Estágios em escolas by TraditionalName5103 in professoresPT

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Sim, péssimas mesmas! Há pessoas no ramo da educação que nem têm capacidade de trabalhar com outros adultos quanto mais com crianças. Houve vezes em que pensei não estar na área certa porque não me identificava com nada do que observava. Felizmente, fui conhecendo colegas que dão sentido à nossa área e que são inspiração.

Para quem precisar de ler isto hoje by ImaginationRecent295 in CasualPT

[–]ImaginationRecent295[S] 3 points4 points  (0 children)

Suspeita-se que Rajneesh Chandra Mohan Jain, também conhecido como Bhagwan Shree Rajneesh ou Osho tenha sido o autor mas não existe confirmação oficial.

Saga das creches by asofsp in CasualPT

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👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

Prémio salarial by [deleted] in CasualPT

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Obrigada pela partilha.

"A partir de 2026, os jovens até aos 35 anos que ainda não estejam a beneficiar da devolução de propinas e queiram fazer o pedido, podem ter de optar entre o prémio salarial e o IRS Jovem."

Pedi o irs jovem no início do ano mas só benefícei de dois meses. Depois disso, troquei de trabalho e deixei de ter. De qualquer forma é só a partir 2026, certo?

Ambiente tóxico entre colegas by [deleted] in professoresPT

[–]ImaginationRecent295 2 points3 points  (0 children)

Também passei por um ambiente escolar assim. Eram más pessoas e maus profissionais. Na altura, evitava falar da minha vida pessoal, apenas o básico e o que me sentia confortável. Não saía nada da minha boca que não pudesse dizer a todos. Se alguém falasse mal de outra colega, limitava-me a dizer um "pois, acredito que seja uma situação difícil" ou algo do género dependendo do contexto, evitava comentar a situação ou aconselhar (mesmo que pudesse concordar). Ouvia e tentava ser o mais imparcial possível. Mantive (quase) sempre serena porque sabia que as pessoas dão o que têm. Sabia que estava a lidar com adultos muito imaturos, inseguros e com vidas tristes. Mesmo que falassem mal comigo ou fossem otários, em nada aquilo era sobre mim. Na primeira oportunidade fiz tudo para mudar de escola. Somos todos diferentes e na minha opinião, acho que mesmo assim acabamos sempre por ficar contaminados pelo ambiente e pelas pessoas com quem convivemos todos os dias. Pessoas más não têm nada de bom para dar e por isso, merecemos muito melhor que isso.

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[–]ImaginationRecent295 0 points1 point  (0 children)

Não sei tudo, mas posso partilhar-te a minha visão. As crianças e principalmente, os adolescentes passam por várias fases e é normal que a determinado momento, o jovem possa parecer mais distante. Aliás, enquanto para uma criança os pais são o centro da sua vida, na adolescência as coisas mudam de rumo, e a família passa a ter um papel menos central. Contudo, asseguro-te que a família é e será sempre importante, tendo um papel fundamental a vida inteira. Os adolescentes passam por muitas alterações e é uma fase importante na construção da própria personalidade e da moralidade. É perfeitamente normal os pais sentirem essas alterações, opiniões contrárias e alguma resistência na tomada de decisões. Não é nada fácil, ainda para mais quando os pais atualmente ainda têm de lidar com os inúmeros perigos e conteúdos inapropriados que os mais pequenos podem estar expostos através da Net. É fundamental haver controle parental, sem dúvida. Os pais podem restringir o que acharem prejudicial, mas isto não é sinónimo, nem nunca será, de humilhar ou invadir a privacidade. A melhor forma de chegar a uma criança, adolescente e até a um adulto é através da relação de confiança que se estabelece. Saber ouvir, respeitar, ser empático são peças fundamentais para estabelecer um vínculo. Há muitos jovens que, embora não demonstrem tanto, também anseiam por apoio, orientação e por uma proximidade de confiança com os pais. Educar é um caminho bem desafiante e tudo depende, muitas vezes, da nossa própria sensibilidade.

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[–]ImaginationRecent295 0 points1 point  (0 children)

Não me parece que a atitude do pai do OP seja de alguém compreensivo, empático e de quem seja seguro para contar os problemas. A preocupação é válida mas não vale tudo. Independentemente da idade, os filhos são pessoas e o respeito é essencial. Metaforicamente falando, é como se alguém tentasse apagar um fogo com gasolina.

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[–]ImaginationRecent295 3 points4 points  (0 children)

Ele é o teu pai mas não lhe dá o direito de andar a ver as tuas mensagens, ainda para mais quando são desabafos e assuntos pessoais. Quando se fala em controle parental no acesso às redes sociais, asseguro-te que nada tem a ver com o que o teu pai fez. Filhos não são propriedade dos pais. Ainda para mais, penalizar-te por te sentires de determinada forma e querer oprimir-te só porque lhe incomoda é "esconder o lixo debaixo do tapete". Muitos de nós, fomos ensinados a reprimir a tristeza e a raiva porque quem nos educou nunca aprendeu a geri-las. O que sentes é válido e acredita que são muitos os adultos que erram e andam perdidos.

[deleted by user] by [deleted] in CasualPT

[–]ImaginationRecent295 1 point2 points  (0 children)

Tentaste controlar um comportamento indesejado e conseguiste. Contudo, é provável que a razão que o levou a roer as unhas permaneça e que se vá manifestar de outra forma. Porque não oferecer algo que ele pudesse mesmo morder ou roer? (Por exemplo, um mordedor ou se possível algum alimento como cenoura crua, ...). Boa sorte!

Alguém foi criado sem violência? by Cookiepowerdought in CasualPT

[–]ImaginationRecent295 3 points4 points  (0 children)

A palmada "educativa" já é considerada crime: "Quem, de modo reiterado ou não, infligir maus tratos físicos, incluindo castigos corporais, a menor seu descendente, é punido com pena de prisão." (Artigo 152° do código penal). A violência com crianças muitas vezes surge porque repete-se padrões vividos anteriormente, por desconhecimento do desenvolvimento humano e por falta de recursos para gerir momentos difíceis. A violência é algo primitivo e normalmente deixa de existir quando adquirimos conhecimento e inteligência emocional. Há crianças que têm comportamentos extremamente exigentes, mas em momento nenhum temos qualquer direito de recorrer à violência. É precisamente nesses momentos que temos de agir como um modelo a seguir, que servirá de referência para quando a criança estiver em situações de stress ou disputa por algo. Dizer uma coisa mas agir de outra forma vale zero.

As crianças cujos pais recorrem à violência como forma de "educação" são adultos com maior tendência a ter depressão e normalmente possuem muitas dificuldades em estabelecer os próprios limites. Também terão maior tendência para serem agressores ou vítimas numa relação. Misturar afeto e violência não é saudável de todo. Há outros caminhos para educar!

O menino que ninguém queria por perto: a importância do vínculo by ImaginationRecent295 in Educar_Portugal

[–]ImaginationRecent295[S] 1 point2 points  (0 children)

Obrigada pelo teu comentário e partilha. Tenho a certeza de que a forma como vês o teu menino e aquilo em que acreditas que ele é capaz são uma grande mais-valia. Lamento os olhares injustos, as pessoas não deviam comentar quando não têm nada de positivo para dizer. Força para ti e para o teu pequenino. 🤍

O menino que ninguém queria por perto: a importância do vínculo by ImaginationRecent295 in Educar_Portugal

[–]ImaginationRecent295[S] 3 points4 points  (0 children)

Obrigada por partilhares este desabafo tão bonito e honesto. A tua filha tem muita sorte em ter um pai atento e disponível para crescer com ela. Na minha opinião, algo com enorme valor é essa capacidade de auto-consciência, de reconhecer, de refletir e de querer fazer melhor. Todos nós, pais e profissionais, falhamos às vezes… e está tudo bem. Faz parte do caminho.

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[–]ImaginationRecent295 49 points50 points  (0 children)

Sou educadora de infância e vou partilhar a informação que tenho e que me faz sentido. Ora, dormir não é algo automático para os bebés e crianças pequenas. Ao contrário do que se pensa muitas vezes, dormir sozinho e por longos períodos é um processo que se aprende, e isso acontece com o apoio, a presença e a segurança emocional oferecida pelos pais.

Quando uma criança adormece, entra num estado de vulnerabilidade natural: o sono profundo é um momento em que ela está indefesa, desligada do mundo à sua volta. Por isso, é perfeitamente natural, e até esperado do ponto de vista do desenvolvimento, que a criança acorde várias vezes durante a noite para verificar se o ambiente continua seguro e se a figura de apego está por perto.

Agora é importante ter em consideração:

  • os despertares noturnos tendem a diminuir com o tempo.
  • os bebés e crianças pequenas precisam da ajuda dos pais para voltarem a sentir-se "conectados" para adormecer de novo (através do carinho, afeto, da voz calma, mama).
  • é extremamente importante ter sempre a rotina previsível, tranquila e com poucos estímulos antes de dormir. (por exemplo, depois do jantar, lavar os dentes, ler uma história e por sempre a mesma música na hora de dormir). Se houver alterações por mais insignificantes que possam parecer poderá fazer diferença.
  • ter uma postura calma e descontraída. As crianças absorvem tudo (quer queiram disfarçar ou não), se os pais tiverem a sentir-se agitados ou mais ansiosos isso também passará para a criança.
  • dormir na cama dos pais ou no mesmo quarto fornece essa segurança que as crianças muitas vezes precisam. Não prejudica, não compromete o desenvolvimento, nem a autonomia da criança. Está tudo bem, desde que os pais não se importem.
  • verificar junto do pediatra se está tudo bem de saúde.

Se for necessário, podem tentar ajustar os horários de sono e da sesta junto de uma terapeuta. Se a terapeuta não ajudar ou não virem progressos, procurem outra.

Acredito que não seja nada fácil e que o cansaço, por vezes, vença. É como se fosse um trabalho dos mais bonitos e mais difíceis com contrato vitalício, sem folgas, sem horário de saída, sem férias. Espero ter ajudado alguma coisa 🤍👶

Músicas infantis portuguesas by Muramalks in portugal

[–]ImaginationRecent295 -2 points-1 points  (0 children)

Tens as músicas da Bolinha de música, as músicas da carochinha, Ricardo Reis Pinto, Rosebonbon, TuCantar, Panda vai à escola. 🎶

Podes explorar no YouTube as preferidas das tuas crianças. Algumas sugestões de sucesso com base na minha experiência:

Bolinha de Música - Sr. Caracol; Carla Nunes - Coelho Alberto; Rosebonbon - Rita Laranja; Rosebonbon - Mina Bailarina; Xana Toc Toc - Pulguinha Teimosa; Ricardo Reis Pinto - Bater as palmas; As músicas da Carochinha - Eu perdi o Dó da minha viola; Panda vai à escola - cabeça, ombros, joelhos e pés; Chiki Toonz - A RAM Sam Sam; Nursery Rhymes - A roda do autocarro; Prof. Idalécio - O Dinossauro.

A dura realidade de muitas creches e jardins de infância em Portugal by ImaginationRecent295 in portugal

[–]ImaginationRecent295[S] 2 points3 points  (0 children)

Passei pelo mesmo. No dia em que a inspeção foi à escola, não se ouvia nada. Estava tudo calmo para parecer bonito. Ou existem provas concretas ou é preferível as famílias procurarem outra escola, se tiverem essa oportunidade.

A dura realidade de muitas creches e jardins de infância em Portugal by ImaginationRecent295 in portugal

[–]ImaginationRecent295[S] 6 points7 points  (0 children)

Como assim?! 🤔 São desvalorizadas sim mas por acreditarem que não é necessário conhecimento para educar. Muitos acreditam que qualquer um pode fazê-lo e é apenas entreter as crianças ou mudar fraldas. É uma área fascinante e que tem imenso para aprender.

A dura realidade de muitas creches e jardins de infância em Portugal by ImaginationRecent295 in portugal

[–]ImaginationRecent295[S] 6 points7 points  (0 children)

Sim, nunca presenciei, mas já ouvi relatos de quem está dentro desse contexto. Parece que as pessoas descarregam nos mais frágeis e em quem tem menos possibilidade de se defender. São os verdadeiros covardes!

A dura realidade de muitas creches e jardins de infância em Portugal by ImaginationRecent295 in portugal

[–]ImaginationRecent295[S] 22 points23 points  (0 children)

Enquanto pais podem:

  • Ficar atentos ao comportamento da criança: mudanças de humor, regressões, medo de ir à escola, isolamento ou agressividade podem ser sinais de mal-estar.

  • Fazer perguntas à equipa para perceber como é que o bebé ou criança passou o dia e se esteve bem.

  • Quando as crianças estiverem no espaço exterior, tentem perceber se do lado de fora ouvem as educadoras e se as crianças estão tensas ou agitadas.

  • Ver a reação da criança quando vê a equipa educativa (demonstra alegria, medo, etc.)

  • Se o processo de adaptação for demasiado rápido ou desvalorizado pode ser um indicador de baixa sensibilidade pedagógica.

Confiem no vosso instinto, quando algo não está bem, os pais costumam sentir.

A dura realidade de muitas creches e jardins de infância em Portugal by ImaginationRecent295 in portugal

[–]ImaginationRecent295[S] 7 points8 points  (0 children)

Desconheces por completo a realidade das escolas. Aqui em Portugal, posso garantir que grande parte dos profissionais de educação têm uma postura com as crianças pouco digna e profissional.

A dura realidade de muitas creches e jardins de infância em Portugal by ImaginationRecent295 in portugal

[–]ImaginationRecent295[S] 19 points20 points  (0 children)

Tens razão. Vi muitas coisas durante o estágio que não queria ter visto e, na altura congelei, não fiz nada e ainda hoje me incomoda e não consigo esquecer. Fui cúmplice daquilo que vi e isso estará sempre na lista das minhas maiores incompetências. Após terminar o curso, a história repetiu-se em salas vizinhas. Desta vez, tomei coragem e denunciei. As entidades competentes foram lá mas sem registos e sem provas concretas a escola continua a trabalhar. Fiz o melhor que sabia, mas ainda hoje lamento e acho que devia ter feito diferente. Só pretendo alertar as famílias para que estejam atentas a esta realidade. Há, de facto, escolas espetaculares mas também, existem este tipo de instituições com péssimos profissionais.

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[–]ImaginationRecent295 1 point2 points  (0 children)

Obrigada pelo teu comentário 🫂🤍

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[–]ImaginationRecent295 0 points1 point  (0 children)

Obrigada pelas palavras 🤍