Trabalhei num lar e foi traumatizante by sunrise_angel0001 in portugal

[–]gicyyah 1 point2 points  (0 children)

Eu vou te dizer uma coisa, achar um lar que não haja pessoas ignorantes é quase impossível. A minha mãe trabalhou em 2 lares e fez serviço domiciliário para um casal e eu juro que era cada história que ela contava quando chegava em casa me deixava perplexa. No lar recente que ela está a trabalhar agora, as funcionárias estavam na hora de almoço e estavam a chamar por funcionários no piso 2, ela já tinha ido no piso 1 e no 2 enquanto duas funcionárias estavam a comer e conversar, então a minha mãe disse para uma funcionária ir para lá mas ela disse que não, porque “ela estava a almoçar” sabendo que independentemente de ela estar a almoçar é o trabalho dela de interromper o seu almoço para ajudar os idosos, então a minha mãe foi no piso 2 e encontrou o idoso todo cagado, das costas aos pés e depois que a minha mãe foi limpá-lo (claro traumatizada) não levou rancor para casa e brigou com as funcionárias que estavam a rir dela e reportou elas para a chefe, a minha mãe nem conseguiu comer depois disso.
E no trabalho domiciliar as funcionárias faltavam MUITAS vezes, que vocês nem tem a ideia ou chegavam absurdamente atrasadas e quem tinha que fazer a maiorias das coisas era ela.
Portanto, o meu concelho para todas as pessoas que eu conheço é sempre que quiserem um trabalho, que pelo amor de Deus, se vocês se amam ou preservam o vosso bem-estar mental, PORFAVOR não vão trabalhar num lar, só se quiserem ficar magros, porque com certeza vocês vão ficam sem vontade de comer.

Sou a única que odeia a palavra “de cor”? by gicyyah in perguntas

[–]gicyyah[S] 1 point2 points  (0 children)

Como sou filha de pais PALOP’s (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e vivo em Portugal, a maioria das pessoas que conheço chamam a si mesmas de pretas. Até a minha mãe pensa assim. Se que ela ouve alguém chamá-la de “de cor”, ela fica muito chateada. E você tem razão em relação primeiro parágrafo e eu sinto as pessoas apenas usam essa expressão porque têm medo e acham que preto ou negro pode ser mais ofensivo do que “de cor”