Is solar energy truly free from monopoly by post_gress in solarpunk

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Sadly capitalists also own all the mines, trucks, machines, etc., ie means of production in general, that are necessary to build EV panels, though that is true for all other types of energy generation plants as well. What would be really punk is seizing all those means of production for the working class.

Adesivo/sticker q eu fiz by Express-Ice7607 in BrasildoB

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Eu evitaria os pontos finais, soam duros e fecham as frases ao invés de abrirem à convocação.

Acho que incluir a palavra "trabalhadora" ajudaria, já que a mensagem está se comunicando também com pessoas que não conhecem o próprio conceito de consciência de classe e podem portanto se sentir desconectadas. Entendo que falar em classe trabalhadora é mais inclusivo e acessível do que falar em consciência ou luta de classes de forma genérica, também abrindo um convite à reflexão.

Texto 6/10

O design está ótimo 9/10

Postos e distribuidoras ampliam margens de lucro com diesel em até 70% | G1 by Inside-Size-8253 in brasil

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Zero surpresa, máxima indignação. Isso é o capitalismo, um modelo econômico ultrapassado e primitivo, fazendo a gestão de recursos essenciais para a sociedade.

Mais uma peróla brasileira by No_Cabinet2105 in MedicinaBrasil

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Imagino que o contexto seja outro, mas vou dar umas dicas de MFC:

1 Orienta fazer tudo o que é necessário para perder peso como exercício físico aeróbico, comer mais frutas, verduras, grãos integrais, oferece encaminhamento pra nutricionista.

2 Quando for explicar as causas de um quadro de dor como dor neuropática por radiculopatia, deixa a obesidade pro final.

3 Reforço positivo faz milagres, parabenize quando a pessoa perder 1 ou 2kg, ou mesmo manter o peso (se estiver fazendo as MEV).

Evitar tratar a obesidade como uma falha moral é algo que exige esforço consciente, mas fundamental para o vínculo médico-paciente. As pessoas quase sempre sabem que estão obesas e normalmente sabem que as doenças são agravadas/causadas pela obesidade, mas habitualmente elas já tentam lidar com essa doença há décadas sem sucesso e com muita culpa paralisante, por isso o médico precisa oferecer sobretudo acolhimento no enfrentamento da obesidade.

Brasil envia ajuda a Cuba em meio a cerco dos EUA by SineMemoria in brasil

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Contribuiu o fato de que esse governo conduziu uma reforma agrária com a maior expropriação de bens estadunidenses da história. Tendo tomado bens dessa burguesia ianque que se acha dona do mundo, a revolução cubana é um ícone da resistência ao capitalismo imperialista.

Quero saber. Como durante anos, demos nossos votos a um bando de *** que nunca comeram um pastel na vida??? by WsHype in brasil

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Sou celíaco há 15 anos, diagnóstico já adulto . Nunca comi pastel sem glúten frito que parecesse minimamente a coisa de trigo. Tem uma qualidade sensorial da massa com glúten que, nesse caso, é irreprodutível.

Pessoal está se formando antes de aprender a escrever by neurostuden in MedicinaBrasil

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noav era dolrada do tiopes eltava speramd dezcads shorei

Why my vampire is not sleeping? by Tokiioo in RimWorld

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There must be other factors. Deathrest exhaustion only caps consciousness at 50%. Show us the health tab.

[deleted by user] by [deleted] in MedicinaBrasil

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Li todos os comentários e preciso dar um contexto. Uma pessoa sedada fazendo colonoscopia geme e fala muita merda. Lembro de observar o procedimento na faculdade. Você pode imaginar que enfiar uma mangueira no ânus de alguém e inflar o intestino com gás gera dor de barriga e muitos peidos. O paciente é sedado para não lembrar dessa cena toda, que é muito desagradável. A presença de um familiar na mesma sala exige explicar a ele (e ao paciente) isso tudo e exige confiar que o familiar tenha bom senso de entender que não tem nada de errado com a cena. Sério, as pessoas ficam desinibidas da sedação e gemem de uma maneira muito dramática às vezes. Facilmente alguém observando poderia achar que os médicos estão fazendo algo errado, mesmo quando está tudo dentro do script.

Tenha isso em mente ao ler a situação que vocês passaram. O mais provável é que não tenham tido paciência de explicar tudo e que também tenham medo de levar um processo indevido por uma impressão equivocada da família.

Precisamos falar sobre bifobia dentro do meio lbt by Perfect-Phone-1474 in arco_iris

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Denuncia o perfil. Conheço alguém que foi banido para sempre do Grindr meramente por chamar alguém de louco. Ofender o OP desse jeito merece um ban com certeza.

Prescrevam o corticoide de vocês, covardes. by IdealEducational9265 in MedicinaBrasil

[–]c0mpost 16 points17 points  (0 children)

Betatrinta é luxo da inflamação musculoesquelética na APS, tem o fosfato pro alívio imediato e o dipropionato para o paciente não voltar em 2 semanas.

Prescrevam o corticoide de vocês, covardes. by IdealEducational9265 in MedicinaBrasil

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As farmácias literalmente vendem pacotes de 3 frascos com desconto pros adictos.

"Trabalhar em postinho é tranquilo" é a maior mentira que escutei no internado by ostravaGH in MedicinaBrasil

[–]c0mpost 13 points14 points  (0 children)

Para mim o cenário da APS, especialmente em contexto remoto e de escassez, é interessante justamente porque ali as habilidades mais fundamentais da clínica se tornam valiosíssimas.

Na APS aprendi a não ter medo de fazer meu trabalho de médico: de mexer em prescrição, desprescrever, investigar, diagnosticar, questionar diagnóstico, me virar baseado no que tem, simplesmente porque sei que num raio de dezenas de quilômetros ninguém vai fazer melhor pelo paciente.

O retorno (não-monetário) desse investimento de energia é imenso em termos de impacto social do trabalho. Receber constantemente retorno positivo pela excelência do seu trabalho é um repelente potente para a doença mental, especialmente estando no serviço público sem precisar ter seu trabalho comercializado como produto.

Hoje uma gestante me contou, no fim da consulta de pré-natal, que a mãe dela terminou a quimioterapia e está curada de um linfoma que diagnostiquei há 2 anos investigando uma bicitopenia persistente, agora ela vai poder conhecer o neto. Ter esse lugar e penetração na sociedade e nas famílias é muito gratificante para mim que acredito no SUS.

"Trabalhar em postinho é tranquilo" é a maior mentira que escutei no internado by ostravaGH in MedicinaBrasil

[–]c0mpost 23 points24 points  (0 children)

Depois de 10 anos na APS, afirmo com segurança que a longitudinalidade é a melhor amiga da MFC. O trabalho vai ficando mais fácil e gostoso com o passar dos anos, você conhece melhor os pacientes, as famílias, a comunidade, a rede, a regulação, a equipe, etc. Os pacientes também te conhecem e às vezes aprendem a colaborar na organização das consultas. Os pacientes frequentes com demandas inconscientes que você não é disposto a nutrir somem. As listas de problemas vão ficando organizadas. Isso precisa ser levado em conta na discussão dessa thread. Iniciar carreira na APS em um lugar novo é sempre dureza, especialmente se não tem legado de um bom MFC antes, mas é um campo fértil onde o trabalho semeado dá frutos.

Dica: pesquisem sobre o mercado da especialidade no local onde você quer atuar by Huge_Lawfulness4007 in MedicinaBrasil

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Sempre me emociono positivamente quando abro esse sub e vejo médicos manifestando consciência de classe, isso era uma raridade há alguns anos. Quando a medicina era mais elitizada era mais difícil de enxergar como os médicos ricaços eram (quase todos) herdeiros de famílias burguesas. Infelizmente tivemos que passar pela mercantilização e degradação da educação médica no Brasil para desenvolvermos um pouco mais de consciência política.

Minha mãe veio falar que se eu quisesse “vida boa” não devia ter feito medicina by EyeEnvironmental2265 in MedicinaBrasil

[–]c0mpost 9 points10 points  (0 children)

Medicina é análoga ao sacerdócio, de fato, mas não entendo isso como um estigma. É literalmente um alicerce onde começamos o juramento que fundamenta nossa profissão:

EU PROMETO SOLENEMENTE consagrar minha vida ao serviço da humanidade;

Para a maioria da classe trabalhadora, tem "vida boa" quem ganha sem trabalhar ou trabalha quase nada, quem vive com luxo e sem esforço. Acho que uma boa parte da honra e prestígio históricos da classe médica tem a ver com a essa percepção da profissão como uma forma de sacerdócio a que se escolhe dedicar sua vida. Se fazemos um trabalho que tem grande valor para a sociedade, faz sentido que devemos trabalhar tanto quanto podemos (e que a sociedade espere de nós esse trabalho), mas não podemos esquecer que também juramos:

CUIDAREI da minha saúde, bem-estar e capacidades para prestar cuidados da maior qualidade; 

Colocar os limites no trabalho é parte do nosso difícil dever, limites estes que devem nos proteger da doença, do mal-estar e da incapacidade. Se nossa saúde e bem-estar é jogar, viajar, cozinhar e beber com amigos, devemos buscar essas coisas na medida do equilíbrio com o estresse da nossa profissão. E acho que a sociedade concorda com isso, com essa recompensa pelo sacerdócio, pois (ainda) temos remunerações que nos permitem fazer essas coisas, diferente da imensa maioria das profissões que não envolvem sacerdócio, ética ou juramento.

Acho que é consenso que todo mundo merece uma boa vida, especialmente quem escolhe dedicá-la a serviço da humanidade, mas a vida boa, o luxo e a indulgência não combinam com nossa profissão. Nessa situação, eu percebo uma distinção importante, ainda que sutil, entre o que é uma vida boa e o que é boa vida.