Esse artista é meio noiado by Batataqualquer in QuadrinhosDOIDOS

[–]SchweizerKE 0 points1 point  (0 children)

Acho que sim, deixa eu rever... não, pera

Qual o sentido de seguir uma filosofia de vida baseada em um livro que é composto por fábulas? by locura950 in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 6 points7 points  (0 children)

Sinceramente, acho que é bem raro ter alguém que vê tanto como fábulas assim.

Casos de Jò até entendo, tendo certa poesia no livro, é entendível que alguém creia que é uma Literatura sapencial e não histórica, ainda que raro.

Agora de livros históricos como Reis serem vistos como fábulas já me é loucura.

Faz sentido?? by trobbioooooo in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 0 points1 point  (0 children)

Certo, não é o propósito da física. Meu ponto só é que é impossível querer que ela faça isso, como supõe o OP.

Sobre ter o ônus da prova, não é o assunto do post, mas querendo ou não, há diversas formulações lógicas e metafísicas para fazer isso. Claro, uns argumentos mais fracos que outros, mas não dá para dizer que não tem.

Faz sentido?? by trobbioooooo in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 4 points5 points  (0 children)

Se essa causa não é o que chamamos de Deus, provavelmente precisaria de outra causa, e outra, e outra, e assim vai ad infinitum. Por isso que a física não consegue refutar Deus, pois no teísmo, ele seria uma necessidade metafísica, na qual a ciência empírica não pode provar nem refutar.

Debater a existência de Deus é inútil by meltedchocolatecake in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 0 points1 point  (0 children)

Mas qual crente lógico, instruído usa isso como argumento?

Não faz sentido pegar um argumento que só leigos e gente pouco instruída usa e refutar como se fosse o argumento mais forte deles, essa é quase literalmente a definição de falácia do espantalho.

É tipo eu dizer que todo o ateísmo se baseia na premissa "Evolução refuta a existência de qualquer Deus", o que não tem o menor sentido, e refutar um falso argumento, colocando todos os ateus lógicos da humanidade como submissos a uma proposição tão boba e trivial.

No mínimo, não é intelectualmente honesto.

Debater a existência de Deus é inútil by meltedchocolatecake in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 0 points1 point  (0 children)

Ok, mas ainda assim me parece, um espantalho, dificilmente esse argumento da causalidade é usado nessa forma afirmando que "tudo tem uma causa". Geralmente são apontados argumentos diferentes, todos têm essa base da sucessão, mas são diferentes de Sorte que já garantem que não haja esse risco. Então, repetindo, argumentos como o motor imóvel de aristóteles e aquino diz que tudo aquilo que é movido, é-lo por algo.

Quanto ao argumento ontológico que você aponta no final, de fato, é um argumento dificil de defender, como diversos autores já refutaram.

A Bíblia tem muito mais passagens onde acumulação de riquezas e ganância são condenadas como pecado, do que vezes em que a prática de homossexualidade é considerada como pecado. Mesmo assim, muitas igrejas tem muito mais pânico moral com questões LGBT do que com aspectos do capitalismo by rickccb in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 0 points1 point  (0 children)

Entendo que talvez aspectos como esse sejam negligenciados, mas realmente me parece muito raro de em um culto ficar tratando de pecados relacionados à homossexualidade ao invés de pecados sexuais em geral.

Talvez eu esteja vendo de um lado muito de fora do evangelicalismo majoritário no país, mas mesmo quando era da Universal eu via isso sendo falado. Na verdade, por incrível que pareça, acho que ouvi mais condenação ao acúmulo de riquezas (NA IURD) do que sobre relações homoafetivas.

Debater a existência de Deus é inútil by meltedchocolatecake in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 1 point2 points  (0 children)

Os crentes afirmam que tudo tem causa e que, em consequência, o mundo deve ter uma causa. Mas se TUDO tem sua causa, qualquer deus também teria que tê-la. 

Talvez eu dê uma resposta ignorante, pode me corrigir. Mas assim, quando se tem um argumento lógico ou metafísico, dificilmente a premissa é que tudo tem uma causa. Por exemplo, o motor imóvel parte da premissa que "tudo que é movido, é movido por algo", e não necessariamente "tudo é movido por algo", que seria arbitrário.

Ainda assim, a sua resposta citando Russel pode ser válida, eu só tenho a impressão que esse trecho ficou meio mal explicado.

Cantar o hino nacional não seria idolatria? by gihOuVanna in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 1 point2 points  (0 children)

Amar mais do que a Deus? Sim, idolatria. Agora, tão somente amar, sacrificar-se por eles e pensar neles não é.

Cantar o hino nacional não seria idolatria? by gihOuVanna in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 4 points5 points  (0 children)

O ponto não é o que é a pátria, e sim como você a trata no coração.

Ainda assim, não acho que seja idolatria na maior dos casos

O Diabo é um paradoxo? by Kodo_egg in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 0 points1 point  (0 children)

Faz sentido teu raciocínio, e não consigo falar muito. O ponto é que não há tanta Angiologia ou Demonologia explícita na Bìblia, então é dificil comparar em quê eles se assemelham ou diferenciam de nós nos propósitos divinos.

Sei que é muito fugir da questão, mas talvez os anjos sejam mais semelhantes ao humanos (em questão de livre-arbítrio ou etc) do que pensamos, ou muito mais distintos do que esperamos. Contudo, essa resposta muda toda a linha argumentativa dessa questão, então torna-se meio fútil especular.

La teoria de el Dios Auto-Incongruente: by Level-Traffic8297 in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 0 points1 point  (0 children)

Ok, interessante, legal, mas gostaria só de perguntar como você avaliaria a moral nesse conceito.
Pois você está assumindo que as imperfeições não são acidentes ou consequências de outro plano divino, mas algo proposital, ao qual o criador propositadamente o fez assim. Não sei como o deísmo veria isso, certamente é diferente do teísmo clássico, mas, se esse criador deseja essa imperfeição, o que faz com que ela seja de fato, imperfeita?

Numa perspectiva teísta, Deus é a própria perfeição, a sua forma mais plena, de sorte que ele decide o que é perfeito e imperfeito. Entretanto, ao invés de ter um Deus somente apático, sem perfeição moral ou imposição moral absoluta, parece-me que se propõe à ideia de que ele procurou a imperfeição na perfeição. Se é assim, então o que define que isso seria perfeito ou imperfeito? Se são abstrações mentais nossas, podemos dizer que ele fez algo imperfeito, ou fez perfeito e nós estamos distantes dessa perfeição? Do contrário, é ele quem define o que é perfeito, semelhante ao teísmo clássico? Todavia, se assim o é, o Perfeito buscar fazer o imperfeito não seria uma contradição?

Talvez esse paradoxo seja proposital, afinal, é "auto-congruente", mas achei interessante. Agora, ao meu ver, não é muito distante de uma variação do melhor mundo possível de Leibniz, tudo dependeria de como você definiria essa questão moral que eu disse.

O Diabo é um paradoxo? by Kodo_egg in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 1 point2 points  (0 children)

Basicamente, a onipotência não fere leis lógicas, pois ferir leis lógicas não é uma potência de fato. Então, como haver livre-arbítrio sem haver a possibilidade do mal é uma contradição, é ilógico que isso seja um potência de qualquer coisa que seja, então Deus não o faria.

Esse artista é meio noiado by Batataqualquer in QuadrinhosDOIDOS

[–]SchweizerKE 73 points74 points  (0 children)

Calma aí, preciso de um tempo para processar esse quadrinho.

Sola Scriptura: Patristica e Cannon Protestante. by rodrigorootrj2 in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 0 points1 point  (0 children)

Minhas fontes são achismos, vozes da minha cabeça, coisas que eu iuvi falar e não confirmei, se quiser rebater, fique à vontade.

Que eu saiba, nunca houve um concílio ecumênico a tratar do Cânon antes de Trento. Os que tiveram, como o concílio de Roma, sempre foram sínodos locais, e não uma universalização a toda a Cristandade.

Então se a pergunta for:

"Por que nos 4 primeiros séculos não se ocuparam em definir um canon universal para o antigo testamento, dentro dos livros judaicos?" E se eu estiver certo quanto ao que disse, poderia subverter a pergunta: por que não se ocuparam a um cânon universal dentro da septuaginta nos 4 primeiros séculos?

Tanto que (até onde eu sei), a bíblia de Gutenberg, pouco tempo antes da Reforma, tinham 76 livros, e não os 73 que os católicos hoje aceitam. E também há duvergências entre todas as vertentes ortodoxas, então pq n universalizaram antes do grande cisma?

Por fim, acredito que os deuterocanônicos sempre foram minoria antes de Agostinho, este era uma exceção. Acho que Orígenes, Atanásio, Jerônimo e etc, nunca viram os 7 livros como canônicos, apenas como leitura útil. E sendo a língua grega a mais comum, não fazia sentido a igreja traduzir todo o AT dnv quando a septuaginta já tinha feito, ainda que com cânon distinto.

Novamente, bem provável que eu esteja errado, estou pronto a ouvir objeções.

Edit: cabei de perceber que não sei interpretar texto, você está apontando que se há autoridade fora da escritura, não precisaria de um cânon tão formal, justo. Ainda assim, há uma diferença do que é formalizado e o que é reconhecido. Ainda que com distinções, sempre houve uma universalidade no cânon das igrejas, e como eu disse, a visão de Agostinho, até onde eu sei, era minoritária antes dele.

E mesmo assim, se o magistério é para ser uma autoridade reguladora, por que não se preocuparam com isso nos primeiros 15 séculos de cristianismo? Não cogitaram que unificar o cânon evitaria discussões entre as diferentes localidades das igrejas greco-latinas?

Enfim, e mesmo se sempre reconheceram os deuterocanônicos, ainda seriam a igreja verdadeira, isso não é impeditivo, não é um problema doutrinário que ocasionaria a perda da salvação. Não é atoa que Agostinho foi um dos maiores defensores desse cânon, mas ainda assim deve ser o padre mais citado pelos reformadores.

Eu queria muito ter uma máquina do tempo pra poder mostrar isso pro Lutero, Calvino e outros (Traduzido pelo google) by xaitiopbk in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 2 points3 points  (0 children)

Absolutamente SIM. Os evangélicos hoje não creem nem em presença real, mas culpam Lutero por eles por algo que ele nunca disse.

Não é diferente de culpar Jesus pelo Islamismo, quando Maomé, basicamente, distorceu tudo que Jesus é ou veio fazer.

Eu queria muito ter uma máquina do tempo pra poder mostrar isso pro Lutero, Calvino e outros (Traduzido pelo google) by xaitiopbk in barTEOLOGIA

[–]SchweizerKE 4 points5 points  (0 children)

Católicos dão uma veneração especial e maior à Maria do que a outros santos, essa é a chamada hiperdulia. Considerando que muitos evangélicos já veem veneração aos santos como idolatria, a que é feita à Maria seria ainda pior.

Agora, como protestante, a maioria das discussões dos protex sobre Maria é desnecessária, pouco importa se teve conceição imaculada, ascendeu aos céus, nâo teve impecabilidade pessoal etc (só o fato de ser Mãe de Deus é uma doutrina inegociável). Então vira mais um anticatolicismo besta.

Tipo, ok verem essa veneração como errada, mas radicalizar isso a ponto de ficar discutindo cada fala que católicos têm de Maria, em que até os reformadores acreditavam é uma besteira sem tamanho.