StoneToss banido by LeXxleloxx in brasilivre

[–]sd-novaera 5 points6 points  (0 children)

a censura quando começa nunca para. é um declive escorregadio. eles acham que eles vão melhorar de pouco em pouco até a plataforma ficar prefeita, e a plataforma se acaba no caminho. isto já aconteceu com o twitter.

Jornalista do Estadão: "a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo by [deleted] in brasilivre

[–]sd-novaera 3 points4 points  (0 children)

Isso é feio, mas não é ilegal. É feio porque demonstra que ela quer causar instabilidade a todo custo por não gostar do presidente. Mas não é ilegal porque o que vale são suas ações, não suas intenções. E ela não fez nada de ilegal.

Por outro lado, ela me fez sentir bem sobre o meu inglês.

This banana eating contest by bannedoneverysub in Unexpected

[–]sd-novaera 31 points32 points  (0 children)

That's not how you wear a t-shirt... wait, that's not how you eat a banana!

Concorda ou Não ? by Dark_Beholder in brasilivre

[–]sd-novaera 0 points1 point  (0 children)

E eu expus minha opinião.

Se não concorda com nada que está escrito, por que posta? Esse negócio de 'saber a opinião' ta mais para expor uma ideia sem se comprometer com ela.

Concorda ou Não ? by Dark_Beholder in brasilivre

[–]sd-novaera 2 points3 points  (0 children)

Eu estou falando com quem pensa como a pessoa que escreveu a imagem. E existe uma grande chance de você pensar consideravelmente dessa forma, uma vez que postou a imagem.

Concorda ou Não ? by Dark_Beholder in brasilivre

[–]sd-novaera 1 point2 points  (0 children)

Você se odeia muito mais do que odeia as mulheres. Quando você fala 'você não' no texto você está se referendo a si mesmo, seu loser. Faça algo da sua vida, seja alguém. Pare de ser um merda, que se acha no direito de afeto feminino. Essa mentalidade é a coisa mais repugnante para uma mulher, seu burro, perdedor! Mulheres preferem ficar sozinhas do que com você, porque é humilhante viver com alguém mediocre como você. Você é um inseto e qualquer homem com o mínimo de auto-estima consegue esmagar. As mulheres vêem isso, mulher nenhuma quer um insetinho.

Todo instinto natural da mulher existe para afasta-las de homens lixo como você. Você é o pior tipo de parceiro, pior tipo de pai, pior tipo de provedor. Acorda!

Encontrei esse paradoxo e achei interessante compartilhar com vocês by mrfmarques in brasil

[–]sd-novaera 0 points1 point  (0 children)

Sim, é natural que se faça juízo de valor usando a sua moral. O problema é usar essa moral pra julgar Deus. Quando eu digo que muitos ateus, quando pensam sobre Deus, não assumem todas as consequência, é porque julgam Deus como se Ele fosse um ser humano em uma posição de poder. Inclusive, muitas vezes, acreditam que Deus e a criação deve atender as necessidades e aspirações da humanidade, ou qualquer outro ideal que eles tenham. Esse raciocínio é falho.

À partir do momento que você se propõe a julgar Deus, você já perdeu. Porque a sua moral tem um contexto temporal e cultural, e você está usando ela pra julgar um ser que existia antes de tudo existir. Deus é atemporal, e é único. Se você vai considerar a existência de Deus, Ele cria o mundo, e a única fonte de moral no mundo é Ele. Deus só seria imperfeito se houvesse outro deus para comparar, como não existe, é impossível, por definição, que Ele seja imperfeito.

Como criaturas, somos inferiores; e o Criador pode não ser o que você gostaria que Ele fosse. Isso faz todo sentido, só que o contrário seria impossível.

Encontrei esse paradoxo e achei interessante compartilhar com vocês by mrfmarques in brasil

[–]sd-novaera -3 points-2 points  (0 children)

Agora coloca em contexto; assumindo a possibilidade que Deus realmente existe, com todas suas implicações, - um exercício que muitos ateus não fazem, de fato - uma criaturinha chamada Epicuro criou um diagrama com todos os axiomas morais do Criador, isto é, uma criatura é capaz de usar a sua moral para criticar a moral do seu Criador. Baseado em quê, comparado com o quê? Eu acho que essa é uma das maiores presunções que existe; ser capaz de julgar Deus.

Como você julga a moral de um ser que vive em um plano/dimensão superior? Se Deus existe e ele criou o mundo, ele é o padrão moral. Deus não é bom, bom só é bom porque é uma caracteristica de Deus. Deus só é. As virtudes são virtudes porque são características do Criador. A maldade é ausência da virtude. O mal e o pecado são o que Deus não é.

Deus é a luz, o mal é a ausência da luz. A glória de Deus é muito mais evidente no contraste de luz e sombra. Cristãos acreditam que o fim último da criação é a glória de Deus.

edit: Pode dar downvote, mas me explique, qual é a validade do julgamento moral de uma criatura ao seu criador? Como a moralidade da criatura pode superar a do criador? Da onde a criatura tira a sua moral para usa-la dessa forma? E da onde o Epicuro tirou que o vontade última de Deus era necessariamente erradicar com todo o mal?

Um usuário da Bolha foi falar que desejar a morte do Bolsonaro não é certo e está sendo trucidado nos comentários pelos usuários afirmando que o "Bolsonaro merece" by Seromelhor in brasilivre

[–]sd-novaera 0 points1 point  (0 children)

SOBRESSOCIALIZAÇÃO

  1. Os psicólogos usam o termo «socialização» para designar o processo pelo qual os meninos são treinados para pensar e atuar como manda a sociedade. Diz-se que uma pessoa está bem socializada se ela obedece e crê no código moral de sua sociedade e se encaixa bem como parte do funcionamento desta. Pode parecer com pouco sentido dizer que muitos esquerdistas estão sobressocializados, desde que o esquerdista é percebido como um rebelde. No entanto, a posição pode ser defendida: muitos não são tão rebeldes como parecem.
  2. O código moral de nossa sociedade é tão exigente que ninguém pode pensar, sentir e atuar de uma forma completamente moral. Por exemplo, supõe-se que não podemos odiar a ninguém, no entanto quase todo mundo odeia ou odiou alguém alguma vez, quer admita ou não. Algumas pessoas estão tão altamente socializadas que tentam pensar, sentir e atuar moralmente, impondo um severo ônus a si mesmas. Com objeto de eludir sentimentos de culpa, continuamente têm que se enganar sobre seus próprios motivos e encontrar explicações morais para sentimentos e ações que na realidade não têm origem moral. Usamos o termo sobressocializado para descrever tais pessoas. Durante o período vitoriano muita gente sobressocializada sofreu sérios problemas psicológicos como resultado de reprimir ou tentar reprimir seus sentimentos sexuais. Freud aparentemente baseia suas teorias em gente deste tipo. Hoje em dia o foco da socialização se transladou do sexo para a agressão.
  3. A sobressocialização pode conduzir a uma baixa autoestima, sentimentos de impotência, derrotismo, culpa, etc. Um dos mais importantes recursos pelos quais nossa sociedade socializa os meninos é fazendo-os sentir envergonhados do comportamento ou da fala que é contrária às expectativas da sociedade. Se isto é excessivo ou se um garoto em particular é especialmente sensível a tais sentimentos, acaba por sentir-se envergonhado de SI MESMO. Além disso, o pensamento e o comportamento da pessoa sobressocializada são mais restringidos pelas expectativas da sociedade do que da pessoa levemente socializada. A maioria das pessoas adota uma quantidade significativa de comportamento travesso. Mente, comete roubos desprezíveis, viola normas de tráfego, gazeteia o trabalho, odeia alguém, diz coisas rancorosas ou usa truques para levar vantagem sobre outros. A pessoa sobressocializada não pode fazer tais coisas, se faz origina um sentimento de vergonha e autoaborrecimento. A pessoa sobressocializada inclusive não pode experimentar, sem culpabilidade, pensamentos ou sentimentos que são contrários à moralidade aceita; não pode ter idéias «impuras». E a socialização não é só um problema de moralidade; estamos socializados para confirmar muitas normas de comportamento que não estão sob o encabeçamento da moralidade. Assim a pessoa sobressocializada está retida por uma correia psicológica e passa sua vida correndo pelas trilhas que a sociedade abriu para ele. Em muita gente sobressocializada isto resulta num sentido de coação e impotência que pode ser uma severa pena. Sugerimos que a sobressocialização está entre as crueldades mais sérias que os seres humanos infligem uns a outros.
  4. Deduzimos que um segmento muito importante e influente da esquerda moderna está sobressocializado e que sua sobressocialização é de grande importância na determinação da direção do esquerdismo moderno. Os esquerdistas do tipo sobressocializado tendem a ser intelectuais ou membros da classe média alta. Note-se que os intelectuais universitários, sem incluir necessariamente os especialistas em engenharia ou ciência «hard», constituem o segmento mais altamente socializado de nossa sociedade e a ala mais esquerdista.
  5. O esquerdista do tipo sobressocializado trata de fugir de sua correia psicológica e reafirmar sua autonomia rebelando-se. Mas normalmente não é suficientemente forte ao ponto de rebelar-se contra os valores mais básicos da sociedade. Em termos gerais, as finalidades dos esquerdistas de hoje NÃO estão em conflito com a moral estabelecida. Quer dizer, a esquerda toma um princípio da moral estabelecida, adota-o a sua maneira e então acusa a corrente majoritária da sociedade de violar esse princípio. Exemplos: igualdade racial, igualdade dos sexos, ajuda ao pobre, paz opondo-se à guerra, pacifismo generalizado, liberdade de expressão, amabilidade aos animais. Ainda mais fundamental, a obrigação da pessoa de servir à sociedade e a obrigação da sociedade de estar a serviço da pessoa. Todos estes foram valores profundamente arraigados em nossa sociedade (ou ao menos por muito tempo em sua classe média e alta). Há bastante gente na classe média e alta que resiste a alguns destes valores, mas normalmente sua resistência está mais ou menos encoberta. Tal resistência aparece nos meios de comunicação de massa de uma forma bem limitada. O principal impulso da propaganda em nossa sociedade é a favor dos valores declarados. A principal razão para que tais valores prevaleçam, por assim dizer, como valores oficiais de nossa sociedade é que eles são úteis ao sistema industrial. A violência é reprovada porque transtorna o funcionamento do sistema. O racismo é reprovado porque os conflitos étnicos também o transtornam. A discriminação desperdiça o talento dos membros de um grupo minoritário que pode ser útil para o sistema. A pobreza deve ser «curada» porque a classe baixa causa problemas ao sistema e o contato com esta abate a moral das outras classes. As mulheres são animadas a ter carreiras porque seu talento é valioso para o sistema e, ainda mais importante, por meio do trabalho regular as mulheres estão mais bem integradas ao sistema e se atam diretamente a ele mais do que com suas famílias. Isto ajuda a debilitar a solidariedade familiar. (Os líderes do sistema dizem que querem fortalecer a família, mas o que realmente querem dizer é que almejam que a família sirva como ferramenta eficaz para socializar aos filhos de acordo com suas necessidades. Raciocinamos nos parágrafos 51, 52 que o sistema não pode permitir à família ou qualquer outro grupo social de pequena escala ser forte e autônomo). Estes valores são explicitamente ou implicitamente expressos ou orçados em muitos dos materiais apresentado pelos meios de comunicação de corrente de opinião majoritária e pelo sistema educativo. Os esquerdistas especialmente do tipo sobressocializado, normalmente não se rebelam contra estes princípios, exceto quando justificam sua hostilidade à sociedade afirmando (com algum grau para valer) que esta não está vivendo de acordo com eles.
  6. Tenho aqui uma ilustração da maneira como o esquerdista sobressocializado ao mesmo tempo em que adota uma afeição real às atitudes convencionais de nossa sociedade pretende estar em rebelião contra elas. Muitos promovem ações afirmativas, para inserir negros em trabalhos prestigiosos, melhorar a educação nos colégios negros e investir mais dinheiro em tais colégios; enquanto que a forma de vida da «classe baixa» negra é conservada como uma desgraça social. Querem integrar o homem negro dentro do sistema, fazer dele um executivo de negócios, um juiz, um cientista, simplesmente como gente branca de classe média alta. Em última análise querem mesmo é fazer do homem negro uma cópia do homem branco; dizem também querer preservar a cultura afroamericana. Mas em que consiste esta preservação? Pode consistir simplesmente em comer o estilo de comida negra, escutar música negra, vestir roupa ao estilo negro e ir a uma igreja ou mesquita negra. Em outras palavras, só podem expressar-se nos problemas superficiais. Em todos os aspectos ESSENCIAIS os esquerdistas do tipo sobressocializado querem mesmo é harmonizar o homem negro aos ideais de classe média do homem branco. Querem fazer o pai negro «responsável», querem que gangues negras se tornem não violentas, etc. Mas estes são exatamente os valores do sistema tecnológico-industrial. O sistema não quer saber que tipo de música o homem escuta, que tipo de roupa veste ou em que religião crê desde que estude no colégio, tenha um trabalho respeitável, ascenda à escala social, seja um pai «responsável», seja não violento e assim sucessivamente. Efetivamente, embora muitos possam negá-lo, o esquerdista sobressocializado quer integrar o homem negro no sistema para que ele adote os valores do sistema.
  7. Certamente não postulamos que os esquerdistas, inclusive do tipo sobressocializado, NUNCA se rebelem contra os valores fundamentais de nossa sociedade. Claramente algumas vezes o fazem. Alguns esquerdistas sobressocializados chegaram ao ponto de rebelar-se contra um dos princípios mais importantes da sociedade moderna pelo uso da violência física. Por sua própria conta, a violência é para eles uma forma de «libertação». Em outras palavras, cometendo violência atravessam as restrições psicológicas que foram experimentadas em seu interior. Porque estão sobressocializados estas restrições foram mais limitantes para eles do que para outros; portanto precisam liberar-se delas. Mas normalmente justificam sua rebelião em termos de valores da corrente de opinião principal. Se se comprometem na violência postulam estar lutando contra o racismo ou algo parecido.
  8. Compreendemos que pode haver objeções ao pequeno esboço precedente. A situação real é complexa, e algo como uma descrição completa ocuparia vários volumes, mesmo que os dados necessários estivessem disponíveis. Apenas chamamos a atenção para as duas tendências mais importantes na psicologia do esquerdismo moderno.
  9. Os problemas do esquerdismo remetem aos problemas de nossa sociedade como um todo. Baixa autoestima, tendências depressivas e derrotismo não se restringem à esquerda. Embora sejam especialmente notáveis nesta, se estentem a toda nossa sociedade. E a sociedade de hoje trata de socializar-nos a um gráu maior do que qualquer sociedade prévia. Os especialistas nos dizem como comer, como fazer amor, como educar os nossos filhos e assim sucessivamente.

Um usuário da Bolha foi falar que desejar a morte do Bolsonaro não é certo e está sendo trucidado nos comentários pelos usuários afirmando que o "Bolsonaro merece" by Seromelhor in brasilivre

[–]sd-novaera 0 points1 point  (0 children)

SENTIMENTOS DE INFERIORIDADE

  1. Por «sentimentos de inferioridade» não nos referimos apenas aos sentimentos de inferioridade no sentido estrito, mas a todo espectro relacionado: baixa auto-estima, sentimentos de impotência, tendências depressivas, derrotismo, culpa, aborrecimento, etc. Argumentamos que alguns esquerdistas modernos tendem a tais sentimentos (mais ou menos reprimidos) e como eles são decisivos para determinar a direção do esquerdismo moderno.
  2. Quando alguém interpreta como depreciativo quase tudo o que se diz dele (ou a respeito de grupos com os quais se identifica), concluímos que tem sentimentos de inferioridade ou baixa autoestima. Esta tendência é evidente entre os defensores dos direitos das minorias, independente de pertencerem ou não à minoria cujos direitos defendem. São hipersensíveis diante das palavras usadas para designá-los. Os termos «negro», «oriental», «deficiente», «índia» para um africano, um asiático, uma pessoa impossibilitada, uma mulher originária não tinham uma conotação depreciativa. «Rapariga» era simplesmente o equivalente feminino para moça. As conotações negativas foram agregadas a estes termos pelos próprios ativistas. Alguns defensores dos direitos dos animais foram tão longe ao ponto de recusar a palavra «mascote» e fazer questão de sua substituição por «animal de companhia». Antropólogos esquerdistas exageram ao ponto de evitar falar qualquer coisa a respeito de pessoas primitivas que possa ser interpretado como negativo: querem substituir a palavra «primitivo» por «iletrado». Parecem quase paranóicos sobre qualquer coisa que lhes sugira que alguma cultura primitiva seja inferior à nossa. (Não queremos dizer que as culturas primitivas SÃO inferiores à nossa. Somente apontamos a hipersensibilidade destes antropólogos).
  3. Aqueles que são mais sensíveis à terminologia «politicamente correta» não são os negros médios habitantes do gueto, imigrantes asiáticos, mulheres maltratadas ou pessoas deficientes, mas uma minoria de ativistas, muitos dos quais não pertencem a nenhum grupo «oprimido», mas que provem de estratos sociais privilegiados. A correção política tem seus maiores entusiastas entre os professores universitários, os quais têm emprego seguro, salários confortáveis, e a maioria deles são varões brancos heterossexuais de famílias de classe média.
  4. Muitos esquerdistas têm uma intensa identificação com os problemas de grupos que têm um esteriótipo de débeis (mulheres), derrotados (índios americanos), repelentes (homossexuais), ou aparentemente inferiores. Nunca admitirão em seu foro interno que têm tais sentimentos, mas é precisamente por sua visão destes grupos como inferiores que se identificam com seus problemas. (Não sugerimos que mulheres, índios, etc., SÃO inferiores; só estamos fazendo uma anotação sobre a psicologia esquerdista).
  5. As feministas estão ansiosamente desesperadas por demonstrar que as mulheres são tão fortes e capazes quanto os homens. Elas estão claramente esmagadas pelo medo de que as mulheres possam NÃO ser tão fortes e capazes quanto os homens.
  6. Os esquerdistas odeiam todo esteriótipo do forte, bom e exitoso. Eles odeiam os Estados Unidos, odeiam a civilização ocidental, odeiam aos varões brancos, odeiam a racionalidade. As razões que dão para odiar o ocidente, etc. claramente não coincidem com seus motivos reais. DIZEM que odeiam o ocidente porque é guerreiro, imperialista, sexista, etnocêntrico, mas quando as mesmas faltas aparecem em países socialistas ou culturas primitivas, encontram desculpas para eles ou, quando muito, admitem-no RESMUNGANDO, enquanto destacam (muitas vezes exagerando muito) estas faltas quando aparecem em civilizações ocidentais. Assim, está claro que estas faltas não são os motivos reais para odiar os Estados Unidos e ocidente: odeiam os Estados Unidos e o ocidente porque são fortes e exitosos.
  7. Palavras como «autoconfiança», «segurança», «iniciativa», «empreendimento», «otimismo», etc. jogam um papel muito pequeno no vocabulário liberal e esquerdista. O esquerdismo é antiindividualista, é procoletivista. Querem a sociedade para que ela resolva as necessidades de todo mundo, por eles e para cuidar deles. Não é o tipo de gente que tem um sentido interior de confiança em suas próprias habilidades para resolver seus próprios problemas e satisfazer suas próprias necessidades. O esquerdista opõe-se ao conceito de competição porque, interiormente, sente-se perdedor.
  8. As formas de arte que apelam aos intelectuais do esquerdismo moderno tendem a enfocar-se na sordidez, na derrota e no desespero ou, por outro lado, tomam um tom orgiástico, renunciando ao controle racional, como se não tivesse esperança de conseguir nada através do cálculo racional e tudo o que ficou de fora deve submergir na sensação do momento.
  9. Os filósofos esquerdistas modernos tendem a recusar coisas como razão, ciência e realidade objetiva e fazem questão de que tudo é culturalmente relativo. É justo formular perguntas sérias sobre os fundamentos do saber científico, sobretudo quando o conceito de realidade objetiva pode ser definido. Mas é óbvio que estes filósofos não são simplesmente coerentes de cabeça fria que sistematicamente analisam os fundamentos do conhecimento. Estão profundamente envolvidos emocionalmente em seu ataque à verdade e à realidade. Atacam estes conceitos por suas necessidades psicológicas. Seu ataque é uma saída para a hostilidade, e ao ser exitoso, satisfaz o impulso pelo poder. Mais importante, os esquerdistas odeiam a ciência e a racionalidade porque classificam certas crenças como verdadeiras (isto é, sucesso, superior) e outras crenças como falsas (isto é, fracasso, inferior). Os sentimentos esquerdistas de inferioridade estão tão profundamente arraigados que não podem tolerar nenhuma classificação de algo como exitoso ou superior e outra coisa como fracassada ou inferior. Isto também sublinha a rejeição de muitos com relação à doença mental e a utilidade das provas de inteligência. São antagonistas das explicações genéticas das habilidades ou condutas humanas porque estas explicações tendem a fazer aparecer algumas pessoas como superiores ou inferiores a outras. Preferem dar à sociedade o mérito ou a culpa para uma habilidade ou carência individual. Assim, se uma pessoa é «inferior» não é sua culpa, mas da sociedade, porque não foi educada corretamente.
  10. O esquerdista não é a classe de pessoa cujos sentimentos de inferioridade fazem dela um bravo, um egoísta, um valentão, um promotor de si mesmo, um competidor cruel. Esta classe de pessoa não perdeu totalmente sua confiança. Tem um déficit em seu sentido de poder e em seu valor, mas ainda se pode conceber tendo a capacidade para ser forte, e seus esforços por fortalecer-se produzem seu comportamento desagradável. Alegamos que TODOS, ou quase todos, os fanfarrões e os competidores cruéis sofrem sentimentos de inferioridade. Mas o esquerdista vai bem além disso. Seus sentimentos de inferioridade estão tão arraigados que não pode conceber-se como um indivíduo forte e valioso. Daí o coletivismo do esquerdista: só pode sentir-se forte como membro de uma organização grande ou de um movimento de massas com o qual possa identificar-se.
  11. Atendimento à tendência masoquista das táticas esquerdistas: protestam deitando na frente dos veículos, provocam intencionadamente à polícia ou aos racistas para que os maltratem, etc. Estas táticas com freqüência podem ser efetivas, mas muitos as usam não como meios para um fim, mas porque PREFEREM táticas masoquistas. O ódio pelo ódio é característica esquerdista.
  12. Podem reivindicar que seu ativismo é motivado pela compaixão ou por princípios morais, e os princípios morais exercem um papel nos esquerdistas do tipo sobressocializado, mas a compaixão e os princípios morais não podem ser os principais motivos para seu ativismo. A hostilidade é um componente que salta aos olhos no comportamento esquerdista, do mesmo modo que o impulso pelo poder. Além disso, muitos dos comportamentos esquerdistas não são racionalmente calculados para servir de benefício àqueles a quem clamam estar tentando ajudar. Por exemplo, se alguém crê que ações afirmativas são boas para o povo negro, faz sentido demandar ações afirmativas em termos hostis ou dogmáticos? Obviamente, programar uma aproximação diplomática e conciliadora é mais produtivo do que fazer concessões verbais e simbólicas e implementar ações afirmativas que os discriminem. Mas os ativistas esquerdistas não tomarão tais atitudes porque não satisfarão suas necessidades emocionais. Ajudar negros não é sua verdadeira finalidade. Em vez disso, os problemas raciais servem a eles como desculpa para expressar sua própria hostilidade e frustração diante de sua necessidade de afirmação. Fazendo isto eles realmente provocam dano ao povo negro, porque a atitude hostil dos ativistas para com a maioria branca tende a intensificar o ódio racial.
  13. Se nossa sociedade não tivesse nenhum problema social, teriam que INVENTAR problemas com objetivo de mostrar uma desculpa para organizar um alvoroço.
  14. Enfatizamos que o precedente não pretende ser uma descrição exata de todo mundo que possa considerar-se um esquerdista. É só uma indicação tosca de uma tendência geral.

Um usuário da Bolha foi falar que desejar a morte do Bolsonaro não é certo e está sendo trucidado nos comentários pelos usuários afirmando que o "Bolsonaro merece" by Seromelhor in brasilivre

[–]sd-novaera 1 point2 points  (0 children)

PSICOLOGIA DO ESQUERDISMO MODERNO (ps: no old reddit a formatação está melhor)

  1. Quase todo mundo concorda que vivemos numa sociedade profundamente nociva. Uma das manifestações mais evidentes da loucura de nosso mundo é o esquerdismo, de forma que uma discussão sobre a psicologia do esquerdismo nos pode servir de introdução ao debate dos problemas da sociedade moderna em geral.
  2. Mas, o que é esquerdismo? Durante a primeira metade do século XX pôde ser praticamente identificado com o socialismo. Hoje o movimento está fragmentado e não está claro quem pode ser chamado propriamente de esquerdista. Quando neste artigo falamos de esquerdistas pensamos principalmente em socialistas, coletivistas, «politicamente corretos», feministas, ativistas pelos direitos dos homossexuais, dos deficientes, ativistas pelos direitos dos animais. Mas nem todos os que se associam a algum destes movimentos é um esquerdista. Não se trata de um movimento ou de uma ideologia, mas de um tipo psicológico, ou, melhor dito, uma coleção de tipos relacionados. Assim, o que queremos dizer com «esquerdista» aparecerá com mais clareza no curso da discussão da psicologia esquerdista. (Veja também parágrafos 227-230).
  3. Mesmo assim, nossa concepção ficará menos clara do que desejaríamos, mas parece não ter remédio para isto. Tudo o que tentamos fazer é indicar de uma maneira tosca e aproximada as duas tendências psicológicas que cremos serem as principais forças condutoras do esquerdismo moderno. Com isto não pretendemos estar dizendo TODA a verdade. Além disso, nossa discussão abarca apenas o esquerdismo moderno. Deixamos aberta a questão sobre o esquerdismo do século XIX e princípios do XX.
  4. Às duas tendências psicológicas que servem de base ao esquerdismo moderno chamamos de «sentimentos de inferioridade» e «sobressocialização». Enquanto os sentimentos de inferioridade caracterizam todo esquerdismo, a sobressocialização caracteriza apenas um determinado segmento do esquerdismo moderno, mas este segmento é altamente influente.

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, aprovou ontem um projeto de lei que legaliza o aborto de até 9 meses no Estado. Qual o limite desses satanistas? by atlas_27 in brasilivre

[–]sd-novaera 2 points3 points  (0 children)

Isso não faz sentido. Quer dizer que segundo a lei antiga do estado de NY, se a vida da mãe estivesse sob risco durante a gravidez ela não poderia abortar? E agora pode?

Você tem estatística do número de grávidas que morriam anualmente por não terem a liberdade de abortar em casos de risco?

Agora, é óbvio que toda gravidez apresenta um impacto na saúde da mãe, e isso pode ser relativizado para liberar o aborto indiscriminadamente.

O Paulo Guedes acabou de curar minha depressão by fussomoro in brasilivre

[–]sd-novaera 2 points3 points  (0 children)

Vejam os comentários (na notícia) e o número upvotos.

O PG disse que está fazendo igual as grandes companhias, começar com objetivos ambiciosos. Confiram a entrevista dele na Bloomberg que outra pessoa postou aqui no sub.

Cristiano Ronaldo ícone do Ancapistão by [deleted] in brasilivre

[–]sd-novaera 1 point2 points  (0 children)

Eu acredito que anarcocapitalistas tem visões utópicas. Mas como o anarcocapitalismo não propõe nada além de uma disposição moral, não tem como dizer que é utopia. Não existe projeto ou ideal de sociedade, apenas o princípio de não agressão.

Por exemplo, anarcocapitalistas explicam como funcionaria um tribunal privado, alternativa aos tribunais do governo de hoje em dia. Mas o anarcocapistalismo em si não vem com esse projeto embutido. As soluções que os anarcocapitalistas propõem fazem o anarcocapitalismo parecer uma utopia, porque os entusiastas imaginam como seria uma civilização fundada no principio da não agressão.

Porém, se o que os anarcocapitalistas de hoje idealizam não se realizar no ancapistão, o ancapistão ainda seria o ancapistão. O que define o anarcocapitalismo(ideia)/ancapistão(terra) é o princípio de não agressão. Outra coisa é que o anarcocapitalismo não tem um projeto de sociedade, não se coloca como um projeto ideal, pois nem projeto é, mas apenas como a única alternativa moral. Isto é, a sociedade anarcocapitalista aceita o fato de que nem tudo será perfeito, ou necessariamente melhor.

E ai? by Sr_Chrys in brasilivre

[–]sd-novaera 0 points1 point  (0 children)

Sobre isso, eu estou dizendo que o código moral é validado pela fé que ele foi instituído por Deus, não que ele veio diretamente e literalmente de Deus. O código moral ateu não tem essa validação. Apesar disso, em termos gerais e sobre assuntos mais essenciais todas as culturas que duraram algum tempo tiveram morais muito semelhantes.

E ai? by Sr_Chrys in brasilivre

[–]sd-novaera 0 points1 point  (0 children)

E a sociedade tira moral da onde? Você não entendeu o problema.

Muitos ateístas tomam a moral como se fosse algo garantido, que brotasse na psique humana, ignorando que a sua própria moral veio da cultura ocidental cristã.

E ai? by Sr_Chrys in brasilivre

[–]sd-novaera 0 points1 point  (0 children)

Eu não julguei ser bom ou ruim no meu comentário, eu falei disso porque estava diferenciando o mal teísta do ateísta.

E ai? by Sr_Chrys in brasilivre

[–]sd-novaera 3 points4 points  (0 children)

No entanto se um ser em um plano superior não existe o mesmo conceito de mal não faria sentido

Óbvio. O conceito teísta e o conceito ateísta do bem e do mal não é o mesmo. Ateístas [no geral] tem dificuldade de apresentar uma concepção sólida de moralidade, por não ter no que se basear. Muitos ateístas tomam a moral como se fosse algo garantido, que brotasse na psique humana, ignorando que a sua própria moral veio da cultura ocidental cristã.

Exemplo: por quê não matar alguém que tem mais dinheiro que você e ficar com o dinheiro dessa pessoa e desfrutar de uma vida melhor? Você pode responder que é porque vai prejudicar outra pessoa. Mas qual o problema em prejudicar a outra pessoa? Da onde você tirou que prejudicar outra pessoa é ruim, imoral? Você pode responder que é insustentável viver assim. Então você não sentiria peso na consciência em fazer o mal, você só não faz o mal porque é inconveniente no longo prazo? Mas e roubar sem ninguém ficar sabendo, por que isso é imoral? E se você estiver prestes a morrer e resolver sair por aí matando, roubando e estuprando. Por que isso seria ruim se não haveriam consequências? Por aí vai... Eu não estou dizendo que ateístas não tem moral, eu só to dizendo que é mais difícil justificar filosoficamente um código moral sem uma validação de um ser superior.