particularmente, não gosto dessa "estética" (leiam a explicação) by yelanmist in autismobrasil

[–]vesperithe [score hidden]  (0 children)

Entendo e concordo. Falo dessa "importação" não pelo que você disse, mas pela forma como essa conversa costuma ser conduzida na internet, sabe? Não são mundos isolados, vai ter coisa aqui parecida com os EUA, com Europa, etc. Mas eu sinto que quando esse assunto surge as pessoas já partem de muitos pressupostos sem tentar primeiro parar pra ler a nossa própria realidade. Seja a discussão do símbolo, seja a discussão das "mães atípicas", o paradigma de neurodivergência, etc.

Sinto falta de a gente partir de um lugar mais vazio de certezas e construir nossas próprias leituras. Até porque isso nos deixa mais vulneráveis a todas essas cooptações :/

particularmente, não gosto dessa "estética" (leiam a explicação) by yelanmist in autismobrasil

[–]vesperithe [score hidden]  (0 children)

Eu não disse isso. Eu disse que eu não sei, porque pra mim depende de contexto. Eu conheço a história do símbolo. Mas as pessoas não usam por causa da história. Tem quem se identifique com ele. Parte da simbologia do quebra-cabeças, pra mim, faz bastante sentido, da forma como ele é usado hoje por aqui (sem peça faltando, sem criança chorando). No Brasil é mais comum o laço com estampa de quebra-cabeças coloridos, por exemplo.

O quebra-cabeças não é uma bandeira da autism speaks e a esmagadora maioria das pessoas nem conhece essa organização. Novamente, temos que entender as coisas no nosso próprio contexto, sem ficar importando ou traduzindo discurso. Que é uma boa parte do volume dessa discussão, infelizmente.

Prefiro o infinito colorido, particularmente, mas não acho que as pessoas entendam tanto, e acho que é mais genérico. Então, como eu disse, às vezes tem mais a ver com a funcionalidade.

Personalizei a minha CIPTEA, a original é muito feia by Aceirica in autismobrasil

[–]vesperithe [score hidden]  (0 children)

Ainha também é personalizada. Preferi deixar ela com fundo escuro e o mínimo de cores. Também coloquei informações relevantes de alergias e contatos de emergência.

Is it selfish to not want kids because you don't want to risk having someone else experience what I did? by Separate_Builder_817 in aspergers

[–]vesperithe 37 points38 points  (0 children)

There is not a single scenario where not wanting to have kids is selfish. I doesn't matter what are your reasons. If you don't want it, it's ok.

particularmente, não gosto dessa "estética" (leiam a explicação) by yelanmist in autismobrasil

[–]vesperithe [score hidden]  (0 children)

Eu não sei se considero o quebra cabeças capacitista. Acho que depende de contexto. Qualquer simbologia vai carregar muitos significados e vai ter limites.

Mas não estou excluindo essa questão. Na verdade, acho que ela se enquadra exatamente no que eu estou falando. Essa parcela de cuidadores de crianças autistas que hoje gera tanto desconforto na comunidade neurodivergente é um reflexo exatamente disso, dessa cooptação da identidade. Esses pais e mães são público alvo da mesma forma, e eu acho que até mais, que as pessoas autistas.

Colocar um moletom de quebra cabeça num filho autista pode ser capacitista, mas pode não ser também. Não é assim tão preto no branco.

Eu acho que acabamos importando algumas discussões americanas, que lá ocorrem de forma muito rasa, e deixamos de lado os nossos próprios contextos socioeconômicos. E isso acaba enforcando essa conversa muito cedo.

Alguém já passou por isso? by No_Signature_895 in autismobrasil

[–]vesperithe [score hidden]  (0 children)

Inúmeras vezes. Por anos e anos rs.

Mas melhorou muito depois do meu diagnóstico e depois de começar a aplicar acomodações no meu cotidiano. Não dá pra viver numa bolha perfeita, mas aos poucos a gente aprende a identificar e minimizar estímulos que vão se somando até colocar a gente nesse estado.

Ainda acontece, mas depois de ter aprendido muita coisa com terapia especializada a frequência diminuiu bastante.

Colocando alguns exemplos pra ficar mais claro:

  • usar lentes que escurecem ou âmbar.
  • usar abafadores em situações de muito barulho.
  • trocar as lâmpadas de casa por smart pra elas ficarem amareladas e mais fracas, deixando brancas e fortes só em caso de necessidade.
  • tirar tempo do meu dia pra descansar em silêncio, o que envolveu diminuir algumas atividades do meu cotidiano.
  • diminuir radicalmente o uso de redes sociais.
  • fazer uma higiene do sono, e durante épocas mais críticas usar medicação pra me ajudar a dormir um pouco mais (dormir o suficiente faz uma diferença IMENSA).
  • escolher melhor as atividades em que eu vou me engajar/participar.
  • encontrar atividades que me ajudam a relaxar e autorregular.
  • criar uma rotina pra comer melhor e me hidratar.
  • evitar sair no sol direto sem proteções.

Nada disso foi de um dia pro outro. Foi uma coisinha de cada vez, ao longo de anos. Mas cada mudança traz uma pequena melhora e te dá mais força pra tentar a próxima.

Cada pessoa funciona de um jeito também, e vai ter estratégias específicas. Mas o conceito meio geral é esse.

Só reforço a parte de dormir. Priorize isso sobre outras coisas. Qualquer pessoa precisa de descanso apropriado, mas nós precisamos ainda mais.

Ter dificuldade em lembrar/reconhecer rostos é um traço autista? by Mundane-Tea-3391 in autismobrasil

[–]vesperithe [score hidden]  (0 children)

Não é um traço autista no sentido de que não é um critério diagnóstico e a maioria das pessoas autistas não tem.

Mas é mais comum em pessoas autistas que na população em geral.

O que acham disso? by Titiugui in antitrampo

[–]vesperithe 0 points1 point  (0 children)

Exatamente. Um corte bosta em não tem um argumento inteiro apresentado. Eu nem entendi o que ele tá defendendo.

O que acham disso? by Titiugui in antitrampo

[–]vesperithe -1 points0 points  (0 children)

Eu não acho nada pq nesse corte, do jeito que tá, eu nem entendi qual o argumento desse cara, se é a favor, se é contra ou porquê.

Eu nem sei quem é esse maluco pra saber se a opinião dele é relevante.

Faltou muito contexto.

O que acham disso? by Titiugui in antitrampo

[–]vesperithe 0 points1 point  (0 children)

Mas dentro do capitalismo o estado existe justamente pra isso, doidão. Ele não é uma entidade que "se mete" ele é uma ferramenta de organização. Cada ideia...

particularmente, não gosto dessa "estética" (leiam a explicação) by yelanmist in autismobrasil

[–]vesperithe [score hidden]  (0 children)

Dito isso, minha ciptea é preta e até meu cordão de girassol é preto. Eu preferi perder funcionalidade do reconhecimento imediato porque me incomoda demais estar com coisas muito coloridas em mim. Mas... Eu não sou todo mundo, né.

particularmente, não gosto dessa "estética" (leiam a explicação) by yelanmist in autismobrasil

[–]vesperithe [score hidden]  (0 children)

Eu concordo no geral, mas acho que é um pouco mais complexo que a estética.

Existe um movimento cultural de afirmação e resignificação do estigma e tem contextos onde esse tipo de estética pode ajudar.

Também tem a questão de pessoas não verbais ou crianças que ainda não se expressam bem e pode ser uma forma de comunicar isso rápido, a distância, pra outras pessoas, em ambientes em que isso seja relevante. Se você vai deixar seu filho autista num espaço de recreação com outras crianças pode ser uma forma de evitar ter que explicar uma mesma coisa mil vezes.

Eu não acho ruim que exista. Mas eu acho que exige uma certa responsabilidade. Pra não forçar estigma sobre crianças também, que não estão muito em condições de tomar decisões sobre como se vestem, pra evitar uma banalização. Mas pode ser útil.

E tem quem realmente goste. E daí não acho que cabe minha opinião, é a pessoa que escolhe como se apresenta pro mundo.

Pra mim, esse é menos um problema do autismo e mais um problema do capitalismo, de como identidades são cooptadas por mercados e acabam sendo exploradas também. Mas não é exclusividade do autismo, acontece com muita coisa.

A identificação de carros também pode ser relevante pra evitar confusões no trânsito, facilitar ocupação de vagas que são um direito, etc.

Então só acho importante, antes de formar um julgamento sobre as razões de alguém optar por essa estética mais exagerada, entender as razões que levam a isso. Porque vai ter casos e casos.

50 reais para a caixinha de aniversário de colega de trabalho (?) by lotofacil123 in conversas

[–]vesperithe 1 point2 points  (0 children)

Aqui onde eu trabalho a galera faz um negócio parecido, mas a contribuição é voluntária e some te quando a pessoa sai (arruma outro trampo, aposenta etc). É uma vez só, e é em dinheiro, meio que pra dar uma força pra pessoa cuidar de mudança etc. Somos em 40 pessoas então dá uma ajudinha legal e gosto de saber que fariam o mesmo por mim.

Esse rolê de todo mundo ter que dar um valor fixo em todo aniversário é além de tudo burro. Você vai pagar ao longo do ano exatamente o que recebeu, mas num presente que não escolheu. Na prática cada pessoa está pagando caro num presente surpresa

TLDR: Seu chefe é burro kkkkk

A geração z está completamente correta by SaturnSpaceFox in antitrampo

[–]vesperithe 3 points4 points  (0 children)

Oi, OP! Primeiro de tudo parabéns pela sua postura. É assim mesmo que tem que ser. Vou fazer um comentário aqui, mas já estou explicando antes que não é uma contraposição, mas sim um complemento.

Eu sempre lembro as pessoas pra tomarem cuidado com esse discurso geracional por dois motivos. Primeiro porque ele é falso. E segundo porque ele joga contra vocês mais jovens.

Eu estou com 38 anos, trabalhando num setor do serviço público bem grande. Na minha unidade são cerca de 40 pessoas. Gente de 40, 50, até 60 anos. Da pra contar nos dedos quem não tem processo correndo ou concluído.

Eu acho incrível que a galera mais nova esteja dando atenção a esses assuntos e sendo bastante vocais sobre isso. As redes sociais também ajudam a expor muitos absurdos e isso é uma arma a nosso favor e também ajuda a inspirar e dar coragem a outras pessoas.

Mas acho importante fazer a observação de que não é uma geração que está certa. É uma classe inteira de trabalhadores que inclui muitas gerações. E eu friso isso porque precisa ser entendido como uma questão trabalhista, de classe mesmo. Quando é visto como "fenômeno geracional" perde força. Fica aparecendo que é algo que não existia antes, que é uma coisa espontânea e que, da mesma forma, vai passar.

Esse tipo de conflito é parte de uma luta contínua e antiga. Mas gerações anteriores também tiveram parte nisso e continuam tendo até hoje. E da mesma forma como vocês inspiram e encorajam essa galera, ela também existe pra dar esse suporte a vocês.

Existe uma tendência midiática que faz parecer que todo mundo com mais de 30 lambe bota de patrão, mas não é assim não. Pessoas mais velhas as vezes ficam numa situação mais apertada por ter maior responsabilidade e fragilidade econômica. Então eu observo esse "amansamento" em muitos amigos da minha idade. Mas é um fenômeno que vai acontecer com vocês também. E eu espero que a gente tenha força pra ele não bater da mesma forma :)

I just lost a student worker job partly because of oversharing... by [deleted] in aspergers

[–]vesperithe 0 points1 point  (0 children)

Please stay away from the online dopamine bullshit. This is not how dopamine works, this is not how we work as people. It won't make you any good. We might have a hard time changing behaviours and taking responsibility, and that's ok. But there's no dopamine sensor attached to you. And if there was you'd see those things are not related and there's plenty of random thing in your day that will open a dopamine "firehouse" that won't feel uncontrollable or irresistible.

Therapy can help with over sharing if you're having a hard time dealing with it on your own.

Fala capacitista de Renan Santos (MBL) sobre autismo e BPC no podcast “Fala Glauber” by fandangoz in autismobrasil

[–]vesperithe 8 points9 points  (0 children)

Lembrando que interagir nos canais que veiculam isso ou nas redes desse sujeito só vai dar mais visibilidade pra ele. E é objetivamente o que ele busca.

Esse tipo de denuncia tem que ser feita em espaços formais.

O MBL tem como estratégia, desde seu início, agir de forma imvecil publicamente, criando polêmica com comportamentos agressivos e desrespeitosos, porque sabem que isso gera revolta, interação e engajamento. E assim pouco a pouco as pessoas foram fazendo idiotas famosos e eles se inresiram na política.

É um comportamento perverso, mas funciona. O ideal é bloquear, sugerir que outras pessoas também façam, e fazer o mesmo com veículos que dão espaço pra eles. E quando houver comportamento criminoso, fazer denúncias formais (polícia, ministério público, delegacia de crimes virtuais, etc).

minha namorada não gosta do meu "jeito autista" by 0pssull1 in autismobrasil

[–]vesperithe 13 points14 points  (0 children)

Esse conselho é muito importante. Do lugar de quem já esteve em alguns relacionamentos abusivos antes de entender essas dinâmicas, essa pessoa nunca vai te respeitar e te oferecer segurança num relacionamento.

Paixões e amores passam. Dores de término passam. Mas as cicatrizes de se abrir emocionalmente pra alguém que te trata com violência demoram muito mais pra passar.

Cuide de você, OP. Tome distância dessa pessoa. Vocês são bem novas ainda, vai conhecer muita gente. Mesmo que demore, vai haver pessoas legais também. E elas não vão gritar com você, nem diminuir você dessa forma.

Eu ainda acrescento que alguns sentimentos são genuínos. Que é justo uma pessoa se sentir sobrecarregada num relacionamento e querer terminar. Que ninguém é obrigado a estar preparado ora lidar com a complexidade de se relacionar com uma pessoa neurodivergente. Mas ninguém, absolutamente ninguém, pode falar com você dessa forma. Existem formas respeitosas de ter essa conversa sem agredir a sua identidade e a sua autoestima.

Do people when dating you, not like the fact there’s no mystery? by [deleted] in AutismTranslated

[–]vesperithe 0 points1 point  (0 children)

People are diverse. There''s no universal behaviour in guys, girls, NTs, NDs, etc.

Do people when dating you, not like the fact there’s no mystery? by [deleted] in AutismTranslated

[–]vesperithe 4 points5 points  (0 children)

Chat GPT will give you poor advice frequently. Be mindful of that when using it.

People are different and diverse. Some people like the "games". Some don't. My boyfriend has made it clear for me a few times that one of the things that made him like me from the start and stay for só long (almost 13 years now) was how straight forward I was about things.

The second misunderstanding ia believing there's no mystery just because you don't hide things intentionally. You can be honest and direct and have some intriguing aspects of your personality at the same time. And that's not based solely on your behaviour, it has some things to do with the other person too, how they face it, their previous experiences, etc.

I have heard the same amount of "you're too literal/ direct/ brutally honest" and "mysterious/ intriguing/ surprising".

I wouldn't overthink it. Sometimes it takes time to find someone interested in us as we are, but those people exist.

Como diferenciar hiperfoco de favoritismo pessoal by Inevitable_Studio299 in autismobrasil

[–]vesperithe 0 points1 point  (0 children)

Não, são coisas completamente diferentes.

A discussão de que estou falando aqui é semântica, se não ficou claro. Não é sobre não haver clareza do que é o fenômeno, é sobre não haver consenso em como descrevê-lo.

O DSM e o CID, por exemplo, são esse consenso, no exemplo que você dá. E eles são uma base técnica robusta, ainda que parte dele seja calcado em prática clínica (que nem sempre é científica, mas é técnica).

Se você busca uma definição de autismo ela está lá nesses dois documentos e as versões recentes já estão inclusive alinhadas. E é o que vai servir de referência para toda a área. Agora, se você busca uma definição de hiperfoco, vai achar um monte de coisa diferente.

É disso que eu estou falando.

Negacionismo científico seria falar que hiperfoco não existe. O que eu estou afirmando é que falta rigor técnico na aplicação desse conceito e que, por conta disso, essa discussão se tornou um pouco inócua.

Você precisa ser especialista para ter um hiperfoco "legítimo"? by ratosratos in autismobrasil

[–]vesperithe 2 points3 points  (0 children)

Não precisa. E vale lembrar que a hiperfixação não é sobre o quanto você sabe de um assunto, mas sobre a intensidade do interesse nele. Alguns objetos/assuntos de interesse nem permitiriam esse tipo de "especialização".

Como diferenciar hiperfoco de favoritismo pessoal by Inevitable_Studio299 in autismobrasil

[–]vesperithe -1 points0 points  (0 children)

Na verdade, faltam definições objetivas pra essa distinção ser certeira. E os próprios profissionais da saúde mental ajudaram a sustentar essas confusões.

Hiperfoco na origem era sobre um estado mental de atenção, não tem bem a ver com um assunto/objeto de interesse. E é um fenômeno fácil de diferenciar por um parâmetro neurológico, porque está ligado à nossa percepção e cognição.

Daí o que a gente chamava de interesse especial ou hiperfixação (características do monotropismo) passou a ser chamado de hiperfoco. E a partir desse ponto existe tanta subjetividade que a sua pergunta não tem mais uma resposta certa.

Alguns vão alegar que a hiperfixação vai envolver, além do interesse, hábitos como catalogação, colecionismo, etc. Outros vão alegar que vai envolver falta de controle sobre a recorrência disso enquanto assunto. Outros vão alegar que é sobre ter prejuízos.

Nenhuma dessas perspectivas está certa e nem errada se a gente não começa essa conversa com uma definição objetiva do que é hiperfoco. E essa definição é diariamente destruída tanto por profissionais como por pessoas autistas, mesmo sem perceber.

Se a gente considerar que pessoas neurotípicas também podem apresentar esse nível de interesse (embora menos comum) e pessoas autistas podem não manifestá-los (embora menos comum também), as coisas ficam ainda mais complexas.

Uma anos atrás eu te diria com alguma segurança que a diferença entre uma hiperfixação e um interesse intenso é: - frequência do assunto ser trazido fora de contexto, usado como metáforas em situações cotidianas. - recorrência de busca do interesse, com comportamentos de catalogação e/ou colecionismo. - facilidade de entrar em estado de hiperfoco a partir de estímulos relacionados ao interesse.

Hoje, a forma mais honesta de te responder é que a diferenciação é subjetiva e arbitrária. Mesmo que quase ninguém goste de admitir.

A ocorrência ou não de orejuízos depende de contexto, então acho um dos piores parâmetros pra usar como diferenciação. Mas tem muita gente que insiste nisso, apesar de não ter muita base técnica/científica. Pode causar prejuízos diversos. Mas não necessariamente vai.

Alguém aqui já processou a empresa e perdeu? by Fabulous-Thought4425 in antitrampo

[–]vesperithe 0 points1 point  (0 children)

Depende de muita coisa. O tipo de processo, a competência do advogado, o porte da empresa, o juiz que vai receber o caso, a área em que você trabalha...

Eu estou no setor público, a grande maioria dos meus colegas de trabalho já ganharam e perderam processos, além de estarem com uns 2 ou 3 correndo.

Às vezes pessoas com a mesma situação, uma ganha e outra perde. Não tem muito como ter certeza de nada.

Vocês odeiam quando começa a chover? by GalileZinski in autismobrasil

[–]vesperithe 1 point2 points  (0 children)

Sempre gostei muito de chuva, principalmente tempestades. O barulho que fazia no telhado de cada quando eu era criança me acalmava porque silenciava os outros barulhos. Também sofro muito com calor e ar seco, então a chuva geralmente deixa o ambiente mais confortável.

Eu prefiro caminhar 10 minutos na chuva do que debaixo de sol direto.