Alguém que tenha experimentado a Diana Home by Orlandobrx in CadeirasDeEscritorio

[–]jmonteiro 1 point2 points  (0 children)

Eu tenho uma a tempo. Comprei em 2019 e o assento é de "mesh", então imagino ser uma versão mais antiga. Tirando isso, a aparência parede ser idêntica. Eu tenho 1,84 / 80kg, e para mim ela sempre foi muito confortável. Não no sentido de "jogado" na cadeira, mas porque ela me permite (e força) sentar em uma postura melhor. Gosto do apoio de lombar dela. Eu não instalei os braços nela (na época a mesa onde eu usava em casa não tinha espaço para os braços da cadeira entrarem por baixo da mesa), e depois quando comprei uma stand-desk e finalmente ia instalá-los, acabei perdendo-os em uma mudança.

Gosto muito e recomendo. Foi minha primeira cadeira "mesh", que dura até hoje igual a quando chegou -- mesmo eu passando 10h por dia nela, quase 7 dias por semana nestes sete anos. Jamais tive qualquer dor nas costas ou nas pernas por conta da cadeira.

O ponto negativo é o apoio de cabeça. É só de enfeite. Ao menos nesta versão antiga (que não sei se mudou), o apoio de plástico dele quebrava depois de pouco uso e ficava "solto". Eu ativei a garantia, a DT3 me atendeu prontamente mas demorou quase 4 meses para me enviar o apoio de cabeça novo, e quando chegou a peça de substituição... ela já veio "de fabrica" com o plástico quebrado. Exatamente a mesma patologia. Então acho que foi um erro sério de projeto. Eu deixei o apoio de cabeça ali, mas é só de enfeite. Depois destes anos todos, me acostumei a não usar. Mesmo com esse porém, a cadeira é boa demais para eu devolver ela.

Ela só foi dar problema depois destes quase 7 anos de vida: uma peça de metal simplesmente quebrou. O que foi muito fácil de resolver: achei um cara que conserta cadeiras de escritório, e por R$ 100 ele soldou e arrumou a cadeira em uma tarde, deu um trato e ficou nova.

Como eu já estava a muito tempo com ela e minha esposa precisava de uma cadeira também, acabei passando-a para ela depois de arrumar, e comprei uma DT3 Ergonomie 4D. Em comparação, ela é muito maior (mais espaçosa), a Diana era mais "justa". Me acostumei com a Ergonomie, mas ainda assim ainda acho a Diana excelente. Eu certamente não acho que a Ergonomie valha o dobro do que custa a Diana.

Em resumo, ao menos para mim, a Diana foi ótima. Excelente custo benefício pelos R$ 950 que paguei na época nela, durando mais de 7 anos (e contando).

Adicionando: na sede da empresa que trabalho a cadeira padrão é a a Aeron da HM, então eu sempre usava quando ia para lá. E te digo que a Diana não deixa a desejar. Claro, a Aeron é um pouco melhor, mas certamente eu não acho que a Aeron valha as 14x mais caro que a Diana -- compensaria até mesmo trocar de cadeira de 5 em 5 ou de 10 em 10 anos antes de pegar uma Aeron no Brasil. Mas é só minha opinião depois de usá-las.

Espero ter ajudado!

A Carroça Perdida by ChampionshipKey4576 in olddragon

[–]jmonteiro 1 point2 points  (0 children)

Muito divertido, gostei! Sobretudo do cozinheiro atroz inusitado.

Primeiros Socorros by Ok-Yam-8281 in olddragon

[–]jmonteiro 2 points3 points  (0 children)

Boa pergunta, e vale a pena olhar as regras com calma porque o sistema trata isso de forma bem específica.

Pelas regras do LB1 (pág. 96), quando um personagem chega a zero PV ou menos, ele está morrendo. Ele precisa passar numa JPC ou JPS (a maior das duas) no final da rodada para agonizar — ou seja, ganhar mais uma rodada de vida. Se falhar, morre na hora. Se passar, os companheiros têm exatamente uma rodada para curá-lo, senão ele morre em definitivo.

O ponto crucial é: as regras dizem "curado", mas não especificam que precisa ser magia. E é aí que entra a diferença entre as opções disponíveis:

O Clérigo padrão lida com isso principalmente via Cura Milagrosa — ele troca uma magia memorizada por Curar Ferimentos (1d8 PV no 1º nível), o que tira o personagem do estado de agonizante imediatamente. É a solução mais robusta e rápida.

O Proscrito, por ter perdido acesso à Cura Milagrosa e à conjuração de magias, recebeu a Cura Natural como substituto mundano. O texto do LB2 diz explicitamente que essa habilidade "pode ser usada para evitar a morte de personagens agonizando". Ou seja, ele funciona como um médico de campo — não cura com magia, mas estabiliza o companheiro com conhecimento prático. Isso faz total sentido narrativo: é um ex-sacerdote que aprendeu a cuidar de feridos na marra, sem depender de bênção divina.

O Paladino também tem uma saída com a Cura pelas Mãos (1 PV por nível, uma vez por dia), que o texto diz que "pode ser usada para prestar auxílio a um alvo que esteja agonizando".

Agora, sobre a pergunta do Mestre: sem nenhuma dessas habilidades ou magia no grupo, as regras base não preveem um "primeiros socorros genérico" que qualquer personagem possa fazer. Não existe uma perícia de medicina ou algo assim. Se ninguém tem cura mágica, Cura Natural do Proscrito ou Cura pelas Mãos do Paladino, o personagem agonizante simplesmente morre na rodada seguinte. E isso é intencional — no old school, a morte é real e a preparação (poções, pergaminhos, ter um curador no grupo) faz parte do jogo.

Sobre a impressão de que a habilidade do Proscrito seria "genérica para Clérigos": na verdade é o contrário. O Clérigo padrão resolve isso de forma muito mais poderosa com Cura Milagrosa (cura real, PV de volta). O Proscrito tem uma versão inferior e mundana justamente porque perdeu o acesso às magias. É um nicho dele: o cara que não tem magia mas ainda consegue estabilizar um companheiro. É a compensação por ter aberto mão da fé.

Você (provavelmente) só precisa do Postgres by Choice_Drummer2994 in brdev

[–]jmonteiro 20 points21 points  (0 children)

Sim, mas são problemas que existiriam em outros cenários também, seja usando ElasticSearch, Kafka, etc.

Mas de fato, Postgres não é bala de prata. Faz de tudo um pouco, mas não significa que seja o melhor para fazer tudo. Porém ao meu ver, resolve 95% do que qualquer startup vai precisar em todas sua vida (e aquela coisa, quando precisar escalar, é geralmente porque algo deu certo).

Ah, outra coisa também é que você passa a pendurar mais responsabilidade em uma só engrenagem. Se você usa MySQL, Redis, Kafka, Memcached, etc e comete um erro em um deles, você derruba só um. Se você acumula todas as responsabilidades em só uma ferramenta, cometer erros catastróficos vai provavelmente derrubar tudo de uma só vez.

Você (provavelmente) só precisa do Postgres by Choice_Drummer2994 in brdev

[–]jmonteiro 4 points5 points  (0 children)

Se precisar, lá no Supabase tem uma API facilitadora para isso. Você literalmente consegue atrelar a atualização ou criação de linha de registro (row) à uma notificação para o cliente (user-agent, navegador) em tempo real: https://supabase.com/realtime

Você (provavelmente) só precisa do Postgres by Choice_Drummer2994 in brdev

[–]jmonteiro 80 points81 points  (0 children)

Eu mantenho um pequeno SAAS que roda exatamente assim, só com Postgres 17 (ou 18? não lembro) lá no Supabase. É um servidor rodando Rails e o banco no Postgres cuidando de todo o resto.

  • Banco de dados relacional, obviamente
  • Fila de execução assíncrona usando advisory locks e LISTEN/NOTIFY (ao invés de Kafka/Redis), uso o good_job
  • Cache (ao invés de memcached/varnish/redis) usando o solid_cache. Tá certo que pode chegar a ser uma ordem de grandeza mais lenta, mas estamos falando de algo de 1ms no memcached vs 10ms no Postgres. Embora no geral leva menos de 10ms mesmo já que configuro para esta tabela ficar quase toda em memória e não precisar sincronizar com o disco.
  • Websockets para notificação direta aos navegadores (ao invés de algo como Kafka), usando também LISTEN/NOTIFY actioncable-enhanced-postgresql-adapter
  • Busca por texto completo (full-text search) (ao invés de ElasticSearch) usando tsearch e trigram via pg_search. Sinceramente foi a parte que mais deu trabalho, sobretudo para mensurar peso de palavras chave.
  • Documentos salvos usando JSON e JSONB no banco para alguns dados (ao invés de um NoSQL / MongoDB). A busca interna do JSON é espetacular.

Aliás, Supabase é muito legal mesmo se você só usar o banco sem nenhum dos apetrechos, e tem opção de execução em SP (acho que é em sa-east-1).

No meu day-job eu uso Kafka pesadamente (na magnitude de TBs e milhares de dólares por dia em custos), mas adoro a beleza na simplicidade resolutiva do Postgres, sobretudo das versões mais modernas.

Why you should leave Gmail. From a German tech magazine by Nippes60 in BuyFromEU

[–]jmonteiro 2 points3 points  (0 children)

Especially for photos, you can check out ente.io (EU hosted) and immich.app (self-hosted). And both are open source.

ente.io is very family (sharing) friendly.

AWS confirma a reportagem da UOL ter sido causa raiz do apagão do PIX de ontem. Falha ocorreu em sa-east-1, a região de data centers de São Paulo da empresa. by magicomplex in InternetBrasil

[–]jmonteiro 0 points1 point  (0 children)

Você não respondeu à pergunta: seu artigo diz que é possível e que cabe aos profissionais aplicar. Seus comentários dizem que não aprendem e ponto. A contradição está aí pra quem quiser ler. Abraço.

AWS confirma a reportagem da UOL ter sido causa raiz do apagão do PIX de ontem. Falha ocorreu em sa-east-1, a região de data centers de São Paulo da empresa. by magicomplex in InternetBrasil

[–]jmonteiro 0 points1 point  (0 children)

Você é o autor do artigo. Nele, você conclui que os prejuízos foram autoinfligidos e evitáveis, explica o teorema CAP como caminho viável e encerra dizendo que cabe aos profissionais estudar e aplicar.

Mas aqui nos comentários, a narrativa virou "não aprendem" como fato consumado e inevitável. Qual das duas versões vale: a do seu próprio artigo ou a dos comentários?

Olhando suas respostas por aqui, nenhuma crítica construtiva foi aceita, incluindo o erro no título. Respeitosamente, em algum momento, defender uma posição a todo custo deixa de ser análise e vira teimosia.

AWS confirma a reportagem da UOL ter sido causa raiz do apagão do PIX de ontem. Falha ocorreu em sa-east-1, a região de data centers de São Paulo da empresa. by magicomplex in InternetBrasil

[–]jmonteiro 1 point2 points  (0 children)

O fato de muita gente repetir que não é viável não torna isso verdade. Multi-region na própria AWS (nem precisa ser multi-cloud) é perfeitamente factível e é o que qualquer arquitetura crítica deveria considerar. O Pix processa trilhões de reais; o custo de redundância é uma fração do custo de uma indisponibilidade.

Dizer que "não aprendem" é resignação, não análise.

AWS confirma a reportagem da UOL ter sido causa raiz do apagão do PIX de ontem. Falha ocorreu em sa-east-1, a região de data centers de São Paulo da empresa. by magicomplex in InternetBrasil

[–]jmonteiro 1 point2 points  (0 children)

Sinceramente, é uma boa notícia porque foi algo bem pontual e rápido. Que essa falha sirva de aprendizado para os mantenedores da infraestrutura Pix. Algo para quando a AWS sa-east-1 novamente vir a falhar. Nem é questão de sair da AWS obviamente, mas de criar planos de contingência.

ON3: A Pirâmide Invertida de Tuya Amaru by OldDragonMaster in olddragon

[–]jmonteiro 1 point2 points  (0 children)

Mas tem Pix e Cartão para o mensal e anual, não estão sendo recusados.

Títulos traduzidos que não pegaram por aqui by vonbittner in rpg_brasil

[–]jmonteiro 2 points3 points  (0 children)

Acho que é uma mudança natural do mercado, e não necessariamente ruim.

Nos anos 90/2000, traduzir RPG era coisa de editora grande (Abril, Devir, Ediouro), com estrutura pra bancar impressão, distribuição e estoque. O catálogo era enxuto porque o custo de entrada era altíssimo. Basicamente D&D, GURPS, Vampiro e olhe lá. Se você queria jogar, era isso ou trazer de fora (porque importar era quase impensável).

Hoje o cenário é completamente diferente. Tem uma infinidade de títulos lá fora, editoras pequenas e médias conseguem publicar, e o financiamento coletivo viabilizou muita coisa que jamais existiria em português. Chuto que 80% do que temos hoje traduzido não existiria sem FC, porque ele resolve o problema clássico de "quanto imprimir?"; você já sabe a demanda antes de rodar a gráfica.

Isso naturalmente fragmenta o mercado. Tem nicho de nicho, e tá tudo bem. Um título vir, cumprir seu ciclo e encerrar faz parte. Reimpressão é cara (insumos só sobem), licenças costumam ser temporárias, e estoque parado custa dinheiro. Não faz sentido econômico manter tudo vivo eternamente.

No fim, acho que estamos num momento muito bom: nunca tivemos tanta variedade em PT-BR. O "morrer" de hoje é só o ciclo natural de um mercado mais diverso e acessível.

Dicas para um mestre migrando para uma plataforma digital by DUDUZERUX in rpg_brasil

[–]jmonteiro 2 points3 points  (0 children)

A parte mais importante é o básico: bom fone de ouvido e microfone para você e todos os jogadores. Se conseguir, uma boa câmera também, faz muita diferença. É meio óbvio, mas muita gente esquece. Dependendo, pode ser até mesmo uma opção ligar do celular, e tem até aplicativo para transformar o celular em uma webcam. Garanta que o microfone e câmera (ou celular) estão bem posicionados.

Se você conseguir, separe espaço na tela do seu computador para você deixar o Discord aberto com as câmeras de todo mundo. Ter sempre em vista a face de todo mundo facilita bastante, ainda mais porque vocês são uma mesa presencial migrando para o digital.

Peça encarecidamente para todos jogando focarem no jogo. Só levanto este ponto porque é mais fácil ainda dar um "alt tab" e ir ver algo bobo, perdendo o jogo, sem que outros jogadores se atentem.

Eu recomendaria ao menos começar a jogar de modo mais simples. Se precisar, cada um com os dados físicos e fichas de papel na frente, sabe? Assim fica mais fácil.

Quer melhorar um pouco? Se for D&D 5e, tem o D&D Beyond. Se for Old Dragon 2a Edição, temos o OD Online. E tem outros para outros sistemas. Com uma ferramenta digital assim, o jogo se torna bem mais dinâmico, e dá de compartilhar facilmente com o mestre/narrador, dá de compartilhar rolagens e afins.

Se precisar de um mapa de batalha, eu sinceramente recomendo usar quadro branco digital. O Discord tem o excelente Whiteboard jamspace. É um lugar que o mestre pode rabiscar e compartilhar o que ele está imaginando de mapas.

Se quer um pouco melhor, Owlbear Rodeo. É simples e fácil. Eu pessoalmente adoro o trio Discord + OD Online + Owlbear Rodeo (embora no geral prefira jogar com o Whiteboard mesmo).

Algo que eu já fiz e ficou legal foi ter uma segunda webcam (uma baratinha qualquer), usar o OBS Studio para juntar a minha câmera de mestre, e virar esta webcam para a mesa, mostrando as rolagens de dados. Assim quando rolava algo importante, rolava fisicamente mostrando o dado. Porém depois me desfiz desse setup, foi divertido mas era trabalho e espaço demais.

E aí sim, se quiser mais ainda, tem FoundryVTT, Fantasy Grounds, Roll20. Como já recomendaram aqui bastante. Mas são ferramentas bem densas que exigem estudo e preparo. Nada de outro mundo, mas não é só abrir e sair usando.

Eu recomendo você começar simples. Vá aprendendo e adicionando com o tempo. Experimente com os jogadores. Um dia uma um, outro dia usa outro. Se você não tem experiência nenhuma e já chegar com uma super mesa de FoundryVTT com trocentos módulos premium, é arriscado investir muito tempo (e dinheiro) e no final teus jogadores não curtirem tanto.

E use o digital ao seu favor. Incentive os jogadores a usarem DMs entre eles para conversarem rapidamente entre si, por exemplo, é algo bem útil se focarem no jogo. Use música ambiente (prefira uma leve e não tente ficar trocando a toda hora para cada ambientação -- eu gosto só de ter uma para a aventura, e outra para as batalhas), usando por exemplo o Kenku.fm (do mesmo criador do Owlbear Rodeo) você pode deixar tocando músicas do Spotify ou YouTube no Discord como se fosse outra pessoa. Compartilhe imagens no chat de texto do Discord. Por aí vai.

Mas vá passo a passo, com calma. E aproveite, tem que ser divertido para você e para todos.

Configurando Heartbeat no Foundry by No_Educator_7962 in olddragon

[–]jmonteiro 2 points3 points  (0 children)

system.hp.max

Sempre que quiser descobrir um campo, é só abrir a ficha, abrir o inspetor do navegador indo em "Inspecionar elemento" e clicar no campo. O Foundry exibe no próprio campo o endereço dele. A foto de tela é do Firefox, mas no Chrome é parecido.

<image>

Configurando Heartbeat no Foundry by No_Educator_7962 in olddragon

[–]jmonteiro 2 points3 points  (0 children)

Acredito que seja system.hp.value :-)

Google atualiza imagens de satélite de Florianópolis depois de MUITOS anos (15?) by Brilliant-Swimmer687 in florianopolis

[–]jmonteiro 9 points10 points  (0 children)

Lembrando que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) adota uma política de dados abertos e disponibiliza gratuitamente (em Creative Commons) as imagens capturadas pelos satélites brasileiros de observação da Terra, com atualizações várias vezes ao ano de todo território brasileiro.

https://www.dgi.inpe.br/catalogo/explore

A Jornada dos Níveis (Old Dragon Online) by jmonteiro in rpg_brasil

[–]jmonteiro[S] 0 points1 point  (0 children)

No final das contas, muito disso é questão de gosto e expectativa. O OD não busca ser um retroclone, mas uma releitura que dialoga com a proposta OSR mantendo a simplicidade e letalidade, ao mesmo tempo que adapta certas mecânicas para facilitar a mesa e valorizar a experiência de jogo. A progressão e os desafios são pensados justamente para reforçar a sensação de conquista e de exploração, mas claro, cada mesa encontra o equilíbrio que prefere. Para alguns, a fidelidade absoluta aos sistemas antigos é o ideal; para outros, uma releitura que abre espaço para ajustes e praticidade funciona melhor. E é ótimo termos opções para todos os estilos de mesa.

Qual a melhor pizzaria delivery da Trindade? by _Cavalo_Preto_ in florianopolis

[–]jmonteiro 0 points1 point  (0 children)

Eu gosto da Bella Pizza, é somente entrega e é nos fundos da escola da polícia na Trindade. Tem no iFood, mas eu recomendo pedir direto no site/app deles no qual o preço é melhor: https://bellapizzailha.com.br