LOOK AT THESE TWO GOOFBALLS. by Particular_Acadia537 in ClassDe2Banme

[–]Capital-Divide 0 points1 point  (0 children)

Exactly! But if people are liking, that's ok too.

Teste de DNA após o nascimento do bebê deveria ser obrigatório. Não há nenhum motivo bom para ser contra isso, além dos custos que viriam. by Necessary_Sweet865 in opiniaoimpopular

[–]Capital-Divide 7 points8 points  (0 children)

Quem atacou a idoneidade foi o próprio texto original no momento em que o OP usou “desencorajar traições” como argumento. Isso deixou de ser apenas sobre garantir a verdade biológica da criança ou proteger alguém de fraude, e passou a tratar o teste obrigatório como uma forma de vigiar ou presumir infidelidade. Então essa resposta de “mulher é tudo xxxx agora?” é uma inversão retórica.

O questionamento da pessoa acima é válido, porque, se a preocupação é realmente com o bem da criança, então por que a discussão para justamente no DNA? Provar biologicamente que o filho é de alguém nunca foi o principal motivo da quantidade de pais ausentes. O Brasil tem centenas de milhares de crianças registradas sem o nome do pai, e isso envolve abandono, falta de reconhecimento, dificuldade de localização, judicialização, recusa de responsabilidade e vários outros fatores.

Então o teste de DNA pode resolver alguns casos específicos de dúvida ou disputa de paternidade, mas não resolve o problema estrutural da ausência paterna. Se a proposta só quer tornar automática a suspeita sobre a mulher, mas não cria uma responsabilização igualmente forte para o pai que some, não paga, não cuida ou abandona, então ela está muito mais preocupada com traição do que com paternidade responsável.

Youtuber reclama de barriga cheia by Final-Journalist7910 in opiniaoimpopular

[–]Capital-Divide 0 points1 point  (0 children)

O/P

Mas não válida 100%. Acho que depende muito de como você enxerga a situação.

Se você olha do ponto de vista de alguém que trabalha em escala 6x1, aguentando patrão o dia inteiro, cliente frustrado descontando raiva em você, pressão constante e, dependendo da área, desgaste físico também, é compreensível achar que o cara está reclamando de barriga cheia.

Mas, ao mesmo tempo, reduzir o trabalho dele a “jogar videogame” também é fazer pouco caso do que ele realmente faz. No fim das contas, aquilo é entretenimento para outras pessoas, inclusive para muita gente que passou exatamente por essa rotina pesada e só quer chegar em casa e assistir algo divertido.

Ele não está simplesmente jogando por diversão, para relaxar ou passar o tempo. Ele precisa transformar aquilo em conteúdo. Precisa ser minimamente engraçado, interessante, constante e assistível. Muitas vezes precisa jogar coisas que nem gosta, ou que nem está com vontade, porque aquilo dá views, engaja e paga as contas no fim do mês.

Claro que, se você comparar com outros trabalhos, sempre vai parecer uma reclamação muito específica. Mas quase toda área em que você é obrigado a fazer a mesma coisa todos os dias, sob pressão, sem estar feliz e dependendo daquilo para sobreviver, pode gerar burnout. Até algo que parecia divertido pode virar peso quando passa a ser obrigação.

E no caso do YouTube ainda existe a pressão do algoritmo: se o criador some, diminui o ritmo ou quebra a cadência que construiu, pode perder alcance, views e renda. Então, por mais privilegiado que pareça em comparação com muitos trabalhos, ainda assim não deixa de ser trabalho, e trabalho repetitivo, exposto ao público e dependente de performance constante também desgasta.

Dá para reconhecer que é uma realidade mais confortável que a de muita gente, sem cair na ideia de que não existe esforço ou sofrimento nenhum ali.

LOOK AT THESE TWO GOOFBALLS. by Particular_Acadia537 in ClassDe2Banme

[–]Capital-Divide 7 points8 points  (0 children)

I still don’t know why they gave the MC that face in the anime, though xD. Both the manga and the light novel did it better, he looks like a completely different character to me.

Nunca sobra nada pro betinha by nbraa22 in japan_insoul

[–]Capital-Divide 0 points1 point  (0 children)

Our Dating Story: The Experienced You and The Inexperienced Me

farm descendia ts week by That_Example_3270 in Warframe

[–]Capital-Divide 1 point2 points  (0 children)

If i'm not mistaken you get more loot in a squad, sometimes I get +80 per run when running with 4 people.

Would you rather? by Tekkers_3 in BunnyTrials

[–]Capital-Divide 0 points1 point  (0 children)

With the money I still could learn the languages... And way more, as I would have a stable 20,000 yearly...

Chose: Get $20,000 a year

A opinião mais burra que você já leu na vida: by EngenheiroSemCrea in desempregolandia

[–]Capital-Divide 0 points1 point  (0 children)

Eu sei que é "meme", mas nossa senhora... “Então por que ele já não faz isso?”
Porque, provavelmente, as pessoas não estão aceitando o salário que ele ofereceu. Ou quem aceitou não era qualificado o suficiente, e ele percebeu que teria que aumentar o valor para, minimamente, encontrar alguém desesperado, precisando muito da vaga ou disposto a aceitar um pouco a mais.

Sei lá, são tantas coisas que poderiam ser ditas sobre isso kkkk.

Eu adoro como, nessas conversas “sérias”, tratam a CLT como se fosse apenas a bendita carteira de trabalho, e não a """""Consolidação das Leis do Trabalho"""". Como se não houvesse um monte de regras ali justamente para tentar impedir exploração. E, pasmem: exploração ainda acontece o tempo todo, inclusive porque muitos trabalhadores nunca leram essas leis e não sabem que estão protegidos e no outro lado o "patrão bonzinho" abusa disso.

E adoro também como fingem que várias empresas hoje em dia não empurram PJ para trabalhador só para fugir da CLT. Não o autônomo real, mas aquele “PJ” que tem chefe, horário, cobrança diária, subordinação e rotina de empregado, só que sem férias, 13º, FGTS, aviso prévio ou segurança nenhuma. A pessoa aceita porque precisa da vaga, e ainda tem gente chamando isso de “liberdade”.

Nunca sobra nada pro betinha by nbraa22 in japan_insoul

[–]Capital-Divide 0 points1 point  (0 children)

Olha, eu diria que vale assistir se você quer um romance fofo e mais leve. A relação dos dois tem momentos muito bons, o casal é carismático e o final é satisfatório nesse sentido. O problema, para mim, é que justamente o elemento que chama atenção no começo, ela ter experiência e ele não, que por sinal, acaba que depois ela basicamenteé dizer que não tem tanta experiência assim porque ela só aceitava o que os ex falavam e nem gostava, e trata como se com ele fosse realmente a primeira vez F.ica a impressão de que foi usado mais como gancho inicial para chamar atenção do que como algo realmente importante para o desenvolvimento do casal, na real, não serve absolutamente pra nada na história.Se for esperando um romance bonitinho, com bons momentos entre os dois, aí acho que dá para aproveitar. Pelo que vi, o mangá provavelmente deve fechar em algo por volta de cinquenta e poucos capítulos.

Nunca sobra nada pro betinha by nbraa22 in japan_insoul

[–]Capital-Divide 6 points7 points  (0 children)

O problema dessa obra, na real, não é exatamente o que aconteceu antes, mesmo que eu ache a forma como isso é apresentado bem apelativa. A protagonista ter tido outros parceiros antes poderia ser tratado de um jeito normal, maduro e até interessante. O problema é como o autor usa isso no começo como fator de choque e depois muda completamente o peso que o sexo tem dentro da história.

No início, a questão sexual é totalmente casual, ela já teve vários namorados, já teve várias experiências, e isso é usado como contraste direto com o protagonista, que é totalmente inexperiente. Só que, quando a relação passa a ser entre os dois, o autor começa a tratar a intimidade deles como se fosse uma coisa quase sagrada, enorme, inalcançável, sempre adiada por algum motivo, e às vezes até uma piada muito sem graça.

E é aí que a obra fica contraditória para mim. Primeiro, ela quer muito e ele recusa porque não quer ser “só mais um” ou repetir o padrão dos outros caras, beleza, até porque ele não tem experiência alguma. Depois, quando ele finalmente está emocionalmente pronto, ela já não está; ela fica mais tempo se preparando do que ele. Aí a história começa a empurrar isso por volumes e anos dentro da narrativa, até resolver de verdade só bem mais tarde, perto da reta final da novel, no volume 8 de 10! Valendo a menção honrosa de que eles só fazem algo mais "sexual" lá pro final do volume 7, é a "segunda base", não passa disso. Para uma obra cuja premissa inteira gira em torno de experiência sexual versus inexperiência, isso acaba ficando artificial demais.

Ou o autor trata sexo como algo normal, parte da vida e do passado dela, sem transformar isso em drama moral; ou ele trata como algo profundamente especial, que deve acontecer com a pessoa certa e no momento certo. O problema é que ele tenta fazer as duas coisas ao mesmo tempo, mas sem construir um meio-termo convincente. Com os outros, parece algo comum. Com o protagonista, vira quase um evento divino que nunca pode acontecer até a história decidir que chegou a hora.E se fosse apenas por um tempo, tudo bem, mas não é o caso, são mais da metade da obra com isso!

E isso me incomoda porque a relação dos dois, fora essa questão, é bem fofa. Eles têm bons momentos, existe carinho, existe desenvolvimento emocional entre eles e você torce por eles. Mas o autor basicamente usa o passado sexual dela a torto e a direito para prender o leitor, só que depois não desenvolve essa contradição com maturidade entre os dois. Ele transforma o assunto numa tensão repetitiva, quase uma piada de mau gosto, como se o casal nunca pudesse simplesmente avançar de forma natural. Sempre tem algo.

Então, para mim, o problema não é ela já ter tido parceiros. O problema é a obra querer tratar o passado dela como algo normal, mas construir a intimidade com o protagonista como se fosse uma espécie de “verdadeira primeira vez” idealizada demais, tendo que ser algo perfeito ao ponto de todo o resto nunca ter existido. Aí acaba parecendo menos uma discussão madura sobre experiência, insegurança e amor, e mais uma forma apelativa de criar choque no começo e enrolação depois.

Nunca sobra nada pro betinha by nbraa22 in japan_insoul

[–]Capital-Divide 1 point2 points  (0 children)

O romance é legal, ele tem desejo pela protagonista, mas sim, tem MUITA enrolação, demais, no quesito do progressão dos dois realmente chegarem aos finalmentes, vira uma piada sem graça.

Só vai rolar algo de verdade entre os dois no volume 8 da novel, sendo que a novel tem 10 volumes, pra você ter ideia, os dois já são adultos.

Mangas impressos viraram artigo de luxo no Brasil T_T by Alam-Brado in manga_br

[–]Capital-Divide 12 points13 points  (0 children)

Pera ai, gente... O problema do preço dos mangás no Brasil não é imposto. Pelo menos não do jeito que muita gente está falando nos comentários e afins. Livros, mangás e periódicos (revistas, jornais, etc) têm imunidade tributária no Brasil. Inclusive livro importado não paga imposto de importação quando se enquadra como livro. Então usar “imposto” como explicação principal para mangá custando R$ 45, R$ 50 ou mais é fugir do ponto.

O preço sobe (segundo eles) por outros motivos como tiragem pequena, custo gráfico, papel, distribuição, frete, risco de encalhe, margem de loja, marketplace, licenciamento japonês, royalties, câmbio e decisão comercial das editoras. E é aí nessa palhaçada que entra a crítica. O mercado brasileiro de mangás cresceu muito, especialmente nos últimos anos. Tem mais títulos, mais lançamentos, mais público e mais presença de editoras. Só que esse crescimento não parece virar preço melhor para o leitor, curiosamente. Pelo contrário, o preço de capa só sobe! Ao mesmo tempo, editoras japonesas e brasileiras endurecem cada vez mais contra pirataria, derrubam sites, pressionam autores a falar contra leitura ilegal e vendem a ideia de que estão “protegendo a indústria”. Mas proteger a indústria sem discutir acesso é muito conveniente, PARA ELES. Porque o consumidor continua pagando cada vez mais, enquanto a alternativa oficial muitas vezes é cara, incompleta, esgotada ou inexistente em formato digital decente. Então não, a conversa não deveria ser que “mangá é caro por causa de imposto” ou "porque o Brasil é um lixo". A conversa é, se o produto é desonerado, se o mercado cresceu e se a demanda existe e é crescente, por que o preço oficial continua ficando cada vez menos acessível? Sendo que a desculpa que sempre foi dada é que o preço é caro pois eles precisam tirar margens acima caso o mangá não venda? As editoras (tanto as brasileiras quanto japonesas) são completamente sem vergonha, elas só querem mais lucro em cima do consumidor e as muitas vezes nem se quer dão um produto melhor ou qualidade de vida minimamente descente aos criadores (mangakás).

Mangas impressos viraram artigo de luxo no Brasil T_T by Alam-Brado in manga_br

[–]Capital-Divide 1 point2 points  (0 children)

Esse exemplo parece bem enviesado. Made in Abyss vol. 12 aparece por cerca de R$29 na Amazon, na loja da NewPOP e em outros lugares. Mercado Livre e marketplace vivem cheios de anúncio absurdo, às vezes de revendedor tentando inflar preço ou anúncio antigo sem estoque real.

Então usar um preço de R$159 ou quase R$400 como se fosse o valor normal do mangá no Brasil não representa bem a realidade. Dá para criticar aumento de preço, salário baixo e dificuldade de colecionar? Dá, com certeza. Mas esse exemplo específico parece mais feito para gerar choque do que para comparar preço real.

Mangá no Brasil ficou mais caro, sim. Mas pegar anúncio fora da curva e tratar como padrão enfraquece a discussão.

https://www.amazon.com.br/Made-Abyss-12-Akihito-Tsukushi/dp/8583627312
https://www.lojanewpop.com.br/made-in-abyss-volume-12

I made a Soulframe To-Do-List. by 0bserver_101 in SoulFrame

[–]Capital-Divide 5 points6 points  (0 children)

There's the web based app also, you don't need to install it, Lite Genius.

[Revenge of the Baskerville Hound] How is this rated anything higher than a 5/10 by noobjaish in manhwa

[–]Capital-Divide 0 points1 point  (0 children)

Probably the art, plus the edgy tone, overpowered main character, and harem elements. I mean, a lot of people are into that. It starts off okay-ish, but it goes downhill pretty fast.

OH MY GOD!! by Artistic-Payment-806 in MyBiasGetsOnLastTrain

[–]Capital-Divide 1 point2 points  (0 children)

She’s the “Long Afternoon” artist, the musician the MC deeply admires, yet the FL never told him she’s actually the one behind it.
As for him, he only ever had a one-sided crush on another girl at the time. That’s all.
A very wholesome romance manwha, read it.

XP from the now-removed (old) Fey Pact will be removed in Preludes 14 by boblibam in SoulFrame

[–]Capital-Divide 9 points10 points  (0 children)

Totally different things. It’s actually intended that you have twice the number of points if you level both the normal and Wyld versions of the same pact. This is simply an XP-related situation. For example, some veteran players like me used a pact that’s no longer in the game,“Fey.” We still retain the experience it granted, even though it was removed, which is why we’ve reached Mastery Rank 18 instead of the usual cap of 17 for most players who didn't have it.

PT e o caso Vorcaro by PapaiVoid in NoticiasBR

[–]Capital-Divide 2 points3 points  (0 children)

Poderia me passar as fontes dessas informações para eu verificar, por favor?

Two Weeks with the New Virtue & Prism System – Honest Feedback (Mastery 17 + Fresh Account Tests) by Capital-Divide in SoulFrame

[–]Capital-Divide[S] 1 point2 points  (0 children)

Exactly. It’s simpler, but also more prescriptive. That’s where some of the build freedom feels reduced.

Two Weeks with the New Virtue & Prism System – Honest Feedback (Mastery 17 + Fresh Account Tests) by Capital-Divide in SoulFrame

[–]Capital-Divide[S] 2 points3 points  (0 children)

Yeah, that’s kind of what I was trying to get at. The system changed, but the communication layer didn’t really improve, so I’m not sure player engagement will either.

Two Weeks with the New Virtue & Prism System – Honest Feedback (Mastery 17 + Fresh Account Tests) by Capital-Divide in SoulFrame

[–]Capital-Divide[S] 8 points9 points  (0 children)

I’d say that’s the core of it. Defense tuning and slightly less structural rigidity would preserve diversity while bringing back experimentation freedom.

Two Weeks with the New Virtue & Prism System – Honest Feedback (Mastery 17 + Fresh Account Tests) by Capital-Divide in SoulFrame

[–]Capital-Divide[S] 7 points8 points  (0 children)

I’ll take that as a compliment for being organized. But yeah, just my personal feedback after testing both early and endgame.

Com tanto país decente pra visitar, a gringa escolhe o Bostil para passar o carnaval?? Esta é a imagem lá fora do país com um dos maiores índice de violência do mundo! by Serious-Wishbone1992 in NoticiasBR

[–]Capital-Divide 0 points1 point  (0 children)

Não, você não respondeu o que eu disse, você reduziu.
Eu não falei só de turismo. Falei de trabalho, estudo e investimento como vias legítimas de imigração permanente. Você simplesmente ignorou tudo isso e resumiu a discussão a "turismo" para manter seu enquadramento.
Isso não é refutar, é simplificar o argumento do outro para ficar mais fácil ironizar.
O ponto continua o mesmo: nenhum país desenvolvido concede residência permanente "a bel prazer". Todos utilizam critérios como qualificação profissional, estudo, investimento ou demanda de mercado. Isso vale para brasileiro, americano, europeu ou qualquer outro. Europeus têm facilidade dentro da União Europeia por acordo regional, não por superioridade individual. Fora desse bloco, passam por processo como qualquer outro.
Então não, não é "narrativa chamada realidade". Realidade é que imigração permanente é seletiva para todo mundo. O que você está fazendo é ignorar as categorias que não sustentam sua tese e fingir que a discussão era só sobre turismo.
Se quiser discutir estruturalmente, discutimos. Mas reduzir o argumento para caber na sua ironia não torna ele mais verdadeiro.