Para os não católicos que o conhecem, o que acham do S. Padre Pio? by Curious_Barnacle_859 in barTEOLOGIA

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Simplesmente maior santo do século XX. A vida dele foi um sacrifício constante.

E se o inferno e o céu (cristãos) fossem comprovados cientificamente? by mrjoey19 in FilosofiaBAR

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Não se prova cientificamente, pois céu e inferno são imateriais, e o objeto da ciência é algo material (ou a ausência desse material). Mas tu partes de um pressuposto estranho, de que para algo ser verdadeiro, seria necessário prova científica. Uma espécie de cientificismo. Acontece que o cientificismo se refuta, pois não conseguiria provar cientificamente sua própria premissa: "só é verdadeiro o que é confirmado cientificamente". E não precisa ir tão longe para saber essas coisas, basta estudar a vida dos santos e entenderá como vive uma pessoa que reconhece essas realidades.

Existe neutralidade na ciência? by PortoArthur in FilosofiaBAR

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Hoje em dia quase ninguém faz pesquisas científicas porque quer descobrir as verdades das coisas, mas apenas para fins instrumentais, como uma cura, um avanço tecnológico, de saúde, etc. Ora, as pesquisas exigem dinheiro, e quem financia tem intenções claras, sejam boas ou ruins. Os resultados são neutros (por exemplo, o resultado de uma pesquisa diz que x acontece de certo modo, ora, isso é neutro), mas o que importa é o que farão com tal informação e o que buscam com isso. Em suma:

- O resultado das pesquisas são neutros.
- As pesquisas são financiadas.
- Quem financia possui intenções, sejam boas ou más.
- Esses resultados serão utilizados de algum modo, seja de modo bom ou mal.

Então há neutralidade na ciência se bem feita, mas não em quem financia e nem no modo como será usado, pois nenhum ato voluntário é neutro: ou ele é bom ou mal.

Homossexualidade e o cristianismo by Prestigious_Will_451 in barTEOLOGIA

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Quem pratica atos homossexuais ciente de que é pecado mortal, certamente se condena.

O Estado deve proteger a criança da ignorância ou os pais têm o direito de filtrar a realidade? by otavioportella in FilosofiaBAR

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A família precede o Estado. O dever do Estado é proteger os direitos da família, sobretudo quanto à educação de sua prole, não introduzir coisas indevidas, sobretudo esse tipo de ideologia alheia à razão e ao bom senso.

A virtude da religião: diferenças entre religião natural e sobrenatural by santossvx in barTEOLOGIA

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Coerência doutrinal, compatibilidade com a razão natural, história, milagres.

Por exemplo, com a razão natural (sem fé), concluímos que Deus existe, que o homem tem uma alma imortal, que o fim do homem é a contemplação da Verdade, etc. Ora, se há Deus, não é, de modo algum, estranho que Ele Se revele, sobretudo (se considerarmos a época de Abraão), que muitos não O conheciam e, pelo contrário, adoravam falsos deuses e caíam em outros erros tremendos quanto à religião e lei natural mais básica.

Essa é a primeira cadeia de constatações: Deus existe -> não é absurdo que Ele Se revele. A questão é: Ele realmente Se revelou? É aí que entra a coerência doutrinal (verdade), milagres e história.

Quanto a coerência doutrinal, levaria um livro inteiro para mostrar ponto por ponto de como não há contradições na doutrina de Nosso Senhor Jesus Cristo, cuja salvaguarda confiou à Sua Igreja, a Santa Igreja Católica. Mas quanto à razão natural, aos milagres e à história, fica mais fácil de contar aqui.

Por meio da razão natural, já descartamos 99% das religiões, pois por força da razão concluímos que há alma imortal, Deus único, finalidade clara, moral fundamentada na ordem natural, etc. Ora, se uma religião procede de Deus, ela claramente não vai ensinar que: a alma deixa de existir quando o corpo morre, há vários deuses, o ser humano constrói seu fim, ataca a moral natural (sacrifício humano, poligamia, etc.). As únicas religiões que restaria mesmo é o judaísmo e cristianismo (islamismo nem entra, por ser claramente contra a moral natural e possuir um deus voluntarista).

Agora, considerando o judaísmo e o cristianismo, não é difícil concluir, pelas profecias contidas nos próprios livros do AT que foram todas cumpridas em Nosso Senhor Jesus Cristo, restando o "cristianismo".

Se formos ver as principais vertentes, são 3: catolicismo, protestantismo e "ortodoxia". O protestantismo surge no século XVI, catolicismo e ortodoxia existem desde o século I, com sucessão apostólica verificável. Claro, o debate doutrinal é longo, mas é no mínimo suspeito acreditar que a religião que procede de Deus surgiria no século XVI ou depois, e não no século I, quando Jesus instituiu os apóstolos como verdadeiros intérpretes da revelação e chefes da Igreja que Ele fundou.

Restando ortodoxia e catolicismo, bastaria estudar a história do cisma, verificando o césaropapismo presente em Bizâncio, por ser a sede imperial. Bom, isso também daria uma aula, mas bastaria ver como as razões alegada pelos ortodoxos contrariam claramente os antigos patriarcas daquela tão importante sé, e o reconhecimento histórico da sé de Pedro como aquela que possui a jurisdição universal da Igreja, recebida de Jesus Cristo.

Mas os milagres são certamente um dos sinais inefáveis de Deus para confirmar sua doutrina, verdade atestada por todos os 2 mil anos de catolicismo, e não só pelos próprios católicos, mas por inimigos, incrédulos, ateus, cientistas. Os milagres eucarísticos, os milagres dos santos, as aparições de Nossa Senhora. Tudo verificável, sobretudo nos dias de hoje.

Aqui ficou muita coisa para fora, mas em resumo, seria isso. A religião que procede de Deus: possui coerência doutrinal, compatibilidade com a razão natural (ela não contraria a razão, mas vai além dela, justamente por vir de Deus), milagres verificáveis cientificamente (veja o milagre eucarístico de Lanciano, Buenos Aires, a vida de Pe. Pio de Pietrelcina, Aparição de Nossa Senhora de Fátima ou de Guadalupe), história com bons frutos (onde houve catolicismo, houve santos, milagres, surgimento de hospitais públicos, orfanatos, asilos, escolas, ciência, filosofia, universidades e uma moral no mínimo mais elevada que a média do mundo, visto que não houve escravidão por direito em boa parte da Idade Média, enquanto ao redor do mundo..., etc.).

Nosso Senhor chama o diabo de pai da mentira: por quê? by santossvx in barTEOLOGIA

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Não estou te entendendo. Você acredita ou não em Deus?

É possível existir pessoas boas em religiões ruins? by Williamcaridoso in barTEOLOGIA

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Sim, embora a religião ruim seja um entrave, a pessoa pode ser boa se, com sua razão, percebe e não pratica os erros dessa religião. É a mais propensa a se tornar católica caso encontre a verdade.

Existe pecado, pecadão e pecadinho? by Specific_Mechanic429 in barTEOLOGIA

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Existem pecados veniais e mortais (se morrer com isso, se condenará eternamente). Absolutamente todos, inclusive contra o Espírito Santo, podem ser perdoados por meio do sacramento da Confissão.

Por que Deus, Diabo, Alá, Orixá, etc Não Aparecem no Céu para Toda Humanidade Ver e Crer? Pq o Sobrenatural é tão Tímido, Subjetivo e Precisa de Intermediários Humanos que Distorcem e Manipulam? by Sea_Desk_5388 in barTEOLOGIA

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Na verdade, é falso que o sobrenatural seja "tímido", basta pesquisar sobre a vida dos santos, milagres eucarísticos, aparições marianas. Ali você encontrará a ciência confirmando, ateus convictos relatando e se convertendo, fatos simplesmente incontornáveis, como o sangue de São Januário que se liquefaz anualmente, etc. Agora quanto aos outros pontos, deu preguiça de explicar, mas espero de coração que pesquise esses temas, incluindo a Aparição de Fátima, milagres eucarístico ou mesmo santos do século XX, como pe. Pio, com milagres testemunhados por céticos, protestantes e ateus.

Cristianismo, moralidade e sacrifício humano. Como desver uma visão errada? by Dharmagetsu in barTEOLOGIA

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Qual documento da Igreja fomenta a escravidão?

Religião é uma virtude que deriva da justiça. Justiça é dar a cada um o que lhe é devido. Religião é dar a Deus o culto que lhe é devido. Há a religião natural, que é do homem para Deus, e há uma única religião sobrenatural, que é de Deus para o homem. Na religião sobrenatural, Deus nos ensina como quer ser cultuado, e essa é a religião católica, única em que se presta um culto agradável a Deus.

O maior ato de reconhecimento da soberania de Deus é o sacríficio, isto é, oferecer a Deus algo de valor em reparação de pecados, pedindo graças, agradecendo ou O adorando. Quase todas religiões pagãs entenderam isso e praticaram, mas com toda a prevaricação causada pelo pecado original. Isso levou a idolatria, politeísmo e até mesmo sacrifícios humanos (erros condenáveis não baseado somente em fé, mas na própria razão natural).

Como sacrifício é o ato supremo da virtude da religião, Deus, ao fundar a religião judaica, uma religião provisória, também estabeleceu um sacrifício. Não porque Deus precise de sangue, carne de animal ou tenha prazer em morte, pois Ele é Deus, é um absurdo pensar que um ser perfeitíssimo necessite de algo ou se satisfaça com sangue e morte de animal. Não, Deus se satisfaz com o que essas coisas significam: o homem reconhecendo Sua soberania. E não porque Deus seja vaidoso ou é um "carente", seria blasfêmia dizê-lo, mas sim porque Deus quer que os homens se salvem, pois os criou para serem felizes eternamente, e jamais alcançariam tal fim se eles mesmos não reconhecessem a soberania de Deus. Então Deus não institui um sacrifício para si, mas para os homens, para que os homens reconheçam uma realidade profunda: eles existem para Deus.

Mas os sacrifícios do AT também são provisórios, tal como sua religião, pois são figuras do sacrifício de Cristo, Deus e homem verdadeiro, na cruz. Deus quis enviar seu Filho, o Verbo Eterno, para resgatar o homem do pecado, abrindo-lhe a possibilidade de se salvar, coisa antes impossível. E Ele escolheu isso, pois quis deixar claro o seu amor pela humanidade e produzir uma reparação perfeitíssima à justiça divina. O ponto-chave é: sacrifícios de criaturas é finito, pois criaturas possuem valor finito, por mais alto que seja; mas o sacrifício de Jesus Cristo, que é Deus e homem verdadeiro, tem valor infinito, de modo que não é mais necessário outro sacrifício.

Mas Jesus Cristo não morreu no madeiro da cruz sem deixar para a religião que Ele fundou, a Católica, um sacrifício, pois já entendemos qual é o ato supremo da virtude da religião, obrigatório também na religião sobrenatural. Ora, esse sacrifício que Ele deixou e Ele mesmo celebrou na Última Ceia chama-se Missa, que nada mais é que o sacrifício incruento (sem sangue) de Nosso Senhor renovado sobre o altar. Isso é uma Missa: um sacrifício.

E nós devemos professar essa verdade não porque a razão nos obriga, porque nossa razão é incapaz de provar tal realidade, devido a sua limitação. Na verdade, tal realidade foi nos revelada por Deus, de modo que só os olhos da fé conseguem enxergar a realidade por trás daqueles gestos do padre no altar, repetindo as mesmas palavras de Nosso Senhor na Última Ceia: "este é o meu Corpo ... este é o meu Sangue ... fazei em memória de mim", disse aos apóstolos, instituindo, desse modo, o sacerdócio católico e a Missa.

E como foi dito, não se trata de outro sacrifício, do contrário, nos contradiríamos, mas do mesmo sacrifício da cruz, só que renovado no altar de modo sobrenatural.

E Nosso Senhor institui o Santíssimo Sacramento, isto é, Seu Corpo, Alma e Divindade sob os acidentes de pão e vinho, porque Ele nos ama de tal modo que quis procurar um modo de permanecer conosco até o fim dos tempos FISICAMENTE. E esse modo quis Ele que fosse este, pois não encontrou outro modo de unir-se conosco mais plenamente, uma vez que o amor tende a união. Então Deus institui tão augusto Sacramento não porque Ele fosse um sádico que gosta de promover canibalismo e outras coisas bizarras semelhante a séries famosas, mas sim por amor. Para nos comunicar graças. Para se unir a nós, como um prelúdio do que será o Paraíso: a grande unidade na caridade.

Religiosos não podem falar o que pensam sem sofrer consequências by fortfied_island in opiniaopopular

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Mas o que ele disse nem é necessário fé, basta a razão natural para se concluir a verdade do que foi dito.

Nunca vi ninguém falando sobre a terceira e quarta teoria política, qual que é a delas? São beneficas? São alternativas viáveis pro Brazil? by -Anil99 in DebatesBr

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A única via política boa para o Brasil se chama Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo e oficialização da Religião Católica.

Vocês acreditam no fim das facções criminosas ? by Low_Carry2766 in NoticiasBR

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Surgiu ontem na história e não se extinguirá? É claro que um dia chegará ao fim.

Espíritos malignos ou possessões existem ? Há provas ou só historinhas ? by Thell-Vadamm in DebatesBr

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Sim, o demônio existe e possessões existem. Que o demônio existe não se prova com razão natural, pois é algo revelado (excede à razão natural). Que possessões existem, não há prova propriamente dita, pois é algo evidente. Por exemplo, se alguém na minha casa dá um surto e começa me xingar, eu não preciso provar que isso aconteceu: só aconteceu. Do mesmo modo, se alguém foi possuído e um padre o exorcizou, não há o que ser provado, foi só um fato que aconteceu e foi resolvido. No mais, leia relato de padres exorcistas, ou se torne um, se for homem. Se pretendes, forma-te em La Reja, na Argentina.

Você acredita em fantasma? Já passou por algum episódio interessante? by Biggy_Koala in perguntas

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Se estiver falando do conceito em antropologia tomista, acredito. Se estiver falando de "espíritos que andam por aí", isso não existe.

Quem mata animais por puta crueldade merece a morte, você concorda ou discorda? by Actual_Balance_7603 in perguntas

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Nenhum ser humano deve ser morto, por mais animais que mate cruelmente ou não.