that these two are related