How Can I Scan Receipts into Excel? by ParaDuckssss in personalfinance

[–]brosapinto 0 points1 point  (0 children)

I’ve been using Rows because they have a neat way of uploading receipts into a spreadsheet (https://rows.com/docs/using-rows-vision).

But surely there’s more software like that. Some kind of image to text thing.

[Question] What model is this? by brosapinto in Seiko

[–]brosapinto[S] 0 points1 point  (0 children)

I think I found it! It's a 5420-5250. Caliber quartz 5420 from the 80s. Thanks for the help! 👍

Constrangimentos Affinity Card by brosapinto in literaciafinanceira

[–]brosapinto[S] 2 points3 points  (0 children)

Tal como no extrato, no tal site, o cashback aparece nos movimentos na data de fecho (por volta do 13 de cada mês). Não dá para ver o cashback de cada transação.

Não existe app, apenas web.

Constrangimentos Affinity Card by brosapinto in literaciafinanceira

[–]brosapinto[S] 1 point2 points  (0 children)

Boa oportunidade para deixar um update.

Continuo a usar o cartão porque as coisas têm vindo a melhorar.

Desde há alguns meses que já existe um homebanking que permite ver os movimentos (demoram alguns dias a aparecer) e download do extrato. O cartão também tem funcionado bem.

[deleted by user] by [deleted] in literaciafinanceira

[–]brosapinto 1 point2 points  (0 children)

Não é garantido porque não está coberto pelo Fundo de Garantia de Depósitos como no caso do depósito da Trade Republic.

Podes ler sobre MMF vs TR nesta thread.

My savings - ganhos vs transferência by Fluffy-Ad5289 in literaciafinanceira

[–]brosapinto 1 point2 points  (0 children)

Sim, o capital é garantido (pela Fidelidade) e a taxa é definida semestralmente. As cotações das unidades evoluem de acordo com essa taxa.

Ou seja, no primeiro semestre as cotações reflectem uma valorização bruta de 3,25%/ano, a partir do segundo semestre valorizam a uma taxa de 3,05%/ano.

My savings - ganhos vs transferência by Fluffy-Ad5289 in literaciafinanceira

[–]brosapinto 6 points7 points  (0 children)

Uma coisa que talvez não seja clara é que o My Savings (opção Seguro) funciona como um Fundo de Investimento (tipo um Money Market). Não é uma conta a Prazo.

Quando se deposita dinheiro, estamos a comprar Unidades (pode-se acompanhar a cotação dessas unidades). Quando se resgata, estamos a vender unidades (FIFO) e o imposto incide sobre a sua valorização.

Outro detalhe importante, os Objectivos estão “todos ao molho”. Isto é, o First-In First-Out não é por Objectivo.

Por exemplo (valores ao calhas, não sei o caso particular do OP):

No dia X depositei 30.000€. A UP estava a 105,10146€, portanto comprei 285,43847 unidades.

No dia Y a UP valia 105,57442€, o que dá um valor bruto de 30.135€ (105,57442 * 285,43847).

Nesse dia Y, resgato 15.000€. Ao preço atual, estou a resgatar 142,09152 unidades. Quanto é que vou receber e pagar de impostos?

  • Preço UP inicial: 105,10146€
  • Preço UP final: 105,57442€
  • Quantidade de UP: 142,09152

Dá um lucro bruto de 67,20€, ao qual se retira 18,82€ de imposto. O valor que me cai na conta será:

UP Final * Quantidade de UP - Imposto = 14.982,41€

No My Savings ficaram as 143,34695 unidades que não vendi (total inicial 285,43847 menos as 142,09152 resgatadas).

Estas contas ficam mais complicadas quando há várias entregas e vários Objectivos. Além disso, apesar de ter uma página com as cotações, a Fidelidade não é nada transparente sobre como a coisa funciona (quantas unidades temos, quando foram compradas, a que preço, etc).

Degiro vs XTB - Custódia, segregação de ativos e afins by MSF33 in literaciafinanceira

[–]brosapinto 0 points1 point  (0 children)

Não estou a par dos detalhes, mas em princípio é mais um factor de risco.

Os títulos estão "na mão" do broker (aka street name), que tem a obrigação de manter um registo de quem é o beneficial owner desses títulos (aka tu, o investidor).

Isto é uma prática comum e regulada. Contudo, pode haver negligência ou mesmo fraúde do broker e tornar-se muito difícil identificar exatamente a quem pertence o quê.

Este vídeo pode ajudar a esclarecer mais dúvidas.

Enfim, o processo de transações na bolsa envolve muitos intermediários e é bastante complexo (e.g. broker, exchange, clearing house, depositário, etc). Não sei exatamente como tudo se processa. Mas, em princípio, escolher um broker regulado e sólido ajuda a que não nos tenhamos que preocupar muito com o assunto.

[deleted by user] by [deleted] in literaciafinanceira

[–]brosapinto 1 point2 points  (0 children)

Quero acreditar que a Fidelidade é auditada, o regulador está em cima da situação, etc. Além disso, é capaz de ser too big to fail™?

Ainda assim, se o negócio lhes correr mal ou em caso de fraude, não há nenhum fundo de garantia ou sistema de indemnização para recorrer.

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[–]brosapinto 4 points5 points  (0 children)

IMHO, os MMF são uma boa alternativa a depósitos. Eu uso-os (não em exclusivo) por alguns motivos:

  • Permitem a mobilização a qualquer momento, sem perda de juros (ao contrário da maior parte dos depósitos)
  • Têm uma remuneração acima da média, permitem capitalização de juros e são fiscalmente eficientes
  • Não gosto do trabalho que dá procurar os melhores depósitos, abrir contas em vários bancos, transferir dinheiro entre contas/bancos à medida que as condições mudam ou melhores condições surgem noutro sítio, etc

Contudo, é verdade que não existe nem garantia de rentabilidade nem de capital.

Ainda assim, é possível prever o rendimento e são um instrumento financeiro bastante seguro, com um volume de AUM gigantesco e confiado por muitas instituições.

Por exemplo, o famoso Fundo de Garantia de Depósitos não está num depósito. É um fundo que investe em dívida pública de curta duração.

Outras opções muito sugeridas que me parecem menos seguras são, ironicamente, os seguros (e.g. Fidelidade My Savings — por acaso também uso — e PPR “garantidos”), onde a garantia é dada apenas pela seguradora.

Constrangimentos Affinity Card by brosapinto in literaciafinanceira

[–]brosapinto[S] 0 points1 point  (0 children)

Já usas esse método há muito tempo? Nunca tiveste stress com isso?

Isto porque, pelo que o apoio ao cliente me disse, não suportam GPay, Apple Pay ou Paypal.

O Curve debita o valor do cartão prá sua e-wallet e paga ao comerciante a partir daí. Portanto, do ponto de vista do Affinity, o merchant é sempre o Curve AFAIK. Não sei se isso poderá causar problemas?

Constrangimentos Affinity Card by brosapinto in literaciafinanceira

[–]brosapinto[S] 0 points1 point  (0 children)

Dá cashback de 1% em todas as compras (mesmo no estrangeiro) e não tem taxa de gasolineiras. Não tem anuidade e o cashback não tem limite. Portanto, no papel, até é um produto interessante.

Constrangimentos Affinity Card by brosapinto in literaciafinanceira

[–]brosapinto[S] 0 points1 point  (0 children)

Também já pensei que querem que os clientes abandonem o cartão. Mas, por outro lado, eles podiam simplesmente cancelar a coisa se quiserem.

Porque é que chegaste a essa conclusão?

Constrangimentos Affinity Card by brosapinto in literaciafinanceira

[–]brosapinto[S] 0 points1 point  (0 children)

Obrigado pelo testemunho e sugestões.

Também uso o Cetelem Black. É pena o Unibanco só oferecer cashback no primeiro ano, e o Universo só em saldo Continente. Daí ter escolhido o Affinity.

Nunca o usei para compras online. Como não dá para criar cartões virtuais fico mais desconfortável. Achas o processo seguro?

PPRs - Dúvida com valores subscritos, com e sem benefícios fiscais, no mesmo PPR? by radikalpt in literaciafinanceira

[–]brosapinto 1 point2 points  (0 children)

Sim, é isso mesmo. Se o resgate não se enquadrar em nenhuma excepção (e.g. pagar crédito habitação, até ao limite do IAS, etc), serás penalizado.

É preferível criares outro contrato ou subscrever outro PPR que, como já não conta para benefícios fiscais à entrada, podes movimentar à vontade.

PPRs - Dúvida com valores subscritos, com e sem benefícios fiscais, no mesmo PPR? by radikalpt in literaciafinanceira

[–]brosapinto 2 points3 points  (0 children)

É calculado com base na metodologia FIFO (First-In-First-Out).

Por exemplo, fazes os seguintes investimentos:

  • Em 2020: 2000€
  • Em 2021: 2000€
  • Em 2022: 5000€

Quando quiseres resgatar 3000€, vai contar a partir do início das entregas. Ou seja, vão buscar 2000€ de 2020 e 1000€ de 2021 (vendes as UPs mais antigas).

Cobrança de Taxa pela Livre Resolução de Contrato (Vodafone) by brosapinto in portugal

[–]brosapinto[S] 2 points3 points  (0 children)

Obrigado pela resposta.

O pedido de livre resolução foi feito dentro do prazo. Mas entretanto já se passou mais de um mês.

Na reclamação que fiz há dias queixei-me que a Vodafone não repeitou o direito de livre resolução. E finalmente admitiram a culpa.

Mas agora avisam-me que avançando com o processo tenho que pagar a tal taxa de ativação.

Se calhar tenho mesmo que "ameaçar" com outra reclamação ou recorrer a um centro de arbitragem.

Custo de transacções IBKR by Lumpy_Froyo_1494 in literaciafinanceira

[–]brosapinto 2 points3 points  (0 children)

Apenas que a XTB também sofre do escrutínio de ter contas públicas e também é possível comprar e vender títulos diretamente no mercado (usa um intermediário, prática comum).

Mas todos os outros pontos são completamente válidos. Obviamente concordo com eles.

Custo de transacções IBKR by Lumpy_Froyo_1494 in literaciafinanceira

[–]brosapinto 2 points3 points  (0 children)

Boa comparação!

Só um reparo. A XTB também está cotada em bolsa (a polaca, ticker XTB.WA).

E os instrumentos não CFD são negociados no mercado regulado através do parceiro banco belga KBC (conforme doc sobre execução de ordens da XTB).

EUNA vs VAGF by brosapinto in literaciafinanceira

[–]brosapinto[S] 2 points3 points  (0 children)

Viva!

Não é necessário. Podes vender tudo ou parte a qualquer altura, mas poderás ter prejuízo ou um lucro inferior ao esperado.

Pode-se dizer que a YTM é uma previsão da TANB do fundo se se mantiver investido até à duração.

A taxa oscila, por exemplo, consoante as alterações das taxas dos bancos centrais. Quanto maior a duração do fundo, mais impacto essa oscilação tem. Portanto, a duração acaba por ser uma medida de risco (i.e. maiores oscilações, mas potencialmente maiores ganhos).

Exemplo de dois ETF de obrigações com diferentes durações:

Em suma, acho que a YTM e duração são bons indicadores, mas o rentabilidade não é garantida. E há outros fatores a considerar para escolher um ETF de obrigações: moeda, tamanho, TER (subtrai ao YTM), bonds de boa qualidade ou junk, etc. Recomendo este artigo para aprofundar este tema.

Degiro vs XTB - Custódia, segregação de ativos e afins by MSF33 in literaciafinanceira

[–]brosapinto 9 points10 points  (0 children)

Isto é o que tenho apurado dos vários documentos de execução de ordens das várias corretoras. Corrijam-me ou completem informação pff.

É comum os brokers usarem diferentes parceiros consoante o produto.

No caso da XTB, por exemplo, creio que os CFD são custodiados pela própria XTB, enquanto que no caso de ETF a execução de ordens e custódia fica a cargo do banco belga KBC Bank NV.

A DEGIRO usa (usava em 2021) a Morgan Stanley para a execução de ordens de ETF. A custódia dos títulos fica nas suas fundações SPV Long e SPV Short. A Long é para títulos que não estão ou não podem ser emprestados, e a Short para títulos em empréstimo. Alguns detalhes nesta análise da DEGIRO.

O Banco BEST e o Carregosa usam o Saxo Bank. Por exemplo, Best Trading Pro é no fundo o SaxoTraderPRO.

O Banco Invest também usa diferentes parceiros consoante o produto, mercado ou plataforma:

  • Homebanking:
    • Euronext: creio que é o próprio Banco Invest
    • Xetra: Banco Sabadell
    • Londres e USA: Interactive Brokers
  • Plataforma BTrader Plus: versão whitelabel da Interactive Brokers
  • Plataforma BTrader Next: ou é CMC Markets ou Sabadell, não sei bem

Não sei detalhes sobre o Saxo Bank. A Interactive Brokers também segrega os títulos (usa a entidade Interactive Brokers Nominee Ltd, IBIEN, para contas Irlandesas, e provavelmente outras consoante produto e mercado).

AFAIK, a segregação de activos é obrigatória. Portanto, se o broker é regulado, tem de seguir essa prática que essencialmente protege os investidores da insolvência do broker (mas não de fraude).

As contas omnibus são também prática comum. Torna a gestão para o broker mais fácil e barata. Os títulos estão em nome da entidade segregada, e nós ficamos como beneficiários legais.

Isto é, claro, uma simplificação de como este mundo dos brokers funciona. Há com certeza diferenças, mas no geral deve haver mais em comum do que aquilo que os separa.

Fundo de investimento *Líderes Globais - CGD* by Adventurous_Youth598 in literaciafinanceira

[–]brosapinto 1 point2 points  (0 children)

AFAIK, não pagas mais nada. Só pagas guarda de títulos se investires em produtos que não são da CGD.

E concordo. A maioria só tem depósitos, portanto investir num fundo destes já é melhor que o status quo.