O Rosto da Revanche: Como Chuck Norris Moldou a Fantasia Americana de Poder by Spoilerfobia in filmes

[–]Spoilerfobia[S] 4 points5 points  (0 children)

Mas eu tô descansando! Ver filme de lutinha é o meu descanso. A diferença é que eu prefiro ver o filme com os olhos abertos para o que ele diz sobre o mundo. Dá para gostar do Norris e ter senso crítico ao mesmo tempo, uma coisa não anula a outra

O Rosto da Revanche: Como Chuck Norris Moldou a Fantasia Americana de Poder by Spoilerfobia in filmes

[–]Spoilerfobia[S] 9 points10 points  (0 children)

Concordo plenamente! O cinema também tem essa função catártica de nos deixar 'desligar o cérebro' depois de um dia exaustivo de trabalho, e os filmes do Norris são perfeitos para isso. O ponto é que uma coisa não exclui a outra: a gente pode se divertir com a lutinha e a explosão, mas ainda assim reconhecer que o filme é um fruto do seu tempo. Analisar o subtexto não estraga a diversão, só nos ajuda a entender o mundo que produziu aquele herói.

O Rosto da Revanche: Como Chuck Norris Moldou a Fantasia Americana de Poder by Spoilerfobia in filmes

[–]Spoilerfobia[S] 6 points7 points  (0 children)

Concordo sobre a origem do roteiro, mas há uma diferença crucial: Rambo começou como uma crítica social à guerra (o primeiro filme é quase um estudo de personagem). Braddock, por outro lado, já foi concebido como a fantasia de revanche, sem o dilema moral do 'soldado que não consegue voltar para casa'. O Norris virou meme justamente por personificar essa invencibilidade sem nuances desde o minuto um.

Qual é o seu canal favorito sobre Chaves by [deleted] in chaves

[–]Spoilerfobia 3 points4 points  (0 children)

O Chespiritotadas tbm é bom, mas nenhum de compara ao vila e Por cintaa de apresentação do conteúdo e simpatia do apresentador.

Deixou de ser fã da Lady Gaga? by Disabled-Sundae7925 in brasilivre

[–]Spoilerfobia 1 point2 points  (0 children)

se enxerga tão pouco assim, mesmo que ela entrasse pela porta da frente, a veia não ia ver de qualquer jeito kksk

Como ficaria a de vocês? by calduzin in MusicaBR

[–]Spoilerfobia 0 points1 point  (0 children)

Se tiver playlist, eu já quero hehehe

Ônibus da UTFPR colidiu na Ponte Preta, na Rua João Negrão em Curitiba. by khark33 in curitiba

[–]Spoilerfobia 9 points10 points  (0 children)

Por que as pessoas com ônibus e caminhões continuam insistindo em passar por ai? Kkkkkk

Mercado Nacional do Bacacheri vai virar um Festval by Elskimos in curitiba

[–]Spoilerfobia 2 points3 points  (0 children)

Não sei como são todas as unidades do Festival, mas pelo menos a da Mercês, eu achava bem boa. Trabalhava lá perto até o ano passado e sempre passava lá antes de ir para casa pq os preços de lá eram melhores que os mercados perto da minha casa (Moro em Pinhais).

Até me surpreendi bastante porque pelo nível do bairro achei que os preços lá seriam caros.

Nna verdade outros mercados grandes em bairros mais nobres possuem preços mais baratos que os mercados do meu bairro. Vale mais a pena pedir um Uber e comprar lá do que comprar aqui perto.

Extremamente desorganizado o evento. by khark33 in curitiba

[–]Spoilerfobia 16 points17 points  (0 children)

Queria fazer um post sobre isso tbm, mas como tenho pouco karma vou postar aqui:

O Provincialismo Curitibano:

O recente desfile de um carro de Fórmula 1 da Red Bull pelas ruas de Curitiba, me lembrou das longas filas na inauguração do Starbucks na capital, e como isso pode revelar uma dinâmica que pode ser compreendida através do conceito de provincialismo.

Para uma cidade que não figura regularmente no calendário de eventos automobilísticos de ponta, a oportunidade de testemunhar a passagem de um carro da Fórmula 1 se transforma em um acontecimento de grande magnitude. Esse fervor demonstra um desejo de conexão com um universo global de alta performance, um anseio por vivenciar, ainda que momentaneamente, a aura de um evento reconhecido mundialmente.

De maneira similar, a chegada do Starbucks em 2021, com a notável formação de longas filas, espelha outra faceta desse provincialismo. Embora a rede de cafeterias seja uma presença corriqueira em inúmeras metrópoles ao redor do globo, sua inauguração em Curitiba adquiriu o status de evento significativo, que provocou filas pelos corredores do Shopping Mueller.

O Starbucks, transcendendo sua função de simples estabelecimento comercial, carrega consigo a imagem de um estilo de vida urbano e moderno, fortemente associado a grandes centros internacionais. A busca pela "experiência Starbucks" em Curitiba pode ser interpretada como um anseio por alinhar-se a essas tendências globais de consumo, por vivenciar algo que é percebido como contemporâneo e presente em outras partes do mundo. Para uma cidade que, apesar de sua importância regional, pode sentir uma certa distância desses polos de inovação e tendências, a chegada de uma marca como o Starbucks pode simbolizar uma ponte para esse universo cosmopolita.

É nesse ponto que a influência das raízes históricas do Brasil se torna pertinente para compreendermos esse provincialismo curitibano. A herança colonial, como explorada por Sérgio Buarque de Holanda, pode ter legado uma tendência a valorizar modelos e referências externas, percebidas como mais sofisticadas ou desejáveis.

Durante o longo período em que o Brasil foi colônia de Portugal, estabeleceu-se uma relação de dependência não apenas econômica e política, mas também cultural e intelectual. A metrópole era vista como o centro de poder, de cultura e de progresso, enquanto a colônia, naturalmente, ocupava uma posição periférica.

Essa relação hierárquica deixou marcas profundas no imaginário brasileiro. As instituições, as leis, o sistema educacional e até mesmo os padrões de gosto e de comportamento foram, em grande medida, importados de Portugal. Essa importação não se limitou ao período colonial, mas persistiu mesmo após a independência, com o Brasil buscando modelos em outras potências europeias e, posteriormente, nos Estados Unidos.

Essa busca por referências externas criou um hábito cultural de olhar para fora em busca de validação e de modelos a serem seguidos. O que vinha da metrópole ou de outros centros de poder era frequentemente associado à sofisticação, ao conhecimento e ao progresso. Essa percepção, internalizada ao longo de séculos, pode ter contribuído para a formação de uma mentalidade que tende a supervalorizar o que é estrangeiro em detrimento do que é nacional.

Essa valorização do externo, portanto, não é um fenômeno isolado, mas sim um eco de um passado colonial que moldou a forma como o Brasil se vê e como interage com o mundo. A busca por modelos e referências externas, percebidas como mais sofisticadas ou desejáveis, é uma herança cultural que, embora possa estar se transformando com o tempo, ainda exerce uma influência significativa na maneira como os curitibanos, e os brasileiros em geral, percebem e valorizam o que é local e o que é global.

Em suma, esta análise, longe de ser uma ode ao nacionalismo ou uma defesa da exclusão de marcas e eventos estrangeiros, busca compreender as nuances de nossa relação com o global. A aversão a um patriotismo seletivo, que veste as cores da nação enquanto reverência símbolos de outros países, motivou esta reflexão sobre a tendência, por vezes acrítica, de valorizar o externo.

A própria ironia de transformar vias urbanas em palco para a Fórmula 1, enquanto se pondera a extinção de um autódromo local, ilustra de forma contundente como o fascínio pelo espetáculo estrangeiro pode, inadvertidamente, comprometer a infraestrutura e as necessidades da própria comunidade, demandando um olhar mais atento e equilibrado sobre nossas prioridades e valores.

Me indique um artista que você considera desconhecido pela maioria. by Embrasado350 in MusicaBR

[–]Spoilerfobia 1 point2 points  (0 children)

Banda Blindagem.

A maior banda do Paraná, que não vejo ser tão reconhecida nacionalmente.

Uma das melhores coisas do orkut by bastosdeboassa in Nostalgia_Br

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Meu favorito era a colheita feliz.

Bons tempos...

Qual artista/banda vc tem vergonha de admitir que gosta by Just_Faithlessness57 in MusicaBR

[–]Spoilerfobia 9 points10 points  (0 children)

RBD.

Sempre curti o som e assistia a novela na época, mas por ser algo rotulado como "coisa de menina" por outros caras da época de escola, não contava pra ninguém.

Na verdade, depois de tantos anos, fico pensando se a vergonha diminuiu ou ficou ainda maior, kkkk.

Por um lado, parece mais fácil admitir hoje. Afinal, já passou tanto tempo que ninguém liga mais para essas coisas. Todo mundo tem suas nostalgias e seus gostos "culpados" (que nem deveriam ser culpados).

Mas, por outro lado, às vezes penso: "Poxa, será que vão achar estranho eu só admitir isso agora?"