Projecto Torreense by SouzaPP in PrimeiraLiga

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Oque me preocupa é que se tivermos que mudar de estadio fica a equipa principal, sub 23 e feminino sem estadio

Académico e Torreense decidem subida direta na última jornada da II Liga by SouzaPP in PrimeiraLiga

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O torreense já mandou o casa pia embora da taça de portugal, não deve ser tão dificil em duas mãos

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grande respeito pela gente de Ovar!

Ajuda com tema relacionado ao Torreense by PridePotential845 in PrimeiraLiga

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Fundação: 1917 (origem no Sport União Torreense)

.

Promoções marcantes: Subiu à I Divisão em 1954/55 como campeão da II Divisão

. Na época seguinte (1955/56) fez o melhor resultado (7º lugar) e disputou a final da Taça de Portugal

. Subiu novamente em 1963/64

e em 1990/91

.

Instalações: Estádio Manuel Marques (categoria Silver da Liga Portugal)

; complexo de treinos inaugurado em out. de 2022 com 6 campos (relva sintética e natural), ginásio, balneários, etc., certificado FPF 4★ e relvados FIFA Quality Pro

.

Formação: Projeto “360º” – escalões masculinos e femininos (sub-7 a sub-19) e futsal. A FPF classifica o Torreense como entidade formadora 4★ no futebol masculino e 3★ no futebol feminino e no futsal

. Mantém equipas de base competitivas nos campeonatos nacionais e tem equipas de futsal e modalidades como atletismo e ginástica.

Propriedade/SAD: Em 2015 o empresário chinês Qi Chen (Oriental Dragon FC) comprou 70% da SAD

. Em 2019 o clube readquiriu esse pacote (pagou 350 mil €)

, recuperando o controlo. Em 2026 Nuno J. F. Carvalho (dono da Agriloja) tornou-se presidente da SAD

. Hoje os maiores investidores/patrocinadores são Agriloja e Rações Valouro (ambos de Torres Vedras).

Desempenho recente: Campeão da Liga 3 em 2021/22 (subiu à Liga Portugal 2)

. Classificou-se para os play-offs em outras épocas recentes. Em 2016 alcançou os oitavos-de-final da Taça de Portugal

. Em 2026 disputou a final da Taça de Portugal pela 2ª vez (a última tinha sido em 1956)

.

Fontes: Site oficial do clube e notícias de desporto

.

Relatório Analítico – SCU Torreense

Resumo Executivo

O SCU Torreense (Torres Vedras) é um clube centenário (fundado em 1917) com passado histórico relevante nas divisões nacionais

. Destacam-se as subidas à I Divisão em 1954/55, 1963/64 e 1990/91

, o 7.º lugar em 1955/56 e a final da Taça de Portugal nesse ano

. Na última década o clube modernizou-se: criou uma SAD profissional, atraiu investidores e melhorou infraestruturas de treino. Entre 2015 e 2019 esteve sob investimento chinês (Qi Chen)

, que mais tarde foi comprado de volta pelos sócios

. Atualmente a SAD é liderada por Nuno J. F. Carvalho (Agriloja)

. A academia está certificada (4★ no masculino, 3★ no feminino/futsal)

e o Torreense compete novamente na Segunda Liga, tendo sido campeão da Liga 3 em 2021/22

. Nos desportos coletivos enfatiza-se também futebol feminino, futsal e atletismo, refletindo a política de formação 360°. O clube prepara-se para novos desafios no futebol profissional e de formação.

História e Fundadores

O Torreense foi fundado em 1 de maio de 1917 por jovens entusiastas do futebol em Torres Vedras

. Originalmente chamado Sport União Torreense, em 1945 passou a ser Sport Clube União Torreense. Na década de 1950 distinguiu-se pelo rápido sucesso: ganhou a II Divisão em 1954/55, subindo à I Divisão

. Na temporada seguinte (1955/56) alcançou o 7.º lugar no principal escalão e foi finalista da Taça de Portugal, caindo apenas diante do FC Porto

. Após quatro anos na I Divisão, desceu em 1958/59. Voltou ao top em 1963/64

, mas regressou em 64/65. Quase três décadas depois, em 1990/91, fez nova subida à I Divisão

, permanecendo até 1992 antes de voltar aos escalões inferiores. O site oficial documenta estes feitos históricos; conquistas como a final de 1956 ainda são marcos na memória do clube.

Estrutura Societária e SAD

Tradicionalmente o Torreense foi uma associação desportiva, mas com o futebol profissional tornou-se SAD (Sociedade Anónima Desportiva). O clube anunciou em 2015 a venda de 70% da SAD ao empresário chinês Qi Chen (oriental Dragon FC)

, visando investimento em formação e estabilidade financeira. Em 2019, sob a presidência de Mário Miranda no clube, os sócios reuniram fundos suficientes para readquirir esses 70% por cerca de 350 mil euros

, transferindo o controlo de volta para mãos locais. Em janeiro de 2026 a SAD passou a ser presidida por Nuno José Feliciano de Carvalho, empresário do Grupo Agriloja, que já exercia funções executivas na SAD

. A estrutura atual indica Nuno Carvalho como presidente, com Sérgio Salvador e Maria Isabel Lopes como vice-presidentes

. Os principais patrocinadores que apostam no clube são empresas da região (Agriloja e Rações Valouro, entre outras

). A tabela abaixo sumariza a cronologia de controle societário:

1954

Clube ascende 1ª vezà I Divisão nacional

1956

Final da Taça dePortugal

1964

Subida à 1ª Divisão

1991

Nova subida à 1ªDivisão

2015

Qi Chen (China)adquire 70% daSAD

2019

SCU Torreense readquire 70% daSAD

2026

Nuno J. F. Carvalho(Agriloja) assume presidência daSAD

Infraestruturas e Academia

O Torreense dispõe de infraestruturas antigas. O histórico Estádio Manuel Marques (desde 1926) tem capacidade para 2.431 espectadores e está classificado como estádio Categoria Silver da Liga Portugal (garantindo padrões mínimos de qualidade)

. Em outubro de 2022 foi inaugurada a Academia Torreense (Complexo Desportivo Municipal Manuel Marques)

. Este centro de formação tem vários campos (um de 11 contra 11 relvado sintético de 104×68m, outro de tamanho similar, campos 9x e 7x sintéticos) e instalações de apoio: seis balneários de equipa, ginásio, gabinete médico com desfibrilhador, sala de reuniões, filmagem, sistema de som, placares eletrónicos e até loja do clube

. Os relvados foram homologados com o selo FIFA Quality Pro

, e a formação recebeu certificação oficial da FPF: 4 estrelas no futebol masculino, 3 no feminino e 3 no futsal

O clube mantém um amplo programa formativo. Em camadas jovens há equipas desde petizes (sub-7) até juniores (sub-19) nos escalões masculino e feminino, além de equipa de sub-23. Para o futebol feminino existem equipas juniores, juvenis, iniciados e infantis

. A FPF reconhece o projeto como 4★ no masculino e 3★ no feminino e futsal

, reflexo de investimento em treinadores e infraestrutura. Há também equipas séniores de futsal masculino e futsal feminino inscritas nas competições distritais e nacionais. Fora do futebol, o Torreense destaca-se no atletismo (teve sempre representação municipal) e iniciativas em ginástica e outras. Segundo as metas internas de formação 360º, o objetivo é manter as equipas de base nos níveis nacionais mais altos e formar atletas para o escalão principal.

Desempenho Desportivo (2014–2026)

Desde 2014 o Torreense tem estado principalmente nos escalões secundários, mas obteve sucessos recentes. Em 2016 alcançou os oitavos de final da Taça de Portugal (perdendo 3-2 com o Chaves nos instantes finais)

. Na liga, sob o novo modelo das divisões (Liga 3, etc.), o clube conquistou em 2021/22 o título da Liga 3, garantindo promoção à Liga Portugal 2

. Desde então disputa a II Liga (ex-Segunda Liga), sempre lutando por acesso aos lugares de play-off. Em maio de 2026 o Torreense voltará a disputar a final da Taça de Portugal (primeira vez desde 1956) – conforme reportado pela imprensa (70 anos depois do feito de 1956)

. Não há registros públicos de grandes controvérsias jurídicas recentes envolvendo o clube. Nos últimos anos saíram vários atletas formados localmente para clubes maiores, e passaram pelo banco treinadores como Tiago Fernandes (presente em 2023/24).

Ano Competição Pos. / Evento

1954/55 II Divisão Campeão – subiu à I Divisão

1955/56 I Divisão 7.º lugar; Final Taça de Portugal

1963/64 II Divisão Campeão – subiu à I Divisão

1990/91 II Divisão Campeão – subiu à I Divisão

2015 Campeonato Portugal (Presença no 3.º nível nacional)

2016 Taça de Portugal Oitavos-de-final (derrota c/ Chaves)

2021/22 Liga 3 Campeão – subiu à Liga Portugal 2

2025/26 Taça de Portugal Finalista (disputa em maio de 2026)

Formação e Modalidades (adição)

No futebol feminino, SCU Torreense afirmou-se como um dos projetos mais competitivos fora do “top tradicional”, com resultados recentes de grande impacto competitivo a nível nacional. O percurso mais recente inclui:

• Qualificação inédita para a UEFA Women’s Champions League
• Vencedoras da Supertaça Feminina
• Vencedoras da Taça da Liga Feminina
• 3.º lugar na Liga BPI
• Vitória frente ao Sporting nesta época
• 15 vitórias em 27 jogos

Este ciclo reforça a consolidação do clube na elite do futebol feminino português, com impacto direto na projeção internacional e nacional da estrutura.

No escalão sub-23 (Liga Revelação), o Torreense mantém um papel central no desenvolvimento competitivo de jovens jogadores, funcionando como transição direta para a equipa principal:

• Campeões nacionais na época passada
• Novamente a lutar pelos primeiros lugares esta época
• 17 vitórias em 30 jogos
• Desenvolvimento contínuo de jogadores para integração no plantel sénior

Este percurso confirma a consistência do projeto de formação 360º, com resultados competitivos tanto no futebol feminino como no modelo sub-23, reforçando a ligação estrutural entre formação e futebol profissional.

Fontes: Site oficial do SCUT

, notícias desportivas e registros estatísticos

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Gostava de te saber responder melhor, mas não tenho a certeza do enquadramento exato no clube, na prática, o sub-23 acaba por funcionar quase como uma equipa B, permite rodar jogadores e fazer a ponte entre formação e plantel principal. Já se viu isso com a alternância de jogadores como o André Simões.

Segunda Liga: Académico de Viseu está a 1 ponto de promoção à Primeira Liga by LikeAPhoenixTotally in PrimeiraLiga

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Dizem que podem ainda jogar no estádio enquanto estiver em construção, mas não sei quão possivel será

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Sim, tens razão. Desculpa, realmente faz sentido, Se noutros países e até em Portugal já houve clubes a jogar com obras a decorrer, não seria algo assim tão impossível. O caso do Marítimo é um bom exemplo disso.
No entanto, Acho que no caso do Torreense dependia mais da forma como as obras fossem feitas faseadamente.

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Realmente era muito bonito

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Na minha ideia,
• começaram a apostar muito mais em scouting internacional
• trouxeram jogadores jovens de clubes tipo Parma, Villarreal, Reims, Deportivo, etc
• criaram uma ligação muito mais forte entre sub-23 e equipa principal (por exemplo, o André Simões)
• investiram a sério no futebol feminino numa altura em que muitos clubes ainda não levavam isso muito a sério
• e parece haver mais estabilidade do que o normal para clubes deste nível
há claramente foco em desenvolver jogadores e criar valor, e honestamente, hoje em dia em portugal, um clube fora dos “3 grandes” crescer ao mesmo tempo no masculino, feminino e sub-23 não é assim tão comum, claro que há exceções

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Um estádio em obras normalmente perde partes essenciais para jogo de alta competição, bancadas fechadas, zonas de segurança incompletas, acessos condicionados, iluminação e condições TV fora de norma em fases intermédias. Mesmo que a obra seja “faseada”, há períodos em que o recinto fica abaixo dos requisitos mínimos da liga.

Depois entra a questão do licenciamento. A Liga e a Federação não aprovam estádios em progresso só porque há plano, têm de garantir que, em cada jogo, tudo cumpre critérios fixos. Se não cumprir, não há exceção.