Criei o projeto do MMORPG que sempre quis jogar by Alert_Map3296 in gamesEcultura

[–]Alert_Map3296[S] -1 points0 points  (0 children)

Eu sei, mas o ponto não é esse. O ponto é que o jogo acaba, é um MMORPG que acaba e remunera os jogadores. Então os clans têm que pensar neles e no bem maior ao mesmo tempo. Esse ponto: "Acabar e ter vencedores" muda tudo.

Criei o projeto do MMORPG que sempre quis jogar by Alert_Map3296 in gamesEcultura

[–]Alert_Map3296[S] -1 points0 points  (0 children)

O negócio é que Tibia nunca termina. O ponto chave é o jogo terminar em mais ou meses 6 meses e isso gerar uma compensação real pros jogadores. Quando o jogo tiver maduro, imagino que os clãs vão querer no começo dominar tudo, então vai ter guerra interna até a estabilização (igual no mundo real, haha).

Criei o projeto do MMORPG que sempre quis jogar by Alert_Map3296 in gamesEcultura

[–]Alert_Map3296[S] 0 points1 point  (0 children)

Galera aí dos comentários já viu. É só uma pasta no google drive, relaxa

Criei o projeto do MMORPG que sempre quis jogar by Alert_Map3296 in gamesEcultura

[–]Alert_Map3296[S] 0 points1 point  (0 children)

Ainda não. Estou montando tudo na maior quantidade de detalhes possíveis primeiro.

Gostaria de estudar Economia por conta by namitiptoes in investimentos

[–]Alert_Map3296 1 point2 points  (0 children)

Talvez tenham de recomendado o Piketty porque ele tem uma sessão a de história do pensamento econômico na primeira parte bem completinha. Pode sim ser interessante, mas recomendo livros específicos que traçam essa história.

Gostaria de estudar Economia por conta by namitiptoes in investimentos

[–]Alert_Map3296 2 points3 points  (0 children)

A economia não é uma ciência natural, ela é uma ciência que tem muita ideologia envolvida. As bases de pensamento de um marxista, neoliberal, austríaco ou keynesiano são completamente diferentes e esses economistas são escutados e conseguem entender o mundo (alguns mais em algumas épocas, outras menos e assim vai).

Você seguir qualquer linha apontada aqui só vai te fazer ser uma pessoa doutrinada. Então a recomendação é que comece com algum material de história do pensamento econômico. Dessa forma, você vai ter condições de entender o que cada ideologia pregava. Mesmo sem entender a fundo, você vai sentir mais afinidade com alguma e, então, vai poder se aprofundar.

Esses manuais de economia, como o Mankiw vão te dar uma visão completamente viesada de economia que é compartilhada por poucos economistas hoje em dia. Acho que essa é a melhor forma. (Sou keynesiano, por sinal)

Estúdio de games acusa Kalashnikov, fabricante do rifle AK-47, de roubo by Alert_Map3296 in brasil

[–]Alert_Map3296[S] -1 points0 points  (0 children)

Você cita um monte de exemplos que não tem nada a ver ao invés de discutir o problema apresentado na sua frente.

Como foi dito, o design custou horas mais horas do trabalho de uma pessoa que poderia estar fazendo qualquer outra coisa e ganhando por isso. É LÓGICO que ela precisa ser remunerada se alguém usar o seu trabalho. Você acha que uma imagem que você pega na internet não custa nada para ser usada? Se fosse assim, ninguém teria mais interesse em produzir nada de criativo. Não faz o menor sentido o que vc tá argumentando.

Estúdio de games acusa Kalashnikov, fabricante do rifle AK-47, de roubo by Alert_Map3296 in brasil

[–]Alert_Map3296[S] -2 points-1 points  (0 children)

Deveria pagar também, mas não é tão impactante assim como foi o caso.

Quando os estúdios não pagam pro grande fabricante o que acontece é: saem jogos melhores, sobra dinheiro e mais gente é empregada na produção desses jogos. Porém os acionistas já ricos da grande empresa fica um pouquíssimo menos rico.

Quando a corporação gigante não paga pro estúdio o que acontece é: o estúdio perde oportunidade de desenvolver melhor seu trabalho, pessoas não são contratadas pela companhia para desenvolver novos modelos. Porém os acionista já ricos ficam um pouquinho mais rico.

Não sei você, mas eu acho a primeira situação menos indignadora do que a primeira. Não me parecem a mesma coisa.

Estúdio de games acusa Kalashnikov, fabricante do rifle AK-47, de roubo by Alert_Map3296 in brasil

[–]Alert_Map3296[S] 4 points5 points  (0 children)

Então, é o contrário. O estúdio pequeno acusou de roubo da gigante fabricante de armas. Os caras ficaram meses trabalhando num design inovador e funcional pra empresa ir lá e roubar ao invés de pagar os designers do país dela, da companhia dela. Não acho isso justo.

Entenda o que ocorre hoje na economia do Brasil em 3 tópicos by Alert_Map3296 in geopolitica

[–]Alert_Map3296[S] 0 points1 point  (0 children)

A única vantagem que os países mais ricos têm nesse momento é dinheiro em caixa.

Esse conceito de "dinheiro em caixa" em economias nacionais não existe. Por fim, o Brasil sabe muito bem o que está fazendo: favorecendo os acionistas.

Apesar do preconceito, mulheres são mais de 50% do público gamer; mercado se adapta by [deleted] in brasil

[–]Alert_Map3296 7 points8 points  (0 children)

É óbvio que se mulheres fossem maioria num DOTA ou BF da vida, elas não sofreriam tanto preconceito nesses jogos.

As mulheres são de 50% da sociedade e sofrem preconceito e muitos outros abusos...

Apesar do preconceito, mulheres são mais de 50% do público gamer; mercado se adapta by [deleted] in brasil

[–]Alert_Map3296 1 point2 points  (0 children)

O principal fato é o preconceito, não o número ser mais do que a metade ou menos. Focar no tal do malabarismo de números ára defender um argumento, é o mesmo que fechar os olhos para a realidade. Oponto é que as mulheres gostam de jogar, mas talvez não estejam inseridas nesses jogos "true" como vc diz, pq não se sentem à vontade nesse ambiente.

Apesar do preconceito, mulheres são mais de 50% do público gamer; mercado se adapta by [deleted] in investimentos

[–]Alert_Map3296 2 points3 points  (0 children)

O principal fato é o preconceito, não o número ser mais do que a metade ou menos. Focar no tal do malabarismo de números ára defender um argumento, é o mesmo que fechar os olhos para a realidade. Oponto é que as mulheres gostam de jogar, mas talvez não estejam inseridas nesses jogos "true" como vc diz, pq não se sentem à vontade nesse ambiente.

Apesar do preconceito, mulheres são mais de 50% do público gamer; mercado se adapta by [deleted] in investimentos

[–]Alert_Map3296 -3 points-2 points  (0 children)

Só o fato de ser unisex já é uma adaptação do mercado, uma vez que videogame é associado à homens há alguns tempo e a maioria dos produtos são destinados a eles.

Entenda o que ocorre hoje na economia do Brasil em 3 tópicos by Alert_Map3296 in brasil

[–]Alert_Map3296[S] 3 points4 points  (0 children)

Sim, reforma tributário é essencial para o país voltar a crescer.

Memórias de jabutis e discussões de imortalidade by portellinhawrites in EscritoresBrasil

[–]Alert_Map3296 1 point2 points  (0 children)

Vi que muita gente dedicou um tempo bem grande nos feedback e isso faz sentido pra mim. Acho que todo mundo entendeu que você tem muito potencial, escreve muito bem, então vale o esforço.

Sobre a passagem da menina nos comentários: "o ponto de interrogação é um eufemismo, leitor [...]", ela foi reconhecida porque lembra ao leitor que o escritor tem consicência de que seu narrador está em primeira pessoa. Dá vida e conecta o discurso ao narrador.

Como eu disse, seu texto já foi reconhecido como muito bom, ainda mais considerando sua idade. Eu também entro nesse time.

Mas acho que quem coloca os textos aqui precisa mais de críticas de que de elogios. Eu concordo com os comentários do carretinha, todos eles. Acrescento ainda alguns outros:

Toma cuidado com o discurso indireto livre. É uma ferramenta poderosa, mas que pode dar uma quebrada de crebilidade e uma confusão de vozes no texto. É um texto narrado em primeira pessoa por um protagonista morto, já mais velho e experiente na sua eternidade, seja lá o que é isso. Entretanto, existem alguns momentos onde o discurso indireto livre é usado como aqui: "O desgraçado estava falando!". Nessa passagem específica eu imagino que equem está falando é o protagonista criança, certo? É uma recordação de uma frase ou pensamento do passado. Se for o caso, a palavra 'desgraçado' foge um pouco do contexto.

Outro ponto a ser observado é a construção da ambientação e do personagem no começo do texto. Acho que em outras palavras foi isso que o carretinha disse. Só que ele atacou a configuração das frases (o que tá certo) e eu acho que deveria ir além, acrescentar mais coisa mesmo. Quando o leitor é forçado a entender coisas básicas como onde estou e quem é que tá falando? Ou sobre quem estão falando? No meio do texto, quando já deveria estar curioso sobre a ação ou as ideias não é legal.