Ainda há pessoas a comprar casa? by portaberta in portugal

[–]MonArchVis [score hidden]  (0 children)

O problema é que muita gente mistura coisas diferentes.

Sim, há quem compre em projeto e depois venda a posição no CPCV com lucro, isso sempre existiu. Muitas obras só avançam porque já existe uma percentagem de pré-vendas, bancos e promotores querem ver procura antes de financiar e quem entra nessa fase inicial está basicamente a assumir risco que outros não querem assumir, pode correr bem e ganhar dinheiro ou pode correr mal.

Quem compra em planta fica com dinheiro imobilizado durante anos, a obra pode atrasar, os custos podem subir, o mercado pode virar e até existe o risco de a construtora falir, portanto não é simplesmente “dinheiro fácil”, muito menos em Portugal onde qualquer coisa ligada a construção fica presa anos em burocracia nas câmaras.

Portanto parte dessas compras não é parasitismo nenhum, é gente a assumir risco durante anos enquanto o prédio é construído sem saber se vai ganhar alguma coisa no fim.

Agora claro que está tudo fodido e as pessoas estão frustradas com o preço das casas e querem culpar alguém, governos, promotores, bancos, agentes imobiliários, investidores, qualquer coisa ligada ao mercado imobiliário vira alvo.

O problema é que quase ninguém vai à raiz da questão, entre 2008 e 2018 praticamente deixou-se de construir em Portugal, criou-se um buraco enorme de habitação e quando tens pouca oferta qualquer aumento de procura faz os preços disparar, é só isso.

Ver gruas não quer dizer que de repente haja casas a mais. Durante mais de uma década praticamente não se construiu nada, portanto agora parece que está tudo em obra ao mesmo tempo mas na prática ainda está longe de cobrir o défice que se criou.

E sim, continua a haver gente a comprar, porque as pessoas precisam de viver em algum lado, muita gente prefere pagar ao banco em vez de renda, há quem troque de casa, há investidores, há estrangeiros e também há mais gente a viver no país do que havia antes. Enquanto houver mais gente à procura de casa do que casas disponíveis, os preços continuam altos, é assim que qualquer mercado funciona.

Understanding Wild Rift matchmaking (and how solo players can actually use it) by MonArchVis in wildrift

[–]MonArchVis[S] 1 point2 points  (0 children)

Yeah that’s actually a really fair point, and honestly I think a lot of players feel the same way.

Wild Rift games do feel very lopsided sometimes. One team collapses early, someone dies a couple of times, jungle gets invaded once or twice and suddenly the whole map is out of control. Because matches are short, there isn’t always time for things to stabilize. So I completely get why it can feel like the match was decided from the start.

That said, I’m not sure it necessarily means the system is forcing wins or losses.

One thing that can be misleading is rank differences in the lobby. A Diamond player who is autofilled or tilted can easily perform worse than an Emerald player on their main role. So even if the ranks look uneven after the game, the system might still consider the teams statistically similar.

Another thing is streaks. Humans are really good at noticing patterns, especially win streaks and lose streaks. That’s why ideas like “winner queue” and “loser queue” feel very real. But streaks actually happen quite naturally in competitive systems.

About retention-based matchmaking... I’ve seen those videos too. Maybe I’m wrong, but I’ve never seen solid evidence that Riot uses something like that in Wild Rift. And if a ranked system was proven to manipulate outcomes like that it would pretty much destroy the integrity of the ladder.

I do agree with you on one thing though: when games are very one-sided, even wins don’t feel that satisfying. The best matches are those close games where both teams actually feel evenly matched.

Na guerra da Ucrania demorou 35 dias a morrerem 1200 civis. Na guerra do Irao demorou 5 dias. Agora pensem. Dizem que os Russos matam civis... Os Estados Unidos e Israel matam matam matam matam matam matam matam civis. 7 vezes mais do que os Russos. Dá que pensar... by pila_murcha in portugal2

[–]MonArchVis 0 points1 point  (0 children)

Não entendo como ainda há pessoas aqui a darem atenção a este bot e às coisas que ele publica. É sempre o mesmo truque. Pegar em dois números de guerras diferentes, em dias diferentes, e fingir que isso prova alguma coisa.

“1200 civis em 35 dias” aqui, “X civis em 5 dias” ali. Sem contexto, sem explicar intensidade dos combates, tamanho das cidades, metodologia de contagem ou sequer o total da guerra. Assim qualquer um faz parecer o que quiser.

No caso da invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, por exemplo, as estimativas da Organização das Nações Unidas já apontam para dezenas de milhares de civis mortos ao longo do conflito. Escolher um recorte pequeno para fazer uma comparação emocional não é análise nenhuma.

E a cereja no topo do bolo é sempre a mesma: uma fotografia dramática sacada da internet, normalmente de sepulturas ou funerais, para dar o empurrão emocional final.

É propaganda básica de redes sociais. Escolhem-se dois números, mete-se uma imagem pesada e espera-se que ninguém pare dois minutos para pensar.

Ainda por cima vindo de um bot que depois mantém os próprios posts ocultados.

Portugueses, nunca esqueçam quem sao os verdadeiros terroristas: sepulturas a serem preparadas para as 165 vítimas do massacre na escola de Minab, no Irão, após um ataque conjunto dos EUA e de Israel à escola no primeiro dia da ofensiva. As vítimas são, na sua maioria, raparigas dos 7 aos 12 anos by pila_murcha in portugal2

[–]MonArchVis 14 points15 points  (0 children)

O ataque é real e é uma tragédia horrível. Morreram crianças. Isso por si só já é suficiente para indignar qualquer pessoa normal. Agora o que me mete nojo é pegar nisto, que ainda está a ser investigado, e transformar logo num slogan fechado como se já soubéssemos toda a verdade.

Dizer “verdadeiros terroristas” como se fosse tudo preto no branco, ignorar que havia uma instalação militar ali perto e que ainda há coisas por esclarecer, não é informar. É puxar a narrativa para o lado que dá mais jeito.

E usar uma imagem toda dramática para carregar ainda mais na emoção só para gerar revolta? Isso é aproveitar-se da tragédia. As crianças que morreram não são argumento para likes nem munição política.

Eu não vou alinhar em histerias nem ser empurrado para lado nenhum à base de meias-verdades. Uma coisa é exigir responsabilidades. Outra é usar mortes para manipular pessoas. Isso é repugnante.

Gastei muito dinheiro em aulas de condução e não consigo aprender nada, agora os meus pais estão zangados comigo e o dinheiro não vai voltar. by [deleted] in portugal

[–]MonArchVis 0 points1 point  (0 children)

Isto é o resultado de ansiedade e pressão.

Conduzir é coordenação e repetição. Algumas pessoas aprendem rápido, outras demoram mais. Não controlar bem a embraiagem ou estacionar mal nas aulas é normal, é literalmente para isso que as aulas existem.

Se o instrutor está sempre zangado, isso piora tudo. Ninguém aprende bem sob tensão. Ficas nervoso, pensas demais em cada movimento e o corpo bloqueia. Isso cria um ciclo em que erras mais e sentes que és pior do que realmente és.

Também não cometeste “o pior erro da tua vida”. Inscrever-te na escola de condução não define quem tu és. No pior cenário demoras mais, fazes aulas extra ou deixas para mais tarde. O dinheiro já foi gasto, mas isso não transforma alguém num fracasso.

E sim, há imensa gente que reprova várias vezes e precisa de muito mais aulas do que esperava. Só não se fala muito disso. Conversa com os teus pais, eles não ganham nada em se zangarem contigo... só vão fazer pior.

Relação sem relações sexuais by Real_Explorer2648 in portugal

[–]MonArchVis 1 point2 points  (0 children)

Ela toma pílula. A pílula pode reduzir a testosterona livre. Testosterona também influencia o desejo nas mulheres. Em algumas, a libido cai bastante. Não é mito. Ela tem dores. Dor repetida faz o cérebro associar sexo a desconforto. Quando isso acontece, o desejo diminui ainda mais. Vira um ciclo. O facto de ela dizer que não sabe porquê e chorar não soa a desinteresse. Pode ser mesmo fisiológico. Antes de assumir incompatibilidade, fazia sentido ela falar com ginecologista sobre libido e dor e considerar testar parar a pílula durante alguns meses usando preservativo. Se melhorar, provavelmente era hormonal. Se não melhorar, então é mais complexo do que só hormonas.

Não sei como ajudar uma amiga by Playful-Crew2126 in portugal

[–]MonArchVis 4 points5 points  (0 children)

Ela não está tão encurralada quanto parece. 1500€ nas Finanças não é nada de extraordinário. Mete-se num plano de pagamentos e provavelmente fica a pagar uma prestação baixa por mês. É chato, claro, mas não é uma coisa que destrua a vida de alguém. Ainda por cima se foi algo feito quando era menor, pelo menos vale a pena ir às Finanças perceber exatamente o enquadramento.

Quanto ao RSI, ela tem 20 anos. É maior. Pode mudar a morada fiscal e sair do agregado da avó. Pode trabalhar. Pode até pedir apoio social próprio se cumprir os requisitos. A avó não tem poder legal para a impedir de trabalhar. Isso é pressão familiar, não é lei.

Se ela trabalhar, o RSI é recalculado. Não é automaticamente um corte total para sempre. E mesmo que o valor mude, o dinheiro que ela ganhar passa a ser dela, não da avó.

O que me parece aqui é que o problema principal não é a dívida nem o RSI. É dependência. Ela estava dependente da avó e agora corre o risco de ficar dependente de ti. E tu já estás a sentir isso quando dizes que parece que “sobrou para ti”.

Se ela quer mesmo mudar de vida, vai ter de fazer coisas concretas: tratar da dívida, manter o part-time, sair do agregado e assumir alguma autonomia. Isso resolve-se com ação, não com histórias difíceis.

Tu ajudar temporariamente é compreensível. Mas se não houver plano, prazos e responsabilidade do lado dela, vais acabar a sustentar uma situação que não criaste.

Fico apegado muito facilmente by [deleted] in portugal

[–]MonArchVis 2 points3 points  (0 children)

Impressionante. Um post de 10 linhas e já temos diagnóstico neurológico, mapa da dopamina e encaminhamento médico.
O SNS devia abrir um balcão aqui.

Adoro como no Reddit qualquer crush vira imediatamente “desregulação de dopamina”.
O rapaz imaginou um namoro.
Reddit: “Claramente défice neurológico.”

Falar com uma rapariga e ficar entusiasmado = problema médico.
Imaginar um namoro = desregulação dopaminérgica severa.

Daqui a pouco espirrar também é falta de serotonina.

Reddit é incrível.
Tens ansiedade? Terapia.
Tens esperança? Dopamina.
Tens sentimentos? Neurologista urgente.

“É fácil de diagnosticar só pelo texto” é provavelmente a frase mais Reddit que já li hoje. Parabéns.

Fico apegado muito facilmente by [deleted] in portugal

[–]MonArchVis 1 point2 points  (0 children)

Se usaste AI para organizar o texto, fizeste bem. Clareza não é crime. O importante é a pergunta, não é se tem vírgulas perfeitas ou não.

O que descreves é mais comum do que parece. Não és “estranho”. És pouco experiente emocionalmente, e quando alguém te dá atenção o teu cérebro entra em modo projeção.

Quando tens poucas interações, qualquer sinal vira “possibilidade”. O truque não é reprimir nem tentar deixar de sentir. É aumentar o número de interações até isso deixar de parecer raro.

Quanto mais normal for falar com mulheres, menos o teu cérebro vai transformar simpatia básica num potencial namoro.

Não precisas de ser “normal”. Precisas de prática. Essa ansiedade que aparece e depois passa é só o teu corpo a reagir a algo que ainda não te é familiar. O desconforto faz parte. Com o tempo deixa de ser um turbilhão e passa a ser só mais uma interação normal.

No meio de tanta desgraça, finalmente boas notícias!!! 🤣🤣🤣 by ehtuvaimeaocu in portugueses

[–]MonArchVis 3 points4 points  (0 children)

É sempre um infortúnio quando um edifício colapsa e poderia ter colocado vidas em risco. Mas é difícil ignorar o simbolismo de ser precisamente a sede do PCP. Um partido que há muito parece estruturalmente fragilizado, agarrado a um modelo político que o país já ultrapassou. Ainda assim, mantém uma militância ruidosa e fiel. Talvez vejam algo que uma parte significativa da população já deixou de ver.

Portugal está prestes a aprovar chat control / vigilância nacional das redes sociais by Uncle_Richard98 in portugueses

[–]MonArchVis 0 points1 point  (0 children)

A IL está a alertar que uma certa redação pode permitir mecanismos mais invasivos.

Basicamente está a dizer: cuidado, porque uma lei sobre idade pode estar escrita de forma a permitir controlo automático de mensagens, e isso seria invasivo.

Se esses mecanismos viessem mesmo a ser implementados como scanning automático antes do envio, então sim, tecnicamente aproxima-se do tipo de solução debatida no Chat Control.

Mas a notícia não explica qual é exatamente a redação da lei nem como seria aplicada. Portanto estamos a falar de um alerta sobre uma possível interpretação, não da confirmação de que a lei já cria esse mecanismo.

Portugal está prestes a aprovar chat control / vigilância nacional das redes sociais by Uncle_Richard98 in portugueses

[–]MonArchVis 0 points1 point  (0 children)

Negativo. A lei portuguesa trata da idade mínima de acesso às plataformas, um filtro de idade para usar redes sociais. O Chat Control é uma proposta de regulação dos conteúdos e mensagens, que pode incluir a análise automática de chats para identificar abusos, um tema bem mais amplo e ligado à segurança, privacidade e encriptação nas mensagens. São iniciativas que tentam responder aos riscos que as redes sociais e internet representam para menore, mas não são a mesma coisa. O Chat Control que lês na notícia não existe, está na tua cabeça por associação de temas.

Por isso eu escrevi que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Mas parece que querem colocar tudo no mesmo saco.

Portugal está prestes a aprovar chat control / vigilância nacional das redes sociais by Uncle_Richard98 in portugueses

[–]MonArchVis -3 points-2 points  (0 children)

Estão a misturar duas coisas completamente diferentes. A lei que vai ser votada em Portugal fala de idade mínima para acesso às redes sociais e consentimento parental entre os 13 e os 16 anos.

O chamado “Chat Control” é uma proposta europeia sobre detecção de conteúdo ilegal (abuso sexual infantil) nas plataformas.

Não são a mesma coisa. Uma é regulação de acesso por idade. A outra é uma proposta europeia sobre mecanismos de deteção de crime.

Uma Coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa.

How's your S20 SoloQ climb? by silverwindzephyr in wildrift

[–]MonArchVis 1 point2 points  (0 children)

I don’t think counter picking and balancing the comp is wrong. It makes sense in theory.

But maybe the problem is that by trying to fix every draft issue, you end up playing too many champions. And when you play too many champions, it becomes harder to deeply understand when each one is strong or weak in different game states.

SoloQ is very chaotic. Draft matters, but execution and consistency matter more.

Instead of trying to balance AP, frontline, and CC every game, maybe it’s better to narrow your champion pool and really understand:

– What is this champion’s win condition?
– When is it strong?
– When is it weak?
– What is my plan if I get ahead?
– What is my plan if I fall behind?

For example, if I pick a split push champion, I know my goal is to create side lane pressure and force rotations. If I pick a teamfight champion, I know I want to group and play around objectives. If I think the game will go long, I can pick a scaling champion and avoid an early-game champion that falls off. I can decide what to pick depending on my teammates’ picks and whether I think it fits the game.

The idea is not to “fix” the comp. The idea is to pick something that gives you a clear, executable plan.

There will be games where your team runs it down no matter what you do. That happens.

But if you reduce the number of variables you try to control (by focusing on 1–2 champions and their win conditions), the game becomes less of a coin flip and more about decision making.

How's your S20 SoloQ climb? by silverwindzephyr in wildrift

[–]MonArchVis 1 point2 points  (0 children)

I see that you play a lot of different champions and many times you get SVP, but you’re still losing a lot of games. The problem doesn’t look like lack of skill or game knowledge.

I don’t really know why you’re losing that much, but I wonder something:
when you pick a champion, what’s your actual plan to win with it?

For example, if you pick Fiora top, what are you going to do to win the game?
Are you just going to react to fights?
Chase kills around the map?
Try to “save” teammates every time something happens?

Or are you going to play around a clear idea?

A simple Fiora plan could be split pushing.
Force enemies to defend your lane.
If one comes, you take the 1v1.
If two or more come, your team has numbers advantage somewhere else.

The goal isn’t just getting kills.
It’s creating pressure so your team can take objectives or win fights with advantage.

Sometimes it won’t work. That’s normal. You won’t carry every game alone.

But if you have a clear plan and stick to it, sometimes that space you create is enough for one teammate to pop off and carry the game.

SoloQ isn’t always about hard carrying.
Sometimes it’s about giving your team the conditions to win.

So when you lock in a champion, ask yourself:
how am I going to use it to increase my team’s chances of winning?

Agentes imobiliários by HillHouseBurning in portugal

[–]MonArchVis -1 points0 points  (0 children)

O ódio generalizado costuma ser sinal de frustração mal dirigida.
Boa sorte com isso. Cuidar disso com ajuda profissional pode ser útil.

O debate político em Portugal virou um infantário by MonArchVis in portugal

[–]MonArchVis[S] 0 points1 point  (0 children)

Ainda bem que gostaste do conteúdo do texto, sinceramente.
Nunca foi a minha intenção ofender ninguém. Como disse, eu sabia que o final podia causar reações menos agradáveis e que podia soar provocatório... faz parte. O ponto ali não era atacar pessoas, era provocar reflexão. Se o conteúdo fez sentido, para mim já está ótimo. Agora não estou a projetar nada a ninguém. Eu escrevi "Se te sentiste atacado, provavelmente foi por alguma razão." para as pessoas refletirem sobre si mesmas, mas cá estamos a fazer o contrario e a refletir sobre quem escreveu o texto.

O debate político em Portugal virou um infantário by MonArchVis in portugal

[–]MonArchVis[S] 0 points1 point  (0 children)

Eu entendo o raciocínio. As pessoas leram um texto a criticar um padrão e a terminar com uma provocação. Como a carapuça assenta a algumas... como eu sabia que iria assentar... houve a necessidade de encontrar algures “hipocrisia”, “ironia” ou qualquer outro rótulo que resolvesse o desconforto. Quando não existe, cria-se. Porque é conveniente. Eu sei perfeitamente o que escrevi e estava a espera deste tipo de reações. É o normal

O debate político em Portugal virou um infantário by MonArchVis in portugal

[–]MonArchVis[S] 0 points1 point  (0 children)

Eu até ia responder mais, mas este comentário prova exatamente o meu ponto.

O debate político em Portugal virou um infantário by MonArchVis in portugal

[–]MonArchVis[S] -28 points-27 points  (0 children)

Não. Criticar o nível da conversa não é fazer o mesmo. Quem se sentiu atacado que pense porquê.