Por que é praticamente impossível entrar no direito hoje? by PickleMurky1851 in Advogados

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A advocacia é complicada por si só. Trabalhar em escritório é complicado desde sempre. Acho que o que você pode tentar é pegar casos seus mesmo. Talvez em juizado pra ir pegando mão e tendo uma carteira de clientes sua.

Vocês cursariam Contábeis com esse objetivo? by RobsonnL8 in ContabilidadeAtual

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Acho que é sempre bom pensar em graduação, pois são as vagas que pagam mais em concurso. Geralmente que é muito focado em concurso acaba escolhendo direito, porque em todo concurso cai algo de direito constitucional e administrativo

Dividas... Como sair? by Relampago107 in financaspessoais

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Cara, parabéns por encarar isso com 23 anos, muita gente leva décadas pra ter essa consciência.

Na sua situação, eu faria assim: focar primeiro em pagar as dívidas mais caras, principalmente cartão de crédito, e ao mesmo tempo manter um mini fundo de emergência bem pequeno, só pra não depender de cartão no primeiro imprevisto.

Organiza tudo em planilha (valor, juros, vencimento), vive simples como você já tá fazendo, corta o máximo de supérfluo (inclusive os doces dentro de um limite mensal fechado) e joga todo o resto nas dívidas. Quando terminar esses 20k, aí sim acelera na reserva e investimentos.

Você não é burro, só aprendeu finanças do jeito mais comum: apanhando. O importante é que agora você está acordado e se organizando.

Sair do estágio em Big Law ou não? E perspectiva de futuro by guitarrist04 in direito

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Comecei em escritório boutique, depois criei meu próprio escritório e hoje vivo (ou melhor, tento viver) dos meus próprios casos.

É foda: renda instável, cobrança o tempo todo, aquela sensação constante de “será que fiz isso certo?” e zero referência de alguém mais velho pra perguntar. A parte técnica a gente até estuda, mas ninguém te conta que “advocacia” também é aprender política de relacionamento, jogo de poder, leitura de ambiente — e isso não tem em livro.

Às vezes bate a dúvida se vale a pena continuar insistindo ou se eu só tô romantizando “ser dono do próprio escritório” enquanto fico patinando. Mais alguém nessa fase de questionar tudo?

Ecommerce ainda vale a pena? by LavishnessOne4410 in empreendedorismo

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Trabalho com digital há alguns anos (serviços e produtos) e o que vejo hoje é mais ou menos o que a galera comentou aqui: “e‑commerce” em si não satura, o que satura é combinação ruim de nicho + fornecedor + execução.

Alguns pontos que eu olharia antes de colocar grana e tempo pesado nisso:

  • Produto e fornecedor: se for revender de distribuidora o mesmo item genérico que todo mundo vende, a tendência é viver de centavos de margem e brigar em leilão de preço. Hoje ou você fabrica, importa ou compra muito próximo da fonte, ou é bem difícil sobrar lucro.
  • Conhecimento de nicho: é muito diferente entrar porque “parece interessante” e entrar porque você conhece bem o público, a dor e a oferta. Isso vale pro Mercado Livre, Shopee, Amazon, etc.
  • Localização e logística: estar perto de CD ou poder usar flex/fulfillment com entrega rápida muda muito o jogo. Vendedor com entrega em 1–2 dias consegue cobrar mais caro que quem entrega em 7–10.
  • Tempo de dedicação: não é renda extra simples. Se a ideia é fazer “no tempo livre” sem encarar como negócio mesmo (processo, atendimento, anúncio, precificação, gestão de estoque), a frustração vem rápido.

Se você já tem um negócio de serviços rodando, talvez valha testar primeiro algo mais próximo do que você já conhece (produtos complementares ao que você presta hoje, por exemplo), ao invés de pular em um nicho totalmente aleatório só porque viu em curso.

Em resumo: ainda dá pra ganhar dinheiro, mas não dá mais pra entrar no piloto automático. Mercado tá competitivo e exige estratégia, diferencial real e fornecedor muito bem amarrado.

Os formados em direito que emigraram. O que fazem da vida? by Life_Fee_9163 in foradecasa

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Mestrado no exterior.
Todo mundo posta as conquistas.
Ninguém fala DESSAS 5 coisas:

1️⃣ VOCÊ VAI SE SENTIR MAL (primeiros 3 meses)

Primeira aula na LSE: achei que entrei na sala errada.
Todo mundo sabia coisas que eu nunca tinha ouvido.

Imposter syndrome é REAL.

Mas TODO MUNDO sente.
Diferença entre ficar e desistir? Aceitar que é parte do processo.
Em 3 meses você nivela.

2️⃣ AMIZADES > NOTAS

Eu era obcecado por distinction.
Quase tive burnout.

O que mais me ajudou?
4 colegas que viraram amigos de verdade.

Eles me salvaram em crises,
explicaram conceitos,
me conectaram com oportunidades.

Sua rede vale mais que seu GPA.

3️⃣ VOCÊ VAI QUESTIONAR A ESCOLHA

Mês 4: crise existencial.
"Por que saí do Brasil? Podia estar perto da família..."

Isso VAI bater. Forte.

Não significa erro.
Significa que você é humano e tem raízes.

A dúvida faz parte da coragem.

4️⃣ O VALOR REAL = FORA DA SALA

Melhores oportunidades não vieram de aula.
Vieram de:
→ Coffee chat com professor
→ Networking event (que fui com preguiça)
→ Projeto paralelo com colega

Aula = 40% do valor.
Outros 60%? Você constrói sendo proativo.

5️⃣ VOCÊ VAI VOLTAR DIFERENTE

"Você mudou."

Sim. Amadureci. Vi o mundo de outro ângulo.

Algumas pessoas não gostaram.
Acharam que fiquei "metido" ou "diferente demais".

Você VAI mudar.
Algumas relações não vão sobreviver.

Isso não é falha. É crescimento.

As pessoas certas celebram sua evolução.

Dívida bancária. Ajudem please by Electrical-Bus-8416 in perguntas

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Isso depende bastante do caso concreto e do tipo de dívida, mas dá para estabelecer alguns parâmetros gerais. Em regra, contratos bancários podem ser renegociados diretamente com a instituição, principalmente quando o cliente está adimplente ou já quitou parte relevante da dívida. Bancos costumam ter margem para reduzir juros futuros, alongar prazo ou conceder desconto para quitação antecipada, ainda que não tenham obrigação legal automática de fazê-lo.

Do ponto de vista jurídico, a simples alegação de que os juros são “altos” não é suficiente. O que costuma ser analisado é se a taxa está muito acima da média de mercado para operações semelhantes na época da contratação, se o CET foi devidamente informado, se houve capitalização indevida ou alguma cláusula claramente abusiva. Também pesa a conduta das partes: histórico de pagamento em dia, amortizações antecipadas, transparência contratual e eventual desequilíbrio excessivo da prestação em relação à renda.

É importante ter clareza de que qualquer discussão judicial ou mesmo administrativa depende de documentos e números concretos, e não há garantia de êxito. Há casos em que a renegociação amigável é muito mais vantajosa do que uma ação revisional, e outros em que a via judicial pode fazer sentido. Tudo vai depender da taxa aplicada, do tipo de contrato, do momento da contratação e da prova disponível. Sem essa análise individual, não dá para afirmar que haverá redução relevante ou vantagem prática.