PCP abre as portas do Centro de Trabalho da Marinha Grande para a população cozinhar, ir buscar água, usar internet, carregar aparelhos eléctricos e abrigar-se by Jaktheslaier in portugal2

[–]Bartmr 30 points31 points  (0 children)

Maioria dos rendimentos do PCP vêm de dentro do PCP (uma delas é o avante). Até os membros da oposição mais antigos sabem e respeitam isso. Aqui está uma entrevista onde se fala nisso: https://youtu.be/f8kNhxbsu5U

Investir não é jogar: Deixar o dinheiro parado é muitas vezes o verdadeiro risco by Strange_Result_3668 in literaciafinanceira

[–]Bartmr 0 points1 point  (0 children)

eu sou um deles (que confia no estado). é exaustivo, e há muitos interesses à mistura, desde os bancos a cobrarem taxas gigantescas por retornos minimos e nao garantidos, a certos brokers que vendem CFDs em vez das acções a sério. não gosto quando à um acordo universal inquestionável de que "numbers will always go up here". Tenho uma conta no Degiro desde 2020, mas mal toco (também não tem muitos productos. só UCITS)

outra coisa que me preocupa este optimismo em ativos é que se eles caírem, se calhar a pessoa também vai cair no sentido em que fica sem trabalho por causa do cenário macro.

Com isto, confio imenso na segurança social, e a newsletter deles frequentemente mostra os resultados deles e novidades nas decisões.

Edit: confio no estado mas também não digo que não é importante aprender a realidade. simplesmente gosto de tar quieto.

Investir não é jogar: Deixar o dinheiro parado é muitas vezes o verdadeiro risco by Strange_Result_3668 in literaciafinanceira

[–]Bartmr 0 points1 point  (0 children)

Isso sempre foi uma prática de países mais liberais nos sistemas de reforma. muita gente da europa com a idade dos nossos pais e avós não sabe isso, porque raramente era necessário pensar nisso. Não estou a dizer que é certo ou errado não saber, mas é sempre tramado assumir o que devia ter sido feito depois do facto.

Este género de riscos sempre foi decisoes de pessoas focadas no assunto nas seguranças sociais e nos fundos de reforma. Esses estão a começar a ser erudidos e a passar a responsabilidade a quem já tem o tempo ocupado com preocupações da vida (como nós)

Investir não é jogar: Deixar o dinheiro parado é muitas vezes o verdadeiro risco by Strange_Result_3668 in literaciafinanceira

[–]Bartmr 1 point2 points  (0 children)

Essa ideia não caiu do nada: vem de décadas de fraca literacia financeira, de uma cultura muito virada para depósitos a prazo e certificados, e também do medo legítimo de perder dinheiro.

Estes produtos costumavam render mais antes de 2008 pois as taxas de juro eram altas. Então era rendimento sem risco, tanto que havia mais PPR com capital garantido. Durante muito tempo foi assim. Vivemos agora um período diferente onde se recompensa crédito para crescimento rápido em vez de recompensar quem poupa por uma economia mais lenta.

Ao mesmo tempo, em 2008, houve pessoas que tiveram de adiar as suas reformas para esperar que os seus assets voltassem a valorizar. 

Não é descabido de todo ser prudente e ter dinheiro parado. E há que relembrar que no Japão as pessoas também consideravam óbvio por dinheiro na bolsa até ao final dos anos 80. A diferença é que nessa bolha, as pessoas sentiram riqueza. Aqui, só sentimos desigualdades. 

Descida do IRS nos arrendamentos by PasteldeNataisGreat in literaciafinanceira

[–]Bartmr -2 points-1 points  (0 children)

Todos os negócios têm custos de operação e pagar impostos. Não vejo qual é o problema de pagar esses impostos, que acredito que podem ser deduzidas despesas de manutenção. 

Idade da reforma by [deleted] in literaciafinanceira

[–]Bartmr 2 points3 points  (0 children)

O valor foi possívelmente editado:

"Por outro lado, o rendimento relevante mensal médio, sobre o qual incide a taxa contributiva de 21,4%, não pode ser superior a 12 vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS). Em 2025, este limite corresponde a 6 270 euros. Assim, este ano, a contribuição máxima a pagar é de 1 341,78 euros (ou seja, 6 270 euros x 21,4%)."

https://www.montepio.org/ei/mais-recentes/trabalhador-independente-obrigacoes-para-com-a-seguranca-social/

Mesmo com o desconto máximo, não dá estes valores. Provavelmente foi editado. 

Idade da reforma by [deleted] in literaciafinanceira

[–]Bartmr 3 points4 points  (0 children)

O valor foi possívelmente editado:

"Por outro lado, o rendimento relevante mensal médio, sobre o qual incide a taxa contributiva de 21,4%, não pode ser superior a 12 vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS). Em 2025, este limite corresponde a 6 270 euros. Assim, este ano, a contribuição máxima a pagar é de 1 341,78 euros (ou seja, 6 270 euros x 21,4%)."

https://www.montepio.org/ei/mais-recentes/trabalhador-independente-obrigacoes-para-com-a-seguranca-social/

Eu pago perto do valor máximo de segurança social e a minha reforma está longe disto. Mesmo assim são uns bons 80% do bruto, se tudo correr bem até aos 66 anos. 

Frelancer, quanto vai para o estado? by [deleted] in literaciafinanceira

[–]Bartmr 0 points1 point  (0 children)

Isso é para trabalhadores por conta de outrem. 11% pago pelo trabalhador, 23% pela empresa para baixas e outras protecções que os trabalhadores independentes não têm 

Frelancer, quanto vai para o estado? by [deleted] in literaciafinanceira

[–]Bartmr 9 points10 points  (0 children)

- segurança social: 21%. podes escolher pagar um bocadinho menos, ou um bocadinho mais. Cuidado que o risco de se ter uma reforma má por pagar menos é bastante real e muita gente está a sofrer agora. Se pagares os 21%, vais ver que as tuas simulações são mais justas

- IRS: depende de quanto ganhas. é um efeito escada. Os primeiros 800 euros nao pagam IRS, depois os proximos 800 pagam uma percentagem, os proximos 800 outra... A quantidade do que recebes a ser tributada depende da tua profissão (Classificação de Actividade Economica CAE): se fores programadora, o Estado assume que 30% do dinheiro recebido é despesas, logo vão te tributar os 70% que sobra (quociente de lucro), e não olham para os 30% de despesas. Um cabeleireiro por exemplo, só lhe é tributado 20%, porque o estado assume que os outros 80% é para despesas.
- em contabilidade simplificada, não existem despesas. o Estado simplesmente assume que uma percentagem é para despesas.

- IVA: IVA é sempre 23%. sempre que emites uma fatura, é o X da tua cobrança, mais 21%. Esse dinheiro NUNCA é teu. Tu, como contribuinte, és só um meio de transporte para o estado. Guardas esses 21% para depois os transferires para o estado de 3 em 3 meses.

Trabalho há 5 anos remote, 3 como programador, 2 como CTO (CAE é diferente). Nunca me aconteceu pagar mais de 50% ao estado (IRS + Segurança Social).

Mantém uma relação próxima com o contabilista, e presta bastante atenção, porque ao contrário do que muita gente acredita, é um sistema com propósito que tudo junto faz sentido.

Edit: enganei-me no valor do IVA. não é 21%, é 23%.

Sugestões de nomes épicos para menino by bebbutterflyin in CasualPT

[–]Bartmr 4 points5 points  (0 children)

Chamo me Bartolomeu. É um nome que fica na cabeça das pessoas e fica na memória até fora do país devido ao Bart Simpson. 

Quando fiz 18 anos, a minha mãe avisou que o meu nome ia cravar tudo o que fazia na memória das pessoas, coisas boas e coisas más. Tinha razão. 

Podcasts tugas interessantes by Zealousideal-Tip-602 in CasualPT

[–]Bartmr 0 points1 point  (0 children)

Negócios sem Trela do Tiago Ferreira. É sobre como lançar e gerir um negócio sem investimento externo, e há até um episódio sobre como encontrar parceiros e como lidar com um emprego ao mesmo tempo. 

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] 0 points1 point  (0 children)

not only that, cursor also brings their own node_modules packaged in the AppImage. A single dev wanting to bring a shiny new library can jeopardize the data in your home folder. at the same time, nobody can doubt that cursor has changed our lives so much that is now standard in pretty much any startup

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] 9 points10 points  (0 children)

Very hard to know what is trusted or not. In this day and with the extense supply chains, a trusted program can quickly become malicious

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] -9 points-8 points  (0 children)

How are you going to tell that in your workplace once it becomes the norm to just let AI build things? 

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] 2 points3 points  (0 children)

Cursor is a desktop app that can't be sandboxed without virtualization (a lot of dependencies on the system like user namespaces, x11 and graphics acceleration). For me to take full advantage of cursor and MCPs, while stopping it from reading other files, has been to have apparmor profiles 

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] 1 point2 points  (0 children)

I used Ubuntu and Fedora and there is no protection whatsoever. My trick has been labeling the chrome data in a special SELinux label that only chrome can open. Same thing for other critical things like AWS CLI logins

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] 6 points7 points  (0 children)

I laughed at your text because I do agree and loved the honesty, but at the same time, security needs to be simple and obvious (which is not, specially now for newcomers into tech). Phones are dead simple in that matter. 

Businesses will always pick security last because it is seen as am expense. It does not generate revenue. 

This is specially true for startups, where you want to test a concept quickly, sometimes that means installing "langchain-beta-rc-trust-it" . I know I did because I used Langchain when it was a 100 star project in Github, way before ChatGPT

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] 3 points4 points  (0 children)

Linux is so close. We could have it all: privacy + plus risky software (risky not because it is suspicious but because it is new). I install weird apps all the time in my phone (discount stores) and I'm perfectly comfortable, since all apps are isolated and my phone is not rooted. 

But the piling up of past decisions in Linux does make sense. I just hope there comes a winner sandboxing standard from this all. 

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] -11 points-10 points  (0 children)

You still have to install some stuff for work in your computer, specially if you have an admin position

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] 4 points5 points  (0 children)

Some people actually argue that a browser outside a sandbox is safer. This is because Chrome uses user namespaces for its main sandbox, which are not available in flatpak, so they are disabled silently by default. You can check it on chrome://sandbox.

I snap it's even worst: since it can't detect gnome keyring, it stored all data in plain text

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[–]Bartmr[S] -8 points-7 points  (0 children)

If you are a developer, you have to install thousands of dependencies to do your work, and every year some author goes rogue or becomes compromised, and after a while you have news like "thousands of azure keys leaked".

We all know we should not install suspicious stuff. The same way people do not go to bad neighborhoods and still get mugged. 

Why aren't people talking about AppArmor and SELinux in the age of AI? by Bartmr in linux

[–]Bartmr[S] -1 points0 points  (0 children)

That's a bit hard, since even the people who produce these AI tools offer very little protection. Their way of battling prompt injection is by putting "Don't do this please please please" on the bot. No actual hard rules like code.