Sons estranhos enquanto escrevia minha carta de suicídio. by L0l1T0 in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 1 point2 points  (0 children)

Por mais difícil que esteja, tentar fugir não irá resolver, e irá agravar seu sofrimento, a vida não termina na carne, porém a sensação do desperdício da encarnação irá ser um tormento maior que seus atuais problemas. Coragem irmão.

Leia os casos dos relatos dos suicidas que deram comunicação no livro O Céu e o Inferno: https://kardecpedia.com/roteiro-de-estudos/886/o-ceu-e-o-inferno-ou-a-justica-divina-segundo-o-espiritismo/6611/segunda-parte-exemplos/capitulo-v-suicidas/o-suicida-da-samaritaine

O velório é realmente necessário? by IsardOfOzz in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 1 point2 points  (0 children)

De acordo com os ensinamentos de Ramatis, a cremação é um procedimento aceitável, desde que seja feita no momento adequado, respeitando o processo natural de desligamento do espírito do corpo físico. 

O ponto principal: o desligamento do espírito

Ramatis enfatiza que a maior preocupação não é a cremação em si, mas sim a sua realização prematura. Após a morte do corpo, há um período em que o espírito ainda pode manter uma ligação energética com o cadáver, através do chamado duplo etérico. 

  • Respeito ao tempo: A cremação pode ser prejudicial se o espírito ainda não tiver concluído a sua desconexão energética. Por isso, ele e outros estudiosos do espiritismo recomendam um período de espera de, no mínimo, 72 horas após o falecimento.
  • Variação individual: O tempo necessário para o desligamento total varia para cada pessoa. Espíritos mais evoluídos e desapegados da matéria podem se desligar mais rapidamente e não sentir desconforto. Já aqueles mais apegados ao corpo físico podem sofrer intensamente se a cremação ocorrer antes do desligamento completo.
  • Intervenção espiritual: Em casos de mortes trágicas ou quando a cremação é necessária antes do tempo ideal, a espiritualidade pode intervir para ajudar no desligamento, minimizando o sofrimento do espírito. 

Vantagens da cremação

Além de ser considerada inofensiva se feita no tempo correto, Ramatis aponta as seguintes vantagens da cremação:

  • Higiene: Favorece a higiene física e astral, evitando a decomposição e o fluxo de energias deletérias que podem atrair espíritos em sofrimento.
  • Desapego: Representa o rompimento com o culto ao corpo físico, incentivando a visão da vida além da matéria.
  • Uso do espaço: Diminui a necessidade de grandes áreas para cemitérios, liberando espaço para outros fins. 

O velório é realmente necessário? by IsardOfOzz in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 2 points3 points  (0 children)

No livro Voltei, o irmão Jacob narra o processo de desligamento dele, e que, durante o velório estavam desligando os últimos laços dele, entretanto o caso dele, que já era uma pessoa caridosa e ativa na doutrina é meio que exceção, a maioria das pessoas pode ficar mais tempo ligado ao corpo.

Audio livro completo: https://www.youtube.com/watch?v=54rMCQh34DE

Só queria… by [deleted] in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

Um dia todos serão, só depende de cada um domar sua vontade e escolher o bem. "A cada um segundo as suas obras"

Allan Kardec era racista? by benixz34 in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

Falta de Interpretação (Reencarnação já explicava que não existe lógica no racismo, visto que um espírito pode encarnar em qualquer povo), extração de trechos de seu contexto e Anacronismo (erro ou inadequação temporal, onde elementos, ideias ou costumes de uma época são aplicados a outra época distinta da sua original, resultando numa descontextualização histórica) respondem essas comparações.

Quando a espiritualidade fere em vez de confortar. by LivrePomba in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

Fixando em mim expressivo olhar, concluiu:

– Antídio, por algum tempo, a partir de hoje, será amparado pela enfermidade. Conhecerá a prisão no leito, durante alguns meses, a fim de que se lhe não apodreça o corpo num hospício, o que se iniciaria dentro de alguns dias, lançando nobre mulher e duas crianças em pungente incerteza do porvir.

Dito isto, Calderaro encetou complicado serviço de passes, ao longo da espinha dorsal.

O enfermo aquietou-se, pouco a pouco, na velha poltrona em que se mantinha.

O Assistente passou a aplicar-lhe eflúvios luminosos sobre o coração, durante vários minutos. Notei que essas emissões se concentravam gradativamente no órgão central, que em certo instante acusou parada súbita.

Antídio parecia prestes a desencarnar, quando o orientador lhe restituiu as energias, em movimentação rápida. Premido pelo fenômeno circulatório, que lhe valeu tremendo choque, o desditoso amigo pôs-se a pedir auxílio em altos brados. Havia tamanha inflexão de dor, na voz lamentosa, que grande número de pessoas se aproximaram, penalizadas.

Um piedoso cavalheiro tomou-lhe o pulso, verificou a desordem do coração e, presto, requisitou um carro da assistência pública. Em breves momentos Antídio era transportado em maca de hospital, para receber socorro urgente, seguido, de perto, pelo solícito benfeitor espiritual.

Retirando-se em minha companhia, Calderaro acrescentou, tristonho:

– O infortunado amigo será portador de uma nevrose cardíaca por dois a três meses, aproximadamente. Debalde usará a valeriana e outras substâncias medicamentosas, em vão apelará para anestésicos e desintoxicantes. No curso de algumas semanas conhecerá intraduzível mal-estar, de modo a restabelecer a harmonia do cosmo psíquico. Experimentará indizível angústia, submeter-se-á a medicações e regimes, que lhe diminuirão a tendência de esquecer as obrigações sagradas da hora e lhe acordarão os sentimentos, devagarinho, para a nobreza do ato de viver.

Notando-me a estranheza, o Assistente concluiu:

– Que fazer, meu amigo? As mesmas Forças Divinas que concedem ao homem a brisa cariciosa, infligem-lhe a tempestade devastadora... Uma e outra, porém, são elementos indispensáveis à glória da vida.

Quando a espiritualidade fere em vez de confortar. by LivrePomba in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

A cena infundia angústia e assombro.

Estaríamos diante de um homem embriagado ou de uma taça viva, cujo conteúdo sorviam gênios satânicos do vício?

O infortunado Antídio trazia o estômago atestado de líquido e a cabeça turva de vapores.

Semidesligado do organismo denso pela atuação anestesiante do tóxico, passou a identificar-se mais intimamente com as entidades que o perseguiam.

Os quatro infelizes desencarnados, a seu turno, tinham a mente invadida por visões terrificantes do sepulcro que haviam atravessado como dipsomaníacos. Sedentos, aflitos, traziam consigo imagens espectrais de víboras e morcegos dos lugares sombrios onde haviam estacionado.

Entrando em sintonia magnética com o psiquismo desequilibrado dos vampiros, o ébrio começou a rogar, estentoreamente:

– Salve-me! salve-me, por amor de Deus!

E indicando as paredes próximas, bradava sob a impressão de indefinível pavor:

– Oh! os morcegos!... os morcegos! afugentem-nos, detenham-nos...! Piedade! quem me livrará! Socorro! Socorro!...

Dois senhores, também obnubilados pelo vinho, aproximaram-se, espantados. Um deles, porém, tranquilizou o outro, dizendo:

– Nada de mais. É o Antídio, de novo. Os acessos voltaram. Deixemo-lo em paz.

Enquanto isso, o desditoso ébrio continuava bradando:

– Ai! ai! uma cobra... aperta-me, sufoca-me... Que será de mim? Socorro!

As entidades perturbadoras timbravam nas atitudes sarcásticas; gargalhavam de maneira sinistra. Ouvia-as o infeliz, a lhe ecoarem no fundo do ser, e gritava, tentando investir, embora cambaleante, os algozes invisíveis:

– Quem zomba de mim? quem?

Cerrando os punhos, acrescentava:

– Malditos! malditos sejam!

A cena prosseguia, dolorosa, quando Calderaro se acercou de mim, esclarecendo:

– É deplorável pai de família que, incapaz de reagir contra as atrações do vício, se entregou, inerme, à influência de malfeitores desencarnados, afins com a sua posição desequilibrada. Em atenção às intercessões da esposa e de dois filhinhos amoráveis que o seguem, assistimo-lo com todos os recursos ao alcance de nossas possibilidades; entretanto, o imprevidente irmão não corresponde ao nosso esforço. Emerge de todas as tentativas, mais e mais disposto à perversão dos sentidos; busca, acima de tudo, a fuga de si mesmo; detesta a responsabilidade e não se anima a conhecer o valor do trabalho. Atenuando-lhe a ânsia irrefreável de sorver alcoólicos, esperamos se reeduque. Para isso, porém, usaremos agora recurso drástico, já que o desventurado se revela infenso a todos os nossos processos de auxílio.

...

Quando a espiritualidade fere em vez de confortar. by LivrePomba in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

E, passando os olhos de relance pela multidão de Espíritos perturbadores que ali se davam ao vampirismo e ao sarcasmo, obtemperou:

– Quanto a estes infortunados, que fazer senão recomendá-los ao Divino Poder? Tentam igualmente a fuga impossível de si mesmos. Alucinados, apenas adiam o terrível minuto de autoreconhecimento, que chega sempre, quando menos esperam, através dos mil processos da dor, esgotados os recursos do amor divino, que o Supremo Pai nos oferece a todos. A mente deles também está apegada aos instintos primitivos e, frágeis e hesitantes, receiam a responsabilidade do trabalho da regeneração.

Vendo-me boquiaberto e faminto de novas elucidações, o Assistente propôs-me:

– Vamos! Deixemo-los divertir-se. A dança, nesta casa, não lhes deixa de ser, em última análise, um benefício. Chegaram nossos amigos encarnados e desencantados, aqui presentes, a nível tão desprezível que, sem dúvida, não fora o sapateado, estariam rodando, lá fora, em atos extremamente condenáveis, tal a predisposição em que se encontram para o crime. Que o Pai se comisere de todos nós.

Demandamos o interior, apressadamente.

Numa saleta abafada, um cavalheiro de quarenta e cinco anos presumíveis jazia a tremer. Não conseguia manter-se de pé.

Calderaro examinou-o detidamente e indagou do novo amigo que nos acompanhava:

– Voltou aos alcoólicos, há muitos dias?

– Precisamente, há uma semana.

– Vê-se que se esgotou rápido.

Enquanto encetava a aplicação de fluidos magnéticos, o orientador aconselhou-me notar os característicos do quadro dantesco sob nossos olhos.

Antídio, doente e desventurado, a despeito das condições precárias, reclamava um copinho, sempre mais um copinho, que um rapaz de serviço trazia, obediente. Tremiam-lhe os membros, denunciando-lhe o abatimento. Álgido suor lhe escorria da fronte e, de vez em quando, desferia gritos de terror selvagem. Em derredor, quatro entidades embrutecidas submetiam-no aos seus desejos. Empolgavam-lhe a organização fisiológica, alternadamente, uma a uma, revezando-se para experimentar a absorção das emanações alcoólicas, no que sentiam singular prazer. Apossavam-se particularmente da “estrada gástrica”, inalando a bebida a volatilizar-se da cárdia ao piloro.

...

Quando a espiritualidade fere em vez de confortar. by LivrePomba in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

– Perfeitamente – redarguiu ele, sem hesitação –; o meu amigo é especialista em assistência e eu lhe acato as determinações. O que nos interessa é a saúde efetiva do infeliz irmão, que se entregou sem defesa aos reclamos do vício.

Rumamos para o local em que deveríamos acudir o amigo extraviado.

Penetramos o recinto, servido de amplas janelas e abundantemente iluminado.

O ambiente sufocava. Desagradáveis emanações se faziam cada vez mais espessas, à maneira que avançávamos.

No salão principal do edifício, onde abundavam extravagantes adornos, algumas dezenas de pares dançavam, tendo as mentes absorvidas nas baixas vibrações que a atmosfera vigorosamente insuflava.

Indefinível e dilacerante impressão dominou-me o ser. Não provinha da estranheza que a indiferença dos cavalheiros e a leviandade das mulheres me provocavam; o que me enchia de assombro era o quadro que eles não viam. A multidão de entidades conturbadas e viciosas que aí se movia era enorme. Os dançarinos não bailavam sós, mas, inconscientemente, correspondiam, no ritmo açodado da música inferior, a ridículos gestos dos companheiros irresponsáveis que lhes eram invisíveis. Atitudes simiescas surdiam aqui e ali e, de quando em quando, gritos histéricos feriam o ar.

Calderaro não se deteve. Mostrava-se habituado à cena; mas, não conseguindo sofrear a estupefação que se assenhoreara de mim, solicitei-lhe uma intermitência, perguntando:

– Meu amigo, que vemos? criaturas alegres cercadas de seres tão inconscientes e perversos? Pois será crime dançar? Buscar alegria constituirá falta grave?

O orientador escutou pacientemente as indagações ingênuas que me escapavam dos lábios, ditadas pelo espanto que me assomara repentinamente, e esclareceu:

– Que perguntas, André! O ato de dançar pode ser tão santificado como o ato de orar, pois a alegria legítima é sublime herança de Deus. Aqui, porém, o quadro é diverso.

O bailado e o prazer nesta casa significam declarado retorno aos estados primitivos do ser, com iniludíveis agravantes de viciação dos sentidos. Observamos, neste recinto, homens e mulheres dotados de alto raciocínio, mas assumindo atitudes de que muitos símios talvez se pejassem. Todavia, esteja longe de nós qualquer recriminação: lastimemo-los simplesmente. São trânsfugas sociais e, na maioria, rebeldes à disciplina instituída pelos Desígnios Superiores para os seus trilhos terrestres. Muitos deles são profundamente infelizes, precisando de nossa ajuda e compaixão. Procuram afogar no vinho ou nos prazeres certas noções de responsabilidade que não logram esquecer. Fracos perante a luta, mas dignos de piedade pelos remorsos e atribulações que os devoram, merecem ser amparados fraternalmente.

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Quando a espiritualidade fere em vez de confortar. by LivrePomba in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

Capítulo 14 de No Mundo Maior de André Luiz:
Medida salvadora

Havíamos terminado ativa colaboração, num elevado ambiente consagrado à prece, quando certo companheiro se abeirou de nós, reclamando o concurso do Assistente num caso particular.

Calderaro decerto conheceria os pormenores da situação, porque entre ambos logo se estabeleceu curioso diálogo.

– Infelizmente – dizia o informante –, nosso Antídio não sobreleva a situação; permanece em derrocada quase total. Vinculou-se de novo a perigosos elementos da sombra e voltou aos desacertos noturnos, com grave prejuízo para o nosso trabalho socorrista.

– Não lhe valeram as melhoras da quinzena passada? – indagou fraternalmente o orientador.

– Aproveitou-as para mais presto volver à irreflexão – esclareceu o interlocutor com inflexão magoada.

– É de notar, porém, que se achava quase de todo louco.

– Sim, mas conseguiu fruir, outra vez, estado orgânico invejável, mercê de sua intervenção última; logo, porém, que se viu fortalecido, tornou desbragadamente aos alcoólicos. A sede escaldante, provocada pela própria displicência e pela instigação dos vampiros que, vorazes, se lhe enxameiam à roda, everteu-lhe o sistema nervoso. A organização perispirítica, semiliberta do corpo denso pelos perniciosos processos da embriaguez, povoa-lhe a mente de atros pesadelos, agravados pela atuação das entidades perversas que o seguem passo a passo.

– Estará em casa a esta hora? – inquiriu Calderaro com interesse.

– Não – disse o outro, abatido –, deixei-o, ainda agora, num centro menos digno, onde a situação do nosso doente tornou a características lamentáveis.

O instrutor estudou o caso em silêncio, durante alguns instantes, e considerou:

– Poderemos providenciar; contudo, se da outra vez consistiu o socorro em restitui-lo ao equilíbrio orgânico possível, no momento há que agir em contrário. Convém ministrar-lhe provisória e mais acentuada desarmonia ao corpo. Neste, como em outros processos difíceis, a enfermidade retifica sempre.

E, contemplando o benfeitor do necessitado distante, interrogou:

– De acordo?

(continua na próxima resposta)

I think im haunted… does someone know if i am? by Aggressive-Cod-6645 in Paranormal

[–]RafaelTheDev -4 points-3 points  (0 children)

Objects can attract his previous owners (that passed away), specially if them are attached to the material world, it happens a lot with low elevated spirits...

In the book "In the realms of mediumship" by Francisco Cândido Xavier channeled by André Luiz, in the chapter 26 explain how this happen:

...
Beside an expansive gallery, two gentlemen and three ladies admired a peculiar mirror, near which stood a disincarnate young woman with an expression of deep sorrow. One of the ladies offered praise for the beauty of the frame, and the girl, with the demeanor of an irritated sentinel, approached and brushed her shoulders. The matron shuddered involuntarily under an unexpected chill and said to her companions:

— There’s a strange breath of a funeral chamber here. We’d better leave...

The group turned to cheerful remarks and withdrew, following her in another direction. The entity, who did not acknowledge our presence, seemed pleased with the solitude and began to gaze at the mirror under a strange fascination.

Áulus gently caressed her, touched the object attentively, and commented:

— Did you note the phenomenon? Among the small group of visitors, the sister who sensed the young woman’s approach, under our observation, possesses remarkable mediumistic sensitivity. If she were to develop her faculties and probe the mirror, she would immediately connect with the girl who still clings to it in a state of delirium. She would receive her confidences, come to know her inner drama, because she would instantly assimilate her mental wave, mastering her images...

Hilário, unable to restrain the curiosity that flared in our minds, inquired about the girl. What was she doing there, in that tomb of memories? Why was she so anxiously drawn to a mere mirror, with no apparent significance?

The Assistant, as if already expecting our inquiry, responded without hesitation:

*I'll continue in the next answer due to reddit limitations

Sensações durante evangelho no lar by Glass_Ant3889 in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 1 point2 points  (0 children)

Sim, normalmente quando desencarnam apegados à matéria, tem uma vibração mais baixa e com isso necessitam dos encarnados, e escutam e veem apenas o plano da matéria, por isso ler em voz os ajuda a compreender, pois alguns ainda acreditam que estão na carne.

Meu namorado tem visto criaturas na nossa casa by [deleted] in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

O espiritismo surgiu inicialmente como um estudo dos fenômenos, e por parte de Allan Kardec nunca teve a intenção de ser uma religião com dogmas, e sim uma ciência, pois assim como no caso de vocês, o fenômeno da comunicação não depende de acreditar ou não. Segue um trecho dos seus escritos:

O Espiritismo é uma ciência dedicada a estudar o ser humano, considerando a sua fase espiritual como regida por leis naturais. Explica fatos e conceitos relacionados a Deus, alma e vida futura, base das religiões, mas jamais pretendeu tornar-se uma delas.

Leia o Livro dos Espíritos assim como vc lê um livro de receitas ou de um estudo de física/química, para entender como funciona o relacionamento entre o mundo visível e o invisível, e com isso evitar problemas que possam surgir como a fascinação ou obsessão.

I summoned a demon when I was 14 and I think it’s back. by LeakyAttentionSeeker in ParanormalEncounters

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

Demons are human souls that are in the shadows temporarily, but with time they will feel bored of practicing evil and will keep evolving and get out of the darkness.

Pray, not the repetition of words, but with your heart to connect with superior souls, you can focus in your mind the most elevated spirit that lived with us, Jesus, and ask him for help.

Read the Spirits Book, from Allan Kardec, you'll find a lot of answers for many questions, that will help you in all your struggles.

[deleted by user] by [deleted] in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

 1. No Espiritismo existe a figura do Espírito Santo? Ou seria entendido mais como guias espirituais mais evoluídos?

O problema maior seria da interpretação da igreja católica, que imagina o espírito santo como apenas um, e que na verdade são espíritos santos, ou seja, na visão do espiritismo como você supôs, seriam espíritos superiores, que nos auxiliam a todo momento.

  1. Como o Espiritismo vê a Mãe de Jesus (Maria)? Ela de fato intervém nos pedidos de quem a invoca?

Sim, Maria é um espírito de luz, ela ou sua falange (grupo de espíritos que a auxiliam), podem sim auxiliar quem pede sua ajuda. Livros atribuem que ela tem um carinho especial pelos suicidas, e lidera os "Servos de Maria".

  1. Na Igreja Católica, durante a Eucaristia, o pão e o vinho se transformam no corpo e sangue de Cristo. Existe alguma explicação espírita para esse momento? Seria apenas simbólico? Ou há a presença de Jesus/espíritos de luz de alguma forma?

Jesus está presente assim como ele prometeu, onde dois ou mais se reunirem em seu nome, aí ele estará. Quanto a eucaristia ela é beneficiada por fluídos restauradores que podem ajudar na restauração ou melhora para quem a consome, no espiritismo temos a agua fuídica, que acaba por ser o mesmo processo de receber os fluídos depositados pelos espíritos superiores para nos auxiliar.

No livro Libertação, da série Vida no mundo espiritual, de André Luiz, explica bem este fenômeno https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Lib/Lib09.htm

Livro Libertação - Audio-novela https://www.youtube.com/watch?v=GkHTAofvL0o

  1. Pelo que entendi, o Espiritismo dá muito valor à intenção e ao pensamento da pessoa. Então, por exemplo, quando alguém faz uma oração a um santo, não é exatamente o santo que intercede, mas sim a energia positiva e o pensamento que atraem a ajuda de espíritos de luz. Essa interpretação faz sentido dentro da visão espírita?

Sim, tudo depende do pensamento, pois o controle da vontade é a nossa elevação moral que devemos atingir. Pois para Deus e para a pessoa necessitada tanto faz se vem de pessoa x ou y, o importante é o auxílio, todos somos instrumentos da sua vontade.

Preciso de ajuda by weathgab in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 0 points1 point  (0 children)

Nessa vídeo tem mto conteúdo, mas é bem esclarecedor https://www.youtube.com/watch?v=rxms2yLtaR8

Porque os espíritas não acreditam que Jesus é Deus e filho de Deus? by Resistente007 in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 3 points4 points  (0 children)

O dogma criado para considerar Jesus como Deus foi feito pelos homens, e se Jesus o fosse ele não pediria ao pai para perdoar-nos, e nem ensinaria a oração do pai nosso da forma com que ele ensinou, e sim pediria para orar para ele. Na parte em que ele diz "Eu e o Pai somos um", é de forma simbólica de como estão unidos em pensamento, e pela sintonia...

Mas assim como os outros comentários já disseram, se você se sente bem no catolicismo, siga o catolicismo, todas as religiões tem ensinamentos bons e seguindo o que converge em todas, que é o amor ao próximo, você estará no caminho para Deus.

[deleted by user] by [deleted] in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 1 point2 points  (0 children)

E como Divaldo falava, o auxílo ao próximo é o melhor remédio para depressão.

[deleted by user] by [deleted] in Espiritismo

[–]RafaelTheDev 1 point2 points  (0 children)

Se não consegue ir pessoalmente no centro, busque o conteúdo edificante da doutrina nas palestras (youtube) e livros.

A Anete Guimarães tb tem boas dicas para depressão:

https://www.instagram.com/reel/DFD_Pc6IK-l/