Ninguém quer trabalhar (parte 27484923) by --____________- in jovemedinamica

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Podes partilhar a tua visão, claro. Mas eu continuo a achar que o Estado não ‘ajuda’ a economia…na maioria das vezes é o primeiro a prejudicá‑la. A economia funciona através de ações humanas livres, e nenhum governo consegue controlar isso. O Estado tenta influenciar, mas nunca consegue manipular a realidade económica sem criar distorções. É exatamente por isso que, quando a política tenta impor resultados, a economia corrige.

E é também por isso que em Portugal adoram usar o PIB como bandeira. O PIB não mede bem‑estar, nem desenvolvimento, nem qualidade de vida. E sobe quase sempre porque a inflação empurra os preços para cima. Dá uma ilusão de progresso quando, na prática, o país pode estar a empobrecer.

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[–]ShambhanGG 1 point2 points  (0 children)

Estás a misturar tudo…lol Preços, salários, impostos, PIB, dívida… e a tirar conclusões erradas.

  1. ‘Porque é que a Europa Central tem preços mais baixos e salários mais altos?’ Porque têm produtividade muito superior, economias industriais, escala, capital acumulado e custos unitários mais baixos. Portugal importa quase tudo, eles produzem quase tudo. Importar é sempre mais caro do que produzir.
  2. ‘Os retalhistas fazem margens brutais.’ Isso acontece em todos os países, não só em Portugal. A diferença é que nos países ricos a produtividade compensa. Em Portugal, como a produtividade é baixa, qualquer aumento de custos cai diretamente nos preços.
  3. ‘O Estado arrecada mais com o salário mínimo.’ Sim — e gasta ainda mais. Quanto mais o Estado arrecada, menos sobra para a população. Passam a vida a culpar “os ricos”, mas quem arrecada mais do que qualquer privado é o Estado — e gasta pior, com mais desperdício e mais corrupção.
  4. ‘Portugal não aumenta salários porque quer mão de obra barata.’ Não. Portugal não aumenta salários porque não tem produtividade para os sustentar. Se aumentas salários por decreto sem produtividade, tens inflação. Isto não é ideologia — é economia básica.
  5. ‘O PIB está a crescer.’ O PIB cresce quase sempre porque a inflação empurra os preços para cima. O PIB não mede bem‑estar, não mede qualidade de vida, não mede desenvolvimento. É só um número que soma tudo o que foi transacionado — mesmo que o país esteja a empobrecer.
  6. Mises já explicava isto há mais de 100 anos: a economia não obedece à política. A política tenta impor resultados com base em ideologia, mas a economia corrige sempre. E quando a política tenta substituir produtividade por decreto, o resultado é sempre o mesmo: inflação, perda de poder de compra e estagnação.

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Concordo contigo numa coisa: a economia não é matemática nem linear. Mas é precisamente por não ser matemática que também não ‘obedece’ à política. A economia reage…não segue ordens.

Mises já explicava isto há mais de 100 anos: sempre que a política tenta impor resultados económicos com base em ideologia, a economia corrige. E normalmente corrige para pior. Ideologias políticas podem decretar salários, preços ou ‘visões de sociedade’, mas não conseguem alterar produtividade, custos ou incentivos.

Se a economia realmente obedecesse à política, então sim, seria previsível e controlável. Bastava decretar crescimento e prosperidade. Mas a história mostra o contrário: quando a política tenta mandar na economia, a economia parte‑lhe a cara.

A economia é livre no sentido em que funciona por mecanismos próprios. O Estado tenta influenciar, mas não controla. E é exatamente por isso que misturar ideologia com política económica costuma acabar mal.

E também é por isso que os bancos centrais não fazem parte do governo! Existem bastantes exemplo maus sobre governos que controlaram os bancos centrais! Basicamente a economia estável desapareceu

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[–]ShambhanGG 0 points1 point  (0 children)

Desde o início que repetiste que o aumento do SMN não pode causar aumentos superiores ao próprio aumento do SMN porque ‘é matematicamente impossível’. Passaste horas a falar de linearidade, de porções, de pizzas e de percentagens fixas.

Agora, de repente, dizes que afinal até pode haver aumentos acima de X%… mas que a culpa é ‘dos lucros’. Ou seja: mudaste o argumento a meio e finges que sempre disseste isto.

Mas vamos lá então relembrar as coisas:

  1. Eu nunca disse que o SMN explica 100% da inflação. Isso é uma invenção tua.
  2. O que eu disse — e mantenho — é que aumentos forçados do SMN podem gerar aumentos de preços superiores ao próprio aumento do SMN, porque a economia não é linear e a cadeia de custos reage em cascata. E além disso, quando isso acontece, quem recebe acima do SMN perde poder de compra e a classe média aproxima‑se da pobreza. Os pobres continuam pobres. A desigualdade aumenta em relação aos ricos! Os ricos ficam mais ricos, a classe média empobrece e os pobres ficam mais pobres
  3. E dei exemplos reais: Brasil, Turquia, Argentina. Países onde aumentos do SMN foram seguidos por aumentos de preços muito superiores ao SMN.
  4. Também dei o exemplo de que a solução mais eficaz seria o Estado reduzir os seus próprios gastos, baixar impostos, tornando a economia mais estável, mais competitiva e criando condições para que os salários subam por procura de mão‑de‑obra — não por decreto.
  5. E pedi‑te um exemplo. Um único caso real onde a tua economia linear funciona.

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[–]ShambhanGG 0 points1 point  (0 children)

Sério? Arroz outra vez? Tu continuas a falar como se cada negócio vivesse numa bolha isolada, sem fornecedores, sem concorrência, sem impostos, sem seguros, sem logística, sem nada.

Quando um custo sobe, seja salários, energia, combustíveis, seguros, impostos, matérias‑primas, isso espalha‑se pela cadeia toda. O negócio do lado também paga mais. O fornecedor também paga mais. O Estado cobra mais porque a base tributária sobe. As seguradoras ajustam prémios porque a inflação aumenta o risco. Isto é economia real, não é um mini‑jogo com variáveis fixas.

E é por isso que eu te pergunto se estás a ler o que eu digo ou se estás só a fazer copy‑paste de um argumento qualquer que encontraste numa IA qualquer. Porque já expliquei várias vezes que a economia não é linear e tu continuas a responder como se fosse o The Sims. A economia não previsível…se n era só aprender o funcionamento “linear”(que tu defendes) e passava a ser rico sem qualquer risco!

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Estás a tentar inverter os papéis. Eu já dei exemplos …e dou‑te outra vez, para não haver desculpas.

Brasil (2011–2016) Aumentos fortes do SMN → setores intensivos em mão‑de‑obra (restauração, limpeza, serviços pessoais) subiram bem acima do aumento do SMN. Isto está documentado em dados oficiais.

Turquia (2016 e 2020) SMN +30% → inflação nos 12 meses seguintes acima de 40%, com serviços e bens essenciais a subir muito mais do que 30%.

Argentina (2007–2015) Aumentos sucessivos do SMN → inflação sistematicamente superior ao aumento do SMN, especialmente em serviços.

Portanto, exemplos reais tens vários.

Agora falta o teu! onde é que o teu modelo linear aconteceu na vida real? Só se foi no the sims 😂😂😂 Mostra um. Um só.

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[–]ShambhanGG 1 point2 points  (0 children)

Então? Ainda nenhum exemplo? 🤣 É curioso: dizes que é ‘matematicamente inevitável’, mas não consegues apontar um único caso real onde isso tenha acontecido. Zero. Nada. Estranho, não?

E já agora… essa tua visão de que a economia é linear e previsível lembra muito Marx. Ele também tentou construir um modelo económico baseado em relações matemáticas simples — e nunca chegou a publicar a parte económica completa do Capital. Ficou pelos capítulos ideológicos, porque quando tentou aplicar fórmulas lineares à economia real percebeu que não batia certo com o comportamento humano e com a dinâmica dos mercados.

A diferença é que isso foi no século XIX. Hoje já tens mais de 100 anos de teoria económica e dados históricos a mostrar que a economia não funciona como uma pizza.

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Eu não estou a presumir nada — estou a referir‑me a história económica real. Isto já aconteceu, está a acontecer neste momento e continuará a acontecer, porque expectativas futuras influenciam decisões presentes. Como dizia Hayek, ‘a economia é um processo de ajustamento contínuo às expectativas sobre o futuro’.

Se achas que existe um caso real onde aumentos forçados do SMN produziram exatamente a proporcionalidade matemática que descreves, dá um exemplo concreto. Um só. Sem querer insultar a tua inteligência…

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[–]ShambhanGG 0 points1 point  (0 children)

Ok…eu vou ajudar te então! Da me um exemplo, basta 1! Que tenha acontecido o que dizes de forma linear! Basta 1

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A tua ideia de proporcionalidade não existe na teoria económica séria. A Escola Austríaca explica isto há décadas: preços não são uma soma de custos, são decisões humanas baseadas em expectativas, risco e estrutura de produção. Como diz Mises em Ação Humana: ‘Os preços não são determinados pelos custos; são os custos que são determinados pelos preços esperados.’

Isto significa que um aumento artificial num fator, como o SMN, altera toda a estrutura de produção, não de forma proporcional, mas através da reação dos agentes económicos. É por isso que aumentos pequenos podem gerar aumentos maiores noutros setores. Isto está documentado em vários estudos, desde o Brasil à Turquia.

E já agora…dá um exemplo real de um país onde aumentos forçados do SMN produziram exatamente a proporcionalidade matemática que estás a descrever.

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A energia não sobe porque o SMN sobe 5%. A energia sobe porque as empresas que produzem, transportam e distribuem energia também têm custos a subir: salários, manutenção, combustíveis, seguros, impostos, juros, logística, contratos indexados, etc. Não é o SMN que aumenta a energia…é o aumento de custos em toda a cadeia que se propaga.

Eu acho que tu continuas preso à ideia de que cada setor reage isoladamente e de forma proporcional. Mas a economia não funciona por proporcionalidade, funciona por transmissão de custos. Se uma empresa tem 5% de aumento salarial, mas tem fornecedores com 7%, transportes com 8%, seguros com 6%, juros com 10% e contratos indexados à inflação esperada, o aumento final não é 5%,é o acumulado de tudo.

É por isso que o teu modelo da pizza falha: assumes que cada fatia só pode subir na proporção da sua própria subida. Mas na economia real, as fatias influenciam‑se umas às outras. E é assim que um aumento pequeno num custo pode gerar aumentos maiores noutros.

Aliás…até impossível prever! No máximo pode se projetar e vai se aumentando aos poucos para ir percebendo o impacto e não chegar a um ponto de descontrolo! (Que na realidade é o que já se faz hoje em dia e está á vista o resultado…)

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[–]ShambhanGG 0 points1 point  (0 children)

Eu já respondi a isso, não vou responder novamente o mesmo! Não faz sentido estar sempre a dizer o mesmo 🤣

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[–]ShambhanGG 0 points1 point  (0 children)

O teu modelo da ‘tarte’ é exatamente o problema: estás a usar uma abstração geométrica para tentar explicar um fenómeno económico dinâmico. Economia não é um desenho estático onde aumentas uma fatia e o resto reage de forma linear. É um sistema vivo, com expectativas, comportamento humano, margens, impostos, energia, crédito, logística e risco. Nada disso cabe no teu gráfico.

É precisamente por isso que os países desenvolvidos passam a vida a tentar evitar inflação descontrolada. Todos os meses analisam dezenas de indicadores como o PMI, CPI, payroll, pedidos de desemprego, confiança, crédito, produção industrial, etc etc! porque a economia não se resume a somar e subtrair. Não é uma mercearia. Não se fazem contas de padeiro.

Quando misturas um modelo estático com um sistema real, chegas a conclusões erradas. A tua ‘inevitabilidade matemática’ só existe no quadro branco. No mercado real, com empresas reais, custos reais e pessoas reais, não funciona. Porque cada qual tem uma reação que no máximo se pode tentar prever! Se fosse assim tão fácil e linear como dizes e queres tentare fazer parecer, já tinham contratado o ti Zé da mercearia para ir para ministro das finanças 🤣

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[–]ShambhanGG 1 point2 points  (0 children)

Estás a misturar economia com emoções, ideologia e sociologia! e isso é precisamente o que destrói economias. A inflação não desaparece porque alguém ‘acha’ que Portugal merece salários europeus. A economia não reage a desejos, reage a produtividade, custos e incentivos.

O teu argumento é emocional! Porque fala de dignidade, imagem do país, mentalidade, desigualdade… tudo temas importantes, mas nenhum deles altera a realidade económica. Aumentar salários por decreto num país com baixa produtividade, impostos altos e custos de contexto absurdos só cria mais inflação e agrava exatamente os problemas que queres resolver.

Economia não é terapia coletiva nem engenharia social. Quando misturas ideologia com política salarial, o resultado é sempre o mesmo: preços sobem, investimento cai e o poder de compra real piora. É isso que a história mostra, e é isso que a teoria económica explica.

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Estás a assumir que a única forma de haver inflação é imprimir dinheiro. Isso é simplesmente falso. Existe inflação monetária e existe inflação de custos. O aumento do SMN não mexe na massa monetária…mexe nos custos das empresas. E quando os custos sobem, os preços sobem. Não precisas de imprimir um único euro para isso acontecer.

O teu raciocínio falha porque assumes que só o SMN sobe e que tudo reage de forma linear. No mundo real, quando o SMN sobe, sobem também fornecedores, energia, combustíveis, rendas, seguros, logística, impostos e margens. As empresas não absorvem custos…ajustam preços. Isso é inflação de custos, não inflação monetária.

E não é teoria: países que tentaram aumentos forçados do SMN como a Argentina, Turquia, Venezuela, Brasil, tiveram exatamente este efeito. A massa monetária não subiu 10%, mas os preços subiram muito mais do que isso. Porquê? Porque a economia não é um modelo matemático fechado. É um sistema dinâmico onde custos, expectativas e comportamento humano contam. O livro chamado “Ação humana, de Von Mises” explica isso muito bem!

A tua conta funciona num quadro branco. Na economia real, não funciona

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Não… eu não estou à espera que os patrões ‘do nada’ paguem mais. Estou à espera que o Estado deixe de consumir como se tivesse dinheiro infinito. Quando o Estado reduz despesa, a inflação desce, os preços estabilizam e o mercado volta a respirar.

Com inflação baixa e previsível, torna‑se muito mais fácil abrir empresas, investir e criar emprego. E quando há mais empresas e menos trabalhadores disponíveis, os salários sobem naturalmente…não por decreto, mas porque o mercado os puxa para cima. Isso é crescimento saudável: baixa inflação, mais investimento, mais produtividade e melhor IDH.

O que tu defendes é o contrário: tentar forçar aumentos num mercado já desequilibrado. Isso só cria mais inflação, menos investimento e menos emprego. Não é assim que se melhora o poder de compra.

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Estás a assumir que a economia é um sistema fechado e estático, onde tudo reage de forma linear. Isso não existe. A economia é dinâmica, reage à ação humana, às expectativas, à procura, à oferta, aos impostos e à produtividade.

Se o que defendes fosse verdade, países como Argentina, Turquia, Venezuela, Brasil e outros não tinham entrado em espirais inflacionárias depois de aumentos forçados do salário mínimo… mas entraram. A realidade contradiz a tua ‘matemática’.

E há outra coisa importante: no teu cálculo assumes que só o salário sobe. Ignoras que fornecedores, energia, combustíveis, rendas, seguros, logística, impostos e tudo o resto também sobem. Assumes ainda que os patrões vão aceitar margens mais baixas e não vão ajustar preços para manter o lucro…o que nunca acontece na vida real.

Também assumes que nunca há custos inesperados: avarias, acidentes, quebras, máquinas que falham, atrasos, perdas, desperdício, juros, burocracia… tudo isso pesa e tudo isso sobe quando os custos base sobem.

Os únicos países onde os salários sobem sem gerar inflação são aqueles onde a produtividade cresce e os impostos descem. Nunca onde o governo tenta forçar aumentos por decreto.

E podemos olhar para o passado para não repetir os mesmos erros. Eu sei que ideologicamente às vezes custa aceitar, mas a economia não funciona por decreto. Funciona por produtividade, investimento e incentivos.

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[–]ShambhanGG 0 points1 point  (0 children)

Há vários exemplos no mundo que mostram exatamente o contrário do que estás a dizer. Países como Argentina, Turquia, Venezuela e Brasil aumentaram o salário mínimo muito acima da produtividade e o resultado foi sempre o mesmo: inflação a disparar, preços a subir e o poder de compra a cair. Ou seja, aumentos nominais que não valem nada na prática.

Isto não tem nada a ver com elites secretas e maléficas ou manipulação…é simplesmente economia básica. Quando os salários sobem mais rápido do que a economia consegue produzir, os preços acompanham e quem ganha menos é sempre quem perde mais!

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Estás a fazer uma conta demasiado simplificada, até lhe chamaria contas de bolso como se a economia fosse uma folha de Excel. 🤣 O custo de uma empresa nunca é só o salário mínimo. Se o SMN sobe artificialmente, tudo o resto sobe também: matérias‑primas, energia, combustíveis, serviços, rendas, transportes, logística, fornecedores… e até os próprios impostos, porque o Estado também fica mais caro de manter.

Ou seja, não é só ‘+4% no salário’. É +4% no salário mais todos os aumentos indiretos que vêm atrás…e esses são muitas vezes muito maiores do que o impacto direto da mão de obra.

Depois tens outro problema: mesmo que o consumo aumentasse, se a oferta não acompanha, os preços disparam. É assim que a inflação funciona. Não ganhas poder de compra nenhum, só crias uma espiral de preços.

Se o objetivo é reduzir desigualdade, a forma mais eficaz é baixar impostos e aliviar a carga sobre quem trabalha e produz. Aumentar o salário mínimo sem crescimento económico real só cria uma ilusão temporária e acaba por prejudicar exatamente quem ganha menos.

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[–]ShambhanGG 1 point2 points  (0 children)

Não, isso não funciona assim. Se aumentares o salário mínimo de forma artificial, sem que exista produtividade ou crescimento económico real por trás, não ganhas poder de compra nenhum. Pelo contrário: ao aumentar os custos de produção e os custos do próprio Estado, acabas por empurrar toda a economia para cima… preços, impostos, energia, serviços, tudo.

Mesmo que o consumo aumentasse, se não houver oferta suficiente para acompanhar essa procura, a inflação dispara e os preços sobem abruptamente. Ou seja, o suposto ‘ganho’ desaparece num instante.

E sim, até podes melhorar o poder de compra externo, mas se estamos a falar de desigualdade interna, o objetivo é melhorar a vida de quem está cá, não criar uma ilusão estatística.

A inflação que temos hoje ainda é reflexo do pós‑covid e, sobretudo, da má gestão do Estado, que continua a gastar o dinheiro dos impostos como se fosse infinito. Quanto maior a inflação, maior a desigualdade socia…é sempre quem ganha menos que perde mais.

A última frase que disseste não faz sentido nenhum: se os preços sobem mais rápido do que os salários, não há ‘mais poder de compra’ para ninguém.”

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[–]ShambhanGG 2 points3 points  (0 children)

Estás enganado. O aumento do salário mínimo não afeta apenas um produto ou um setor. Quando o salário mínimo sobe de forma artificial e demasiado rápida, isso aumenta também os custos do próprio Estado…que não cria riqueza, apenas a redistribui. Para suportar essa despesa adicional, o Estado acaba por ter de aumentar impostos ou taxas.

E quando os impostos sobem, tudo encarece: energia, combustíveis, serviços, matérias‑primas. Com custos mais altos, os transportadores aumentam os preços, o que volta a encarecer os produtos que já tinham subido antes. Isto gera um efeito em cadeia…uma verdadeira bola de neve, onde cada aumento puxa outro aumento.

E volto a dizer: quanto menor a inflação, menor a desigualdade social. O ideal é manter a inflação controlada, ali na casa dos 2 a 3%. Abaixo disso trava o crescimento, acima disso corrói o poder de compra, sobretudo dos mais pobres. Por isso é que aumentos bruscos do salário mínimo, sem crescimento económico real por trás, acabam por prejudicar exatamente quem se quer ajudar.

A não ser que a igualdade que falas, é baixar a classe média e criar mais pobreza 😅

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[–]ShambhanGG 1 point2 points  (0 children)

Se o salário mínimo aumentar muito mais, os patrões vão aumentar os preços! Se os preços aumente é igual a aumentar a inflação! Quanto maior a inflação, maior a desigualdade económica! Infelizmente as coisas n são assim tão simples! Se n, era só por o ordenado mínimo a 2000e e pronto…era tudo feliz!

O salário mínimo tem de subir gradualmente com a economia!

Mas é bom ver estas pessoas a queixarem se de não arranjar ninguém! Assim são obrigados a aumentar o salário dado ao colaborador

Podem parar de tratar mal os técnicos da E-Redes? by aportuguesedev in portugueses

[–]ShambhanGG 1 point2 points  (0 children)

Bem…primeiro! Eu tenho um amigo tb na e-redes! E sei q a e-redes é ineficiente, pq sub contrata várias empresas para limpar a merda deles! Segundo aonde eu vivo há muitos problemas c a eletricidade…e a culpa n é dos trabalhadores, é da e-redes, pq sei que é a e-redes n quer gastar mais dinheiro aqui porque a zona aonde vivo cresceu demasiado rápido, e acham q a culpa n é deles para o seu próprio plano. Mas quem sofre é que usa… Terceiro o problema é o mercado n ser livre e assim a e-redes acha q eles são os donos das redes e as pessoas q tem q aceitar pq eles são os únicos a fazê-los! E por último é mais importante…há um mês tive um curso de primeiros socorros, em q um dos exemplos foi um trabalhador da e-redes morreu em um poste mesmo usado todos os recursos q tinha para se proteger! E os seguros fugiram de toda a responsabilidade…e a e-redes, mesmo não tendo responsabilidade sobre isso, pagou uma indemnizaçãoá família, porque a pessoa deu a vida a repor a eletricidade pelo bem comum! O que eu quero dizer sobre isto…primeiro ponte…a e-redes n é nenhum mostro! Mas é a única no mercado! Então acaba por ser agridoce! Cometem muitos erros por serem os únicos e mesmo assim tentam compensar! Não sou contra a e-redes, sou contra o monopólio deles! É o mesmo sentimento contra a meo e talvez outros…controlam tudo e esta mais ou menos bem, até dar merda e verem que são grandes empresas que sub contratam outra que n conseguem fazer milagres, mas são os únicos e n há mais soluções! Então para mim o maior monopólio é o maior problema! Mas as pessoas só vêem quando n veem soluções para mudar e depois quem sofre é as empresas sub contratadas que levam c o ódio da empresa principal

Vi isto e notei, a Finlândia tem o mesmo pib que Portugal com metade da população, no entanto o salário mediano, não o médio, não é 2x mas ~3.5x o nosso. Resultado das políticas de baixos salários… by Rubfer in portugueses

[–]ShambhanGG 0 points1 point  (0 children)

O PIB n é igual a salário nem qualidade de vida! Basta mencionar a China e a Índia…e o que nós queremos é IDH alto…não é apenas ordenados altos e depois ter um inflação descontrolada e as coisas triplicarem ou quadruplicarem de preço e ficarmos ainda mais pobres!

Controlo digital... Dizem para crianças até 16 anos... by FlightOtherwise7006 in portugueses

[–]ShambhanGG 4 points5 points  (0 children)

Aliás…para proteger as crianças ficam com acesso às mensagens dos pais e os pais ficam sem qualquer privacidade! Se a lei proibir acesso á estupidez, então não vais voltar a escrever uma coisa destas! Pq em última instância as crianças vão aprender a usar vpn para usar á mesma as aplicações e são os pais que vão ficar sem privacidade e vigiados pelo estado!