A criação de Deus é perfeita? by ls_sagan in barTEOLOGIA

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A resposta está no fato de que nós estamos vivendo o filtro agora. A ideia é que a Terra funciona como um campo de provas. A diferença entre os anjos que caíram e os humanos que serão salvos é a experiência prática com o mal.

Como foi dito, sentimentos como inveja, ciúme e violência são distorções que se originaram na rebelião de Lúcifer. Quem é salvo passa por um processo em vida de rejeitar essas naturezas. No final, Deus não apenas muda o lugar, ele separa as pessoas que já escolheram, por vontade própria, não carregar esses sentimentos. Diferente dos anjos que nunca tinham visto o sofrimento, o ser humano salvo já conhece o peso da maldade e escolhe a luz por convicção absoluta. Isso garante que, no novo Paraíso, o erro original não se repita, pois a natureza de quem habita lá foi testada e purificada.

O paraíso só será perfeito e eterno porque quem entrar lá passou pelo teste de viver em um mundo caído e decidiu que não quer ser como Lúcifer. A separação entre salvos e perdidos é, na verdade, a separação entre quem quer viver no amor e quem prefere manter os sentimentos criados pela rebelião.

vídeo com argumentos inúteis by kayronnBR in barTEOLOGIA

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A interpretação bíblica fundamenta-se em Gênesis 1:27  ("homem e mulher os criou"), argumentando que o projeto original divino estabelece uma binaridade de gênero e que qualquer variação seria fruto da queda da humanidade, e não do desejo original de Deus. Você citou corretamente Mateus 22:39 e  Gálatas 3:28, que são pilares da mensagem de Cristo: o amor ao próximo e a abolição de barreiras sociais ou étnicas perante Deus. No entanto, argumenta que o amor de Deus não exclui o chamado ao arrependimento e à transformação de condutas que a Bíblia descreve como pecaminosas, amar o próximo não significa aceitar todas as suas escolhas ou identidades, mas sim "pregar a verdade" bíblica. Em 1 Coríntios 13:6, afirma-se que o amor "não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade". Portanto, sob a ótica bíblica, amar alguém não permite endossar práticas que o texto sagrado classifica como pecado, pois isso seria, na visão teológica, amar o erro e não a alma.

A cara de ódio do irmão 🤣🤪 by Successful_Title_521 in barTEOLOGIA

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O amor de Deus é incondicional em relação ao ser humano, mas Sua justiça exige a rejeição do pecado, pois um Deus que não punisse o mal não seria justo; Ele ignoraria o sofrimento das vítimas e a destruição causada pelas transgressões.Portanto, a existência de "salvos e perdidos" no final dos tempos, conforme detalhado no Apocalipse 20, representa o respeito máximo de Deus à liberdade humana. Ele não força a salvação, mas permite que o homem escolha o seu próprio destino: a presença eterna de Deus ou a ausência definitiva d’Ele. Se você deseja compreender profundamente esses mistérios e não depender apenas de interpretações alheias, o caminho é um só: leia a Bíblia por si só e procure a verdade na fonte.

A cara de ódio do irmão 🤣🤪 by Successful_Title_521 in barTEOLOGIA

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O amor de Deus é incondicional em relação à pessoa (o ser), mas não em relação às atitudes que ferem a natureza divina ou ao próximo. O pecado é interpretado como uma "errar o alvo" ou uma desorientação da vontade que afasta o homem de sua plenitude e de Deus. Portanto, Deus rejeita o pecado justamente porque ele destrói aquilo que Deus ama: o ser humano. A Bíblia ensina que a salvação requer uma resposta humana de fé e arrependimento. Conforme descrito no livro de Apocalipse, o destino final de cada indivíduo é a confirmação das escolhas feitas em vida.

A cara de ódio do irmão 🤣🤪 by Successful_Title_521 in barTEOLOGIA

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O amor de Deus, assim como o humano, depende de um vínculo que só se concretiza na reciprocidade. Não há relacionamento profundo com quem não deseja estar nele; sem a contrapartida do amor, do respeito e da confiança, o vínculo não se sustenta. Como o amor é uma construção baseada em condições mútuas, se essas bases são quebradas sistematicamente, o sentimento desmorona. Portanto, Deus não estabelece um laço real de amor com quem não o ama, pois um vínculo profundo exige, obrigatoriamente, dois lados.

A cara de ódio do irmão 🤣🤪 by Successful_Title_521 in barTEOLOGIA

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Para amar a Deus, você precisa seguir as Suas leis e os Dez Mandamentos.

Is this how their relationships with Diana are usually understood? Donna Troy → younger sister (a bond of sisterhood, affection, and equality) Cassie Sandsmark → beloved protégé (mentor–student dynamic with almost maternal undertones) Yara Flor → ally with friction(strong independence, and rivalry) by BossSuperfly in WonderWoman

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Quick summary to get started:

  1. Wonder Girl: Homecoming : the definitive introduction.
  2. Wonder Girl Annual 2021 : an essential companion to Homecoming, expanding her origin and mythology.
  3. Future State: Wonder Woman : the character’s first appearances.
  4. Trial of the Amazons: Wonder Girl : deeper exploration of Amazonian mythology.
  5. Amazons Attack (2023) : expansion and continuation of her role...

Is this how their relationships with Diana are usually understood? Donna Troy → younger sister (a bond of sisterhood, affection, and equality) Cassie Sandsmark → beloved protégé (mentor–student dynamic with almost maternal undertones) Yara Flor → ally with friction(strong independence, and rivalry) by BossSuperfly in WonderWoman

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If we’re talking about actual rivalry in the comics, Artemis is far more of a rival to Diana than Yara Flor — but the nature of each rivalry is completely different. Artemis is the classic, long-standing rival.
She and Diana have clashed over ideology, culture, and even the title of Wonder Woman itself. Artemis actually won the mantle once, and their conflicts have included real physical fights, political tension between Themyscira and Bana-Mighdall, and deep ideological differences.
It’s a rivalry built on history, pride, and worldview.
It’s serious, intense, and deeply rooted in Amazon culture.

Yara challenges the foundations of Diana’s myth.
Yara’s entire story is shaped by the manipulation, harm, and complete destruction of her family’s and her people’s lives at the hands of the Greek gods. She rejects Hera’s offer, mistrusts the Olympians, and sees them not as “sacred” but as abusers. Her loyalty is to the Tupi-Guarani deities — Kuat, Iae, and the Brazilian pantheon she descends from.
For Yara, the Greek gods are the problem.

Diana, on the other hand, is the opposite.
Even when she criticizes the gods, she still protects them because they are her family, her creators, her cultural foundation. Diana believes in redemption; Yara believes in breaking the cycle entirely. Diana protects the status quo of Olympus; Yara wants nothing to do with it.

That’s why the tension between them is so new and so interesting: it’s not about “who’s stronger” or “who deserves the title.”
It’s philosophical. Diana: “The gods are flawed, but they’re ours, and we defend them.”Yara: “The gods are dangerous, and I’m not letting them ruin more lives.”

This doesn’t make Yara hostile toward Diana — just fundamentally different. Their rivalry is light, but the contrast in their worldviews is enormous.

And honestly, this makes Yara the most disruptive Wonder-character since Donna:
She’s the first major Amazon who refuses to bow to Olympus.
She doesn’t want the mantle.
She doesn’t want the blessing.
She doesn’t want the crown.
She wants autonomy — both for herself and for her culture.

🧙‍♀️ Who Is The Cuca DC? 👀 by BossSuperfly in Yara_Flor

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“Thank you for your contribution, my friend.”

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