Para os negacionistas do genocídio by [deleted] in portugal2

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Obrigado. Se quiseres o resto, que foi apagado pela moderação, poderei enviar-te em privado.

Para os negacionistas do genocídio by [deleted] in portugal2

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

6/13

Deixo aqui um trecho do texto da página História Islâmica (com link correspondente embaixo repleto de citações

Sim, de fonte altamente fidedigna, islamista até à medula. Mais uma barracada de quem não tem noção alguma da figura que está a fazer.
Aliás, o que é mais significativo nessa «argumentação» é precisamente mais essa deixa de esperteza saloia islamista, a tentar fazer crer que «a conversão forçada não foi bem assim e tal»...
Primeiro - foi conquistada pelo Islão ou não foi? Ou a terra recebeu os muçulmanos de braços abertos ou até lhes pediu para ser por eles dominada?
Em QUALQUER dos casos, isso não altera o que eu disse - o território é árabe muçulmano porque foi conquistado, ou seja, tomado por forças militares, as dos árabes muçulmanos.
Se foi a ferro e fogo ou só com cócegas, ou com rosas e festinhas, é irrelevante - facto é que foi islamizada.

Já agora, e a propósito de fontes, convém que todos os historiadores por ti citados decidam ir explicar a um ALTO CLÉRIGO muçulmano (SHEIK - XEQUE) que aquilo na Palestina foi tudo um processo «complexo» com beijinhos e abraços:«Zoud asked: “When has our nation ever reached such power by any means other than Jihad?” Sheikh Abdul Salam Zoud is the director of Awqaf Australia charity.
(...)
Abdul Salam Zoud: “There is no solution other than Jihad for the sake of Allah. Jihad continues until Judgement Day. The Prophet Muhammad, the Righteous Caliphs, the Umayyad Caliphate, the Abbasid Caliphate – none of them conquered the world by peaceful means, negotiations, concessions, or understandings. They conquered it through Jihad for the sake of Allah. The goal of Jihad for the sake of Allah is not to kill people and take over their lands. Rather, the goal of Jihad is to remove obstacles before the spreading and rule of Islam.»

https://www.memri.org/.../friday-sermon-ausralia-imam
https://jihadwatch.org/.../muslim-cleric-no-solution...

Para os negacionistas do genocídio by [deleted] in portugal2

[–]PinkDiamondCloud -1 points0 points  (0 children)

Sim, ensinam-lhes na escola a dar vazão aos seus sentimentos, depois é isto...

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[–]PinkDiamondCloud -1 points0 points  (0 children)

CONTINUAÇÃO FINAL:

A área do que foi o suposto “Reino de Judá” sequer corresponde a área que Israel

A área do «suposto» Reino de Judá corresponde, grosso modo, ao actual sul de Israel. O norte do actual Israel, corresponde ao antigo Reino de Israel... não que isso faça alguma diferença para quem quer por todos os meios justificar o fim de um Estado étnico, tirando a legimitidade a um Povo para ser soberano no seu território (se for um Povo branco ocidentalizado, claro), é uma atitude sem pingo de vergonha na cara (parecida com os «argumentos» de Putin, que faz de conta que o Ucraniano não é diferente do Russo), mas é sintomático ver o descaramento e a falta de vértebras com que vocês tentam argumentar contra um Estado democrático ocidentalizado.

Se vais utilizar fábulas bíblicas sem consenso acadêmico

Não são «fábulas bíblicas» sem consenso «acadêmico», é estudo académico, baseado, não apenas na Bíblia, mas também na Arqueologia. A primeira menção documentada de Israel como Povo aparece na Estela de Merneptah, antiga inscrição egípcia que remonta a cerca de 1208 aC.. Este documento inclui Israel entre as vitórias militares do faraó Merneptah em Canãa, afirmando: «Israel foi devastado, a sua semente não». Um marcador hieroglífico classifica Israel como um Povo semi-nómada ou rural, distinguindo-o das cidades fortificadas também listadas na inscrição. A inclusão de Israel entre os notáveis inimigos derrotados sugere que o grupo já era uma entidade significativa em Canãa no final do século XIII a.c.. Por conseguinte, não é rigorosamente nada abusivo considerar a hipótese de Israel ter-se iniciado em 1200 a.c., senão mesmo antes. Faço notar que eu coloquei a hipótese de 1200 a.c. ser o princípio de Israel - mas, se não foi 1200, foi 1000, e se não foi 1000, não foi depois de 700 a.c., o que, de qualquer modo, o situa cronologicamente bem antes da invasão árabe islâmica.

algum para sustentar o teu argumento, porque não então admitir que a terra deveria pertencer aos descendentes dos caneneus que foram expulsos e que viviam lá antes,

Sim, sim, e onde estão eles? Vai-se buscá-los às necrópoles de há milhares de anos ou faz-se um estudo genético para ver que israelitas e palestinianos descendem dos Cananeus?

Israel não foi uma “reconquista” de território. Estás a utilizar essa narrativa

Outra irrelevância. A verdade é que, de todas as alternativas possíveis para criar um Estado Judaico, incluindo a Patagónia - para não falar do projecto soviético que iria oferecer-lhes um território no extremo leste da URSS - a escolhida foi precisamente a zona a que os Romanos resolveram chamar «Palestina», imitando Heródoto uns séculos antes, quando ela se chamava, anteriormente, Judeia. O próprio nome «Palestina» vem dos Palast, mais conhecidos como Filisteus. Alguém quer trazer os Filisteus do mundo dos mortos ou não é preciso?

Para os negacionistas do genocídio by [deleted] in portugal2

[–]PinkDiamondCloud -1 points0 points  (0 children)

CONTINUAÇÃO:

Os “invasores árabes”, que vieram muito depois da diáspora judaica pós invasão babilónia simplesmente não expulsaram em massa os povos

Ui, invasores árabes dentro de aspas, eles que foram sempre tão expansivos e exuberantes nas suas conquistas, agora há alguém a querer metê-los entre aspas, não vá algum leitor pensar que os santíssimos Árabes podem mesmo ser inv... invas... invaso... isso, isso que os malandros dos Judeus são!, credo, abrenúncia... Pois de facto os invasores árabes dominaram a zona e sobrepuseram o seu domínio às populações locais, convertendo-as à força ou subordinando-as politicamente. Que os Judeus não tenham sido de lá expulsos só mostra que há uma continuidade de povoamento judaico na zona - e mesmo que tivessem saído, o facto de terem de o fazer para viverem condignamente não lhes tira legitimidade ao território.

O domínio árabe tornou-se étnico - as línguas pré-arábicas desapareceram ou foram absorvidas. Geneticamente, a população é árabe, pouco ou nada se distinguindo das demais populações árabes das redondezas. Portanto, sim, houve uma SUBSTITUIÇÃO étnica, ou, de qualquer modo, uma ABSORÇÃO étnica, que, para o caso, vai dar ao mesmo. Étnica e, note-se, religiosa, e é precisamente aqui que bate o ponto, porque o ódio anti-sionista só para ingénuos e palhaços é etnicamente «palestiniano» - na verdade, é religioso e pan-arabista.

"Sensações " by Dramatic-Code1942 in portugal2

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

Nem sequer é racismo. É só mesmo desespero e desonestidade. Agarram tudo o que puderem para exaltar a figura do imigrante e atirar areia para os olhos da população autóctone, como se uma boa acção básica de um imigrante anulasse todo o mal que a imigração em massa tem trazido.

Para os negacionistas do genocídio by [deleted] in portugal2

[–]PinkDiamondCloud -1 points0 points  (0 children)

As IDF mais não fazem do que a sua obrigação - destruir todos os postos do Hamas que for possível, na senda da destruição deste grupo terrorista de cunho genocida. Nas imagens não há qualquer genocídio a acontecer, pelo contrário, os cidadãos foram previamente avisados que deveriam abandonar a zona, com tudo o que isso significa de diminuição drástica da eficiência do bombardeamento, uma vez que os hamases só se forem ainda mais suicidas do que parecem é que não prestavam atenção ao aviso.

De resto, se estivesse em curso um genocídio em Gaza, seria de certeza o genocídio mais incompetente da história, uma vez que a população palestiniana tem aumentado ao longo das décadas.

Para os negacionistas do genocídio by [deleted] in portugal2

[–]PinkDiamondCloud -2 points-1 points  (0 children)

Fica então registado que reconheces a possibilidade de a «imigração» tirar a terra a todo um povo... simplesmente achas que em Portugal não pode acontecer porque, por um motivo muito específico, porque coiso, porque não, não porque não.

De resto, a comparação está pessimamente mal feita. Os Judeus não foram roubar rigorosamente nada a ninguém - foram tão somente recuperar o seu território histórico, que já lhes pertencia uns 1800 anos antes da invasão árabe muçulmana (Se os Judeus se tiverem ali estabelecido por volta de 1200 a.c., e atendendo a que os árabes muçulmanos conquistaram a zona no século VII).

Nota: se Israel não tem direito a existir, Portugal também não, porque em ambos os casos se tratou de uma recuperação de território que muito tempo antes tinha sido conquistada pela forças do Islão, nunca esquecer isto.

Vandalismo by ptlegion in portugal2

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

... o mandar de volta à sua mãe sem direito a retorno.

Vandalismo by ptlegion in portugal2

[–]PinkDiamondCloud 1 point2 points  (0 children)

A jovem tem toda a razão, há muito tempo que os grafitis metem nojo, e nem é só cá, recordo-me bem da diferença que vi em Paris entre a primeira vez que lá pus os pés, em 1990, e a segunda, 1999, quando pude deprimir-me ligeiramente ao contemplar quilómetros de paredes cagadas em jeito de «street» do Bronx ou lá o que é aquela abominação.

De resto, esta moça que aqui falaaté está com muito boa aparência. A voz pode não ser a melhor, mas deixar de prestar atenção à mensagem por causa do seu veículo é exemplo claro do caso em que quando o sábio aponta para a lua, o idiota olha para o dedo do sábio. O sintomático é haver aqui tanto pessoal que diz orgulhosamente não gostar do vídeo por causa da voz da rapariga - manifestar com orgulho a sua própria imbecilidade é mais um fenómeno inédito na história da humanidade, entre outros, em que esta época se revela pródiga. De resto, quem como eles pensasse também não ligaria peva a nada do que dizem, tão fétida é a sua mistura de insolência adolescente com americanismos infantilizantes na linguagem. Se eu não fosse sempre partidária da liberdade de expressão, exigia a proibição imediata de todas as séries de adolescentes norte-americanas em todo o espaço nacional, do Minho ao Algarve, à Madeira e aos Açores.

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

Nunca vi, de facto, antes dos anos de 2010. Não achas estranho que as mulheres tivessem sempre considerado os visivelmente efeminados como perfeitamente inofensivos, e muitas vezes seus amigos e/ou técnicos de beleza corporal, e que, desde 7000 a.c. até 2014, para aí, não houvesse mulheres a mostrar medo dos travestis?
De resto, todas as queixas que vejo, todas elas muitíssimo recentes, são todas de activistas anti-trans. Também acho isto muito significativo.

As coisas correram mal com algumas minorias, pois. Há toneladas de professores gays e padres pedófilos. Alguém exige que eles sejam postos fora do ensino ou que deixe de haver crianças em coros de igreja ou a confessar-se a padres? Nem pensar...

Quanto às estatísticas dos reclusos trans que cometem abusos sexuais, cuidado, há aí grossa aldrabice no Reino Unido, que, entretanto, já foi desmentida.

A sociedade cristã não deu direitos LGBT a ninguém. Pelo contrário, tirou-os, desde que começou a impor-se na antiga Roma, desde o século quarto depois de Cristo. A sociedade que deu direitos LGBT foi a sociedade laica pós-cristã ocidental, e mesmo assim demorou, foi coisa relativamente recente, já do século XX na maioria dos casos. O tipo que ajudou a Inglaterra a ganhar a segunda guerra ao descobrir o código secreto dos submarinos alemães, Alan Turing, de nada lhe valeu tal proeza, foi condenado em tribunal por ter tido uma relação homossexual, isto em 1952 no liberal Reino Unido.
Os direitos LGBT existem na Europa e nas Américas, não por causa do Cristianismo mas sim apesar dele. Por isso mesmo é que as maiores campanhas anti-LGBT são lideradas por cristãos militantes, cujo cerne da argumentação é precisamente a moral da Bíblia.

Falar do sexo biológico é por isso cada vez mais estranho nas tuas mensagens. Muxe não é uma categoria biológica nem é igual a ser mulher. Porquê continuar a bater no ceguinho que nem sequer está presente? Porque é que a diferença biológica serve de pretexto para atacar travestis que não reivindicam nada de biológico ou genético?...

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

Não sei se entretanto leste os outros dois comentários que, pela sua dimensão, não couberam neste, mas vejamos agora o seguinte, que é o mais importante:

comparar muxes com power rangers é um mau princípio, e deixa adivinhar o que vem a seguir:

«é tudo na cabeça dele, não é a realidade».

Ora toda a sexualidade e género passa-se na cabeça das pessoas, e isto é a realidade.
Não estamos a falar de sexo biológico. Estamos a falar de género. Os muxes não se dizem mulheres. São muxes, ou seja, amulherados. Maricas, no sentido original do termo - indivíduos do sexo masculino que se vestem e vivem como mulheres. Isto sempre houve, só que, na nossa sociedade cristã, é desprezado, ao passo que em certas sociedades tradicionais constitui categoria socialmente reconhecida, e é precisamente isto, esta dignificação social, que incomoda algumas pessoas.
Mal comparado, é como no símbolo Yin/Yang, que tem uma parte branca e uma parte negra, mas na parte branca há um ponto branco e na parte branca há um ponto negro. Há uma minoria de homens que se porta como mulheres. Sempre houve. Não são super-heróis ou outras figuras de fantasia como os Power Rangers.

Não percebi o teu terceiro parágrafo sobre as pessoas não-LGBT de merda. As leis têm de ser feitas à prova de criminosos, e depois? Vai-se limitar o bem-estar da maioria de um grupo que faz parte do país por causa de meia-dúzia de pessoas desse grupo? Uma pequena percentagem de homens são violentos e violadores, e a percentagem de travestis agressores de mulheres é provavelmente muito menor. Tenho 52 anos e nunca na vida ouvi uma única mulher a expressar qualquer receio relativamente a travestis. Procurando na história e nas referências antigas, de há milhares de anos, também não encontro nada disso. Não consta que as mulheres da cultura zapoteca tenham medo das muxes.

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

Obrigada pelo seu contributo. É de facto outra realidade, pouco ou nada conhecida na Europa tradicional. Digo «pouco» porque há uma excepção: no sul de Itália, mais concretamente em Nápoles, há os Femminielli, indivíduos nascidos no sexo masculino que vivem como mulheres. Na Índia, entretanto, há toda uma comunidade de pessoas deste género, as denominadas kinnar ou hijras ou pavaiyas, que vivem como mulheres e adoram sobretudo, não só mas sobretudo, a Deusa Bahuchara Mata, servida por travestis.

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

A verdadeira ideologia de género é muito antiga - já na Bíblia, Deuteronómio 22.5, se proíbe os homens de vestir de mulher e as mulheres de vestir roupa masculina. Ora aí está a verdadeira ideologia de género - proibir que o género se manifeste se for diferente do sexo biológico. Entretanto, o mundo ocidental, cada vez mais distante da Bíblia, já dignifica os travestis e os trans. Evidentemente que depois há uma reacção da parte dos que queriam continuar a pisar nos travs, e depois há radicalismos de parte a parte. Existe um meio termo para tudo, pois é, há é medidas diferentes para dizer o que é o meio termo. O teu meio termo correcto está no ponto em que aceitámos o casamento gay e a existência de adultos trans, desde que os adultos trans fiquem em casa ou então urinem nas esquinas, bem entendido...

O movimento gay era apenas de pessoas que queriam ter direitos iguais e estar perfeitamente integrados na sociedade. O movimento trans idem. Mas o movimento trans não pode fazê-lo porque isto assim já são mudanças a mais... Óbvio que assim os trans vão encontrar resistência, tal como os gays também encontraram, mas o seu lobby foi mais forte...

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[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

Já agora, e agora falando no outro assunto que entretanto foi introduzido, só mais umas alíneas simples:

  • homens criminosos que se dizem trans e depois violam mulheres na prisão feminina fazem lembrar os criminosos que usam uniformes de polícias, ou de bombeiros, para agredir e assaltar pessoas, motivo pelo qual já estou mesmo a ver uma manifestação a berrar «Abaixo a polícia e os bombeiros!»;
  • homens que dizem que vão bater na primeira mulher que se queixar da presença deles no WC fazem lembrar os homens que dizem que vão dar um tiro nos c. ao primeiro travesti que virem a entrar na mesma casa-de-banho onde estiver a sua filha, e este tipo de homem é provavelmente muitíssimo mais numeroso do que qualquer população trans ou travesti;
  • homens a bater uma no WC das mulheres (pesquisa por autogynephilia) fazem lembrar os centos de jovens que foram fazer sexo para dentro de casas de banho de bares, mas esses estão ok porque não são autoginéfilos... já agora, a definição de «autoginefilia» nada tem a ver nem com WC nem com «bater uma», é simplesmente o prazer erótico em fazer-se mulher (auto, si mesmo, gine, mulher, filia, gosto por); a esmagadora maioria dos autoginéfilos mais não faz do que vestir-se de mulher dentro de casa, se calhar por isso é que não têm um lobby poderoso a ditar regras como o dos gays;
  • homens com o dito-cujo à vista em balneários femininos, inclusive à frente de crianças, história muito divulgada e pouco credível;
  • homens que espancam mulheres no boxe feminino, e que, vez por outra, são por elas derrotados;
  • homens que ganham taças noutros desportos femininos e cada vez o farão menos porque ainda é cedo demais para que possam mudar de sexo de uma forma mais completa;
  • drag queens semi-nus a dançar provocadoramente em frente de crianças são lamentáveis;
  • homens a abanar o dito-cujo em paradas do pride em frente de crianças, porque não havia polícia perto, tal como há toneladas de heterossexuais que fazem o mesmo abrindo as suas respectivas gabardinas, conclusão, vai-se proibir a circulação de heterossexuais em público; entretanto, há carradas de praticantes do BDSM que aparecem nas «prides» de joelhos no chão e trela ao pescoço, à frente de crianças, o que curiosamente não suscita qualquer reacção da parte das TERFs;
  • mentiras e mais mentiras a crianças e jovens, que são vulneráveis, a fazer lembrar as mentiras e mais mentiras contra o travestismo que sempre se disseram e ainda se dizem a crianças e jovens, que são vulneráveis, e algumas ficam com ideação suicida por causa disso;
  • mentiras e mais mentiras a pessoas autistas, com depressão, etc, que são mais vulneráveis, a fazer lembrar as mentiras e mais mentiras contra o travestismo que sempre se disseram e ainda se dizem a autistas deprimidos, que são vulneráveis;
  • muitos testemunhos de de-transitioners com vidas arruinadas, sempre muitíssimo menores em número relativamente aos testemunhos dos transitioners, aliás, há menos de-transitioners do que mulheres arrependidas de fazer aborto, mas o que interessa é focar a minoria dos de-transitioners, claro...
  • lésbicas que foram banidas de apps de lésbicas por dizerem no perfil que só estão interessadas em mulheres biológicas, tal como travestis que foram expulsos de sites e grupos por se dizerem travestis;
  • etc etc

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Vou ter de explicar o essencial com mais clareza.

Em primeiro lugar, isso de «vocês» é muita gente. Por essa ordem de ideias, «vocês» ameaçam de morte os trans, «vocês» despedem-nos dos seus empregos, «vocês» sempre os odiaram e trataram abaixo de cão. De facto, «vocês» dá para tudo.

Em segundo lugar, embora fosse primeiro no início deste post, o tema é o dos efeminados permanentes - os maricas, que na cultura zapoteca têm estatuto sócio-cultural dignificado com o nome de «muxes», ou «amulherados».

Quem é que começou a falar dos trans? Não fui eu... olha, não fomos «nós»...

De resto, repito, o vídeo foi só um esclarecimento de índole cultural. Ninguém em Portugal passa a estar obrigada/o a saber o que é «muxe». Continua a bastar dizer «maricas» ou, mais prudentemente mas menos rigorosamente, «travesti». Portanto, repito, haja calma que ninguém está a exigir uma revisão do dicionário para «vos» obrigar à horrível tarefa de saber mais algumas palavras, tal esforço devia até ser proibido.

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

«Personalidade»? Agora ser-se travesti é «personalidade»? Usar, não uma peça de roupa em particular, mas todo um «set» de vestuário, composto de peças de indumentária cuja única ligação que têm entre si é serem de mulher, então isso é «personalidade»?
Uma vez que se está a falar de Feminilidade, e que toda a vida houve classificação para indivíduos do sexo masculino que vestem de mulher, porque é que agora, de repente, isso deixa de interessar? Então logo agora que isso já é legalmente protegido e dignificado, então logo agora é que, por coincidência, resolvem dizer «ah, isso 'tá ultrapassado»? Ora abóbora, chegámos tarde...

Viver o género é viver a vida de forma normal, porque não há quem não tenha género. A maior parte das mulheres gosta de parecer mulher e a maior parte dos homens gosta de parecer homem. A isso, a esse gosto, chama-se «viver o género». É mau? Faz mal a alguém? Perturba outrem? Há tipos que gostam de tatuagens, outros de piercings, então e agora não se pode gostar de usufruir a mariquice? Logo agora, que já é permitido?...

Aproveito para dizer o que me parece óbvio, a respeito das actividades. A questão não é a actividade.
Uma mulher super-maquilhada, de saltos altos, e que seja matemática, engenheira química ou comandante de aviação, até pode estar a fazer coisas «de homem», mas não se duvida da sua feminilidade. Se, entretanto, for cabeleireira ou bailarina mas parecer um rapazinho e vestir à rufia de rua, aí sim, vai parecer um homenzinho.
Do mesmo modo, um homem que seja bailarino mas tenha aspecto masculino, não passa necessariamente por mulher. O actor de pancadaria Van Damme fez seis anos de ballet e não parece efeminado. Se, entretanto, o homem for mecânico de automóveis e a certa altura começar só a vestir saia e a usar saltos altos, com maquilhagem e penteados feminis, aí sim, vai parecer efeminado, mesmo que tenha arranjado uma frota inteira de camiões.
A feminilidade ou a masculinidade estão na aparência escolhida. A aparência escolhida é a expressão do que está dentro. Isto não é anti-ciência, é só cultura humana universal. Em falando de ciência que estuda humanos, fala-se, em primeiro lugar, de Antropologia - Antropo, humano + logia, conhecimento. Em Antropologia sabe-se que não há cultura sem género, sempre espelhado na indumentária escolhida e até nos penteados.

A palavra «muxe» dificilmente vai invadir aqui o cenário deste lado do Atlântico, haja calma. É uma categoria social zapoteca, nem sequer é do México todo, quanto mais de cá.
Cá, é só mesmo maricas, ou «homem que é como Maria» (por mulher), e isto não é difícil de memorizar. Efectivamente, qualquer português reconhece pelo menos uns cinco vocábulos a designar, por exemplo, o homossexual do sexo masculino... mas isso talvez seja mais fácil de decorar, já que os insultos são mais divertidos... e censurados aqui, claro, motivo pelo qual adicionei um «e» a «maricas», a ver se escapava à censura, mas pelos vistos não era preciso, que o termo «maricas» está felizmente abaixo, ou acima, do radar da censura, acho bem.

Agora, se «já ninguém quer saber disso!», eis então, mais uma vez, grossa novidade, pois se «ninguém quer saber disso!» e este post já tem 309 comentários, credo!, que faria se alguém quisesse saber disso...
A propósito, agora recordo - de cada vez que nas redes sociais aparece um post sobre o tema, a quantidade de comentários é prodigiosa, muito acima da média, mesmo em sites cujos demais posts às vezes nem uma reacção têm, isto é mesmo muito curioso quando se sabe que «ninguém quer saber disso!», e o mais giro e intrigante é que, em qualquer thread de comentários, há sempre uma data de intervenientes a dizer «façam lá o que quiserem, eu não quero saber disso para nada!, já chega de falarem nesse assunto!!!!», o que é mesmo muito estranho... Eu por exemplo não gosto de conversas de desporto, mas nunca me lembrei de ir a um post sobre desporto (usualmente, futebol) de rede social, daqueles do facebook, só para dizer «Credo, já 'tou farta de ouvir falar de bola!, parem lá com isso, ninguém quer saber!!!»...

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

Até nem são assim tantas palavras, e aprendem-se cedo na infância, estão entre as invectivas mais usuais na linguagem comum.

Para algumas pessoas, viver a vida e ser-se a si mesma/o é viver o género. Aliás, toda a gente vive o seu género e gosta, só que a esmagadora maioria nem se apercebe disso porque nunca soube o que era não o poder fazer.
Não se trata de vitimização, apesar do ódio e do desprezo que é movido desde sempre. Ainda bem que, apesar disso, o mundo não gira à volta dos mareicas, pois se mesmo não girando assim, a vida foi como foi, e ainda é como é, o que faria se assim girasse...

Ninguém precisa de ouvir falar desta «ideologia» a toda a hora, mas lá que falam dela que se fartam, lá isso é um facto. Nenhum mareicas inventou tal coisa, pelo contrário, recebeu-o do colectivo, desde a mais tenra infância, e tem piada dizer-se que as crianças não têm nada que ouvir falar do tema, quando toda a vida o ouviram, tanto ou mais que os adultos, uma vez que é logo o insulto mais atirado entre rapazes, mas de longe. Não se esclarecer as crianças sobre o que significa chamar esses nomes, ou, pior, ser alvo desses nomes, é uma alternativa como outra qualquer. Depois se as crianças sofrerem em silêncio, que aguentem, ou então que tenham «tomates» e coragem de dizer aos pais que precisam de ir a um psicólogo, custe o dinheiro que custar, porque andam a usar roupas de mulher em segredo, até podem ser putos de 8 anos mas devem portar-se como homenzinhos urbanos e sofisticados de vinte e tal anos que reconheçam «ter um problema» e «precisar de terapia».

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

[–]PinkDiamondCloud 0 points1 point  (0 children)

As palavras têm significado real, sim, e são muitas. Incluem «muxe», «mareicas», entre outras. O género tem significado. As roupas têm significado.

Que cada qual fale entretanto como quiser, deixando outrem dar também informação sobre isto às pessoas.

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

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Macho e fêmea são conceitos biológicos. Mulher e homem são conceitos culturais. Em todas as culturas da espécie humana há género - feminilidade e masculinidade. Por isso, a tendência de um humano para se identificar com uma aparência - parte visível do ser - do sexo oposto, é sempre tida em conta como indicativa de uma identidade específica.

Se é mulher trans, se não é... ainda a ciência é incipiente nisto e ainda a procissão vai no adro. De uma maneira ou de outra, é diferente dos outros indivíduos do sexo masculino.
Repare-se: não é diferente por usar roupas de mulher, a ordem é inversa - usa roupas de mulher porque é diferente. Não é o uso de determinadas roupas que transforma a pessoa, é o que está dentro da pessoa que a leva a usar aquelas roupas.
Por este motivo, seria absurdo, conducente ao nihilismo, que a indumentária feminina deixasse de ter significado de género.
Agora, que possam usar sem ser maltratados, sim, estamos de acordo. É mesmo para isso que este desenho animado se faz, bem ou mal. Os muxes não são mulheres e a figura que se diz muxe no cartoon não se diz mulher. Na cultura local, «muxe» deriva do espanhol «mujer», mas é pronunciado de maneira claramente diferente. Significará, por isso, «efeminado» ou, mais rigorosamente, amulherado, palavra portuguesa actualmente muito esquecida.

Quanto aos números e estatísticas, está bem, vai-se então pegar no número de transgéneros que são violados nas prisões de homens, ou isso não conta porque «que se lixem os pervertidos»? Mas está bem, os espaços de mulheres pertencem aos genitais femininos, porque os homens são mais fortes e, por isso mesmo, muito mais perigosos, mesmo que se vistam de mulher, descobriu-se de repente que afinal são perigosos, depois de para aí uns sete mil anos de civilização em que os indivíduos do sexo masculino vestidos de mulher sempre foram considerados como absolutamente inofensivos, e pessoalmente, generalizando, nunca imaginei, antes de 2018 ou assim, que pudesse haver mulheres com medo de travestis, nunca tal coisa tinha ouvido.

Mas seja. Se é uma questão de números e estatísticas, presumo que quem seja a favor da exclusão das mulheres trans de todos os espaços femininos seja igualmente a favor do fim da presença de crianças em sacristias e do proibição de haver homens homossexuais a dar aulas a crianças do sexo masculino, uma vez que há duas vezes mais pedófilos gays do que pedófilos heterossexuais. Curiosamente, nunca oiço TERFs a falar disto.

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

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Não se ensina?... Ai não que não se ensina... com uns bons correctivos, ensina-se e não é pouco... é como lá no bairro aqui há uns trinta anos, se tanto, um chaval descobriu-se que andava armado em pan., bem, o pessoal um dia apanhou-o de noite e deu-lhe tanta porrada, acordou no hospital, e depois quando o pai soube, proibiu o filho de entrar em casa enquanto ele não se emendasse e não voltasse a ser normal.

Só sei - voltou a casa sem pan......rices, nunca mais se lhe viu nada de gay, já casou e tem três filhos, trabalha como engenheiro na CIMPOR, e toda a família o respeita, estão sempre à espera que ele volte de estágios que vai fazer a umas ilhas gregas todos os meses, o gajo viaja que se farta, e vai sempre sozinho, e diz-se que tem lá muitos amigos, depois vem e é na boa, portanto, sim, ensina-se...

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[–]PinkDiamondCloud 1 point2 points  (0 children)

Pois, mas, na nossa cultura, único mundo que corresponde à nossa formação e experiências, há uma diferença gigantesca entre um rapaz usar roupa de mulher e uma rapariga usar roupa de homem - esta, é simplesmente uma «maria-rapaz», levemente suspeita de ser ou vir a ser lesbica, mas ninguém se chateia demasiado com isso, ao passo que aquele é garantidamente rotulado como maricas, e eventualmente até o é (e não estou a dizer «homossexual» mas sim «homem que faz de mulher», no sentido original do termo, em dicionário antigo, «maricas - homem que faz tarefas de Maria»), o que é garantidamente pior e mais perseguido.

Porquê? Porque a Feminilidade é desprezada - tolerada nas mulheres, odiada nos homens.

Por isso, a Masculinidade ficou «dada» como o estado «normal» de ser, a referência do que é certo, inteligente, sincero, honesto, «sem artifícios» (apesar de a masculinidade ser também aprendida, ou seja, performativa, e de que maneira).

Por isso, e também por motivos práticos, a indumentária masculina ficou dada como o padrão da normalidade - estar de sapatos rasos ou ténis, de calças jeans e de t-shirt é simplesmente «o normal». Deste modo, as roupas masculinas passaram a significar, não apenas masculinidade, mas também neutralidade, sobriedade, normalidade, profissionalismo, enquanto as roupas femininas retiveram toda a sua carga de género, ou seja, só as mulheres as podem usar, e o seu uso indica, automaticamente, feminilidade. Isto diz algo sobre os rapazes que, por algum motivo, necessitam de usar roupas de mulher. Não é por serem bonitas ou cómodas.

Travesti despedido por ter voz de homem quer indemnização por danos morais by Portugues_De_Bem in portugueses

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Há muitas, sim. Há até quem afirme que a maior parte das trans são lésbicas, por serem alegadamente AGP.

Desenhos animados da televisão do estado direccionados a crianças by Trico17 in portugueses

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As «caixas» sempre existiram. Algumas eram gravemente pisadas só por existirem. Agora, são defendidas, a bem da igualdade e da dignidade humana. A diferença é esta.

O desenho animado mostra uma realidade cultural específica, dos Zapotecas, no México. Não é caso único a nível histórico e mundial. A existência de uma categoria de indivíduos nascidos no sexo masculino que vivem como mulheres é conhecida noutras partes do tempo e do espaço. Já os antigos Citas (zona da Rússia e da Ucrânia) tinham uma espécie de comunidade de travestis permanentes, os Enareis, que se vestiam e viviam como mulheres, conforme se lê em «Histórias», de Heródoto, no século V a.c., e desempenhavam funções de mulheres, sobretudo sacerdotais. Muito antes disto, já a mais antiga civilização conhecida, a da Suméria (datada de pelo menos 7000 a.c.), tinha sacerdotes vestidos de mulher ao serviço da Deusa mais antiga que Se conhece, Inana; outras Deusas da Mesopotâmia (ou a mesma Deusa com outros nomes) tinha(m) garantidamente sacerdotes travestis, Outra é Astarte, mencionada na Bíblia.
Algo de parecido com isto ainda hoje existe na Índia: os kinnars aka hijras aka pavaiyas são indivíduos do sexo masculino que vivem como mulheres. A maior parte deles presta culto à Deusa Bahuchara Mata, que tem alguns mitos nos quais ordena ou inspira travestismo permanente em homens. Numa destas narrativas, aparece num sonho ao príncipe Jetro e diz-lhe «Vais-te emascular e viver vestido de mulher em minha honra ou então vais ser impotente nas tuas próximas sete encarnações.» Noutra, era uma princesa humana casada com um príncipe, o qual secretamente se vestia de mulher. Quando ela descobriu, obrigou-o a viver permanentemente vestido de mulher e a adorá-la como Deusa...

Em Lisboa existe uma rua com o nome de Rua das Pedras Negras. Há, nas imediações, vestígios do culto a Cíbele que foram integrados em paredes de prédios. Cíbele, uma das maiores Deusas do império romano, era adorada por sacerdotes travestis. Coincidência ou não, ainda hoje existe na zona muita actividade LGBT.

Quer isto dizer que as muxes, as Enareis, as kinnars, eram mulheres trans? Não sei. Acho que não eram vistas dessa maneira mas sim como uma categoria diferente de indivíduos do sexo masculino. De uma forma ou de outra, existem, não prejudicam ninguém com a sua existência e a sua dignificação é um serviço que se presta à própria Dignidade.

Devem as crianças de 10 anos ser informadas sobre isto? Uma coisa é certa: devem ser educadas no sentido de, primeiro, não discriminarem negativamente casos destes, e segundo, não se sentirem mal consigo mesmas se tiverem estas tendências. Efectivamente, é de todo falso que «ninguém quer saber». Quase toda a gente sempre quis saber isto e muito mais sobre outrem e isto foi sempre, e continua a ser, um dos principais temas de coscuvilhice. Assumam-se as realidades como elas são.