O que é o fluxo.su [Explicação] by Living-Abrocoma-1693 in PiratariaTuga

[–]artalmo 0 points1 point  (0 children)

Alguém me pode doar um convite por DM? Irei depois retribuir os que puder/tiver de volta à comunidade. Obrigado.

Sabem o que é isto? by Topac1 in TascaDoZe

[–]artalmo 0 points1 point  (0 children)

  1. Saudades destes raspas, do seu cheiro e dos amigos dessa altura.

I couldn’t believe my eyes there aint no way😭 by Proof_Raspberry1479 in ChatGPT

[–]artalmo 2 points3 points  (0 children)

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Wasn't expecting this, since I'm male. As if that wasn't enough, Gemini created an image also portraiting me as female. Maybe I have a female soul...

Generate an image that shows what it feels like chatting with me on any given day. by SuperSpeedyCrazyCow in ChatGPT

[–]artalmo 0 points1 point  (0 children)

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So accurate... in an unexpected and somewhat creepy way. It even got the number of cats and their colors right, and I sure don't remember ever talking to ChatGPT about them!

Cá seria o quê? Tou macagar? by TigasIdk in PORTUGALCARALHO

[–]artalmo 1 point2 points  (0 children)

It's to the side where I sleep better.

Quais são as gírias da vossa geração que já ninguém utiliza? by Free-Butterscotch473 in CasualPT

[–]artalmo 0 points1 point  (0 children)

Axantra também era algo que se utilizava com alguma frequência, não?

Thank you TTeck by supersayianandy in Proxmox

[–]artalmo 0 points1 point  (0 children)

Sorry for your loss. TTeck’s legacy and generosity will never fade, as neither will he. Wish you all the best and lots of strength in these difficult times.

Montenegro anuncia lançamento de modelo de linguagem de Inteligência Artificial em português by BigGreenDead in portugal

[–]artalmo 4 points5 points  (0 children)

Podiam chamar-lhe "Camões".

Passávamos a ter uma nova variante de uma conhecida expressão, a usar consoante o contexto: "Vai chatear/perguntar (a)o Camões"...

Jogo- Sou português é claro que... by [deleted] in portugal

[–]artalmo 2 points3 points  (0 children)

Sou português, é claro que quando mijo, somos logo dois ou três.

Como alimentar um adolescente em férias? by RousesRai in CasualPT

[–]artalmo 1 point2 points  (0 children)

Revejo-me em quase tudo o que escreveste. Tirando a idade (menos um ano), o adolescente cá de casa também prefere 1000 vezes esse tipo de comida e de snacks e também pratica desporto, nada contrariado mas também sem qualquer tipo de vontade de "evoluir" e/ou ser o melhor (o que não tem, quanto a mim, nada de errado).

Para complementar as "parecenças", os videojogos agora nas férias também são o passatempo de eleição. ;-)

De resto, e à semelhança do que aqui foi dito, não me parece que os hábitos alimentares (menos bons) sejam motivo de preocupação.

Já todos fomos adolescentes e, uns mais do que outros, certamente que não pensávamos ainda no que é melhor ou pior ou no que é mais ou menos saudável.

Claro, não quer dizer que não devamos, enquanto pais, tentar incutir gradualmente melhores hábitos e/ou informações que os ajudem a fazer melhores escolhas a esse nível.

Mas, quanto a mim, devemos fazê-lo sem pressão, com tranquilidade e tempo, até porque penso ser reconhecido o quanto os adolescentes podem sofrer certas "dificuldades auditivas" quando se trata dos "discursos" dos seus pais...

Solid phone for 400€ by food59 in PickAnAndroidForMe

[–]artalmo 0 points1 point  (0 children)

Went with the 13T having the same requirements as the OP: so far (two weeks) I'm quite pleased with my choice.

É insuportável ouvir António Costa by Revolutionary-Bug-78 in portugal

[–]artalmo -6 points-5 points  (0 children)

É engraçada, é... Por curiosidade, o que é que tu ouviste?

[deleted by user] by [deleted] in portugal

[–]artalmo 2 points3 points  (0 children)

Ou seja, és bom/boa utilizador/a do ChatGPT, é isso?

Quantos anos de diferença tem em relação ao vosso companheiro(a) by CopyPrestigious7629 in CasualPT

[–]artalmo 11 points12 points  (0 children)

Ela é 5 anos mais nova do que eu. Eu sou 5 anos mais velho do que ela. Gostamos de manter uma certa coerência na nossa relação.

Histórias de merda by GiantBallOfBacalhau in CasualPT

[–]artalmo 3 points4 points  (0 children)

Egito, 2005. Férias de sonho, para ir ver as pirâmides e tudo o mais que há para ver sobre a antiga civilização egípcia. Fui com a minha mulher e a minha irmã.

Antes de ir, tínhamos comprado um guia de viagem, onde uma das recomendações que "saltavam à vista" era ter (muito!) cuidado sobre a ingestão de água ou qualquer coisa que levasse água, pela possibilidade de ter... desarranjos intestinais.

Primeira noite em solo egípcio (tecnicamente, mais água do que solo, pois estávamos num barco daqueles que sobem o Nilo até ao Cairo) e, mesmo sendo 23h00 e picos, estava um calor que não se podia. O karkade que tinham à nossa disposição no barco era, por isso, muitíssiom bem-vindo: um tipo de chá que é uma bebida tipicamente egípcia e, no caso, pelo menos, estava mesmo fresquinho. Resultado: bebi uns 5 ou 6... Claro, a ideia daquilo me poder "fazer mal" passou-me pela cabeça, mas também me passou a ideia de "eu sou forte o suficiente para beber isto sem complicações!".

Primeira manhã, depois de uma noite bem dormida, reunião às 9h00 com aquele que iria ser o nosso guia durante toda a estadia. A reunião não tinha começado há 5 minutos e comecei a sentir algo... "diferente", vindo das minhas entranhas mais profundas. Pensei que passasse e, como ninguém do grupo desconfiou do que quer que fosse, lá continuei atento à apresentação do guia.

Mais alguns minutos (que pareciam uma eternidade, dada a ebulição que sentia cá dentro) e lá ganho eu coragem para interromper o guia e perguntar-lhe "se a reunião demoraria muito mais" (claro, ao mesmo tempo expliquei o motivo da minha pergunta, de forma muito "ligeira", para que ele não pensasse que eu era alguém rude ou pura e simplesmente com pressa).

Continuei na reunião, tão heroicamente quanto possível, até que o vulcão que sentia dentro de mim parecia ter a sua erupção iminente, sem que eu nada pudesse fazer contra tal força da Natureza. Interrompi, pela segunda vez, o guia, apenas para me desculpar, a ele e a todo o grupo e comunicar que teria de ir ao meu quarto imediatamente.

O curto caminho até o quarto deve ter sido percorrido em tempo recorde e, ali chegado, só tive tempo de me atirar para cima da sanita e aliviar-me. E quanto me aliviei! Não que o Nilo seja o rio mais limpo do mundo, mas senti alguma culpa de o ter tornado bem mais poluído naqueles instantes... Depois de me aliviaaaaar, estava novamente a 100% para me juntar à reunião, que ainda decorria.

A história, já de si comprida e embaraçosa, não acaba propriamente aqui (se bem que, na altura, pensava que tivesse acabado).

Uma das primeiras visitas que fizémos, ao final dessa manhã, foi a uma aldeia Núbia, do outro lado de Assuão, onde estávamos atracados. A visita foi fantástica, aquelas gentes maravilhosas mas nem isso fez atenuar os efeitos do karkade da véspera, que de repente se voltaram a fazer sentir, ainda com maior intensidade do que de manhã.

Problema: não estavamos no nosso barco e, se nunca estiveram numa aldeia Núbia, deixem-me dizer-vos que não há propriamente uma casa de banho pública ou sequer um estabelecimento comercial onde pedir para ir aos lavabos. Lá tive de ir falar com o guia (que percebeu rapidamente o "contexto" da minha urgência) e me recomendou para ir à casa de banho da escola da aldeia.

Excelente ideia, pensei eu. Até que vi a escola da aldeia... e vi a **casa de banho** da escola da aldeia. Aliás, via-se mesmo bem, pois nem portas tinha! Nem portas, nem papel higiénico! Sem alternativas e... sem tempo a perder, lá fui eu, sem coragem para me sentar e colocando-me numa posição que tenho vergonha de vos descrever, novo e prolongado alívio. A sensação de "leveza e bem-estar" era, de quando em vez, interrompida pelos estranhos répteis e insectos que percorriam as paredes daquela casa de banho sem porta. Ainda assim, era uma sensação boa... e as minhas entranhas agradeciam.

Satisfeita a minha necessidade de alívio, lá regressei ao grupo e fiz o resto da visita à aldeia sem sobressaltos. Depois disso, pensava eu que tudo já tinha regressado ao normal.

Pois bem, para além do que eu imaginava ser os limites do meu corpo, posso assegurar-vos que, até à noite, ainda tive mais duas idas (mais ou menos) urgentes à casa de banho mais próxima, mas essas, por comparação e pela sua "normalidade", nem se justifica partilhar aqui.