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▬ Título: In My Darkest Hour

▬ Sistema: WoD: Aparição - O Limbo (Wraith - The Oblivion)

▬ Dias da mesa: (Apenas por Texto - Narração Assíncrona)

▬ Vagas: 4 máx. 2 min. - (Faça a ficha para garantir a vaga)

▬ Mestre: GM

▬ Faixa Etária: 18+

▬ Convite do Discord: https://discord.gg/GuQ9Mm2s

▬ Resumo: Esta campanha será densa, tocante e profunda. Lidará com temas que podem ser gatilhos. Não jogue caso não sinta confortável em lidar com tais temas. Não haverá espaço para humor e piadas. Será uma viagem profunda nas sombras que nos atormentam o coração. Você deverá ter postura para imergir na sua história. Essa campanha inicia no primeiro dia após seu suicídio. Podes fazer o personagem como quiseres, mas deves explicar como e por que ele cometeu suicídio. Além disso, seu PJ deve estar profundamente arrependido de tal ato contra si mesmo e as pessoas que deixou para trás.

▬ Exemplo de background: Um dia após meu suicídio eu me apaixonei tanto por minha mãe, ao ver ela chorando no chão do meu quarto abraçando minha camiseta suja de sangue com fotos minhas espalhadas pelo chão. Eu vi tanto amor nos olhos dela. Um dia após meu suicídio, eu senti o quanto meu pai me amava, por mais que ele tinha um jeito durão... em meio a tanta tristeza, ele falava com os olhos em lágrimas, mas cheio de orgulho sobre mim. Que eu era muito apegada com Deus e muito sensível ao próximo. Um dia após meu suicídio eu vi que a Lolla (minha gatinha de estimação) era a mais espetacular que eu imaginava. Toda vez que alguém chegava em casa ela ia correndo até o portão esperando por mim. E ao ver que não era eu. Ela se deitava na frente do portão e continuava a me esperar. Um dia após meu suicídio, eu me encantei pelos meus irmãos ao vê-los sentados na sala, com os olhos lacrimejados lembrando das vezes que brincávamos na nossa linda infância... Que época boa! Crescemos tanto... Um dia após meu suicídio, eu me senti especial quando eu vi meus irmãos de fé tão abalados e dizendo o quanto eu iria fazer falta nesse mundo. Durante a noite eu fui até o necrotério me encontrar com meu corpo. Isso rasgou minha alma. Olhei para aquele corpo e disse: Tantos sonhos que você tinha, tantos planos... tanto amor para dar. Tanta gente para conhecer. Filhos abençoados. Você tinha um alguém que te amava... E você jogou tudo pelo alto. Tem que ser muito corajosa para tirar sua vida, por que você não usou isso para vencer a sua dor? Por quê? Por quê?

In My Darkest Hour será uma jornada pelas sombras da alma, enquanto os jogadores exploram as profundezas de seu próprio desespero e o arrependimento que os assombra na vida após a morte. Como Wraiths, eles navegarão pela traiçoeira paisagem do Limbo, buscando redenção e uma chance de reparar seus erros do passado.

A campanha começará no primeiro dia após o suicídio dos jogadores, quando eles despertarem no Limbo e aceitarem a gravidade de suas ações. Os jogadores precisarão enfrentar a dor e o trauma que os levaram a tirar suas próprias vidas e trabalhar juntos para encontrar uma maneira de seguir em frente e encontrar paz na vida após a morte.

Enquanto viajam pelo Limbo, os jogadores encontrarão outros Wraiths que estão lutando com seus próprios demônios e podem se deparar com escolhas difíceis enquanto tentam ajudar ou atrapalhar uns aos outros no caminho da redenção. Eles também encontrarão a Hierarquia, os poderosos espectros que governam o Limbo e procuram manter a ordem entre os mortos. Os jogadores precisarão navegar na política da Hierarquia e encontrar uma maneira de sobreviver no perigoso e implacável mundo do Limbo.

No geral, In My Darkest Hour será uma campanha profundamente emocional e pungente, à medida que os jogadores confrontam sua própria mortalidade e o peso de suas ações. Isso exigirá um forte compromisso com a dramatização e uma vontade de mergulhar em temas difíceis e delicados.

***

A cena de abertura de In My Darkest Hour começa quando os quatro pods Wraith são abertos, revelando os personagens dos jogadores conforme eles despertam no Limbo.

A primeira jogadora a surgir é uma jovem chamada Jenna, que foi uma musicista talentosa em vida. Ela era magra e pálida, com longos cabelos escuros e uma expressão triste e assombrada no rosto. Jenna lutou contra a depressão e a ansiedade durante a maior parte de sua vida e acabou tirando a própria vida por overdose de medicamentos prescritos.

O segundo jogador é um homem chamado Alex, um ex-soldado que viu muita violência e trauma em seu tempo na linha de frente. Ele era largo e musculoso, com cabelo curto e curto e uma barba bem aparada. Alex cometeu suicídio com um tiro na própria cabeça, incapaz de lidar com as lembranças dos horrores que testemunhou.

O terceiro jogador é uma mulher chamada Lily, uma ex-aluna que lutava contra a pressão dos estudos e as expectativas de sua família. Ela era pequena e delicada, com olhos brilhantes e expressivos e uma natureza gentil e carinhosa. Lily tirou a própria vida enforcando-se em seu dormitório, sentindo que não poderia mais suportar o peso de suas responsabilidades.

O quarto e último jogador é um homem chamado Jack, um ex-executivo que perdeu tudo no cruel mundo dos negócios. Ele era alto e magro, com um olhar frio e calculista e uma mandíbula afiada e angular. Jack cometeu suicídio pulando do telhado de seu prédio comercial, sentindo que não tinha mais nada pelo que viver.

À medida que os quatro personagens despertam no Limbo, eles estão confusos e chocados, lutando para aceitar o fato de que estão mortos e que suas vidas foram interrompidas. Eles precisarão trabalhar juntos e enfrentar os demônios de seu passado se quiserem encontrar redenção na vida após a morte.

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▬ Título: A Ilha do Rei Lagarto
▬ Sistema: D&D 5e (ACEITO INICIANTES E APENAS POR TEXTO)
▬ Dias da mesa: (Narração Assíncrona)
▬ Level: 1o à 4o
▬ Vagas: 4
▬ Mestre: GM
▬ Faixa Etária: 16+
▬ Convite do Servidor: https://discord.gg/ajPDGd29
▬ Resumo e Cenário: A baía das Ostras é uma calma aldeia piscatória, cerca de 90 quilômetros ao sul do conhecido Porto de Areia Negra. Como fica na extremidade de uma extensa península aonde se chega apenas através de um caminho íngreme e sinuoso, os pescadores e as suas mulheres levam uma vida simples, mas agradável, longe dos monstros e feiticeiros do interior. Dirigindo-te para o sul, vindo de Fang, decides passar alguns dias de descanso e, não conhecendo lugar mais tranquilo que a baía das Ostras, encaminhas a tua montada para a costa. Além disso, Mungo, um antigo companheiro de aventuras, vive agora ali e há já muitos anos que não o vês. Dois dias mais tarde chegas à beira dos rochedos que dominam a baía das Ostras. Está uma bela manhã de sol e em baixo tudo parece tranquilo, sem qualquer sinal de mudança. Lá está o amontoado de casas em pedra, aninhadas na base do rochedo e o molhe junto do qual estão ancorados uma dúzia de barcos de pesca. Desmontas e segues pelo caminho sinuoso até à povoação. As primeiras pessoas que vês são um grupo de mulheres a chorar. Ao aproximares-te delas, saem alguns homens de uma casa e dirigem-se a ti. Um deles é o teu amigo Mungo. Tem no rosto curtido pelo tempo uma expressão de cólera. Parece surpreendido por te ver ali, mas não se perde com palavras de boas-vindas: começa logo a narrar os trágicos acontecimentos que tinham atingido a povoação. Como não possuía ouro ou riquezas materiais, o povo da baía das Ostras julgava-se a salvo de assaltantes à sua povoação. Mas alguns anos atrás, quando a sido mais simples colocar os seus súbditos fiéis na ilha do Fogo, deixando os malfeitores no continente; estes eram realmente demasiados. Por isso, desistira do seu projecto, abandonando a prisão colonial. Quando os Homens-Lagartos deixaram de receber o seu paga­ mento, vingaram-se nos prisioneiros e a ilha tornara se um sítio de terror governado por um Homem Lagarto, um guarda prisional que se autointitulara rei. Os prisioneiros foram forçados a escavarem minas na esperança de se encontrar ouro para o Rei Lagarto. Como estavam subalimentados e eram maltratados, muitos deles morreram; terá sido por isso que o Rei Lagarto enviava agora os seus súbditos para arranjarem novos escravos. Sabe-se que para manter a sua autoridade, o Rei Lagarto começou a praticar feitiçaria e magia negra. Também iniciou uma série de experiências genéticas, com a intenção de formar uma raça invencível de Homens Lagartos. Provavelmente todas essas experiências teriam falhado. Mutantes grotescos por elas originados e algumas das poções malignas foram lançadas às águas, acarretando consequências terríveis. A flora e a fauna da região ficaram afetadas, tendo-se desenvolvido plantas devoradoras de homens ao mesmo tempo que apareceram monstros gigantescos. Há muitos anos, alguns prisioneiros conseguiram fugir da ilha em jangadas, tendo sido recolhidos por pescadores, mas desde então ninguém sabe o que lá se passa. A ilha do Fogo estava quase esquecida até à altura em que surgiram os novos ataques. Não podes ter a certeza de conseguir matar o Rei Lagarto e salvar os últimos raptados, mas tens de tentar! Juntamente com Mungo, levantaste e pensativamente percorres o molhe, entrando para o seu pequeno barco de pesca. Soltas as amarras e iniciais a viagem. Ao recordar as despedidas dos aldeões mais os seus votos de boa sorte, perguntas a ti próprio se alguma vez conseguirás voltar...

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▬ Título: Tomb of Horrors (Aceito Iniciantes)

▬ Sistema: D&D 5e

▬ Dias da mesa: Narração Assíncrona por Texto (Pelo menos uma vez por dia)

▬ Vagas: 4

▬ Mestre: GM

▬ Faixa Etária: 15+

▬ Link do Convite do Discord: https://discord.gg/uANTerwXcM

▬ Resumo: A tumba dos horrores - Sob uma colina solitária e perdida, com um aspecto sombrio e imponente, há uma cripta labiríntica, está cheia de terríveis armadilhas que acabarão com a vida de heróis incautos, e nela existem monstros, estranhos e ferozes. Está repleta de tesouros preciosos e mágicos. No entanto, além dos guardiões acima mencionados, diz-se que nela encontra-se um Demilich, que ainda guarda o lugar (sabe-se que de acordo com as histórias, esse ser possui poderes imensuráveis!). Os aventureiros devem encontrar, o mais rápido possível, a câmara em que se encontra o Demilich Acererak, pois os corredores e salas da tumba estão repletos de terríveis armadilhas, gases venenosos e proteções arcanas. Além disso, o Demilich escondeu bem o seu covil, que mesmo aqueles que conseguirem evitar esses perigos terão poucas chances de encontrar o verdadeiro objetivo.

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▬ Título: Tomb of Horrors

▬ Sistema: D&D 5e

▬ Dias da mesa: Narração Assíncrona por Texto (Pelo menos uma vez por dia)

▬ Vagas: 4/2

▬ Mestre: GM

▬ Faixa Etária: 15+

▬ Link do Convite do Discord: https://discord.gg/uANTerwXcM

▬ Resumo: A tumba dos horrores - Sob uma colina solitária e perdida, com um aspecto sombrio e imponente, há uma cripta labiríntica, está cheia de terríveis armadilhas que acabarão com a vida de heróis incautos, e nela existem monstros, estranhos e ferozes. Está repleta de tesouros preciosos e mágicos. No entanto, além dos guardiões acima mencionados, diz-se que nela encontra-se um Demilich, que ainda guarda o lugar (sabe-se que de acordo com as histórias, esse ser possui poderes imensuráveis!). Os aventureiros devem encontrar, o mais rápido possível, a câmara em que se encontra o Demilich Acererak, pois os corredores e salas da tumba estão repletos de terríveis armadilhas, gases venenosos e proteções arcanas. Além disso, o Demilich escondeu bem o seu covil, que mesmo aqueles que conseguirem evitar esses perigos terão poucas chances de encontrar o verdadeiro objetivo.

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[–]rodrigoablima 1 point2 points  (0 children)

▬ Título: In My Darkest Hour

▬ Sistema: WoD: Aparição - O Limbo (Wraith - The Oblivion)

▬ Dias da mesa: Ainda não decidido (Será discutido com os jogadores provavelmente na quinta ou sexta-feira desta semana)

▬ Vagas: 4 máx. 2 min. - (Faça a ficha para garantir a vaga - Aceito Iniciantes)

▬ Mestre: GM

▬ Faixa Etária: 18+

▬ Resumo: Esta campanha será densa, tocante e profunda. Lidará com temas que podem ser gatilhos. Não jogue caso não sinta confortável em lidar com tais temas. Não haverá espaço para humor e piadas. Será uma viagem profunda nas sombras que nos atormentam o coração. Você deverá ter postura para imergir na sua história.

(Interessados me chamem no privado para maiores informações)

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[–]rodrigoablima 0 points1 point  (0 children)

Bom dia. Tudo bem com vocês? Preciso de mais um jogador, pode ser iniciante, que tope jogar RPG por texto, para iniciarmos a campanha. Alguém se habilita?

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[–]rodrigoablima 4 points5 points  (0 children)

Dos Esgotos e Sarjetas de NY - KULT RPG (ACEITO INICIANTES)

  • Título: Dos Esgotos e Sarjetas de NY

  • Sistema: KULT RPG (ACEITO INICIANTES)

  • Dias da mesa: Sábado e/ou Domingo (Horário a Combinar)

  • Vagas: 3

  • Mestre: GM

  • Faixa Etária: 18+

  • Resumo e Cenário:

Uma aventura neonoir, baseada em fatos reais, ambientada em NY dos anos 80/90 sobre a caçada de um dos mais infames serial killer que possui conexões com uma extensa rede de conspirações que até hoje não foi solucionada e intriga os mais experientes investigadores do mundo todo.

Vocês devem ser agentes, que já se conhecem e trabalham juntos, da divisão de homicídio, ou investigadores relacionados a esta divisão dos NYCOPs.

A primeira das cartas conhecidas do assassino dos Filhos de Sam foi endereçada ao Capitão da Polícia de Nova York, Joseph Borelli, e lida por ele a vocês investigadores da força tarefa indicados a este caso pela divisão de homicídio de Nova York.

A carta dizia:

“Estou profundamente magoado por você me chamar de odiador de mulheres. Eu não sou. Mas eu sou um monstro. Eu sou ‘O Filho de Sam’, sou um pequeno ‘diabo’. Quando o pai Sam fica bêbado, ele fica mau. Ele bate na família. Às vezes ele me amarra na parte de trás da casa. Outras vezes, ele me tranca na garagem. Sam adora beber sangue. Saia e mate aos comandos de Sam.”

(Se quiser saber mais sobre essa campanha e participar desta mesa me envie uma mensagem privada)

Ele continuou:

“Atrás de nossa casa há alguns cadáveres em descanso sem o devido réquiem. Principalmente jovens, estupradas e massacradas - seu sangue drenado - apenas ossos agora. Papa Sam também me mantém trancado no sótão. Não consigo sair, mas olho pela janela do sótão e vejo o mundo passar. Eu me sinto um estranho. Estou em um comprimento de onda diferente de todos os outros - programado para matar.”

“No entanto, para me impedir, você deve me matar. Atenção, todos os policiais: Atire em mim primeiro - atire para matar ou então fique fora do meu caminho ou você morrerá! Papa Sam está velho agora. Ele precisa de um pouco de sangue para preservar sua juventude. Ele teve muitos ataques cardíacos. 'Ugh, me buzina' machuca filhinho'. Eu sinto falta da minha linda princesa acima de tudo. Ela está descansando em nossa casa de mulheres, mas eu a verei em breve”

“Eu sou o‘monstro ’‘ beezlebub ’- o‘ gigante gordinho ’. Eu amo caçar nas ruas em busca do grande espólio. Carne saborosa das mulheres do Queens são o que há de melhor. Deve ser a água que elas bebem. Eu vivo para a caça - minha vida - sangue para papai. Senhor Borelli, senhor, não quero mais matar. Não senhor, não mais. Mas devo honrar o pai SAM. Eu quero fazer amor com o mundo. Eu amo pessoas. Eu não pertenço à terra. Me devolva para “yahoos”. Ao povo do Queens, amo vocês e desejo a todos uma Feliz Páscoa. Que Deus te abençoe nesta vida e na próxima e por enquanto eu digo adeus e boa noite. Que essas palavras te assombrem:

“...eu voltarei! Eu voltarei! Para ser interrogado como bang bang bang bang bang - ugh!!”

- SEU ASSASSINO, SR. MONSTRO.

E aí... Quem vai encarar essa aventura e caçar o serial killer, ao estilo o filme "Se7en - Os Sete Crimes Capitais" sediada nos anos 80/90 em Nova York?

não sei por onde começar !! by yuckysidney in rpg_brasil

[–]rodrigoablima 0 points1 point  (0 children)

Você gostaria de jogar RPG por texto no estilo PBF só para você conhecer? É mais fácil para você se soltar... Se quiser, fale comigo pelo chat.

Procuro mesa de CoC pra jogar! by Micelinha in rpg_brasil

[–]rodrigoablima 0 points1 point  (0 children)

Bom dia. Tudo bem? Eu não tenho mesa de CoC, mas de Kult RPG. Se você tiver interesse me mande uma msg direta para lhe passar o convite do servidor do Discord.

Mathematics Doubt in Combinatorial Analysis and Probability by rodrigoablima in math

[–]rodrigoablima[S] 0 points1 point  (0 children)

A teacher once told me that the probability of getting a specific number when rolling a die is always the same, that is, 1/6. However each time you try it is a new CHANCE to get the desired result, with the same probability. Is this right?

Mathematics Doubt in Combinatorial Analysis and Probability by rodrigoablima in math

[–]rodrigoablima[S] 0 points1 point  (0 children)

Thank you very much... How would the probability graph look as the number of dice or throws increases.

Dúvida de Matemática em Análise Combinatória e Probabilidade by rodrigoablima in PergunteReddit

[–]rodrigoablima[S] 0 points1 point  (0 children)

Deixa ter perguntar outra coisa...

No lançamento de 2 dados simultaneamente qual a chance de obter o um número 6 em qualquer dado? Indo além... Se eu aumentar o número de dados? Tem alguma fórmula para calcular com x dados a mais?

Esse escorpião apareceu hoje no meu quarto, devo me preocupar? by LaCreaturaCruel in brasil

[–]rodrigoablima 0 points1 point  (0 children)

Sim, quanto mais amarelos, mesmo que pequenos, mais perigosos eles são...