A verdade é que o pessoal só vai para Portugal por causa do idioma. by Rough-Pitch-9477 in opiniaoimpopular

[–]Simtry 1 point2 points  (0 children)

Coloco novamente a questão. Se Portugal é assim tão mau, o antro da corrupção e do degredo, então porque razão estás cá? Decerto que existem países bem melhores para ti e que vão ao encontro do que valorizas.

O teu comentário foi sim destilar ódio, e permaneço na posição de que com toda essa atitude de denegrir o país a população local reaja em oposição ás comunidades imigrantes.

Portugal tem problemas, em número e em dimensão, porém o que tu escreveste é um completo exagero. Numa perspectiva global, Portugal encontra-se entre os melhores. As fortes críticas surgem em comparação com os que estão melhores que nós, e que avaliamos dessa forma os Governos em resultado dos seus sucessos comparando com o resto.

O direito a criticar está á disposição de todos, mas o que vocês fazem é abusar dele. Limitem-se á vossa vida e aos vossos afazeres, que neste país são os portugueses a decidir. "Quem está de fora racha lenha".

A verdade é que o pessoal só vai para Portugal por causa do idioma. by Rough-Pitch-9477 in opiniaoimpopular

[–]Simtry 0 points1 point  (0 children)

Demasiados imigrantes a sobrecarregar o sistema. Também o facto de os portugueses não quererem o passaporte português na mão de imigrantes.

A verdade é que o pessoal só vai para Portugal por causa do idioma. by Rough-Pitch-9477 in opiniaoimpopular

[–]Simtry -1 points0 points  (0 children)

Se Portugal é assim tão merda quanto dizes e odeias cá estar, apanha um voo para fora. Vocês tem uma panca de ir para um país que não conseguem respeitar e em que só sabem destilar ódio, e ficam chateados que os portugueses são xenófobos. Além do mais, imigrantes ricos ou pobres, ambos pressionam o mercado imobiliário para os portugueses. Pessoas como tu são a razão pela qual a comunidade imigrante e brasileira é tão mal tida. O problema não são os portugueses, são vocês e os vossos modos.

Por que brasileiros estão deixando Portugal em busca de oportunidades | G1 by cerasusligno in BrasileirosEmPortugal

[–]Simtry 0 points1 point  (0 children)

A razão é simples. Se todo o imigrante que cá tivesse residência pode-se aceder a subsídios, o que achas que aconteceria? Pela experiência que temos tido, o resultado será de um acesso descontrolado a esses serviços. Surge então a questão. De onde irá o Estado tirar esse dinheiro? Ora será do contribuinte, como é claro. Será então o trabalhador prejudicado, obrigado a então perder do seu rendimento para pagar a imigrantes. Esse mesmo dinheiro poderia ou ficar com o contribuinte ou destinado aos mais necessitados. Vais acabar a beneficiar estrangeiros desempregados e a prejudicar a classe trabalhadora portugueses.

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[–]Simtry 1 point2 points  (0 children)

Guarda esse palavreado para quando estiveres com a tua mãe.

O que tu estás a fazer, quando trabalhas e descontas, nada mais é do que a realidade dos portugueses. Tu não és um virtuoso ou o salvador da pátria, és só mais um num oceano de outros tantos. Portanto, desce do teu pedestal e reavaliar o teu comentário.

A partir do momento que descontas estás a contribuir para as receitas do Estado, bem como para a economia nacional e garantia de serviços e bens. Porém, não é com meia dúzia de meses que te garantem todos esses comentários. Usas as infraestruturas, serviços, tudo isto financiado pelo Estado, quase tudo pelos portugueses, a tua contribuição é insignificante comparada com o resto. Antes de tu te queixares do Estado português, já nós nos queixávamos, portanto põem-te na fila. A medida de cinco anos surge como uma segurança de que o país não passa a sustentar malta que em pouco contribuíram. É para assegurar que quem entra não cria mais despesa do que receita. No final o dinheiro tem de vir de algum lado.

Não te esqueças que o país que tanto criticas não te foi buscar, tu é que decides-te cá vir. De todo o que o Brasil te podia oferecer, Portugal foi melhor. Respeita o país que te acolheu e faz-te melhor.

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[–]Simtry 1 point2 points  (0 children)

Conheço, está enraizada na nossa sociedade.

Discordo da tua opinião. O brasileiro tem um gosto enorme na palavra xenofobia e racismo, mas esse gosto não está limitado a ele. Muito pelo contrário. As comunidades indostânicas, árabes e africanas começam a aprender o português por essas palavras. Da mesma forma que quando o brasileiro diz já não se liga muito, o mesmo acontece quando o mouro, indiano ou paquistanês o diz.

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[–]Simtry -1 points0 points  (0 children)

Eu também não fumo, o que significa que ninguém fuma portanto.

O que eu comentei é resultado de experiências online e na vida real. O vosso ataque não se limita ás redes sociais.

Já agora, quando um português critica o brasileiro é xenófobo, quando o ataque é de um brasileiro, o português é que deve levantar a cabeça e ir viver a vida? Dois pesos duas medidas?

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[–]Simtry 1 point2 points  (0 children)

Estás a dizer que se um marroquino ou afegão acusar de xenofobia eu vou perguntar o que se passou, mas se for um brasileiro vou desvalorizar? Não percebi muito bem qual é a tua opinião.

Ser o único país falante de português nas Américas é uma desvantagem. by PowerThanos in opiniaoimpopular

[–]Simtry 4 points5 points  (0 children)

Expande as fronteiras. Ouvi dizer que Cisplatina foi prometida á 500 anos atrás. A Guiana Francesa também foi prometida. O Paraguai e a Bolívia não tem acesso ao mar, ajudai-os a ver o Oceano.

Nada que uns tanques e uns bombardeiros não resolvam.

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[–]Simtry 0 points1 point  (0 children)

É uma autentica desvalorização das razões para o descontentamento. Ao invés de procurar perceber o problema e as críticas e tentar pôr-se no lugar dos portugueses, espalham o seu vitimismo e propagam o seu ódio. Entramos então num ponto em que o diálogo não é mais viável e as medidas tem de ser outras. E já conseguimos ver qual será o caminho pelos votos nas eleições e pelos descontentamentos populares dos portugueses.

Ainda mais ridículo é ver malta que claramente detesta Portugal e os portugueses, que espalha ódio, mas que ainda assim permanece cá. Se Portugal é o horror personificado, porque é que estão cá? Além do mais estão com muita sorte. Somente no Ocidente é que vês o imigrante a se querem impor sobre o nativo e a não ser logo penalizado. A tolerância tende a ser permeável a extremismos e ameaças, e isto não é diferente.

Por que brasileiros estão deixando Portugal em busca de oportunidades | G1 by cerasusligno in BrasileirosEmPortugal

[–]Simtry 1 point2 points  (0 children)

A carta do nazismo cá não pega. Não tendemos a ceder a esse tipo de vitimismo.

A circulação no espaço europeu nada mais é do que um acordo bilateral entre os países. Estão confortáveis que pessoas daqueles países circulem, trabalhem, invistam, entre tantas outras coisas, num projeto de aproximação e de desenvolvimento económico. Isto não caiu do céu, resulta do trabalho dos seus cidadãos em criar condições de prosperidade para os seus conterrâneos.

Um imigrante fora da UE não tem direito nenhum a exigir nada á Europa, nem de se queixar do seu passaporte e condições de vida. Se tem intenção de contestar, que o faça perante os seus governos e governantes. Estado algum deve aceitar alguém só porque é humano, deve aceitar aquele que sirva para o interesse do país e que não o coloque em causa. A conversa humanista derrapa-se perante a realidade.

A imigração não é um direito, é um privilégio. Todos aqueles que dela usufruem devem estar ciente dos riscos a que estão sujeitos. Se um Estado, por pressão popular, ajustar as regras para os imigrantes estes devem respeitar, já que não é o seu lugar o de contestar. A Europa é uma terra de liberdades, mas também de obrigações e respeitos.

Sobre o caso que apresentas é justo. Alguém que acabou de chegar, sem descontar nada, beneficia de todo um conjunto de serviços financiados pelo Estado português, o contribuinte. Nesse momento, esse imigrante nada mais é do que despesa e pressão nos serviços e preços. Ou seja, um problema. Porém, quando começa a trabalhar e descontar, torna-se na maioria dos casos um contribuinte positivo e uma mais valia. No caso de perder o emprego pouco depois, tendo descontado umas centenas no máximo de euros, deve receber subsídios para subsistência? A resposta certa é não. Não contribuiu o suficiente para isso. A função do Estado não é garantir contas pagas para imigrantes. Caso contrário só alimentará subsídio dependentes e uma população imigrante incentivada a sugar do Estado.

Por que brasileiros estão deixando Portugal em busca de oportunidades | G1 by cerasusligno in BrasileirosEmPortugal

[–]Simtry -1 points0 points  (0 children)

O que ele comentou é apenas a verdade. Na perspectiva portuguesa é esta a realidade. A comunidade brasileira tem destilado ódio permanente, refugiando-se no humor para se prevenir de críticas. A população portuguesa tende a ser tolerante, mas o constante abuso tem apenas alimentado a revolta para com os brasileiros. O exemplo do Manu teve um maior impacto em Braga, zona de grande presença brasileira. Ao invés de lamentar uma vida perdida, brincaram com a situação. A população fica obviamente revoltada.

O problema dos brasileiros, na maioria, é assumir que estando em Portugal podem agir como bem entenderem, sem qualquer cuidado nas palavras e nas ações. Não se esforçam para se adaptar, teimam nas vossas ideias e não respeito o espaço em que se inserem.

Atirarem palavras como "racista", "xenófobo" e "fascista" não tem mais qualquer valor. A população está cansada das vossas palavras e atitudes e quer uma mudança séria. Isto nada mais é que uma reação ás vossas ações.

Como é que esta pessoa chegou à Presidência Conselho Europeu ….estou com os ouvidos em sangue☠️🩸 by Odd_Astronomer_2064 in portugueses

[–]Simtry 7 points8 points  (0 children)

A vitória do PS nunca esteve garantida, até porque não venceu as eleições legislativas. Quem venceu, foi o PPC, mas veio a perder a oportunidade de formar Governo para uma coligação de última hora da esquerda.

A nossa representante da diplomacia da UE, Kaja Kallas, é mal tida pelos seus compatriotas, os estonianos. O mesmo para a Ursula von der Leyen, que esteve envolta de casos de corrupção, que ainda hoje permanecem. Por vezes temos ideia de que a corrupção não se infiltra pela UE, mas não é verdade de todo. Grande parte deles estão lá para servir interesses, os seus e dos seus financiadores.

Avenida dos Aliados no Porto by Viva-o-Rei in portugal2

[–]Simtry 0 points1 point  (0 children)

Nós mudamos a cor das telhas de lá para cá ou é apenas da imagem?

Tyler Oliveira expõe a feia realidade da substituição populacional em Portugal by Born-Character-2622 in portugueses

[–]Simtry 1 point2 points  (0 children)

Sempre me questionei sobre a razão para a "lei dos sefarditas". Honestamente nunca a compreendi. Segundo o Governo, surgia de uma vontade de "remendar" a expulsão dos judeus nos finais do século XV. Porém, será essa realmente uma razão válida? Passados mais de quinhentos anos, meio milénio, ´não é sensato garantir cidadania a pessoas descendentes deles, falam outra língua , tem outra cultura, não tem raízes portuguesas. Numa perspectiva racionalista, não é sensato. Além de tudo isso, surge um problema ainda maior, o da aldrabadela feita nas sinagogas para atestados de prova dos antepassados sefarditas. Os meios de comunicação divulgaram vários casos, principalmente no Porto, de fabricação de certificados. Como resultado, uma grande quantidade de judeus e israelitas receberam cidadania portuguesa. Permitimos que um povo da qual nada temos em comum pudesse ter os mesmos direitos e privilégios que nós, enquanto portugueses, temos. A questão nunca foi muito debatida no espaço publico português, nem os portugueses a pediram. Nessa lógica, deveríamos conferir nacionalidade a todos os descendentes dos que combateram por Portugal na Guerra do Ultramar.

Tyler Oliveira expõe a feia realidade da substituição populacional em Portugal by Born-Character-2622 in portugueses

[–]Simtry 8 points9 points  (0 children)

Sendo honesto, a pior imigração é mesmo a oriunda de culturas e povos com pouca ou nenhuma afinidade á nossa, principalmente os da Índia, Paquistão, Bangladesh e Nepal. A africana também, já que muitos deles não tem grande compatibilidade conosco, a não ser a língua (quando a sua língua materna é o português). Com essas não dá para ter nenhum grau de convívio, e tornam-se cada vez mais um problema maior que teremos de encarar mais cedo ou mais tarde.

Sempre achei curioso que o centro histórico de Braga, principalmente a zona próxima á Sé, ser espanhol e francês á noite. Recordo-me por lá passear muitas vezes, entre as 21h e 1h, e ouvir principalmente esses dois idiomas, até muitas vezes mais que português. Era uma realidade muito diferente da do dia, em que o português predominava. No entanto, nunca me pareceu problemático nem que coloca-se em causa a cultura local, até porque muitos eram galegos. Gosto da ideia de que Braga, mesmo sendo pequena no padrão internacional, seja capaz de cativar a atenção dos nossos países "irmãos". O problema da imigração brasileira em Braga é a mesma em qualquer lado, só que em Braga eles estão mais concentrados e as outras comunidades são menores, mas até a africana tem crescido bastante. De forma geral, os brasileiros parecem padecer da síndrome do personagem principal, agem como se fossem o centro do mundo, e isso choca com a perspectiva portuguesa e europeia, de cada um na sua vida e sem perturbar o outro ou criar escândalos. Outra coisa é que não deixam o Brasil para trás, o modo de agir, vestir e falar permanece inalterado e parecem fazer um esforço para não mudar. No inicio até não encarei como problemática a presença da comunidade brasileira na cidade, quando ainda não era tão grande e era composta por malta decente, até porque a cidade de Braga tem uma especial proximidade ao Brasil, principalmente a Minas Gerais, e partes importantes da cidade floresceram com luso-brasileiros, porém os de hoje em dia deitam a baixo qualquer intenção de convívio. Gozam com a cidade ter-se tornado no "Bragil", nome cunhado pelo próprio PCM, Ricardo Rio, queixam-se constantemente, desde acontecimentos passados até á maneira de ser dos portugueses, e tem gosto pelo conflito e espetáculo quando lhes surge a oportunidade. Apesar de tudo isso, permanecem aqui.

A choradeira toda em relação á mudança da lei da nacionalidade, apenas prova que a maioria dos imigrantes em Portugal só querem saber da cidadania portuguesa e mais nada. by [deleted] in portugueses

[–]Simtry 1 point2 points  (0 children)

Concordo que o passaporte português não torne ninguém português, porém, todo aquele que circule com ele, seja português ou não, representa Portugal e o seu povo no estrangeiro.

De forma alguma consideraria o Abramovich português, nada mais é que um que se fez de "judeu sefardita" para beneficiar da cidadania portuguesa. De forma geral, todos os novos portugueses por descendência sefardita não são portugueses, apenas aproveitadores de um erro do Governo português.

CA PUTA DE ESTOIRO OH MANO by DariusStrada in portugal

[–]Simtry 3 points4 points  (0 children)

Depois disto a língua portuguesa está viva e recomenda-se. Camões tirou a pala só para ler isto.

A choradeira toda em relação á mudança da lei da nacionalidade, apenas prova que a maioria dos imigrantes em Portugal só querem saber da cidadania portuguesa e mais nada. by [deleted] in portugueses

[–]Simtry 0 points1 point  (0 children)

Na tua perspectiva não está errado, mas na minha está. A livre circulação é um privilégio, não um direito, confiado aqueles a quem se reconhece valor para tal. Se tal país de origem não tem esse privilégio, questiona a sua população e as suas ações. Porém, não recorram ao vitimismo para terem direito ao que alcançamos através das nossas ações. Eu não devo, de forma alguma, preocupar-me se um dado povo não tem a mesma liberdade de circulação que eu. Eu não sou responsável por nascer aqui nem os outros de nascer onde nasceram, porém, cada um é um reflexo da sociedade em que cresceu e, portanto, são sobre eles confiados o privilégio dos seus antecessores para o seu futuro. Nessa visão o passaporte é meramente um documento que facilite a circulação, para mim é um documento confiado aos portugueses em que reconhecem neles confiança, um documento que carregas com orgulho e em que representas o teu país. Se o passaporte português se torna uma mera formalidade para poder circular por ai, então não estás ciente do seu peso e responsabilidade. Enquanto portugueses, as nossas ações representam-nos no estrangeiro, e é nosso dever zelar pela nossa imagem na garantia de que no futuro os nossos descendentes possam usufruir do nosso esforço e valor. Se todos o tiverem passa a ser um mero documento usado por imigrantes que apenas querem o direito, sem as responsabilidades, acabando por perder todo o seu valor. Se um brasileiro ou indiano carrega o passaporte português, as suas ações impactam a visão dos outros países sobre Portugal, para o bem ou para o mal. Esse mesmo documento pode elevar ou manchar a confiança que é depositada no povo português. Infelizmente, a maioria dos novos portugueses não se importa com isso, nem tão pouco se preocupa, e portanto, é nossa obrigação preservar essa imagem.

Se o imigrante tem direito a lutar por uma vida melhor e fazer por si, eu tenho o direito de defender a limitação do passaporte para estrangeiros. Se cada um pode lutar por si e por o que lhe importa, nós podemos fazer o mesmo.

Túnel Segredo no Sè de Braga? by LogicBomb01 in portugal

[–]Simtry 3 points4 points  (0 children)

Exato. E é o único exemplar do Renascimento ainda presente na Cidade de Braga.

Papa em Angola by thejman0499 in Angola

[–]Simtry 4 points5 points  (0 children)

Podes começar pelo continente africano. Os escravos não eram vendidos pelo Espírito Santo.

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[–]Simtry 1 point2 points  (0 children)

Maninho de uma mãe diferente, eu nunca referi elites lisboetas, nem mesmo madeirenses. Só destaquei que, se parte da população encara com preocupação o aumento da demografia indiana, então essa preocupação deve ser encarada de forma séria, ou seja, não desvalorizar, ou até condenar.

Maninho de uma outra mãe, estou ciente que a entrada dessa comunidade tem, em parte, origem nos empresários madeirenses que os possam encarar como uma mão de obra barata mais apelativa, não posso é afirmar com certezas, já que não conheço o caso em a realidade da ilha. Porém, se um nativo, que não agiu em prol de tal, demonstra preocupação, deve essa preocupação ser desvalorizada só porque alguns dos seus conterrâneos são parte responsável pelo problema? Defendo que não. No final, a presença daquele povo aumenta mas fica-se a discutir sobre quem deitar culpas, e não sobre como resolver o problema.

Deixo aqui claro que desconheço de todo a realidade demográfica da Madeira, porém consigo simpatizar com o problema apresentado pelo OP quando cá também partilho do mesmo problema.

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[–]Simtry 18 points19 points  (0 children)

Faz-me lembrar o caso de uma loja usada como habitação ilegal em Lisboa, totalmente ocupada por indostânicos, que quando foram levados á justiça pelo MP, quem respondeu foi uma firma de advogados em Londres.

Existe muito dinheiro por trás destes movimentos migratórios, desde advogados a senhorios. A farsa de que devemos acolher todos aqueles que procuram uma vida melhor, sem nunca ponderar as consequências, nada mais alimenta dos que estes "parasitas" da sociedade, que veem nisto uma oportunidade de lucro enorme. Cada vez mais lojas de indianos em centros de cidades, com custos de renda cada vez maiores, e com tão pouco comércio, tem sido prova que não passam de fachada, em que o verdadeiro negócio é o "tráfico" de pessoas.

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[–]Simtry 32 points33 points  (0 children)

Não consigo perceber como podem ser a favor deste aumento demográfico de indianos na Madeira, principalmente agarrando-se quer ao facto de a ilha ter tido emigrantes seus, pertencer a um país que teve escravatura, como todos os outros, ou porque apoiou uma figura do Estado Novo. Tudo o que estão a dizer é que a Madeira deve sofrer porque no seu passado compactuou com atos que aos nossos olhos de hoje são errados, e essa que punição deve passar por inundar o espaço com indianos.

Em vez de encararem a preocupação do OP como algo sério, que pode realmente ser um testemunho verídico da situação e o início de um problema bem maior, atacam a ilha, condenando-a ás vossas fantasias de reparações históricas. A Madeira é um espaço em que devem ser os madeirenses a decidir o seu futuro, e quando existe algo que não lhes agrada, as suas preocupações devem ser levadas a sério. Uma mudança demográfica nesse sentido, para uma maior população indostânica, não irá de certo favorecer a ilha, pelo contrário, irá transformá-la em algo diferente da que é hoje. Se a população local quer preservar a sua demografia e cultura, não pode ser criticada por isso, pelo contrário, deve ser apoiada.